UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS
CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Lic.)
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
JOSEVAL MIRANDA
RAFAELLY SANTANA E THAMIRES NEVES
RECUPERAÇÃO DA
APRENDIZAGEM
x
Providencia novas estratégias que favorecem as novas aprendizagens;
Identificação da dificuldade;
Novos desafios
Aquisição e construção do conhecimento.
A exigência de recuperação é preocupação dos governantes e dos dirigentes
da educação;
Condições administrativas;
Preparação e acompanhamento dos professores;
Eficácia nos sistemas de ensino;
Elevação dos índices de aprovação;
Consequência lógica da avaliação da ação docente;
Concepção existente sobre recuperação;
Falta de preparo dos professores;
Práticas deficientes de avaliação, adotadas pelas escolas;
Grande variabilidade ou inexistência de objetivos propostos;
Baixa eficiência da gestão pedagógica;
Formalismo do ensino de português, dificultando a competência comunicativa;
Insuficiente desenvolvimento das competências intelectivas;
Precários métodos de construção curricular;
A falta de apoio pedagógico e rumos didáticos;
O ensino desvinculado da realidade;
A incongruência entre o que se ensina e as efetivas necessidades educativas;
Falta de domínio de partes importantes do conteúdo;
Insegurança dos administradores;
Os problemas do processo avaliativo;
Em nível de sala de aula;
Formas de recuperação em sala de aula:
Atendendo individualmente;
Fazendo trabalhar em duplas;
Utilizando monitores;
Solicitando tarefas extras;
Solicitando o auxílio da Família.
Em nível de escola
Pelo próprio professor;
Por outro professor encarregado da recuperação;
Em nível de Secretaria da Educação
Ritmos diferentes de aprendizagem;
Mais tempo e ajuda de outros;
Cuidado com o aspecto emocional;
Classificação entre “bons” e “fracos”;
Expectativa do professor em relação ao aluno;
“A gente quer inteiro e não pela metade.”
(Antunes, Fromer e Brito)
MELCHIOR, Maria Celina. Recuperação da aprendizagem. In: MELCHIOR, Maria Celina.
O sucesso escolar através da avaliação e da recuperação. 2. Ed. Porto Alegre:
Premier, 2004, p. 67 – 92.

Recuperação da aprendizagem

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DAPARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Lic.) AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM JOSEVAL MIRANDA RAFAELLY SANTANA E THAMIRES NEVES RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM
  • 2.
  • 4.
    Providencia novas estratégiasque favorecem as novas aprendizagens; Identificação da dificuldade; Novos desafios Aquisição e construção do conhecimento.
  • 5.
    A exigência derecuperação é preocupação dos governantes e dos dirigentes da educação; Condições administrativas; Preparação e acompanhamento dos professores; Eficácia nos sistemas de ensino; Elevação dos índices de aprovação; Consequência lógica da avaliação da ação docente;
  • 6.
    Concepção existente sobrerecuperação; Falta de preparo dos professores; Práticas deficientes de avaliação, adotadas pelas escolas; Grande variabilidade ou inexistência de objetivos propostos; Baixa eficiência da gestão pedagógica; Formalismo do ensino de português, dificultando a competência comunicativa; Insuficiente desenvolvimento das competências intelectivas;
  • 7.
    Precários métodos deconstrução curricular; A falta de apoio pedagógico e rumos didáticos; O ensino desvinculado da realidade; A incongruência entre o que se ensina e as efetivas necessidades educativas; Falta de domínio de partes importantes do conteúdo; Insegurança dos administradores; Os problemas do processo avaliativo;
  • 8.
    Em nível desala de aula; Formas de recuperação em sala de aula: Atendendo individualmente; Fazendo trabalhar em duplas; Utilizando monitores; Solicitando tarefas extras; Solicitando o auxílio da Família.
  • 9.
    Em nível deescola Pelo próprio professor; Por outro professor encarregado da recuperação; Em nível de Secretaria da Educação
  • 10.
    Ritmos diferentes deaprendizagem; Mais tempo e ajuda de outros; Cuidado com o aspecto emocional; Classificação entre “bons” e “fracos”; Expectativa do professor em relação ao aluno; “A gente quer inteiro e não pela metade.” (Antunes, Fromer e Brito)
  • 11.
    MELCHIOR, Maria Celina.Recuperação da aprendizagem. In: MELCHIOR, Maria Celina. O sucesso escolar através da avaliação e da recuperação. 2. Ed. Porto Alegre: Premier, 2004, p. 67 – 92.