O documento discute a neocolonização do Sul da Europa, associando a dívida à perda de soberania e ao empobrecimento das populações, além de criticar o papel das elites políticas na manutenção do controle financeiro. Ele aborda a fragilidade econômica de Portugal, com um empresariado dependente de baixos salários, e denuncia como o modelo econômico imposto perpetua desigualdades e exploração. A análise sugere que qualquer proposta nacionalista para solucionar esses problemas é reacionária, necessitando de uma resposta internacionalista ao capitalismo global.