Prova de 3° Ano - 3ͣ Fase<br />1.<br />a) Colisão entre A e C perfeitamente inelástica <br />(i) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />• antes da colisão (em módulo) -> Ԛi = (MA+ MB+ Barra)ν = 4x3<br />•depois da colisão (em módulo) -> Ԛf = (MA + MB + Barra + MC) ν 1= 6ν 1<br />Então:<br />Ԛi  =Ԛf ->12=6 ν 1  -> ν 1= 2m/s.<br />Colisão entre C e D perfeitamente elástica<br />(ii) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />•antes da colisão (em módulo) -> Ԛi= (MA + MB+ Barra + MC) ν 1= 6x2<br />•depois da colisão (em módulo) -> Ԛf=M ν 2+ MMDV3 = 6 ν 2+ 2 ν 3<br />Com M= (MA + MB+ Barra + MC)<br />Então:<br />Ԛi= Ԛf-> 12 = 6ν 2+ 2 ν 3->6 = 3 ν 2+ ν 3.<br />Como há duas velocidades (ν2 e ν3) a determinar, é preciso obter uma segunda relação entre ν2 e ν3. Essa relação é obtida usando a conservação da energia, ou seja:<br />•antes da colisão -> Ei = 12 M ν12 = 12 x6x4 = 12<br />•depois da colisão -> Eƒ = 12 M ν22 + 12 MD ν32 = 12 x6 ν22 + 12 x 2 ν32 = 3 ν22 + ν32<br />Assim:<br />Ei = Eƒ -> 12 = 3 ν22 + ν32<br />Da relação (1) segue que ν 3 = 6-3ν 2 (3). Substituindo (3) em (2), teremos:<br />12 = 3 ν22 + (6 - 3 ν2)² ->12 ν22 - 36 ν 2+ 24 = 0<br />ν22- 3 ν 2+ 2 =0<br />Resolvendo a equação (4), segue que:<br />ν 2+ = 2 m/s e ν 2-= 1 m/s.<br />Usando o valor de ν 2+ em (3), obtém-se<br />ν 3- = 3 m/s.<br />A solução fisicamente aceitável é a (7) uma vez que, após o choque, o carrinho D fica em movimento.<br />Colisão ente D e B perfeitamente inelástica<br />(iii) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />• antes da colisão (em módulo) -> Ԛi = M ν 2- + MD ν 3- = 6 x 1 + 2 x 3 = 12<br />• depois da colisão (em módulo) -> Ԛf = M + MD) ν 4 = (6 + 2) ν 4<br />Então:<br />Ԛi= Ԛf -> 12 = 8 ν 4->ν 4= 1,5 m/s.<br />Resposta: A velocidade final do sistema é 1,5 m/ s.<br />Resposta: A velocidade final do sistema é ν = 1,5 m/s, ou seja, a mesma do item (a).<br />Explicação: Em todas as colisões que ocorrem no processo, há conservação da quantidade de movimento e o sistema final, nas duas situações analisadas, tem a mesma massa.<br /> 2.<br />a) (i) Sabendo que ƒ é a freqüência de oscilação da onda, tem-se:<br />λ ƒ = ν e ω = 2 ᴨ ƒ<br />(ii) Da relação apresentada no enunciado do problema segue que<br />β ν = ω -> β λ ƒ = ω -> β λ ƒ = ω -> β λ ƒ = 2 ᴨ ƒ<br />Ou seja<br />λ = 2ᴨ β <br />Usando o valor de β, obtido da equação que descreve a onda, tem-se:<br />λ=2 ᴨ4= ᴨ2m<br />Resposta: O comprimento da onda é λ = =ᴨ2 m=1,57m.<br />b) Em t = t0 = 0, tem-se<br /> y = 10 cos 4z<br />Considerando os pontos z = 0, z= λ/4, z= λ/2,3 λ/4, e z = λ seguem que:<br />(i) para z =0, y = 10;<br />(ii) para z = λ/4, y=10 cós (4 λ/4) -> y = 10 cos λ= 10 cos (ᴨ/2) =0;<br />(iii) para z = λ/2, y= 10 cos (4 λ/2) -> y = 10 cos2 λ=10cos ᴨ= -10;<br />(iv) para z = 3 λ/4, y=10 cos (4x3 λ/4) -> y= 10 cos (3λ) = 10 cos (3 ᴨ/2) =0;<br />(v) para z = λ, y = 10 cos (4 λ) -> y= 10 cos (4 ᴨ/2) = 10 cos 2 ᴨ= 10<br />c) Após um tempo ∆t a onda caminha uma distância;<br />∆z = ν ∆t -> ∆z = 106 x 0, 523 x 10-6 = 0, 523 m <br />Como  λ =ᴨ2 m ≈1, 5707 m, logo<br />∆z = λ3<br />Solução alternativa:<br />Em t= t1= 0, 523 x 10-6 s, tem-se:<br />Y = 10 cos ﴾4z - 2ᴨT﴿<br />Como λ ƒ = ν, segue que:<br />λT=ν->1 T=νλ   = 106ᴨ/2=2x106ᴨ<br />Então, substituindo 1/T em (1), obtém-se:<br />Y = 10 cos﴾ 4z – 4 x 106t ﴿, <br />E, usando t = 0, 523 x10-6= 1,573 x 10-6 = λ3 x 10-6 s, chega-se a:<br />Y= 10 cos ﴾4z - 4λ3﴿<br />Considerando, por exemplo, o ponto A da figura 01(lembre-se que esse ponto corresponde ao argumento do cosseno nulo), tem-se que ele, no instante t = λ/3 x10-6s,<br />Encontrar-se-á em: 4z - 4λ3=0 ->z =  λ3, ou seja, a onda terá se deslocado de λ/3<br />3.<br />a) Pela Lei de Coulomb tem-se, em módulo:<br />(i) força entre a carga em A e a carga em a: FAa = 5kԚ2D2 <br />(ii) força ente a carga em B e a carga em b:FBb = 6kԚ2D2<br />Isolando a haste AB e indicando as forças que atuam sobre ela.<br />(iii) Como o sistema está em equilíbrio, o momento resultante é nulo (MR = 0). Calculando o momento em relação ao ponto O, obtém-se: <br />FAa . AO + Mg. HO = FBb·. BO, e, substituindo em (3) as expressões (1) e (2) <br />AO = L/2, HO = L/3 e BO = L/2, Chega-se a:<br />5kԚ2D2 . L2 + Mg. L3 = 6kԚ2D2··. L2<br />Mg. L3 = kԚ2 D2··. L2<br />M = 32gkԚ2 D2<br />b) De (4) segue que:Ԛ2 = 2gD23k M <br />E, substituindo as variáveis pelos valores do problema, tem-se:<br />Ԛ2 = 0, 3072x0,13x109 = 0, 1024 x 10-10<br />Ou seja, Ԛ = 3,2 x 10-6C. Como Le = 1,6 x 10-19 C, obtém-se: <br />Ԛ = 2 x 1013 cargas elementares.<br />4.<br />a) O campo gerado pela espira A no ponto P, será: <br />BA= μ0R2 2 k﴾Z2+R2﴿2<br />O campo gerado pela espira D no ponto P será: [(l -z) 2 + R2] 3/2<br />BD= μ0R2 2 k [(l -z) 2 + R2] 3/2<br />Daí, o campo total no ponto P será a superposição dos dois campos, ou seja:<br />B = BA+BD= μ0R2 2 {1 [(l -z) 2 + R2] 3/2 + 1﴾Z2+R2﴿2} k.<br />b) Se l diminui, com P fixo, ou seja, se as duas espiras forem colocadas mais próximas,o valor do campo total começará a crescer porque o termo [(l -z) 2 + R2] 3/2 diminui,atinge um valor máximo em l= z e, em seguida, para O< l < z, Começa a diminuir porque o termo <br />[(l -z)2 + R2]3/2 Aumenta, Quando l tende a zero o campo total aproxima-se do campo de uma bobina com duas espiras,já que:<br />B = μ0R2 2 {1 [(l -z) 2 + R2] 3/2 + 1﴾Z2+R2﴿2} k = μ0R2  (Z2+R2﴿3/2 k<br />c) (i) Se l = 0 e z ≠ 0, tem-se:<br />B = μ0R2  (Z2+R2﴿3/2 k <br />(ii) Se l=0 e z=0 tem-se, de (3):<br />B = μ0R2 2 {1 (R2﴿3/2+1 (R2﴿3/2} k = μ0i R k<br />Que é duas vezes o campo no centro de uma espira circula de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i (lembre-se que o campo no centro de uma espira de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i, tem módulo B= μ0i 2R = 2ᴨx10-7 xiR, onde μ0 = 4 ᴨ x 10-7 N / A2)<br />(iii) Se l = z e z ≠ 0, obtém-se:<br />B = μ0iR2 2 {1 (R2﴿3/2+1 (z2+R2﴿3/2} k<br />Isto é, tem-se como campo resultante a adição do vetor campo magnético no centro de uma espira circulas de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i(no caso a espira D) e o campo em P gerado pela espira no plano xy, percorrida pela corrente i.<br />5. O rendimento de uma máquina de Camot é obtido por ηC= 1 - TƒTq = 1 - 300600·, ou seja, ηC= 0,5.<br />Como a máquina do problema tem rendimento 20% menor, logo η = 0,4.<br />a) De acordo com o enunciado, o fluxo de calor proveniente da fonte quente, que penetra na máquina é numericamente igual ao de uma barra submetida a uma diferença de temperatura de 500 K, ou seja:<br />∆Ԛq∆t = kA∆Tl     -> ∆Ԛq∆t = 50 x 2 x 5000,1 -> ∆Ԛq∆t = 500 kW<br />O rendimento de uma máquina é definido como η= ∆T∆Ԛq·, onde ∆T é o trabalho realizado.<br />Assim,∆T∆t = η ∆Ԛq∆t·, ou seja, a potência da máquina é:<br />∆Ԛ ƒ = ∆Ԛq - ∆t ->   ∆Ԛ ƒ ∆t = ∆Ԛ q∆t - ∆t∆t = (1 – η) ∆Ԛ ƒ ∆t<br />Logo, ∆Ԛ ƒ ∆t = 300 kJ/s<br />A quantidade de calor rejeitada em 10 minutos (=600 s) será:<br />∆Ԛ ƒ = 300 x  103 x 600 ->  ∆Ԛ ƒ = 1,8 x108J<br />A quantidade de calor necessária para elevar uma massa m de gelo de T0 = - 20°C e em seguida derretê-la,é<br />∆Ԛ ƒ= mCg(T-T0) + mL,<br />Onde Cg=2100J(kg°C) é o calor especifico do gelo e L= 330 kJ/kg é o calor de fusão do gelo.Assim,<br />1,8 x 108= m(2100x20+330x103)<br />Resulta m = 483,9 kg<br />Observação: Por engano da comissão de provas, os valores do calor específico Cg e do calor de fusão L do gelo não foram fornecidos. Desta forma, foi atribuída pontuação total ao aluno que resolveu corretamente a questão,mas não apresentou o resultado numérico final.<br />6. <br />a) Se o processo A ->B é isobárico, a pressão no estado B é igual ao do estado A, isto é <br />PB =PA = 32 x 105 N/m2. O volume do gás em B, de acordo com o enunciado é VB = 2m3.<br />Como o processo B -> C é adiabático, então PBVBy = PCVCy -> VC =( PBPC) VB. <br />Como y = CPCv , então y = 53 ->  VC =(32)3/5 VB ->  VC = 16 m3.<br />b) O trabalho na expansão A -> C será:<br />∆t = ∆tAB + ∆tBC<br />• O trabalho na expansão A -> B é <br />∆tAB = PA(VB - VA)         ∆tAB = 32 x 105 J<br />• No processo adiabático B -> C o trabalho é:<br />∆tBC = 11-y (PCVC - PBVB)<br />∆tBC = 11-5/3 (1x16 – 32 x 2) x 105 = 72 x 105 J<br />• o trabalho total será, portanto:<br />∆t = 104 x 105 J<br />c) A variação da energia interna total será ∆UAC = ∆UAB + ∆UBC<br />Da primeira lei da termodinâmica, teremos:<br />∆U = ∆Ԛ - ∆t<br />• <br />Como o processo A -> B é isobárico, então:<br />∆UAB = ηCP∆t-P∆V<br />Usando a equação dos gases ideais, PV = η RT e usando o fato de que a pressão se mantém constante, teremos: ∆T = P ∆ Vη R ,de forma que:<br />∆UAB =( CPR - 1) P ∆V ,pois CP = Cv + R<br />Mas P∆V = PA(VB - VA) = tAB<br />Como Cv= 3R2,então<br />∆UAB= 32tAB = 48 x 105 J<br />• O processo B -> C é adiabático, de forma que ∆Ԛ = 0.Assim,de (1) deve-se ter:<br />∆UBC = ∆ tBC = -72 x 105 J<br />7.<br />Da figura observa-se que tga = xh'  -> x= h’ tga <br />Temos também que tg θ = xh  -> x= h tgc<br />Onde h e h’ são respectivamente a profundidade e a profundidade aparente da moeda. Assim <br />h tg θ = h’ tga  ->   h= h’tgatgθ = h’ sen acosa cos θsen  θ<br />Usando a lei da refração n sen θ = sena, teremos:<br />h = h’ n cosθcosa = h’ n 1-sen2θcona ->     h=h’ n21-sen2acosa<br />Quando o carro acelera, a superfície da água inclina de um ângulo ϕ em relação ao nível horizontal.<br />A moeda estará agora a uma profundidade hi = h cos ϕ e a profundidade aparente será h’’. Como o ângulo de observação é o mesmo (a),então:<br />hi= h’’n21-sen2acosa<br />Dividindo a equação (2) por (1) obtemos:<br />hih = h''h' ->        h cosϕh = h''h'<br />Como h’’ =25√3 cm e h’ = 50 cm<br />Obtemos cosϕ = 32   -> ϕ = 30°<br />Considere uma pequena porção de água. Como o caminhão acelera para a direita, então, em um referencial fixo no caminhão, devido à inércia, essa pequena porção de água sofrerá uma aceleração para a esquerda. Contudo, devido à presença do campo gravitacional, essa massa estará submetida a uma aceleração total gef·, que é a soma vetorial entre a e g.<br />A superfície da água deve ser perpendicular à gef·, pois se isto não ocorresse, dois pontos à mesma profundidade (em relação à linha d’água) estariam com pressões diferentes e consequentemente haveria um fluxo de líquido entre eles. Realmente isto ocorre durante um curto intervalo de tempo, mas na situação estacionária o fluxo cessa, de modo que as pressões são as mesmas.<br />A nova linha d’água é obtida girando o nível inicialmente em torno de um eixo que passa pelo centro deste nível (ponto O da figura), pois a massa de água deslocada abaixo d’água inicial deve ser igual à massa deslocada acima desta linha. Assim, como a moeda está central do tanque, sua distancia até o ponto O não é alterada.<br />Por fim, da figura podemos ver que tg ϕ = ag.<br />Assim a = g tg30°<br />Resulta a33 g<br />8.<br />a) Na região do visível: de λ ƒ = c, segue que:<br />(i) limite inferior (em freqüência): 0,7 x 10-6 ƒ = 3 x 108 -> ƒ = 4,3 x 1014 Hz<br />(ii) limite superior (em freqüência): 0,4 x 10-6 ƒ= 3 x 108 -> ƒ= 7,5 x 1014 Hz<br />Daí tem-se para a energia dos fótons:<br />(i) limite inferior: Ei = h ƒ = 6,62 x 10-34 x 4,3 x 1014 = 28,46 x 10-20 j<br />Usando que leV = 1,6 x 10-19J , obtém-se:<br />Ei=1,80 e V<br />(ii) limite superior : Es = hƒ = 6,62 x 10-34 x 7,5 x 1014 = 49,65 x 10-20 J, ou seja,<br />Es = 3,1 eV.<br />Assim ,a energia dos fótons na região do visível varia da ordem de 1,80eV a 3,1eV.<br />Para uma onda de rádio de comprimento λ= 310 m, tem-se<br />310 ƒ = 3 x 108 -> ƒ = 0,968 x 106 Hz<br />E o fóton terá energia:<br />E = h ƒ = 6,62 x 10-34 x 0,968 x 106 = 6,41 x10-28 J e, fazendo a mudança de unidade:<br />E= 4,0 x 10-9 eV<br />b) Como a energia de um fóton de λ = 310 m é 4,0 x 10-9 eV, para se ter 40 eV precisa-se de <br />1010  fótons.<br />c) De λ ƒ = c , segue que:<br /> λ=  hchƒ= 6,62x 10-34 x 3 x108Eƒ J x s x m/s<br />λ= 1,99x 10-25Eƒ J.m<br />Como l eV =1,6 x 10-19J,segue que 1J = 6,25x1018 eV e, sabendo que 1m= 1010 A ,tem-se<br />1,99x10-25  x6,25x1018  x1010  Eƒ eV.A= 1,24 x104  Eƒ eV.A<br />Ou seja, a expressão que dará o comprimento de onda λ em angstroms com a energia E em elétrons-volt é <br />λ=  1,24x104  E .<br /> <br /> <br />       <br />
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem
Proxima postagem

Proxima postagem

  • 1.
    Prova de 3°Ano - 3ͣ Fase<br />1.<br />a) Colisão entre A e C perfeitamente inelástica <br />(i) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />• antes da colisão (em módulo) -> Ԛi = (MA+ MB+ Barra)ν = 4x3<br />•depois da colisão (em módulo) -> Ԛf = (MA + MB + Barra + MC) ν 1= 6ν 1<br />Então:<br />Ԛi =Ԛf ->12=6 ν 1 -> ν 1= 2m/s.<br />Colisão entre C e D perfeitamente elástica<br />(ii) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />•antes da colisão (em módulo) -> Ԛi= (MA + MB+ Barra + MC) ν 1= 6x2<br />•depois da colisão (em módulo) -> Ԛf=M ν 2+ MMDV3 = 6 ν 2+ 2 ν 3<br />Com M= (MA + MB+ Barra + MC)<br />Então:<br />Ԛi= Ԛf-> 12 = 6ν 2+ 2 ν 3->6 = 3 ν 2+ ν 3.<br />Como há duas velocidades (ν2 e ν3) a determinar, é preciso obter uma segunda relação entre ν2 e ν3. Essa relação é obtida usando a conservação da energia, ou seja:<br />•antes da colisão -> Ei = 12 M ν12 = 12 x6x4 = 12<br />•depois da colisão -> Eƒ = 12 M ν22 + 12 MD ν32 = 12 x6 ν22 + 12 x 2 ν32 = 3 ν22 + ν32<br />Assim:<br />Ei = Eƒ -> 12 = 3 ν22 + ν32<br />Da relação (1) segue que ν 3 = 6-3ν 2 (3). Substituindo (3) em (2), teremos:<br />12 = 3 ν22 + (6 - 3 ν2)² ->12 ν22 - 36 ν 2+ 24 = 0<br />ν22- 3 ν 2+ 2 =0<br />Resolvendo a equação (4), segue que:<br />ν 2+ = 2 m/s e ν 2-= 1 m/s.<br />Usando o valor de ν 2+ em (3), obtém-se<br />ν 3- = 3 m/s.<br />A solução fisicamente aceitável é a (7) uma vez que, após o choque, o carrinho D fica em movimento.<br />Colisão ente D e B perfeitamente inelástica<br />(iii) Pela conservação da quantidade de movimento:<br />• antes da colisão (em módulo) -> Ԛi = M ν 2- + MD ν 3- = 6 x 1 + 2 x 3 = 12<br />• depois da colisão (em módulo) -> Ԛf = M + MD) ν 4 = (6 + 2) ν 4<br />Então:<br />Ԛi= Ԛf -> 12 = 8 ν 4->ν 4= 1,5 m/s.<br />Resposta: A velocidade final do sistema é 1,5 m/ s.<br />Resposta: A velocidade final do sistema é ν = 1,5 m/s, ou seja, a mesma do item (a).<br />Explicação: Em todas as colisões que ocorrem no processo, há conservação da quantidade de movimento e o sistema final, nas duas situações analisadas, tem a mesma massa.<br /> 2.<br />a) (i) Sabendo que ƒ é a freqüência de oscilação da onda, tem-se:<br />λ ƒ = ν e ω = 2 ᴨ ƒ<br />(ii) Da relação apresentada no enunciado do problema segue que<br />β ν = ω -> β λ ƒ = ω -> β λ ƒ = ω -> β λ ƒ = 2 ᴨ ƒ<br />Ou seja<br />λ = 2ᴨ β <br />Usando o valor de β, obtido da equação que descreve a onda, tem-se:<br />λ=2 ᴨ4= ᴨ2m<br />Resposta: O comprimento da onda é λ = =ᴨ2 m=1,57m.<br />b) Em t = t0 = 0, tem-se<br /> y = 10 cos 4z<br />Considerando os pontos z = 0, z= λ/4, z= λ/2,3 λ/4, e z = λ seguem que:<br />(i) para z =0, y = 10;<br />(ii) para z = λ/4, y=10 cós (4 λ/4) -> y = 10 cos λ= 10 cos (ᴨ/2) =0;<br />(iii) para z = λ/2, y= 10 cos (4 λ/2) -> y = 10 cos2 λ=10cos ᴨ= -10;<br />(iv) para z = 3 λ/4, y=10 cos (4x3 λ/4) -> y= 10 cos (3λ) = 10 cos (3 ᴨ/2) =0;<br />(v) para z = λ, y = 10 cos (4 λ) -> y= 10 cos (4 ᴨ/2) = 10 cos 2 ᴨ= 10<br />c) Após um tempo ∆t a onda caminha uma distância;<br />∆z = ν ∆t -> ∆z = 106 x 0, 523 x 10-6 = 0, 523 m <br />Como λ =ᴨ2 m ≈1, 5707 m, logo<br />∆z = λ3<br />Solução alternativa:<br />Em t= t1= 0, 523 x 10-6 s, tem-se:<br />Y = 10 cos ﴾4z - 2ᴨT﴿<br />Como λ ƒ = ν, segue que:<br />λT=ν->1 T=νλ = 106ᴨ/2=2x106ᴨ<br />Então, substituindo 1/T em (1), obtém-se:<br />Y = 10 cos﴾ 4z – 4 x 106t ﴿, <br />E, usando t = 0, 523 x10-6= 1,573 x 10-6 = λ3 x 10-6 s, chega-se a:<br />Y= 10 cos ﴾4z - 4λ3﴿<br />Considerando, por exemplo, o ponto A da figura 01(lembre-se que esse ponto corresponde ao argumento do cosseno nulo), tem-se que ele, no instante t = λ/3 x10-6s,<br />Encontrar-se-á em: 4z - 4λ3=0 ->z = λ3, ou seja, a onda terá se deslocado de λ/3<br />3.<br />a) Pela Lei de Coulomb tem-se, em módulo:<br />(i) força entre a carga em A e a carga em a: FAa = 5kԚ2D2 <br />(ii) força ente a carga em B e a carga em b:FBb = 6kԚ2D2<br />Isolando a haste AB e indicando as forças que atuam sobre ela.<br />(iii) Como o sistema está em equilíbrio, o momento resultante é nulo (MR = 0). Calculando o momento em relação ao ponto O, obtém-se: <br />FAa . AO + Mg. HO = FBb·. BO, e, substituindo em (3) as expressões (1) e (2) <br />AO = L/2, HO = L/3 e BO = L/2, Chega-se a:<br />5kԚ2D2 . L2 + Mg. L3 = 6kԚ2D2··. L2<br />Mg. L3 = kԚ2 D2··. L2<br />M = 32gkԚ2 D2<br />b) De (4) segue que:Ԛ2 = 2gD23k M <br />E, substituindo as variáveis pelos valores do problema, tem-se:<br />Ԛ2 = 0, 3072x0,13x109 = 0, 1024 x 10-10<br />Ou seja, Ԛ = 3,2 x 10-6C. Como Le = 1,6 x 10-19 C, obtém-se: <br />Ԛ = 2 x 1013 cargas elementares.<br />4.<br />a) O campo gerado pela espira A no ponto P, será: <br />BA= μ0R2 2 k﴾Z2+R2﴿2<br />O campo gerado pela espira D no ponto P será: [(l -z) 2 + R2] 3/2<br />BD= μ0R2 2 k [(l -z) 2 + R2] 3/2<br />Daí, o campo total no ponto P será a superposição dos dois campos, ou seja:<br />B = BA+BD= μ0R2 2 {1 [(l -z) 2 + R2] 3/2 + 1﴾Z2+R2﴿2} k.<br />b) Se l diminui, com P fixo, ou seja, se as duas espiras forem colocadas mais próximas,o valor do campo total começará a crescer porque o termo [(l -z) 2 + R2] 3/2 diminui,atinge um valor máximo em l= z e, em seguida, para O< l < z, Começa a diminuir porque o termo <br />[(l -z)2 + R2]3/2 Aumenta, Quando l tende a zero o campo total aproxima-se do campo de uma bobina com duas espiras,já que:<br />B = μ0R2 2 {1 [(l -z) 2 + R2] 3/2 + 1﴾Z2+R2﴿2} k = μ0R2 (Z2+R2﴿3/2 k<br />c) (i) Se l = 0 e z ≠ 0, tem-se:<br />B = μ0R2 (Z2+R2﴿3/2 k <br />(ii) Se l=0 e z=0 tem-se, de (3):<br />B = μ0R2 2 {1 (R2﴿3/2+1 (R2﴿3/2} k = μ0i R k<br />Que é duas vezes o campo no centro de uma espira circula de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i (lembre-se que o campo no centro de uma espira de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i, tem módulo B= μ0i 2R = 2ᴨx10-7 xiR, onde μ0 = 4 ᴨ x 10-7 N / A2)<br />(iii) Se l = z e z ≠ 0, obtém-se:<br />B = μ0iR2 2 {1 (R2﴿3/2+1 (z2+R2﴿3/2} k<br />Isto é, tem-se como campo resultante a adição do vetor campo magnético no centro de uma espira circulas de raio R, percorrida por uma corrente elétrica i(no caso a espira D) e o campo em P gerado pela espira no plano xy, percorrida pela corrente i.<br />5. O rendimento de uma máquina de Camot é obtido por ηC= 1 - TƒTq = 1 - 300600·, ou seja, ηC= 0,5.<br />Como a máquina do problema tem rendimento 20% menor, logo η = 0,4.<br />a) De acordo com o enunciado, o fluxo de calor proveniente da fonte quente, que penetra na máquina é numericamente igual ao de uma barra submetida a uma diferença de temperatura de 500 K, ou seja:<br />∆Ԛq∆t = kA∆Tl -> ∆Ԛq∆t = 50 x 2 x 5000,1 -> ∆Ԛq∆t = 500 kW<br />O rendimento de uma máquina é definido como η= ∆T∆Ԛq·, onde ∆T é o trabalho realizado.<br />Assim,∆T∆t = η ∆Ԛq∆t·, ou seja, a potência da máquina é:<br />∆Ԛ ƒ = ∆Ԛq - ∆t -> ∆Ԛ ƒ ∆t = ∆Ԛ q∆t - ∆t∆t = (1 – η) ∆Ԛ ƒ ∆t<br />Logo, ∆Ԛ ƒ ∆t = 300 kJ/s<br />A quantidade de calor rejeitada em 10 minutos (=600 s) será:<br />∆Ԛ ƒ = 300 x 103 x 600 -> ∆Ԛ ƒ = 1,8 x108J<br />A quantidade de calor necessária para elevar uma massa m de gelo de T0 = - 20°C e em seguida derretê-la,é<br />∆Ԛ ƒ= mCg(T-T0) + mL,<br />Onde Cg=2100J(kg°C) é o calor especifico do gelo e L= 330 kJ/kg é o calor de fusão do gelo.Assim,<br />1,8 x 108= m(2100x20+330x103)<br />Resulta m = 483,9 kg<br />Observação: Por engano da comissão de provas, os valores do calor específico Cg e do calor de fusão L do gelo não foram fornecidos. Desta forma, foi atribuída pontuação total ao aluno que resolveu corretamente a questão,mas não apresentou o resultado numérico final.<br />6. <br />a) Se o processo A ->B é isobárico, a pressão no estado B é igual ao do estado A, isto é <br />PB =PA = 32 x 105 N/m2. O volume do gás em B, de acordo com o enunciado é VB = 2m3.<br />Como o processo B -> C é adiabático, então PBVBy = PCVCy -> VC =( PBPC) VB. <br />Como y = CPCv , então y = 53 -> VC =(32)3/5 VB -> VC = 16 m3.<br />b) O trabalho na expansão A -> C será:<br />∆t = ∆tAB + ∆tBC<br />• O trabalho na expansão A -> B é <br />∆tAB = PA(VB - VA) ∆tAB = 32 x 105 J<br />• No processo adiabático B -> C o trabalho é:<br />∆tBC = 11-y (PCVC - PBVB)<br />∆tBC = 11-5/3 (1x16 – 32 x 2) x 105 = 72 x 105 J<br />• o trabalho total será, portanto:<br />∆t = 104 x 105 J<br />c) A variação da energia interna total será ∆UAC = ∆UAB + ∆UBC<br />Da primeira lei da termodinâmica, teremos:<br />∆U = ∆Ԛ - ∆t<br />• <br />Como o processo A -> B é isobárico, então:<br />∆UAB = ηCP∆t-P∆V<br />Usando a equação dos gases ideais, PV = η RT e usando o fato de que a pressão se mantém constante, teremos: ∆T = P ∆ Vη R ,de forma que:<br />∆UAB =( CPR - 1) P ∆V ,pois CP = Cv + R<br />Mas P∆V = PA(VB - VA) = tAB<br />Como Cv= 3R2,então<br />∆UAB= 32tAB = 48 x 105 J<br />• O processo B -> C é adiabático, de forma que ∆Ԛ = 0.Assim,de (1) deve-se ter:<br />∆UBC = ∆ tBC = -72 x 105 J<br />7.<br />Da figura observa-se que tga = xh' -> x= h’ tga <br />Temos também que tg θ = xh -> x= h tgc<br />Onde h e h’ são respectivamente a profundidade e a profundidade aparente da moeda. Assim <br />h tg θ = h’ tga -> h= h’tgatgθ = h’ sen acosa cos θsen θ<br />Usando a lei da refração n sen θ = sena, teremos:<br />h = h’ n cosθcosa = h’ n 1-sen2θcona -> h=h’ n21-sen2acosa<br />Quando o carro acelera, a superfície da água inclina de um ângulo ϕ em relação ao nível horizontal.<br />A moeda estará agora a uma profundidade hi = h cos ϕ e a profundidade aparente será h’’. Como o ângulo de observação é o mesmo (a),então:<br />hi= h’’n21-sen2acosa<br />Dividindo a equação (2) por (1) obtemos:<br />hih = h''h' -> h cosϕh = h''h'<br />Como h’’ =25√3 cm e h’ = 50 cm<br />Obtemos cosϕ = 32 -> ϕ = 30°<br />Considere uma pequena porção de água. Como o caminhão acelera para a direita, então, em um referencial fixo no caminhão, devido à inércia, essa pequena porção de água sofrerá uma aceleração para a esquerda. Contudo, devido à presença do campo gravitacional, essa massa estará submetida a uma aceleração total gef·, que é a soma vetorial entre a e g.<br />A superfície da água deve ser perpendicular à gef·, pois se isto não ocorresse, dois pontos à mesma profundidade (em relação à linha d’água) estariam com pressões diferentes e consequentemente haveria um fluxo de líquido entre eles. Realmente isto ocorre durante um curto intervalo de tempo, mas na situação estacionária o fluxo cessa, de modo que as pressões são as mesmas.<br />A nova linha d’água é obtida girando o nível inicialmente em torno de um eixo que passa pelo centro deste nível (ponto O da figura), pois a massa de água deslocada abaixo d’água inicial deve ser igual à massa deslocada acima desta linha. Assim, como a moeda está central do tanque, sua distancia até o ponto O não é alterada.<br />Por fim, da figura podemos ver que tg ϕ = ag.<br />Assim a = g tg30°<br />Resulta a33 g<br />8.<br />a) Na região do visível: de λ ƒ = c, segue que:<br />(i) limite inferior (em freqüência): 0,7 x 10-6 ƒ = 3 x 108 -> ƒ = 4,3 x 1014 Hz<br />(ii) limite superior (em freqüência): 0,4 x 10-6 ƒ= 3 x 108 -> ƒ= 7,5 x 1014 Hz<br />Daí tem-se para a energia dos fótons:<br />(i) limite inferior: Ei = h ƒ = 6,62 x 10-34 x 4,3 x 1014 = 28,46 x 10-20 j<br />Usando que leV = 1,6 x 10-19J , obtém-se:<br />Ei=1,80 e V<br />(ii) limite superior : Es = hƒ = 6,62 x 10-34 x 7,5 x 1014 = 49,65 x 10-20 J, ou seja,<br />Es = 3,1 eV.<br />Assim ,a energia dos fótons na região do visível varia da ordem de 1,80eV a 3,1eV.<br />Para uma onda de rádio de comprimento λ= 310 m, tem-se<br />310 ƒ = 3 x 108 -> ƒ = 0,968 x 106 Hz<br />E o fóton terá energia:<br />E = h ƒ = 6,62 x 10-34 x 0,968 x 106 = 6,41 x10-28 J e, fazendo a mudança de unidade:<br />E= 4,0 x 10-9 eV<br />b) Como a energia de um fóton de λ = 310 m é 4,0 x 10-9 eV, para se ter 40 eV precisa-se de <br />1010 fótons.<br />c) De λ ƒ = c , segue que:<br /> λ= hchƒ= 6,62x 10-34 x 3 x108Eƒ J x s x m/s<br />λ= 1,99x 10-25Eƒ J.m<br />Como l eV =1,6 x 10-19J,segue que 1J = 6,25x1018 eV e, sabendo que 1m= 1010 A ,tem-se<br />1,99x10-25 x6,25x1018 x1010 Eƒ eV.A= 1,24 x104 Eƒ eV.A<br />Ou seja, a expressão que dará o comprimento de onda λ em angstroms com a energia E em elétrons-volt é <br />λ= 1,24x104 E .<br /> <br /> <br /> <br />