Parasitologia

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Parasitologia

  1. 1. PARASITOLOGIA GERAL
  2. 2. ACADÊMICAS:  Antônia Albertina  Cléia Regina  Elizafran Sousa  Josiane Monteiro  Marcélia Reis  Márcia Maria  Renata Letícia
  3. 3. * ANCYLOSTOMIDAE - ANCILOSTOMÍASE * STRONGYLOI DES STERCORALIS - ESTRONGILOÍDES * ENTEROBIUS VERMICULARIS.
  4. 4. HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO • Os ancilostomídeos são helmintos que foram herdados pela espécie humana..... • Porem os homens nômades das épocas pré-históricas não apresentavam a doença. • Tornando-se sedentários e com residência fixa.
  5. 5. REDESCOBERTA  A ancilostomíase despertou a atenção do mundo, no começo do século XX, como grave problema de saúde pública e deu origem aos primeiros planos sistemáticos de controle de uma endemia em larga escala.
  6. 6. ANCILÓSTOMA E NECÁTOR  O Ancylostoma duodenale e o Necator americanus são espécies aparentadas de vermes parasitas nematelmintos, com corpos filiformes e fêmeas (com até um centímetro) maiores que machos.
  7. 7.  A doença pode também ser conhecida popularmente como "amarelão", "doença do jeca-tatu", "mal- da-terra", "anemia- dos-mineiros, "opilação", etc.  A pessoa se contagia ao manter contato com o solo contaminado por dejetos. As larvas filarióides penetram ativamente através da pele (quando ingeridas, podem penetrar através da mucosa). As larvas têm origem nos ovos eliminados pelo homem.
  8. 8. AS PESSOAS PORTADORAS DESTA VERMINOSE SÃO PÁLIDAS, COM A PELE AMARELADA, POIS OS VERMES VIVEM NO INTESTINO DELGADO E, COM SUAS PLACAS CORTANTES OU DENTES, RASGAM AS PAREDES INTESTINAIS, SUGAM O SANGUE E PROVOCAM HEMORRAGIAS E ANEMIA.
  9. 9. ONDE TUDO COMEÇA
  10. 10. PREVALÊNCIA  Nos anos 90, a OMS estima que mais de um bilhão de pessoas foram infectadas no mundo, porém menos da metade tiveram os sintomas. No Brasil entre 1920 e 1998 a prevalência caiu de 74% para 5,4 (rural) a 0,8% (urbana) da população conforme a urbanização aumentava e o uso de calçados se tornou cada vez mais comum.
  11. 11. OS RECURSOS HOJE DISPONÍVEIS SÃO VÁRIOS;  O uso constante de calçado é condição básica para a prevenção das infecções e reinfecções e, portanto, para o êxito de quaisquer tratamentos; pois estes se tornam precários se ocorrerem reinfecções.
  12. 12. ATUAÇÃO DOS REMÉDIOS • Mebendazol: Eficaz contra Necator, Ancylostoma, Ascaris, Trichuris e Enterobius, • Albendazol: Eficaz contra as duas espécies de ancilostomídeos e outros nematóides (menos ativo contra Trichuris e Strongyloides) • Pirantel: O pamoato ou emboato de pirantel induz paralisia espástica dos vermes adultos ( Necator, Ancylostoma, Ascaris e Enterobius ).
  13. 13. CONT. • Saneamento. A construção e o uso de latrinas ou de outros tipos de instalações sanitárias são aspectos importantes do saneamento ambiental. • A educação sanitária deve visar mudanças comportamentais que reduzam a poluição fecal do solo, no peridomicílio e nos locais de trabalho, atuando junto a crianças e adultos.
  14. 14. SINAIS E SINTOMAS  Migração pulmonar das larvas, febre, tosse, sibilos, eosinofilia, desconforto abdominal, dor epigástrica, anemia em variados graus, palidez, perda de coloração das mucosas e das conjuntivas, fraqueza, cansaço físico, dores musculares, sopros no coração, palpitações, dores de cabeça, hipertensão arterial.
  15. 15. DIAGNÓSTICO  Ele se dá através da realização do exame laboritorial de EPF, havendo demora no exame do material fecal por muitas horas, esses ovos poderão liberar larvas.  O exame laboratorial de sangue poderá revelar um quadro clinico de anemia.
  16. 16. PREVENÇÃO • Utilização de calçados; • Evitar o contato com possível solo contaminado; • Governo local asfaltar e calçar as ruas; • Bons hábitos de higiene e sanitários para toda a população; • Alimentação saudável, rica em vegetais, legumes e frutas (pra prevenir anemia); • Dar antiparasitário aos animais (apesar da infecção inter-espécies ser rara e mais leve).
  17. 17. ACONTECIMENTOS  Nos anos 90, a OMS estima que mais de um bilhão de pessoas foram infectadas no mundo, porém menos da metade tiveram os sintomas. No Brasil entre 1920 e 1998 a prevalência caiu de 74% para 5,4 (rural) a 0,8% (urbana) da população conforme a urbanização aumentava e o uso de calçados se tornou cada vez mais comum.
  18. 18. STRONGYLOI DES STERCORALIS - ESTRONGILOÍDES  A Estrongiloidíase, é uma DIP – que tem como agente etiológicos patogênicos O Strongyloides stercoralis ou Strongiloides fulleborni, que são helmintos nematóides pertencentes a família strongyloididae. A contaminação ocorre no contato com as larvas filarioides do helminto que penetram pela pele quando o paciente pisar com os pés descalsos no solo infectado por fezes contaninadas.
  19. 19. SINAIS E SINTOMAS  Manifestações iniciais: • Urticária Lenear, eritema. • Infecção Pulmonar: poderar ser assintomática. • Estado Febril, tosse, sibilo, eosinofilias. • Infecção intestinal • Dor epigástrica, vômitos diarréia. • Lesões necróticas intestinais.
  20. 20. DIAGNÓSTICO  Se dará com realização do EPF . Outros exames laboratoriais que também poderão ser realizados são: • Exame de aspirados duodenais • Exame de Biópsias do jejuno.
  21. 21. TRATAMENTO  Tratamento médico normalmente se processa satisfatoriamente no ambulatório, salvo no casos de complicações graves que requeiram cuidados médicos especiais sob internação hospitalar. • Cambendazol • Tiabendazol • Ivermectina
  22. 22. ENTEROBIUS VERMICULARIS
  23. 23. ENTEROBIUS VERMICULARIS  É um helminto nematódeo de 0,3 a 1,0 cm, Morfologicamente, apresenta como característica do verme adulto um par de asas cefálicas. Após o acasalamento, o macho é eliminado com as fezes e a fêmea adulta (1) se dirige até o ânus para fazer a ovipostura, principalmente à noite. Com freqüência, não consegue retornar para a ampola retal, morrendo nesse local. Os ovos (2) maturam rapidamente na pele da região perianal ou no solo, apresentando larvas infectantes. Então, os ovos maduros devem ser ingeridos pelo hospedeiro para a continuidade do ciclo.
  24. 24. CONT.  A Fêmea mede 1 cm de comprimento, por 0,4 mm de diâmetro a cauda é ponteaguda e longa. A vulva abre-se na porção média anterior, a qual é seguida por uma curta vagina que se comunica com dois úteros; cada ramo uterino se continua com o oviduto e ovário.  O macho mede cerca de 5 mm de comprimento, por 0,2mm de diametro. Cauda fortemente recurvada em sentido ventral, com espículo presente; apresenta um único testículo.  Macho e femea vivem no ceco e apêndice. As fêmeas repletas de ovos ( 5 a 16 mil ovos), são encontradas na região perianal.  Em mulheres, às vezes pode-se encontrar esse parasita na vagina, útero e bexiga.
  25. 25. DIAGNOSTICO  Clinico: o prurido anal noturno e continuado pode levar a uma suspeita de clinica de enterobiose.  Laboratorial: o exame de fezes não funciona para essa verminose intestinal. O melhor método é o da fita adesiva ( transparente ) ou método de graham.
  26. 26. PROFILAXIA  Devido o comportamento especial desse helminto os métodos profiláticos recomendados são: Cuidados com as roupas. Tratamento Corte das unhas Lavagem das mãos
  27. 27. TRATAMENTO  Os medicamentos mais utilizados são os mesmos empregados contra o A. lumbricoides. • Pirantel, • Albendazol, • Ivermectina • Mebendazol
  28. 28. AGRADECEMOS A ATENÇÃO

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