O documento discute a crise da leitura e critica a ideia de que a literacia pode ser promovida somente através de cânones literários e leitura obrigatória. Saramago é citado para questionar convicções sobre a leitura e a importância das bibliotecas, enfatizando que a leitura deve ser um processo complexo que envolve a formação de mediadores e parcerias estratégicas. O autor defende a necessidade de alterar discursos dominantes e implementar políticas nacionais de leitura que considerem a diversidade dos leitores e suas práticas.