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ser) é o problema!
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 uso de NE
 do tamanho das sondas
 profissionais envolvidos no processo
necessário (in)formação
.
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 uso de NE
 do tamanho das sondas
 profissionais envolvidos no processo
necessário (in)formação
.
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8
contexto
5% - 43%: lavam a sonda antes da administração de medicação (ou entre);
32% - 51%: administram farmacos separadamente;
44% - 64%: diluem as fórmulas líquidas;
75% - 85%: evitam triturar fórmulas libertação prolongada.
Bankhead, R., Boullata, J., Brantley, S., Corkins, M., Guenter, P., & Krenitsky, J. et al. (2009). A.S.P.E.N. Enteral Nutrition Practice Recommendations. Journal Of
Parenteral And Enteral Nutrition, 33(2), 122-167. http://dx.doi.org/10.1177/0148607108330314
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9
contexto
diminuição da eficácia dos fármacos
aumento dos seus efeitos adversos
incompatibilidades fármacos e a nutrição
obstrução da sonda
alterações GI
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10
localização da sonda
duodeno:
r/c barreira protetora: antiácidos, ou o sucralfato
r/c pH: itraconazol e o ferro
jejuno:
pode resultar em absorção incompleta
pode reduzir a absorção de fármacos:
que necessitam de dissolução em meio ácido, como a difenidramina e a
minociclina
que são absorvidos principalmente no duodeno, como a ciprofloxacina.
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sugestões
necessidade de manter a medicação;
sim
considerar fórmulas farmacêuticas
alternativas
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considerar vias alternativas
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Revestimento
Entérico
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Libertação modificada
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teratogénicos ou
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administração
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administração
lavagem da sonda (15-30 ml da água antes e após)
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15
administração: fórmulas líquidas
1. parar a NE
2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água
3. verificar se pode ser administrado com a comida
4. transferir o farmaco para uma seringa adequada
5. administrar o fármaco
6. lavar a sonda
7. reiniciar a NE
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16
administração: suspensão
1. parar a NE
2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água
3. verificar se pode ser administrado com a comida
4. agitar a embalagem da medicação (assegurar mistura)
5. transferir o farmaco para uma seringa adequada
6. administrar o fármaco
7. lavar a sonda
8. reiniciar a NE
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17
administração: comprimidos solúveis
1. parar a NE
2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água
3. verificar se pode ser administrado com a comida
4. retirar o embolo e colocar o comprimido dentro da seringa
5. dissolver (assegurarando adequada dissolução)
6. administrar o fármaco; aspirar com a mesma seringa um igual volume de
água a administrar.
7. lavar a sonda
8. reiniciar a NE
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18
administração: comprimidos efev.
1. parar a NE
2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água
3. verificar se pode ser administrado com a comida
4. assegurar um adequado volume de água num recipinte, que permita a
efevercência
5. transferir para uma seringa adequada
6. administrar o fármaco; aspirar com a mesma seringa um igual volume de
água a administrar.
7. lavar a sonda
8. reiniciar a NE
19
administração: não triturar!
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20
alguns fármacos…
fenitoína: absorção  50% a 75%
carbamazepina: absorção 
varfarina: efeito anticoagulante antagonizado pela
fitomenadiona (vitamina K), presente na diete entérica
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21
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23
abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA
Reflexões sobre nutrição no
hospital
A otimização de atitudes interdependentes em enfermagem: a
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27
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28
porquê o jejum?
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29
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30
mas, o que é o jejum?
Sólidos: 6h
Liquidos (excluindo com gordura, proteína ou fibras insolúveis): 2h
Nutrição entérica: 6h; Água por sonda entérica: 2h
Nutrição Parentérica: até cirurgia
 esvaziamento gástrico: diabetes, doença de Parkinson, esclerose múltipla,
HIV, lesão medular; hiperglicemia, alcoolismo, hipotiroidismo, doença crítica,
doença GI, fármacos, gravidez, idade avançada.
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31
mas, o que é o jejum?
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32
mas, o que é o jejum?
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33
um mal necessário?
tempo  jejum:
desidratação
desequilíbrios eletrólitos
náuseas
hipotermia
cansaço
irritabilidade
resistência insulina
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38
e após (um)a cirurgia?
Inicio precoce da alimentação:
Redução incidência da disfunção GI: manipulação reduzida intestinal;
anestesia epidural; inicio precoce de NE
redução morbilidade e do tempo de internamento  redução dos
custos e aumento da satisfação
Charoenkwan K, Matovinovic E. Early versus delayed oral fluids and food for reducing complications after major abdominal gynaecologic
surgery. Cochrane Database of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD004508. DOI: 10.1002/14651858.CD004508.pub4.
Subrahmanyam, M., & Venugopal, M. (2010). Perioperative fasting: A time to relook. Indian Journal of Anaesthesia, 54(5), 374–375.
http://doi.org/10.4103/0019-5049.71021
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39
e após (um)a cirurgia?
inicio precoce:
 risco de complicações
Andersen HK, Lewis SJ, Thomas S. Early enteral nutrition within 24h of colorectal surgery versus later commencement of feeding for
postoperative complications. Cochrane Database Syst Rev. 2006;4:CD004080.
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40
e após (um)a cirurgia?
Equipa intra e pós operatória: escolha medicação pré e intra operatória;
técnica anestésica; uso de profilaxia para efeitos secundários comuns
(dor, náusea, vómitos, tontura); manutenção funcionamento dos órgãos
pós-cirurgia.
White PF, Kehlet H, Neal JM, Schricker T, Carr DB, Carli F, et al. Fast-Track Surgery Study Group. The role of the anesthesiologist in fast-track
surgery: from multimodal analgesia to perioperative medical care. Anesth Analg. 2007;104:1380–96
Mythen MG. Postoperative gastrointestinal tract dysfunction. Anesth Analg. 2005;100:196–204.
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Reflexões sobre nutrição no hospital - A otimização de atitudes interdependentes em enfermagem: a administração de fármacos e o jejum

  • 1. Reflexões sobre nutrição no hospital A otimização de atitudes interdependentes em enfermagem: a administração de fármacos e o jejum abilio cardoso teixeira: mestre ciências enfermagem; doutorando ciências enfermagem SCI1: CHP – HSA: coordenador do grupo de trabalho “prática baseada na evidência” | APNEP: vogal de enfermagem
  • 2. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA declaração de interesses Investigação Mestrado Ciências Enfermagem: Empoderamento Profissional Aluno Doutoramento Ciências Enfermagem: Empoderamento Profissional e Prática Baseada na Evidência Prática Enfermeiro no SCI1: CHP – HSA Vogal de Enfermagem da APNEP Palestrante/ Moderador Nutrição Artificial | Nutrição e Feridas Prática Baseada na Evidência Empoderamento Profissional 2
  • 3. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA a abordar Contéudo Diapositivo administração de fármacos (por sonda) 4 Contexto | Localização da sonda | administração | alguns fármacos jejum 23 necessidade | o que é o jejum | considerações 3
  • 4. Reflexões sobre nutrição no hospital A otimização de atitudes interdependentes em enfermagem: a administração de fármacos e o jejum abilio cardoso teixeira: mestre ciências enfermagem; doutorando ciências enfermagem SCI1: CHP – HSA: coordenador do grupo de trabalho “prática baseada na evidência” | APNEP: vogal de enfermagem
  • 5. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 5 contexto quando a solução (pode ser) é o problema!
  • 6. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 6 contexto  uso de NE  do tamanho das sondas  profissionais envolvidos no processo necessário (in)formação .
  • 7. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 7 contexto  uso de NE  do tamanho das sondas  profissionais envolvidos no processo necessário (in)formação .
  • 8. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 8 contexto 5% - 43%: lavam a sonda antes da administração de medicação (ou entre); 32% - 51%: administram farmacos separadamente; 44% - 64%: diluem as fórmulas líquidas; 75% - 85%: evitam triturar fórmulas libertação prolongada. Bankhead, R., Boullata, J., Brantley, S., Corkins, M., Guenter, P., & Krenitsky, J. et al. (2009). A.S.P.E.N. Enteral Nutrition Practice Recommendations. Journal Of Parenteral And Enteral Nutrition, 33(2), 122-167. http://dx.doi.org/10.1177/0148607108330314
  • 9. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 9 contexto diminuição da eficácia dos fármacos aumento dos seus efeitos adversos incompatibilidades fármacos e a nutrição obstrução da sonda alterações GI
  • 10. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 10 localização da sonda duodeno: r/c barreira protetora: antiácidos, ou o sucralfato r/c pH: itraconazol e o ferro jejuno: pode resultar em absorção incompleta pode reduzir a absorção de fármacos: que necessitam de dissolução em meio ácido, como a difenidramina e a minociclina que são absorvidos principalmente no duodeno, como a ciprofloxacina.
  • 11. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 11 sugestões necessidade de manter a medicação; sim considerar fórmulas farmacêuticas alternativas não considerar vias alternativas Liquidas Sólidas Revestimento Entérico Sublinguais Cápsulas gelatina mole/ dura Libertação modificada Carcinogénicos, teratogénicos ou citotóxicos monitorizar [sérica]
  • 12. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 12 administração maior diluição do fármaco não adicionar medicamentos nas dietas entéricas fármacos em formulação líquida ou completamente dissolvidos suspender NE? múltiplos medicamentos: separadamente
  • 13. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 13 administração lavagem da sonda (15-30 ml da água antes e após) seringas (risco de administração EV acidental) idealmente seringas de 50mL (< criam gradientes de pressão ≠)
  • 14. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 14 administração soluções liquidas: preferidas, mas:  osmolalidade ou com sorbitol: intolerância GI hipertónicas, quando administradas “diretamente” no duodeno/ jejuno: distúrbios GI sucralfato: pode originar massa insolúvel ou bezoar xaropes com pH < 4: evitar!
  • 15. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 15 administração: fórmulas líquidas 1. parar a NE 2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água 3. verificar se pode ser administrado com a comida 4. transferir o farmaco para uma seringa adequada 5. administrar o fármaco 6. lavar a sonda 7. reiniciar a NE
  • 16. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 16 administração: suspensão 1. parar a NE 2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água 3. verificar se pode ser administrado com a comida 4. agitar a embalagem da medicação (assegurar mistura) 5. transferir o farmaco para uma seringa adequada 6. administrar o fármaco 7. lavar a sonda 8. reiniciar a NE
  • 17. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 17 administração: comprimidos solúveis 1. parar a NE 2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água 3. verificar se pode ser administrado com a comida 4. retirar o embolo e colocar o comprimido dentro da seringa 5. dissolver (assegurarando adequada dissolução) 6. administrar o fármaco; aspirar com a mesma seringa um igual volume de água a administrar. 7. lavar a sonda 8. reiniciar a NE
  • 18. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 18 administração: comprimidos efev. 1. parar a NE 2. lavar a sonda de NE com volume recomendado de água 3. verificar se pode ser administrado com a comida 4. assegurar um adequado volume de água num recipinte, que permita a efevercência 5. transferir para uma seringa adequada 6. administrar o fármaco; aspirar com a mesma seringa um igual volume de água a administrar. 7. lavar a sonda 8. reiniciar a NE
  • 19. 19 administração: não triturar! abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA
  • 20. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 20 alguns fármacos… fenitoína: absorção  50% a 75% carbamazepina: absorção  varfarina: efeito anticoagulante antagonizado pela fitomenadiona (vitamina K), presente na diete entérica fluorquinolonas:  biodisponibilidade (Ca2+, Mg2+, Al+, Fe3+)
  • 21. 21
  • 22.
  • 23. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 23
  • 24. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA
  • 25. Reflexões sobre nutrição no hospital A otimização de atitudes interdependentes em enfermagem: a administração de fármacos e o jejum abilio cardoso teixeira: mestre ciências enfermagem; doutorando ciências enfermagem SCI1: CHP – HSA: coordenador do grupo de trabalho “prática baseada na evidência” | APNEP: vogal de enfermagem
  • 26.
  • 27. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 27 palavras chave
  • 28. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 28 porquê o jejum?  risco de aspiração ou regurgitação Raro, mas com alta morbilidade/ mortalidade
  • 29. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 29 necessidade de jejum? evidência limitada: baseado na fisiologia gástrica e opiniões de peritos Recomendações:  volume e acidez do conteúdo gástrico no momento da indução anestésica
  • 30. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 30 mas, o que é o jejum? Sólidos: 6h Liquidos (excluindo com gordura, proteína ou fibras insolúveis): 2h Nutrição entérica: 6h; Água por sonda entérica: 2h Nutrição Parentérica: até cirurgia  esvaziamento gástrico: diabetes, doença de Parkinson, esclerose múltipla, HIV, lesão medular; hiperglicemia, alcoolismo, hipotiroidismo, doença crítica, doença GI, fármacos, gravidez, idade avançada.
  • 31. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 31 mas, o que é o jejum? Sólidos: 6h Liquidos (excluindo com gordura, proteína ou fibras insolúveis): 2h Nutrição entérica: 6h; Água por sonda entérica: 2h Nutrição Parentérica: até cirurgia  esvaziamento gástrico: diabetes, doença de Parkinson, esclerose múltipla, HIV, lesão medular; hiperglicemia, alcoolismo, hipotiroidismo, doença crítica, doença GI, fármacos, gravidez, idade avançada.
  • 32. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 32 mas, o que é o jejum?
  • 33. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 33 um mal necessário? tempo  jejum: desidratação desequilíbrios eletrólitos náuseas hipotermia cansaço irritabilidade resistência insulina
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 38 e após (um)a cirurgia? Inicio precoce da alimentação: Redução incidência da disfunção GI: manipulação reduzida intestinal; anestesia epidural; inicio precoce de NE redução morbilidade e do tempo de internamento  redução dos custos e aumento da satisfação Charoenkwan K, Matovinovic E. Early versus delayed oral fluids and food for reducing complications after major abdominal gynaecologic surgery. Cochrane Database of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD004508. DOI: 10.1002/14651858.CD004508.pub4. Subrahmanyam, M., & Venugopal, M. (2010). Perioperative fasting: A time to relook. Indian Journal of Anaesthesia, 54(5), 374–375. http://doi.org/10.4103/0019-5049.71021
  • 39. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 39 e após (um)a cirurgia? inicio precoce:  risco de complicações Andersen HK, Lewis SJ, Thomas S. Early enteral nutrition within 24h of colorectal surgery versus later commencement of feeding for postoperative complications. Cochrane Database Syst Rev. 2006;4:CD004080.
  • 40. abilio cardoso teixeira | SCI1: CHP - HSA 40 e após (um)a cirurgia? Equipa intra e pós operatória: escolha medicação pré e intra operatória; técnica anestésica; uso de profilaxia para efeitos secundários comuns (dor, náusea, vómitos, tontura); manutenção funcionamento dos órgãos pós-cirurgia. White PF, Kehlet H, Neal JM, Schricker T, Carr DB, Carli F, et al. Fast-Track Surgery Study Group. The role of the anesthesiologist in fast-track surgery: from multimodal analgesia to perioperative medical care. Anesth Analg. 2007;104:1380–96 Mythen MG. Postoperative gastrointestinal tract dysfunction. Anesth Analg. 2005;100:196–204.

Notas do Editor

  1. A administração de fármacos por esta via implica geralmente a manipulação da forma farmacêutica
  2. existe uma descrepância entre as recomendações e a prática
  3. obstrução da sonda: não usar coca-cola ou soluções com pH ácido; não usar seringas de 5, 10 ou 20 cc porque podem danificar o tubo.
  4. Os fármacos que necessitam de um pH ácido para serem absorvidos: se forem administrados por sonda jejunal ou duodenal, podem ter a sua absorção prejudicada. Os fármacos que actuam localmente no estômago, como os antiácidos e o sucralfato, têm somente acção terapêutica quando administrados por via oral ou por sonda cuja extremidade distal se localiza no estômago As preparações hiperosmolares de fármacos ou fórmulas entéricas deveriam ser administradas no estômago. A administração pós-pilórica aumenta o risco de intolerâncias intestinais.
  5. A libertação de aerossóis na trituração de fármacos com propriedades carcinogénicas, teratogénicas ou citotóxicas
  6. Vantagens: Dose precisa. Pronto para usar. Facilmente medido. Adequado para administração através de um sonda gástrica sem manipulação adicional. Desvantagens Custo. estabilidade validade
  7. Vantagens Pronto a usar (poucas exceções) Desvantagens grânulos em suspensão podem ser demasiado grandes ou a suspensão pode ser demasiado viscosa agitação inadequada pode afectar a precisão da dosagem. Custo Estabilidade
  8. Vantagens fármaco em solução. Prazo de validade prolongado do medicamento original embalado. Geralmente menos caro que a formulação líquida alternativa. Desvantagens deve permitir a dissolução completa antes da administração. ajuste da dose final é difícil.
  9. Vantagens Baixa osmolaridade - não causa diarreia. validade longa Mais barato do que líquidos. Desvantagens Pode exigir que um grande volume seja totalmente disperso. Deve ser totalmente disperso antes da administração para evitar a produção de gás na SNG. conteúdo de sódio pode ser elevado. excipientes podem não se dissolver e podem sedimentar. Não pode ser disperso em seringa devido à produção de gás.
  10. fenitoína: pela adesão da fenitoína à sonda e ligação a alguns componentes da dieta entérica, como proteínas e sais de cálcio. Diluir a fenitoína com 20 a 60 mL de água, interromper a NE duas horas antes da administração e reiniciá-la duas horas após- Lavar a sonda com 60 mL de água antes e após a administração do medicamento. Carbamazepina: mecanismo dessa interação não está bem descrito, mas acredita-se que adira à sonda. Recomenda-se diluir a suspensão de carbamazepina com igual volume de água Varfarina: recomenda-se interromper a NE uma hora antes e reiniciá-la uma hora após a administração da varfarina. Pode ser necessário aumentar a dose de varfarina ou substituí-la por outro anticoagulante, como heparina.
  11. Colaboração
  12. Escolhas
  13. vias
  14. equipa
  15. Aspiração pulmonar (conteúdo gástrico ou líquidos orofarínge): redução ou eliminação da capacidade de proteção da via aérea Esvaziamento gástrico depende de: carga calórica, volume, temperatura, tipo de nutrientes; glicemia, dor, género, idade.
  16. Jejum histórico: Mendelson CL. The aspiration of stomach contents into the lungs during obstetric anesthesia, Am J Obstet Gynecol , 1946, vol. 52 (pg. 191-205)
  17. agravado nas crianças alivio da dor, fome e ansiedade (antes de uma cirurgia eletiva) melhora o conforto do doente e a sua recuperação
  18. Medicação? Água até 1h (150mL) antes da cirurgia. “até 2 horas antes da anestesia” “até 30mL água, mesmo durante o período de jejum”
  19. E após a cirurgia?