O documento analisa a relação do apóstolo Paulo com a carne e o pecado, enfatizando que o 'eu' carnal é crucificado com Cristo, e a verdadeira luta está entre a carne e o espírito. Paulo argumenta que, embora ele continue vivendo socialmente como um homem, a natureza pecaminosa foi superada através de Cristo, e a obediência à lei é incapaz de salvar o homem do pecado. O autor destaca que a verdadeira transformação acontece quando o indivíduo é nascido de novo, distanciando-se da velha natureza que leva à condenação.