O documento discute a reencarnação e ressurreição segundo a perspectiva espírita. Afirma que a própria ressurreição do corpo é uma forma de reencarnação do espírito e que há evidências bíblicas de que a ressurreição é do espírito, não do corpo físico. Também defende que a crença na reencarnação foi aceita pelos primeiros cristãos e só foi condenada por influência política, não por Jesus ou pela Bíblia.