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As aves
A evolução das aves
 Para a ciência as aves se
originado dos répteis.Por suas
características,a maioria das aves
está adaptada ao vôo.Seu corpo
apresenta menos elementos que o
corpo dos mamíferos.Não possuem
dentes,muitos ossos de seu
esqueleto sofreram fusão e tem asas.
Heitor e Ramon- 6ª 09
Características gerais das aves
  As  aves possuem 7
    características:
   As penas;
   A pele;
   O esqueleto;
   O sistema digestivo;
   O sistema respiratório;
   O coração;
   A reprodução;
As penas
As penas são estruturas mortas,formadas a partir de
pequenas papilas da derme,a camada que fica sob a
epiderme.Nas aves recém-saidas dos ovos,o corpo e
nu,tendo somente pequenas plumas espalhadas.Nos
animais adultos,as penas menores,que recobrem todo o
corpo,estão relacionadas a camuflagem e
especialmente a retenção do calor corporal,já que as
aves são animais homeotermos.As penas das asas são
grandes,resistentes e tem função de impulsionar a ave
para o vôo.Já as penas caudais são geralmente as
maiores e auxiliam na execução de variações dos
movimentos do vôo.
A pele das aves
A pele das aves não tem
glândulas,e seca.Nas aquáticas,no
entanto,e bem desenvolvida uma
grande glândula na região
caudal,a glândula do uropígio,
que produz uma secreção oleosa
para lubrificar as penas.Nas
pernas,a pele tem escamas
córneas.
O esqueleto
    Nas aves,o esqueleto do tronco forma
    uma espécie de gaiola resistente e sem
    muitas articulações.Isso diminui a
    mobilidade dos ossos e impede assim a
    deformação do corpo durante o
    vôo.Muitas aves possuem ossos
    pneumáticos, ossos ocos que contem
    ar.Isso torna o corpo mais leve e o vôo
    mais fácil.
O sistema digestivo
 Asaves consomem os mais
 variados tipos de
 alimentos:frutos,néctar,sementes,ins
 etos,vermes,crustáceos,moluscos,p
 eixes e outros pequenos
 vertebrais.Seu sistema digestivo
 apresenta então algumas
 particularidades.
O sistema respiratório
 Os dois pulmões das aves apresentam
 uma grande rede de pequenos tubos
 que lhes possibilitam uma intensa e
 eficiente circulação de ar
 internamente.Ligados aos pulmões,há
 vários pares de bolsas ou sacos
 aéreos, que tornam o animal mais
 leve e ainda permitem a passagem
 desse ar para o interior dos ossos
 pneumáticos.
O coração
O coração das aves possui quatro
 cavidades:dois átrios e dois
 ventrículos.Nesses animais.os
 ventrículos são completamente
 separados e o sangue oxigenado
 não se mistura com o sangue não-
 oxigenado.
A reprodução
 Asaves só tem um ovário,o direito,que produz
 grandes óvulos(gemas),ricos em substancias
 nutritivas.Cada óvulo,ao sair do ovário,cai na
 trompa,uma espécie de
 funil,podendo,então,ser fecundado.Num
 longo canal ate chegar na cloaca,completa-
 se a formação do ovo,com a secreção da
 clara e a casca.
Grupo das aves de tamanho médio,
cabeça pequena e vôo rápido. Fazem seus
ninhos em árvores e cavidades das
rochas. As pombas são grandes com
caudas largas. Gostam de viver perto do
homem e são muito abundantes nas
cidades. As rolas são menores, esbeltas e
possuem cauda mais comprida. Elas
preferem habitar os bosques.
 
 
Aves  que  medem  aproximadamente  1  metro. 
Suas  patas  e  seu  bico  são  muito  compridos  e 
de cor vermelha. A cegonha-branca tem parte 
do dorso e a cauda negros. É muito comum ver 
seus  ninhos  nos  campanários  dos  povos  da 
Península  Ibérica.  A  cegonha-negra,  ao 
contrário,  possui  somente  o  ventre  branco. 
Não  gosta  do  contato  humano,  por  isso 
constrói  seus  ninhos  em  lugares  solitários, 
próximos a água corrente. O vôo das cegonhas 
é  lento  e  pausado.  Quando  estão  voando, 
ficam  com  o  corpo  esticado  e  um  pouco 
inclinado. São espécies migratórias.
Aves  aquáticas  que  possuem  uma  membrana 
entre  os  dedos  das  patas  que  lhes  permite 
nadar.  Muitas  delas  são  migratórias.  O  cisne 
comum  é  totalmente  branco,  com  o  pescoço 
comprido  e  o  bico  vermelho.  Costuma  ser 
encontrado  em  lagos  na  Europa  Central  e  do 
Norte. Os patos são menores do que os cisnes; 
os  machos  e  as  fêmeas  apresentam  cor 
diferenciada.  O  pato  mallard  mede 
aproximadamente  0,5  metro.  O  pescoço  do 
macho  é  verde,  com  uma  franja  branca  na 
base. Constrói seus ninhos perto de charcos e 
arroios.
Pássaros pequenos, esbeltos, aerodinâmicos e 
de vôo gracioso. Têm uma cauda bifurcada, as 
asas  compridas  e  pontiagudas  e  o  bico  muito 
pequeno.  A  boca,  entretanto,  é  grande  o 
suficiente  para  permitir  a  captura  de  insetos 
em  pleno  vôo.  Constroem  seus  ninhos  com 
lama,  sobre  rochas  ou  telhados  de  edifícios, 
formando  colônias.  A  andorinha  comum  é 
encontrada  por  toda  a  Europa  e  é  um  dos 
pássaros  mais  conhecidos.  Na  primavera, 
formam grandes bandos migratórios. 
Estas  aves  possuem  patas  dotadas  de  fortes 
garras para pegar as suas presas e bico curto, em 
forma  de  gancho,  para  desprender  a  carne.  São 
predadoras  de  mamíferos,  peixes,  serpentes, 
lagartos  e  rãs.  Têm  um  vôo  rápido  e  costumam 
ser  solitárias,  exceto  na  época  da  ninhada. 
Geralmente,  constroem  seus  ninhos  em  árvores 
ou  em  escarpas.  Vale  destacar  alguns  tipos  de 
aves  de  rapina:  as  águias  têm  bico 
extraordinariamente  potente,  asas  amplas  e 
planam  em  círculos;  os  milhafres  possuem  as 
asas  em  ângulo  e  a  cauda  bifurcada  (terminada 
em  duas  pontas);  os  abutres  possuem  asas  de 
grande envergadura e se alimentam de carniça.
 


                                                        Heitor e Ramon- 6ª 09
Aves terrestres de tamanho mediano, audazes 
e  agressivas,  que  constroem  grandes  ninhos 
nos  galhos  das  árvores.  O  gaio  comum  é 
facilmente  reconhecido  pelas  plumas  azuis  e 
negras de suas asas. Como é muito cauteloso, 
é  difícil  de  avistá-lo.  Gosta  de  viver  nos 
bosques próximos a zonas cultivadas. A urraca 
tem  o  ventre  branco  e  as  asas  negras  e 
brancas,  com  um  brilho  verde  purpúreo  de 
grande  beleza.  É  freqüentemente  encontrada 
nos  arredores  de  povoados,  bosques  às 
margens de rios e bosques de olmos.




                                                     Heitor e Ramon- 6ª 09
Aves  encontradas  por  quase  todo  o  planeta. 
Possuem  bicos  potentes  com  os  quais 
perfuram a madeira para comer seus insetos e 
fabricar seus ninhos. Têm garras fortes para se 
fixar nos troncos das árvores, onde constroem 
seus  ninhos  na  primavera.  Costumam  pôr 
entre cinco e sete ovos. O pica-pau, que chega 
a  ter  uns  20  centímetros,  tem  o  dorso  negro 
salpicado  por  grandes  manchas  brancas. 
Habita  bosques  (especialmente  pinheirais), 
parques e jardins.




                                                       Heitor e Ramon- 6ª 09
Aves Extintas
Alunos: Abdo Massouh
e
Danilo Sena
Anseriformes
•   Alopochen kervazoi (Cowles, 1994) - ilha de
    Reunião.
•   mauritianus (Newton e Gadow, 1893) - ilha de
    Maurício, 1698
•   Anas marecula (Olson e Jouventin, 1996) -
    ilha de Amsterdã, 1793.
•   Anas theodori (Newton e Gadow, 1893) - ilha
    de Maurício, 1696.
•   Camptorhynchus labrad’orius (Gmelin, 1789) -
    Pato-do-labrador - leste da América do
    Norte, 1875.
Galliformes

 Coturnix
        novaezelandiae Quoy e
 Gaimard, 1830 - Nova Zelândia, 1875
Gruiformes

 Diaphorapteryx       hawkinsi (Forbes, 1892) -
  ilhas Chatham, Nova Zelândia, 1895.
 Aphanapteryx bonasia Selys
  Longchamps, 1848 - ilha de Maurício,
  1675.
 Aphanapteryx leguati Milne-Edwards,
  1874 - ilha de Rodrigues, 1730.
 Nesoclopeus poecilopterus (Hartlaub,
  1866) - ilhas Fiji, 1890.
Ciconiiformes

 Nycticorax duboisi Rothschild, 1907 - ilha
  de Reunião, 1674
 Nycticorax mauritianus (Newton e
  Gadow, 1893) - ilha de Maurício, 1693
 Nycticorax megacephalus (Milne-
  Edwards, 1873) - ilha Rodrigues, 1730
 Ixobrychus novaezelandiae (Purdie, 1871)
  - Nova Zelândia, 1900
Columbiformes

 Dysmoropelia  dekarchiskos Olson, 1975 -
  ilha de Santa Helena, 1502.
 Ectopistes migratorius (Linnaeus, 1766) -
  Pombo-passageiro - América do Norte,
  1914.
 Columba duboisi Rothschild, 1907 - ilha de
  Reunião, 1700.
 Columba versicolor Kittlitz, 1832 - ilhas
  Bonin, Japão, 1889.
Cuculiformes

 Coua  delalandei (Temminck, 1827) -
  Madagascar, 1834
 Nannococcyx psix Olson, 1975 - ilha de
  Santa Helena, século 18
Strigiformes
 Mascarenotus      grucheti Mourer-Chauviré
  et al., 1994 - ilha de Reunião, 1700
 Mascarenotus sauzieri Newton e Gadow,
  1893 - ilha Maurício, 1859
 Mascarenotus murivorus Mourer-Chauviré
  et al., 1994 - ilha Rodrigues, 1730
 Sceloglaux albifacies (Gray, 1844) - Nova
  Zelândia, 1950
Passeriformes

 Xenicus  lyalli (Rothschild, 1894) - Cotovia-
  da-ilha-stephen - Nova Zelândia, 1894
 Xenicus longipes (Gmelin, 1789) - Nova
  Zelândia, 1972
 Chaetoptila angustipluma (Peale, 1848) -
  Havaí, 1859
 Moho nobilis (Merrem, 1786) - Havaí, 1934
Aves Extintas
O Baptornis advenus foi uma espécie de
 ave hesperonitiformes, que viveu no
 período Cretácico, há cerca de 83
 milhões de anos. Era uma ave carnívora
 com altura média era de 80 cm, seu
 comprimento era de 1m, seu peso
 chegava aos 7 kg. O Baptornis tinha aves
 vestigiais e era incapaz de voar. Em
 compensação, estava bem adaptado
 ao meio aquático, com os dedos das
 patas achatados como barbatanas.
Arqueopterix

  O  arqueoptérix ou arqueopterix
   (Archaeopteryx lithographica, do
   latim "asa antiga") é uma espécie de
   ave primitiva que preserva
   características típicas dos dinossauros,
   grupo no qual estão incluídas as aves.
   Foi a primeira ave extinta a ser
   encontrada.Com asas largas e penas
   assimétricas, este animal é aceite
   como sendo ave primitiva. Mas
   devido à semelhança do seu
Gastornis
•   Gastornis é um gênero extinto de aves gruiformes
    que não podiam voar, que são conhecidas
    popularmente como aves do terror.Se conhecem
    fósseis de duas espécies: a européia Gastornis
    sarasini (também chamada Gastornis parisiensis) e a
    americana, denominada Gastornis giganteus,
    anteriormente chamada de Diatryma gigantea.G.
    giganteus atingia 2,2 metros de altura, sendo que o
    seu crâneo chegava aos 70 centímetros. Os seus
    fósseis foram encontrados nos estados de Nova
    Jersey, Novo México e Wyoming (todos nos EUA),
    enquanto que G. sarasini media em torno de 1,75
    metros de altura e os fósseis foram encontrados na
    Alemanha e França.
Kelenquem
•   Gastornis é um gênero extinto de aves gruiformes
    que não podiam voar, que são conhecidas
    popularmente como aves do terror.Se conhecem
    fósseis de duas espécies: a européia Gastornis
    sarasini (também chamada Gastornis parisiensis) e a
    americana, denominada Gastornis giganteus,
    anteriormente chamada de Diatryma gigantea.G.
    giganteus atingia 2,2 metros de altura, sendo que o
    seu crâneo chegava aos 70 centímetros. Os seus
    fósseis foram encontrados nos estados de Nova
    Jersey, Novo México e Wyoming (todos nos EUA),
    enquanto que G. sarasini media em torno de 1,75
    metros de altura e os fósseis foram encontrados na
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Paraphysornis brasiliensis
O Paraphysornis brasiliensis é membro de
 uma família denomidada popularmente
 de Aves do Terror devido sua natureza
 predatória,que lhes conferiram o status
 de predadores dominantes durante o
 Brasil Pliocénico. Os seus poucos
 competidores durante a maior parte da
 sua existência foram algumas espécies
 de carnívoros marsupiais e o smilodon.
Titanis
•   Titanis (do grego Titanis relativo aos Titãs da
    Grécia Antiga, devido ao grande tamanho da
    ave) era uma ave predadora não voadora que
    se pensa ter vivido num período entre 5 a 1.8
    milhões de anos atrás na América do Norte. É o
    único membro do género e deve o seu nome ao
    coleccionador de holótipos Benjamin
    Waller.Titanis fazia parte do grupo de aves
    gigante não voadoras de nome Phorusrhacidae,
    chamadas normalmente de aves do terror. Eram
    originárias da América do Sul e Titanis é o único
    membro do grupo que migrou para Norte
    durante o Grande Intercâmbio Americano.
Argentavis
•   A Argentavis foi um dos maiores animais voadores
    que já existiu, sendo considerada a maior ave
    voadora de todos os tempos, viveu há
    aproximadamente 8 milhões de anos atrás
    durante o Mioceno na Argentina, possuía uma
    envergadura de 7 metros, esse enorme tamanho
    dificultava o bater de asas, exigindo grande
    gasto energético para alçar vôo, porém estando
    lá em cima se tornaria fácil planar, como um
    pequeno avião planador e percorrer longas
    distâncias em busca de algum animal morto.
    Para esta imensa ave não seria difícil roubar
    alimento de outros aves rapineiras e até de
    mamíferos predadores, como o Thylacosmilus.
Diatryma
 
•    O Diatryma reinava soberano nas planícies da
    América do Norte. Com mais de 2 metros de
    altura e o crânio quase equivalente ao de um
    cavalo atual, essas aves rapineiras gigantes não
    voavam, mas corriam muito velozmente. Viviam
    isoladamente ou em pares e atacavam
    pequenos herbívoros, como o Hyracotherium ou
    Cavalo primitivo ( abatido acima ), um ancestral
    do atual cavalo. Provavelmente, o Diatryma
    corria com maior velocidade que sua presa e em
    seguida a matava com um golpe de seu bico
    curvo, ou com uma patada de suas
Dodô
•   O Dodô era uma ave a qual as asas haviam
    se atrofiado e sendo assim não podiam mais
    voar, que viveu há 200 anos no atual
    Holoceno atrás em pequenas ilhas do
    Oceano Indico, nas ilhas Maurício, Reunião e
    Rodrigues sendo que existiam cerca de 9
    espécies diferentes, 3 espécies diferentes em
    cada ilha. As primeiras descrições dessas
    aves mostram-na como uma ave desajeitada
    e feia, que "mal podia arrastar-se pesada e
    desajeitadamente" e que "esta massa bizarra
    se sustenta mal sobre dois pés".
Moa Gigante
O Moa Gigante era uma ave gigantesca, uma das maiores
  que já existiram, que viveu há 700 anos atrás durante o
  Holoceno na Nova Zelândia, sua extinção coincide com a
  chegada do homem na Nova Zelândia, que juntamente
  com provas fósseis que consistem em ossos quebrados por
  ferramentas humanas, carbonizados, em forma de colares
  e anzóis e com marcas de dentes humanos, demonstram
  serem os mesmos os responsáveis pela extinção dessa
  magnífica ave, que ocorreu em menos de 100 anos, nos
  quais foram mortos mais de 170 mil espécimes. O Moa
  gigante não possuía mais ossos das asas e as vezes nem as
  junções das asas com o corpo. Os Moas se alimentava de
  folhas, viviam em pares ou em pequenos grupos familiares
  e não tinham predadores naturais, isto é, até a chegada
  do Homem.
Phororhacos
 
•   O Phororhacos era uma grande rapineira sul-
    americana, seu crânio media cerca de 50
    centímetros e provavelmente caçava
    pequenos mamíferos e lagartos que
    habitavam as planícies sul-americanas.
    Possuindo grande agilidade, perseguia suas
    presas e desferia-lhes fortes bicadas e
    patadas (com suas fortes garras dos pés), se
    transformando em  um dos grandes
    predadores da época.
pelagornithids,
•   A ave pertence a um grupo conhecido como 
    pelagornithids, informalmente chamado de pássaro 
    ósseo-dentado. Eles são caracterizados por seu longo 
    bico fino e dentados, como se tivesse dentes. Esses 
    “dentes” provavelmente teriam sido usados para 
    capturar presas escorregadias em mar aberto, tais como 
    peixes e lulas.Uma das causas de sua extinção, apontam 
    os especialistas, pode ser seu peso, já que com 
    envergadura tão grande seu peso aumentava e sua 
    velocidade e capacidade de vôo eram prejudicadas.

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7º ano cap 22 as aves

  • 2. A evolução das aves  Para a ciência as aves se originado dos répteis.Por suas características,a maioria das aves está adaptada ao vôo.Seu corpo apresenta menos elementos que o corpo dos mamíferos.Não possuem dentes,muitos ossos de seu esqueleto sofreram fusão e tem asas.
  • 3.
  • 5. Características gerais das aves As aves possuem 7 características: As penas; A pele; O esqueleto; O sistema digestivo; O sistema respiratório; O coração; A reprodução;
  • 6. As penas As penas são estruturas mortas,formadas a partir de pequenas papilas da derme,a camada que fica sob a epiderme.Nas aves recém-saidas dos ovos,o corpo e nu,tendo somente pequenas plumas espalhadas.Nos animais adultos,as penas menores,que recobrem todo o corpo,estão relacionadas a camuflagem e especialmente a retenção do calor corporal,já que as aves são animais homeotermos.As penas das asas são grandes,resistentes e tem função de impulsionar a ave para o vôo.Já as penas caudais são geralmente as maiores e auxiliam na execução de variações dos movimentos do vôo.
  • 7.
  • 8. A pele das aves A pele das aves não tem glândulas,e seca.Nas aquáticas,no entanto,e bem desenvolvida uma grande glândula na região caudal,a glândula do uropígio, que produz uma secreção oleosa para lubrificar as penas.Nas pernas,a pele tem escamas córneas.
  • 9.
  • 10. O esqueleto  Nas aves,o esqueleto do tronco forma uma espécie de gaiola resistente e sem muitas articulações.Isso diminui a mobilidade dos ossos e impede assim a deformação do corpo durante o vôo.Muitas aves possuem ossos pneumáticos, ossos ocos que contem ar.Isso torna o corpo mais leve e o vôo mais fácil.
  • 11.
  • 12. O sistema digestivo  Asaves consomem os mais variados tipos de alimentos:frutos,néctar,sementes,ins etos,vermes,crustáceos,moluscos,p eixes e outros pequenos vertebrais.Seu sistema digestivo apresenta então algumas particularidades.
  • 13. O sistema respiratório  Os dois pulmões das aves apresentam uma grande rede de pequenos tubos que lhes possibilitam uma intensa e eficiente circulação de ar internamente.Ligados aos pulmões,há vários pares de bolsas ou sacos aéreos, que tornam o animal mais leve e ainda permitem a passagem desse ar para o interior dos ossos pneumáticos.
  • 14. O coração O coração das aves possui quatro cavidades:dois átrios e dois ventrículos.Nesses animais.os ventrículos são completamente separados e o sangue oxigenado não se mistura com o sangue não- oxigenado.
  • 15. A reprodução  Asaves só tem um ovário,o direito,que produz grandes óvulos(gemas),ricos em substancias nutritivas.Cada óvulo,ao sair do ovário,cai na trompa,uma espécie de funil,podendo,então,ser fecundado.Num longo canal ate chegar na cloaca,completa- se a formação do ovo,com a secreção da clara e a casca.
  • 16.
  • 17. Grupo das aves de tamanho médio, cabeça pequena e vôo rápido. Fazem seus ninhos em árvores e cavidades das rochas. As pombas são grandes com caudas largas. Gostam de viver perto do homem e são muito abundantes nas cidades. As rolas são menores, esbeltas e possuem cauda mais comprida. Elas preferem habitar os bosques.    
  • 18. Aves  que  medem  aproximadamente  1  metro.  Suas  patas  e  seu  bico  são  muito  compridos  e  de cor vermelha. A cegonha-branca tem parte  do dorso e a cauda negros. É muito comum ver  seus  ninhos  nos  campanários  dos  povos  da  Península  Ibérica.  A  cegonha-negra,  ao  contrário,  possui  somente  o  ventre  branco.  Não  gosta  do  contato  humano,  por  isso  constrói  seus  ninhos  em  lugares  solitários,  próximos a água corrente. O vôo das cegonhas  é  lento  e  pausado.  Quando  estão  voando,  ficam  com  o  corpo  esticado  e  um  pouco  inclinado. São espécies migratórias.
  • 19. Aves  aquáticas  que  possuem  uma  membrana  entre  os  dedos  das  patas  que  lhes  permite  nadar.  Muitas  delas  são  migratórias.  O  cisne  comum  é  totalmente  branco,  com  o  pescoço  comprido  e  o  bico  vermelho.  Costuma  ser  encontrado  em  lagos  na  Europa  Central  e  do  Norte. Os patos são menores do que os cisnes;  os  machos  e  as  fêmeas  apresentam  cor  diferenciada.  O  pato  mallard  mede  aproximadamente  0,5  metro.  O  pescoço  do  macho  é  verde,  com  uma  franja  branca  na  base. Constrói seus ninhos perto de charcos e  arroios.
  • 20. Pássaros pequenos, esbeltos, aerodinâmicos e  de vôo gracioso. Têm uma cauda bifurcada, as  asas  compridas  e  pontiagudas  e  o  bico  muito  pequeno.  A  boca,  entretanto,  é  grande  o  suficiente  para  permitir  a  captura  de  insetos  em  pleno  vôo.  Constroem  seus  ninhos  com  lama,  sobre  rochas  ou  telhados  de  edifícios,  formando  colônias.  A  andorinha  comum  é  encontrada  por  toda  a  Europa  e  é  um  dos  pássaros  mais  conhecidos.  Na  primavera,  formam grandes bandos migratórios. 
  • 21. Estas  aves  possuem  patas  dotadas  de  fortes  garras para pegar as suas presas e bico curto, em  forma  de  gancho,  para  desprender  a  carne.  São  predadoras  de  mamíferos,  peixes,  serpentes,  lagartos  e  rãs.  Têm  um  vôo  rápido  e  costumam  ser  solitárias,  exceto  na  época  da  ninhada.  Geralmente,  constroem  seus  ninhos  em  árvores  ou  em  escarpas.  Vale  destacar  alguns  tipos  de  aves  de  rapina:  as  águias  têm  bico  extraordinariamente  potente,  asas  amplas  e  planam  em  círculos;  os  milhafres  possuem  as  asas  em  ângulo  e  a  cauda  bifurcada  (terminada  em  duas  pontas);  os  abutres  possuem  asas  de  grande envergadura e se alimentam de carniça.   Heitor e Ramon- 6ª 09
  • 22. Aves terrestres de tamanho mediano, audazes  e  agressivas,  que  constroem  grandes  ninhos  nos  galhos  das  árvores.  O  gaio  comum  é  facilmente  reconhecido  pelas  plumas  azuis  e  negras de suas asas. Como é muito cauteloso,  é  difícil  de  avistá-lo.  Gosta  de  viver  nos  bosques próximos a zonas cultivadas. A urraca  tem  o  ventre  branco  e  as  asas  negras  e  brancas,  com  um  brilho  verde  purpúreo  de  grande  beleza.  É  freqüentemente  encontrada  nos  arredores  de  povoados,  bosques  às  margens de rios e bosques de olmos. Heitor e Ramon- 6ª 09
  • 23. Aves  encontradas  por  quase  todo  o  planeta.  Possuem  bicos  potentes  com  os  quais  perfuram a madeira para comer seus insetos e  fabricar seus ninhos. Têm garras fortes para se  fixar nos troncos das árvores, onde constroem  seus  ninhos  na  primavera.  Costumam  pôr  entre cinco e sete ovos. O pica-pau, que chega  a  ter  uns  20  centímetros,  tem  o  dorso  negro  salpicado  por  grandes  manchas  brancas.  Habita  bosques  (especialmente  pinheirais),  parques e jardins. Heitor e Ramon- 6ª 09
  • 24. Aves Extintas Alunos: Abdo Massouh e Danilo Sena
  • 25. Anseriformes • Alopochen kervazoi (Cowles, 1994) - ilha de Reunião. • mauritianus (Newton e Gadow, 1893) - ilha de Maurício, 1698 • Anas marecula (Olson e Jouventin, 1996) - ilha de Amsterdã, 1793. • Anas theodori (Newton e Gadow, 1893) - ilha de Maurício, 1696. • Camptorhynchus labrad’orius (Gmelin, 1789) - Pato-do-labrador - leste da América do Norte, 1875.
  • 26. Galliformes  Coturnix novaezelandiae Quoy e Gaimard, 1830 - Nova Zelândia, 1875
  • 27. Gruiformes  Diaphorapteryx hawkinsi (Forbes, 1892) - ilhas Chatham, Nova Zelândia, 1895.  Aphanapteryx bonasia Selys Longchamps, 1848 - ilha de Maurício, 1675.  Aphanapteryx leguati Milne-Edwards, 1874 - ilha de Rodrigues, 1730.  Nesoclopeus poecilopterus (Hartlaub, 1866) - ilhas Fiji, 1890.
  • 28. Ciconiiformes  Nycticorax duboisi Rothschild, 1907 - ilha de Reunião, 1674  Nycticorax mauritianus (Newton e Gadow, 1893) - ilha de Maurício, 1693  Nycticorax megacephalus (Milne- Edwards, 1873) - ilha Rodrigues, 1730  Ixobrychus novaezelandiae (Purdie, 1871) - Nova Zelândia, 1900
  • 29. Columbiformes  Dysmoropelia dekarchiskos Olson, 1975 - ilha de Santa Helena, 1502.  Ectopistes migratorius (Linnaeus, 1766) - Pombo-passageiro - América do Norte, 1914.  Columba duboisi Rothschild, 1907 - ilha de Reunião, 1700.  Columba versicolor Kittlitz, 1832 - ilhas Bonin, Japão, 1889.
  • 30. Cuculiformes  Coua delalandei (Temminck, 1827) - Madagascar, 1834  Nannococcyx psix Olson, 1975 - ilha de Santa Helena, século 18
  • 31. Strigiformes  Mascarenotus grucheti Mourer-Chauviré et al., 1994 - ilha de Reunião, 1700  Mascarenotus sauzieri Newton e Gadow, 1893 - ilha Maurício, 1859  Mascarenotus murivorus Mourer-Chauviré et al., 1994 - ilha Rodrigues, 1730  Sceloglaux albifacies (Gray, 1844) - Nova Zelândia, 1950
  • 32. Passeriformes  Xenicus lyalli (Rothschild, 1894) - Cotovia- da-ilha-stephen - Nova Zelândia, 1894  Xenicus longipes (Gmelin, 1789) - Nova Zelândia, 1972  Chaetoptila angustipluma (Peale, 1848) - Havaí, 1859  Moho nobilis (Merrem, 1786) - Havaí, 1934
  • 33.
  • 34. Aves Extintas O Baptornis advenus foi uma espécie de ave hesperonitiformes, que viveu no período Cretácico, há cerca de 83 milhões de anos. Era uma ave carnívora com altura média era de 80 cm, seu comprimento era de 1m, seu peso chegava aos 7 kg. O Baptornis tinha aves vestigiais e era incapaz de voar. Em compensação, estava bem adaptado ao meio aquático, com os dedos das patas achatados como barbatanas.
  • 35. Arqueopterix O arqueoptérix ou arqueopterix (Archaeopteryx lithographica, do latim "asa antiga") é uma espécie de ave primitiva que preserva características típicas dos dinossauros, grupo no qual estão incluídas as aves. Foi a primeira ave extinta a ser encontrada.Com asas largas e penas assimétricas, este animal é aceite como sendo ave primitiva. Mas devido à semelhança do seu
  • 36. Gastornis • Gastornis é um gênero extinto de aves gruiformes que não podiam voar, que são conhecidas popularmente como aves do terror.Se conhecem fósseis de duas espécies: a européia Gastornis sarasini (também chamada Gastornis parisiensis) e a americana, denominada Gastornis giganteus, anteriormente chamada de Diatryma gigantea.G. giganteus atingia 2,2 metros de altura, sendo que o seu crâneo chegava aos 70 centímetros. Os seus fósseis foram encontrados nos estados de Nova Jersey, Novo México e Wyoming (todos nos EUA), enquanto que G. sarasini media em torno de 1,75 metros de altura e os fósseis foram encontrados na Alemanha e França.
  • 37. Kelenquem • Gastornis é um gênero extinto de aves gruiformes que não podiam voar, que são conhecidas popularmente como aves do terror.Se conhecem fósseis de duas espécies: a européia Gastornis sarasini (também chamada Gastornis parisiensis) e a americana, denominada Gastornis giganteus, anteriormente chamada de Diatryma gigantea.G. giganteus atingia 2,2 metros de altura, sendo que o seu crâneo chegava aos 70 centímetros. Os seus fósseis foram encontrados nos estados de Nova Jersey, Novo México e Wyoming (todos nos EUA), enquanto que G. sarasini media em torno de 1,75 metros de altura e os fósseis foram encontrados na Alemanha e França
  • 38. Paraphysornis brasiliensis O Paraphysornis brasiliensis é membro de uma família denomidada popularmente de Aves do Terror devido sua natureza predatória,que lhes conferiram o status de predadores dominantes durante o Brasil Pliocénico. Os seus poucos competidores durante a maior parte da sua existência foram algumas espécies de carnívoros marsupiais e o smilodon.
  • 39. Titanis • Titanis (do grego Titanis relativo aos Titãs da Grécia Antiga, devido ao grande tamanho da ave) era uma ave predadora não voadora que se pensa ter vivido num período entre 5 a 1.8 milhões de anos atrás na América do Norte. É o único membro do género e deve o seu nome ao coleccionador de holótipos Benjamin Waller.Titanis fazia parte do grupo de aves gigante não voadoras de nome Phorusrhacidae, chamadas normalmente de aves do terror. Eram originárias da América do Sul e Titanis é o único membro do grupo que migrou para Norte durante o Grande Intercâmbio Americano.
  • 40. Argentavis • A Argentavis foi um dos maiores animais voadores que já existiu, sendo considerada a maior ave voadora de todos os tempos, viveu há aproximadamente 8 milhões de anos atrás durante o Mioceno na Argentina, possuía uma envergadura de 7 metros, esse enorme tamanho dificultava o bater de asas, exigindo grande gasto energético para alçar vôo, porém estando lá em cima se tornaria fácil planar, como um pequeno avião planador e percorrer longas distâncias em busca de algum animal morto. Para esta imensa ave não seria difícil roubar alimento de outros aves rapineiras e até de mamíferos predadores, como o Thylacosmilus.
  • 41. Diatryma   • O Diatryma reinava soberano nas planícies da América do Norte. Com mais de 2 metros de altura e o crânio quase equivalente ao de um cavalo atual, essas aves rapineiras gigantes não voavam, mas corriam muito velozmente. Viviam isoladamente ou em pares e atacavam pequenos herbívoros, como o Hyracotherium ou Cavalo primitivo ( abatido acima ), um ancestral do atual cavalo. Provavelmente, o Diatryma corria com maior velocidade que sua presa e em seguida a matava com um golpe de seu bico curvo, ou com uma patada de suas
  • 42. Dodô • O Dodô era uma ave a qual as asas haviam se atrofiado e sendo assim não podiam mais voar, que viveu há 200 anos no atual Holoceno atrás em pequenas ilhas do Oceano Indico, nas ilhas Maurício, Reunião e Rodrigues sendo que existiam cerca de 9 espécies diferentes, 3 espécies diferentes em cada ilha. As primeiras descrições dessas aves mostram-na como uma ave desajeitada e feia, que "mal podia arrastar-se pesada e desajeitadamente" e que "esta massa bizarra se sustenta mal sobre dois pés".
  • 43. Moa Gigante O Moa Gigante era uma ave gigantesca, uma das maiores que já existiram, que viveu há 700 anos atrás durante o Holoceno na Nova Zelândia, sua extinção coincide com a chegada do homem na Nova Zelândia, que juntamente com provas fósseis que consistem em ossos quebrados por ferramentas humanas, carbonizados, em forma de colares e anzóis e com marcas de dentes humanos, demonstram serem os mesmos os responsáveis pela extinção dessa magnífica ave, que ocorreu em menos de 100 anos, nos quais foram mortos mais de 170 mil espécimes. O Moa gigante não possuía mais ossos das asas e as vezes nem as junções das asas com o corpo. Os Moas se alimentava de folhas, viviam em pares ou em pequenos grupos familiares e não tinham predadores naturais, isto é, até a chegada do Homem.
  • 44. Phororhacos   • O Phororhacos era uma grande rapineira sul- americana, seu crânio media cerca de 50 centímetros e provavelmente caçava pequenos mamíferos e lagartos que habitavam as planícies sul-americanas. Possuindo grande agilidade, perseguia suas presas e desferia-lhes fortes bicadas e patadas (com suas fortes garras dos pés), se transformando em  um dos grandes predadores da época.
  • 45. pelagornithids, • A ave pertence a um grupo conhecido como  pelagornithids, informalmente chamado de pássaro  ósseo-dentado. Eles são caracterizados por seu longo  bico fino e dentados, como se tivesse dentes. Esses  “dentes” provavelmente teriam sido usados para  capturar presas escorregadias em mar aberto, tais como  peixes e lulas.Uma das causas de sua extinção, apontam  os especialistas, pode ser seu peso, já que com  envergadura tão grande seu peso aumentava e sua  velocidade e capacidade de vôo eram prejudicadas.