Prof.ª Luciana Krebs
Disciplina: Relação Médico-Paciente
Médicos Pacientes
Sentimentos,
sensações e angústias
Insistem nos
aspectos objetivos
Dão mais atenção às anomalías
físicas e os resultados laboratoriais
Necessidades maiores são de serem
tranquilizados e confortados
Quando os pacientes insistem
em se queixar e desejam que
seja feito um diagnóstico
físico na ausência de
qualquer dado que o
justifique...
Quase sempre os dispensam como
portadores de manias de doença:
“O Senhor não tem nada”.
Esses pacientes, se não forem compreendidos
em suas necessidades, podem exacerbar suas
queixas, recusar as propedêuticas, negar-se
aos tratamentos e, assim, complicar as suas
vidas.
“Saúde é o estado de completo bem estar físico,
mental e social.”
OMS
“Enfermo é aquele que vai ao médico.”
Lopes Ibor
“Sentir-se doente não é a mesma coisa que estar
doente. Frente aos achados objetivos, alçam-se
as experiências subjetivas.”
Vertente histórica:
“Cada época tem seu ideal de saúde e de
enfermidade.”
Coexistem na enfermidade, duas ordens
de realidade:
–
É material, ligada ao corpo físico, passível
de apreensão objetiva e geralmente
quantificável;
–
É vivencial, ligada a existência,
constituída de sensações, sentimentos,
idéias e fantasias.’
Alguns pacientes procuram (algumas vezes sem êxito)
convencer os médicos da existência de uma enfermidade, a
maioria dos médicos tenta (geralmente também sem êxito)
demonstrar que eles nada tem.
“A NECESSIDADE DE QUE O MÉDICO SE
EDUQUE, NÃO SOBRE ESSE OU AQUELE FATO
OU CONCEITO, MAS SE REEDUQUE COM
RESPEITO A NADA MENOS QUE SUAS CRENÇAS
SOBRE A REALIDADE DA ENFERMIDADE, QUE
ESTÃO NA BASE DO SEU PAPEL.”
BERGEN
O QUE É IMPORTANTE?

Relação médico paciente - Conceito de enfermidade

  • 1.
    Prof.ª Luciana Krebs Disciplina:Relação Médico-Paciente
  • 3.
    Médicos Pacientes Sentimentos, sensações eangústias Insistem nos aspectos objetivos Dão mais atenção às anomalías físicas e os resultados laboratoriais Necessidades maiores são de serem tranquilizados e confortados
  • 4.
    Quando os pacientesinsistem em se queixar e desejam que seja feito um diagnóstico físico na ausência de qualquer dado que o justifique... Quase sempre os dispensam como portadores de manias de doença: “O Senhor não tem nada”.
  • 5.
    Esses pacientes, senão forem compreendidos em suas necessidades, podem exacerbar suas queixas, recusar as propedêuticas, negar-se aos tratamentos e, assim, complicar as suas vidas.
  • 6.
    “Saúde é oestado de completo bem estar físico, mental e social.” OMS “Enfermo é aquele que vai ao médico.” Lopes Ibor “Sentir-se doente não é a mesma coisa que estar doente. Frente aos achados objetivos, alçam-se as experiências subjetivas.” Vertente histórica: “Cada época tem seu ideal de saúde e de enfermidade.”
  • 7.
    Coexistem na enfermidade,duas ordens de realidade: – É material, ligada ao corpo físico, passível de apreensão objetiva e geralmente quantificável; – É vivencial, ligada a existência, constituída de sensações, sentimentos, idéias e fantasias.’
  • 8.
    Alguns pacientes procuram(algumas vezes sem êxito) convencer os médicos da existência de uma enfermidade, a maioria dos médicos tenta (geralmente também sem êxito) demonstrar que eles nada tem.
  • 9.
    “A NECESSIDADE DEQUE O MÉDICO SE EDUQUE, NÃO SOBRE ESSE OU AQUELE FATO OU CONCEITO, MAS SE REEDUQUE COM RESPEITO A NADA MENOS QUE SUAS CRENÇAS SOBRE A REALIDADE DA ENFERMIDADE, QUE ESTÃO NA BASE DO SEU PAPEL.” BERGEN O QUE É IMPORTANTE?