O documento analisa a tendência de desresponsabilização do Estado na execução de atividades sociais no Brasil, abordando como as organizações sociais e o terceiro setor têm sido utilizadas para terceirização de serviços públicos. A Constituição de 1988, no entanto, impõe a obrigação do Estado de atuar diretamente na prestação de serviços sociais, como saúde, assistência e educação. O autor critica a aplicação de ideais neoliberais que, segundo ele, contrastam com o princípio da responsabilidade estatal presente na constituição brasileira.