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Estrutura do argumento
3. Logo, também o universo e os organismos vivos
têm um criador inteligente, o relojoeiro divino que é
Deus.
2. Dada a sua complexidade (modo como todas as
peças do mecanismo trabalham conjunta e
harmoniosamente), o relógio teve de ser criado por
alguém inteligente, o relojoeiro.
1. O universo e os organismos vivos são muito
semelhantes aos relógios, isto é, também revelam
complexidade, ordem e harmonia (desígnio).
O argumento baseia-se numa analogia
entre a natureza e um relógio, isto
é, compara o universo, a um relógio.
Um relógio é um objeto que foi
concebido com um determinado
propósito (desígnio), isto é, cumpre
uma determinada finalidade
(“telos”).
As peças do relógio
formam um mecanismo
que funciona
harmoniosamente, pois
cada peça cumpre a
função que lhe está
destinada no conjunto.
Cada coisa na natureza,
analogamente às peças do relógio,
cumpre uma função.
Logo, tal como não há relógio
sem relojoeiro, não há universo
sem um Criador, ser
superiormente inteligente que
colocou a natureza a funcionar
como se fosse um relógio.
Esse Criador, esse
grande Relojoeiro, é
Deus.
Objeções ao argumento do desígnio ou
teleológico de Paley
1. Fraca Analogia (comparação):
A analogia entre o universo (organismo
vivo) e um relógio (artefacto) é
demasiado fraca para que possamos inferir
que tal como um relógio é obra de um ser
inteligente, o universo é obra de um Ser
Inteligente – Deus.
Objeções ao argumento do desígnio ou
teleológico de Paley
2. Conduz ao politeísmo:
Não justifica a existência de um
único Deus. Pode-se inferir que
o universo é obra não de um deus
– projetista - mas sim de vários.
Objeções ao argumento do desígnio ou
teleológico de Paley
3. Evolucionismo:
A harmonia e complexidade dos seres vivos pode ser
explicada através de causas naturais.
A complexidade dos organismos é o resultado de
uma longa evolução determinada pela capacidade de
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Argumento a favor da existência de deus

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. Estrutura do argumento 3. Logo, também o universo e os organismos vivos têm um criador inteligente, o relojoeiro divino que é Deus. 2. Dada a sua complexidade (modo como todas as peças do mecanismo trabalham conjunta e harmoniosamente), o relógio teve de ser criado por alguém inteligente, o relojoeiro. 1. O universo e os organismos vivos são muito semelhantes aos relógios, isto é, também revelam complexidade, ordem e harmonia (desígnio).
  • 5. O argumento baseia-se numa analogia entre a natureza e um relógio, isto é, compara o universo, a um relógio. Um relógio é um objeto que foi concebido com um determinado propósito (desígnio), isto é, cumpre uma determinada finalidade (“telos”). As peças do relógio formam um mecanismo que funciona harmoniosamente, pois cada peça cumpre a função que lhe está destinada no conjunto.
  • 6. Cada coisa na natureza, analogamente às peças do relógio, cumpre uma função. Logo, tal como não há relógio sem relojoeiro, não há universo sem um Criador, ser superiormente inteligente que colocou a natureza a funcionar como se fosse um relógio. Esse Criador, esse grande Relojoeiro, é Deus.
  • 7. Objeções ao argumento do desígnio ou teleológico de Paley 1. Fraca Analogia (comparação): A analogia entre o universo (organismo vivo) e um relógio (artefacto) é demasiado fraca para que possamos inferir que tal como um relógio é obra de um ser inteligente, o universo é obra de um Ser Inteligente – Deus.
  • 8. Objeções ao argumento do desígnio ou teleológico de Paley 2. Conduz ao politeísmo: Não justifica a existência de um único Deus. Pode-se inferir que o universo é obra não de um deus – projetista - mas sim de vários.
  • 9. Objeções ao argumento do desígnio ou teleológico de Paley
  • 10. 3. Evolucionismo: A harmonia e complexidade dos seres vivos pode ser explicada através de causas naturais. A complexidade dos organismos é o resultado de uma longa evolução determinada pela capacidade de adaptação dos indivíduos ao meio e à transmissão das características com maior valor adaptativo por parte dos mais fortes na luta pela sobrevivência.