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PROJETO DE ELETIVA
JOVEM CIENTISTA, UM OLHAR CRÍTICO E SUSTENTÁVEL PARA A
SOCIEDADE
Componente Curricular: Eletiva
Gestora: Maria Isabel Pereira Bezerra Almeida
Professor(a) Articulador(a): Lucelia Andrade França
Coordenadora Pedagógica: Wagna Cruvinel
Coordenador de Integração Curricular: Júlio Pimenta
Professores Colaboradores: Giuller Fernando, Cleiciane Lima
Dias e Lucas Lino
RIO VERDE/GO
2023
Série: Ensino Fundamental e Médio – 8º ano a 3ª série
Título: Jovem Cientista, um olhar crítico e sustentável para a sociedade
Professor articulador: Lucelia Andrade França
Professor colaborador e a área: Giuller Fernando (Ciências da Natureza), Cleiciane Lima Dias (Ciências
exatas) e Lucas Lino (Ciências Humanas)
 Justificativa
O projeto de eletiva “Jovem Cientista, um olhar crítico e sustentável para a sociedade” surge da
necessidade de uma nova abordagem em sala de aula, que fuja dos métodos de ensino tradicional. Nesse
contexto, o ensino de ciências por investigação, um método que surgiu em meados do século XIX,
quando as disciplinas de ciências passaram a integrar os currículos de vários países (Bybee & DeBoer,
1994; DeBoer, 2006; Leite, 2001) mostra-se como algo inovador. De acordo com Freire, 2009, o ensino
por investigação pode ser encarado como facilitador da promoção da literacia científica, do
desenvolvimento de competências e das relações Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente.
As orientações curriculares mais atuais sugerem uma ênfase menos tradicional do ensino, como
explicitado na segunda competência geral da Educação Básica,
Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a
investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar
causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive
tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. (BRASIL, 2018, p. 09).
Dessa forma, passa-se a atribuir maior relevância ao ensino orientado para o desenvolvimento de
competências e para os processos investigativos (Freire, 2004). Nelas está evidente que na sala de aula é
fundamental
A vivência de situações diferenciadas (…), a discussão de assuntos controversos, a condução
de investigação pelos alunos, o envolvimento em projetos interdisciplinares (realizações que
implicam a seleção de informação e comunicação de resultados) que conduzem, de uma
forma mais completa, à compreensão do que é a Ciência (Galvão et al., 2002, p. 8).
Ao usar esse método em sala de aula, o professor possibilita que os alunos desenvolvam atividades
investigativas e participem ativamente da construção do seu conhecimento. Para Carlson, Humphrey e
Reinhardt (2003), as atividades de investigação envolvem, de uma forma ativa, os alunos na procura do
caminho a seguir para encontrar uma ou mais soluções, tratando-se de uma tarefa que tem a
potencialidade de promover a compreensão dos fenômenos e o desenvolvimento de outras capacidades.
 Objetivo Geral
O projeto tem como como objetivo incluir nas aulas atividades de pesquisa e investigação que
tornem o aluno ativo, estimulando-o a pesquisa no cotidiano da aprendizagem, visando melhorar a vida
acadêmica do discente assim que ele adentrar a uma universidade. Deste modo, têm de correr riscos,
enfrentar as situações, quebrar a sua rotina associada a um ensino tradicional e tomar decisões, de forma a
ultrapassarem os obstáculos com que se deparam.
 Objetivos Específicos
 melhorar a aprendizagem da teoria;
 aprender por meio da prática conceitos científicos;
 verificar fatos e princípios estudados teoricamente;
 aprender a natureza e os métodos da Ciência e as complexas;
 interações entre Ciência, tecnologia, sociedade e ambiente;
 descobrir as leis científicas por meio da experiência;
 explicar os fenômenos naturais;
 apreciar o papel do cientista em uma investigação;
 ter uma visão de conjunto das diferentes ciências;
 entender a natureza das ciências;
 ver a teoria através da prática;
 fazer a prática para ver a teoria;
 fazer a prática para deduzir a teoria.
 aplicar os conhecimentos teóricos para estudar e compreender novos fenômenos e situações;
 fazer Ciência;
 julgar a qualidade de um plano experimental;
 propor hipóteses para solucionar problemas sugeridos.
 desenvolver a observação;
 desenvolver habilidades manipulativas;
 recolher rigorosamente os dados;
 analisar dados para obter conclusões;
 expor resultados e conclusões;
 desenvolver o raciocínio;
 aplicar o método científico;
 aprender técnicas de laboratório;
 usar computadores para compilação de dados;
 ficar motivado;
 desenvolver atitudes científicas, como a consideração às ideias de outras pessoas, e com a
objetividade e a cautela para não emitir juízos apressados;
 desenvolver a iniciativa pessoal;
 desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo.
 Áreas do conhecimento
 Química, física, biologia, história e filosofia.
 Competências da BNCC
Conhecimento
Os conhecimentos são considerados o melhor caminho para que os alunos aprendam a valorizar
e utilizá-los para agir no mundo social, físico, digital e cultural. Eles são importantes para que
entendam e saibam explicar a realidade, para continuar aprendendo e contribuir com a
sociedade.
Pensamento científico, crítico e criativo
O pensamento crítico leva o aluno a ter curiosidade intelectual e fazer uso da ciência de forma
criativa e crítica. Assim, pode investigar causas, testar hipóteses, resolver problemas e criar
soluções.
Cultura digital
Cabe à escola levar o aluno a compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de forma crítica,
significativa e ética. O propósito é que os alunos possam se comunicar, acessar e produzir
informações e conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria.
Argumentação
O ensino e a aprendizagem devem direcionar os alunos a saber argumentar com base em
acontecimentos, dados e informações de confiança. Com isso, eles podem elaborar, negociar e
argumentar suas ideias, pontos de vista e aplicar decisões comuns, fundamentados em direitos
humanos, conscientização socioambiental, consumo responsável e ética.
 Habilidades
(EM13LGG704) Apropriar-se criticamente de processos de pesquisa e busca de informação,
por meio de ferramentas e dos novos formatos de produção e distribuição do conhecimento na
cultura de rede;
(EM13CNT301) Construir questões, elaborar hipóteses, previsões e estimativas, empregar
instrumentos de medição e representar e interpretar modelos explicativos, dados e/ou resultados
experimentais para construir, avaliar e justificar conclusões no enfrentamento de situações-
problema sob uma perspectiva científica;
(EM13CNT303) Interpretar textos de divulgação científica que tratem de temáticas das
Ciências da Natureza, disponíveis em diferentes mídias, considerando a apresentação dos
dados, tanto na forma de textos como em equações, gráficos e/ou tabelas, a consistência dos
argumentos e a coerência das conclusões, visando construir estratégias de seleção de fontes
confiáveis de informações;
(EM13CNT205) Interpretar resultados e realizar previsões sobre atividades experimentais,
fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas noções de probabilidade e
incerteza, reconhecendo os limites explicativos das ciências;
(EM13CHS106) Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica, diferentes gêneros
textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa,
reflexiva e ética nas diversas práticas sociais, incluindo as escolares, para se comunicar, acessar
e difundir informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e
autoria na vida pessoal e coletiva;
(EM13CHS304) Analisar os impactos socioambientais decorrentes de práticas de instituições
governamentais, de empresas e de indivíduos, discutindo as origens dessas práticas,
selecionando, incorporando e promovendo aquelas que favoreçam a consciência e a ética
socioambiental e o consumo responsável;
(EM13CHS302) Analisar e avaliar criticamente os impactos econômicos e socioambientais de
cadeias produtivas ligadas à exploração de recursos naturais e às atividades agropecuárias em
diferentes ambientes e escalas de análise, considerando o modo de vida das populações locais –
entre elas as indígenas, quilombolas e demais comunidades tradicionais –, suas práticas
agroextrativistas e o compromisso com a sustentabilidade.
 Metodologia
As aulas da eletiva Jovem Cientista seguirão a metodologia ativa do ensino de ciências por
investigação. Clement et al. (2015, p. 117) apontam que o ensino por investigação prevê, dentre outros
aspectos, uma participação ativa do estudante no processo de ensino e aprendizagem, o que lhes atribui
maior controle sobre a sua própria aprendizagem.
Ressalta-se ainda que, apesar da grande diversidade de visões acerca do que é ensino por
investigação, acreditamos que as diferentes propostas existentes podem ser melhor
compreendidas a partir de uma mesma preocupação, qual seja, a de reconhecer que há um
grande distanciamento entre a ciência ensinada nas escolas e a ciência praticada nas
universidades, em laboratórios e outras instituições de pesquisa (MUNFORD; LIMA, 2007,
p. 92).
Por outro lado, é importante salientar que:
a investigação é utilizada no ensino com outras finalidades, como o desenvolvimento de
habilidades cognitivas nos alunos, a realização de procedimentos como elaboração de
hipóteses, anotação e análise de dados e o desenvolvimento da capacidade de argumentação
(ZÔMPERO; LABURÚ, 2011, p. 73).
Todas essas habilidades descritas anteriormente, levam ao que Sasseron e Carvalho (2008)
chamam de Alfabetização Científica, que, de acordo com Carvalho (2013, p. 45), significa oferecer
condições para que os estudantes possam tomar decisões conscientes sobre problemas de sua vida e
da sociedade relacionados a conhecimentos científicos. Assim, ao se ensinar ciência pelo método
investigativo, espera-se que o aluno se envolva no fazer, pensar, falar e escrever sobre ciência
(ABELL & MCDONALD, 2006 apud BAPTISTA, 2016, p. 89), o que significa que este tipo de
atividade requer dos alunos uma responsabilidade importante com relação à sua própria
aprendizagem (BAPTISTA, 2016, p. 106 -107).
Entretanto, há diversos graus de envolvimento dos alunos nas diferentes dimensões do ensino
por investigação. A gradação da Tabela 1 classifica a atuação do professor e dos alunos em diferentes
níveis de envolvimento com a atividade investigativa.
Tabela 1: Graus de liberdade professor (P)/aluno (A) na aula investigativa. Fonte: (CARVALHO, 2006,
p.83. apud ZÔMPERO; LABURÚ, 2011, p.77)
Nessa perspectiva e alinhadas a BNCC e ao DC-GOEM, serão realizados experimentos e pesquisas
a partir do grau de liberdade II, em que é possível que o aluno, devidamente orientado pelo professor,
apresente um papel ativo na busca do conhecimento.
 Recursos e materiais didáticos
 Mesas;
 Cadeiras;
 Material escolar básico;
 Computador;
 Reagentes;
 Vidrarias de laboratório.
 Proposta para a Culminância
 Exposição de Banner;
 Realização de experimentos pelos estudantes;
 Apresentação de fotos de todos os momentos de pesquisa, realização de experimentos e
visitas técnicas.
 Cronograma

Aulas Data AÇÃO
02 a 28/06 Pesquisa e Elaboração do projeto
?/?/? Validação
?/?/23 Feirão das Eletivas: desenvolver estratégias de ‘encantamento e conquista’ pela
eletiva
1ª e 2ª ?/?/23 1ª Aula: Apresentação do Projeto aos estudantes;
2ª Aula: Dinâmica de trabalho em Grupo
3ª e 4ª ?/?/23 1ª Aula: EPIs e segurança em laboratório
2ª Aula: Dinâmica com o Diamante de Hommel e atividade em grupo
5ª e 6ª ?/?/23 1ª Aula: Conhecendo as vidrarias e equipamentos básicos de laboratório
2ª Aula: Conhecendo as vidrarias e equipamentos básicos de laboratório
Gincana dinâmica com flashcards
7ª e 8ª ?/?/23 1ª Aula: Atividade prática de reações químicas e produção do gás hidrogênio
2ª Aula: Atividade
9ª e 10ª ?/?/23 1ª Aula: Aula maker – produção de cartazes e de um varal em homenagem ao
dia das mulhres
2ª Aula: Aula maker – produção de cartazes e de um varal em homenagem ao
dia das mulhres
11ª e 12ª ?/?/23 1ª Aula: Leis ponderais e fenômenos químicos
2ª Aula: Leis ponderais e fenômenos químicos
13ª e 14ª ?/?/23 1ª Aula: Preparação de meios de cultura para cultivar microorganismos.
2ª Aula: Preparação de meios de cultura para cultivar microorganismos.
15ª e 16ª ?/?/23 1ª Aula: Sistematização e discussão sobre os microorganismos.
2ª Aula: Sistematização e discussão sobre os microorganismos.
17ª e 18ª ?/?/23 1ª Aula: Empreendedorismo Sustentável
2ª Aula: Empreendedorismo Sustentável
19ª e 20ª ?/?/23 1ª Aula: Verificação das células animais no microscópio
2ª Aula: Verificação das células animais no microscópio
21ª e 22ª ?/?/23 1ª Aula: Sistematização sobre células
2ª Aula: Sistematização sobre células
23ª e 24ª ?/?/23 1ª Aula: Ecossistemas Brasileiros
https://www.fef.br/upload_arquivos/geral/arq_5aba3c3cbd47f.pdf
2ª Aula: Ecossistemas Brasileiros
25ª e 26ª ?/?/23 1ª Aula: Empreendedorismo e ciência
2ª Aula: Empreendedorismo e ciência
27ª e 28ª ?/?/23 1ª Aula: Cromatografia
2ª Aula: Cromatografia
29ª e 30ª ?/?/23 1ª Aula: Cultura de bactéria do suor
2ª Aula: Cultura de bactéria do suor
31ª e 32ª ?/?/23 1ª Aula: Batata chorona e osmose
2ª Aula: Batata chorona e osmose
33ª e 34ª ?/?/23 1ª Aula: Verificando a presença de amido nos alimentos
2ª Aula: Verificando a presença de amido nos alimentos
35ª e 36ª ?/?/23 1ª Aula: Extração de DNA dos morangos
2ª Aula: Extração de DNA da cebola
37ª e 38ª ?/?/23 1ª Aula: Preparação para a culminância
2ª Aula: Preparação para a culminância
39ª e 40ª ?/?/23 1ª Aula: Culminância das eletivas
2ª Aula: Culminância das eletivas

 Resultados Esperados
Com este projeto, a professora junto com a gestão escolar espera que os alunos aprendam a lidar com
o método investigativo, o método científico, o planejamento, a argumentação e a contra-argumentarão, a
fundamentar com a autoridade do argumento. Espera também, que além dos conhecimentos científicos, os
alunos também atinjam ao máximo suas capacidades socioemocionais e de trabalho em equipe.
 Avaliação
O processo avaliativo consistirá no acompanhamento qualitativo do aluno no desenvolvimento das
atividades propostas, bem como sua evolução no contexto investigativo científico, socialização com os
outros alunos, cooperação e cuidado com o material.
 Referência
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
MUNFORD Danusa; CASTRO e LIMA, Maria Emília Caixeta. Ensinar Ciência por investigação: em que
estamos de acordo? Ensaio Pesquisa em Educação em Ciência, Belo Horizonte, v. 9, n.1, p. 72-89, 2007.
OSTERMANN, Fernanda; CAVALCANTI, Cláudio José de Holanda. Teorias de aprendizagem: texto
introdutório. Porto Alegre: UFRGS, 2010.
POLON, Sandra Aparecida. Machado. Teoria e metodologia do ensino de ciências. Paraná,
UNICENTRO, 2012.
SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Construção do conhecimento e ensino de ciências. Em Aberto, Brasília,
Ano 11, n.55, p. 17-22, jul./set. 1992.
SEDUC/GO. Programa Educação Plena e Integral: Diretrizes Pedagógicas Goiânia-GO, 2021. Disponível
em: https://site.educacao.go.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/CEPI_ProgramaEducacao-Plena-e
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  • 1. PROJETO DE ELETIVA JOVEM CIENTISTA, UM OLHAR CRÍTICO E SUSTENTÁVEL PARA A SOCIEDADE Componente Curricular: Eletiva Gestora: Maria Isabel Pereira Bezerra Almeida Professor(a) Articulador(a): Lucelia Andrade França Coordenadora Pedagógica: Wagna Cruvinel Coordenador de Integração Curricular: Júlio Pimenta Professores Colaboradores: Giuller Fernando, Cleiciane Lima Dias e Lucas Lino RIO VERDE/GO
  • 2. 2023 Série: Ensino Fundamental e Médio – 8º ano a 3ª série Título: Jovem Cientista, um olhar crítico e sustentável para a sociedade Professor articulador: Lucelia Andrade França Professor colaborador e a área: Giuller Fernando (Ciências da Natureza), Cleiciane Lima Dias (Ciências exatas) e Lucas Lino (Ciências Humanas)  Justificativa O projeto de eletiva “Jovem Cientista, um olhar crítico e sustentável para a sociedade” surge da necessidade de uma nova abordagem em sala de aula, que fuja dos métodos de ensino tradicional. Nesse contexto, o ensino de ciências por investigação, um método que surgiu em meados do século XIX, quando as disciplinas de ciências passaram a integrar os currículos de vários países (Bybee & DeBoer, 1994; DeBoer, 2006; Leite, 2001) mostra-se como algo inovador. De acordo com Freire, 2009, o ensino por investigação pode ser encarado como facilitador da promoção da literacia científica, do desenvolvimento de competências e das relações Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente. As orientações curriculares mais atuais sugerem uma ênfase menos tradicional do ensino, como explicitado na segunda competência geral da Educação Básica, Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. (BRASIL, 2018, p. 09). Dessa forma, passa-se a atribuir maior relevância ao ensino orientado para o desenvolvimento de competências e para os processos investigativos (Freire, 2004). Nelas está evidente que na sala de aula é fundamental A vivência de situações diferenciadas (…), a discussão de assuntos controversos, a condução de investigação pelos alunos, o envolvimento em projetos interdisciplinares (realizações que implicam a seleção de informação e comunicação de resultados) que conduzem, de uma forma mais completa, à compreensão do que é a Ciência (Galvão et al., 2002, p. 8). Ao usar esse método em sala de aula, o professor possibilita que os alunos desenvolvam atividades investigativas e participem ativamente da construção do seu conhecimento. Para Carlson, Humphrey e Reinhardt (2003), as atividades de investigação envolvem, de uma forma ativa, os alunos na procura do caminho a seguir para encontrar uma ou mais soluções, tratando-se de uma tarefa que tem a potencialidade de promover a compreensão dos fenômenos e o desenvolvimento de outras capacidades.
  • 3.  Objetivo Geral O projeto tem como como objetivo incluir nas aulas atividades de pesquisa e investigação que tornem o aluno ativo, estimulando-o a pesquisa no cotidiano da aprendizagem, visando melhorar a vida acadêmica do discente assim que ele adentrar a uma universidade. Deste modo, têm de correr riscos, enfrentar as situações, quebrar a sua rotina associada a um ensino tradicional e tomar decisões, de forma a ultrapassarem os obstáculos com que se deparam.  Objetivos Específicos  melhorar a aprendizagem da teoria;  aprender por meio da prática conceitos científicos;  verificar fatos e princípios estudados teoricamente;  aprender a natureza e os métodos da Ciência e as complexas;  interações entre Ciência, tecnologia, sociedade e ambiente;  descobrir as leis científicas por meio da experiência;  explicar os fenômenos naturais;  apreciar o papel do cientista em uma investigação;  ter uma visão de conjunto das diferentes ciências;  entender a natureza das ciências;  ver a teoria através da prática;  fazer a prática para ver a teoria;  fazer a prática para deduzir a teoria.  aplicar os conhecimentos teóricos para estudar e compreender novos fenômenos e situações;  fazer Ciência;  julgar a qualidade de um plano experimental;  propor hipóteses para solucionar problemas sugeridos.  desenvolver a observação;  desenvolver habilidades manipulativas;  recolher rigorosamente os dados;  analisar dados para obter conclusões;  expor resultados e conclusões;  desenvolver o raciocínio;  aplicar o método científico;  aprender técnicas de laboratório;  usar computadores para compilação de dados;
  • 4.  ficar motivado;  desenvolver atitudes científicas, como a consideração às ideias de outras pessoas, e com a objetividade e a cautela para não emitir juízos apressados;  desenvolver a iniciativa pessoal;  desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo.  Áreas do conhecimento  Química, física, biologia, história e filosofia.  Competências da BNCC Conhecimento Os conhecimentos são considerados o melhor caminho para que os alunos aprendam a valorizar e utilizá-los para agir no mundo social, físico, digital e cultural. Eles são importantes para que entendam e saibam explicar a realidade, para continuar aprendendo e contribuir com a sociedade. Pensamento científico, crítico e criativo O pensamento crítico leva o aluno a ter curiosidade intelectual e fazer uso da ciência de forma criativa e crítica. Assim, pode investigar causas, testar hipóteses, resolver problemas e criar soluções. Cultura digital Cabe à escola levar o aluno a compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de forma crítica, significativa e ética. O propósito é que os alunos possam se comunicar, acessar e produzir informações e conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria. Argumentação O ensino e a aprendizagem devem direcionar os alunos a saber argumentar com base em acontecimentos, dados e informações de confiança. Com isso, eles podem elaborar, negociar e argumentar suas ideias, pontos de vista e aplicar decisões comuns, fundamentados em direitos humanos, conscientização socioambiental, consumo responsável e ética.  Habilidades (EM13LGG704) Apropriar-se criticamente de processos de pesquisa e busca de informação, por meio de ferramentas e dos novos formatos de produção e distribuição do conhecimento na cultura de rede; (EM13CNT301) Construir questões, elaborar hipóteses, previsões e estimativas, empregar instrumentos de medição e representar e interpretar modelos explicativos, dados e/ou resultados
  • 5. experimentais para construir, avaliar e justificar conclusões no enfrentamento de situações- problema sob uma perspectiva científica; (EM13CNT303) Interpretar textos de divulgação científica que tratem de temáticas das Ciências da Natureza, disponíveis em diferentes mídias, considerando a apresentação dos dados, tanto na forma de textos como em equações, gráficos e/ou tabelas, a consistência dos argumentos e a coerência das conclusões, visando construir estratégias de seleção de fontes confiáveis de informações; (EM13CNT205) Interpretar resultados e realizar previsões sobre atividades experimentais, fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas noções de probabilidade e incerteza, reconhecendo os limites explicativos das ciências; (EM13CHS106) Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica, diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais, incluindo as escolares, para se comunicar, acessar e difundir informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva; (EM13CHS304) Analisar os impactos socioambientais decorrentes de práticas de instituições governamentais, de empresas e de indivíduos, discutindo as origens dessas práticas, selecionando, incorporando e promovendo aquelas que favoreçam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável; (EM13CHS302) Analisar e avaliar criticamente os impactos econômicos e socioambientais de cadeias produtivas ligadas à exploração de recursos naturais e às atividades agropecuárias em diferentes ambientes e escalas de análise, considerando o modo de vida das populações locais – entre elas as indígenas, quilombolas e demais comunidades tradicionais –, suas práticas agroextrativistas e o compromisso com a sustentabilidade.  Metodologia As aulas da eletiva Jovem Cientista seguirão a metodologia ativa do ensino de ciências por investigação. Clement et al. (2015, p. 117) apontam que o ensino por investigação prevê, dentre outros aspectos, uma participação ativa do estudante no processo de ensino e aprendizagem, o que lhes atribui maior controle sobre a sua própria aprendizagem. Ressalta-se ainda que, apesar da grande diversidade de visões acerca do que é ensino por investigação, acreditamos que as diferentes propostas existentes podem ser melhor compreendidas a partir de uma mesma preocupação, qual seja, a de reconhecer que há um grande distanciamento entre a ciência ensinada nas escolas e a ciência praticada nas universidades, em laboratórios e outras instituições de pesquisa (MUNFORD; LIMA, 2007, p. 92).
  • 6. Por outro lado, é importante salientar que: a investigação é utilizada no ensino com outras finalidades, como o desenvolvimento de habilidades cognitivas nos alunos, a realização de procedimentos como elaboração de hipóteses, anotação e análise de dados e o desenvolvimento da capacidade de argumentação (ZÔMPERO; LABURÚ, 2011, p. 73). Todas essas habilidades descritas anteriormente, levam ao que Sasseron e Carvalho (2008) chamam de Alfabetização Científica, que, de acordo com Carvalho (2013, p. 45), significa oferecer condições para que os estudantes possam tomar decisões conscientes sobre problemas de sua vida e da sociedade relacionados a conhecimentos científicos. Assim, ao se ensinar ciência pelo método investigativo, espera-se que o aluno se envolva no fazer, pensar, falar e escrever sobre ciência (ABELL & MCDONALD, 2006 apud BAPTISTA, 2016, p. 89), o que significa que este tipo de atividade requer dos alunos uma responsabilidade importante com relação à sua própria aprendizagem (BAPTISTA, 2016, p. 106 -107). Entretanto, há diversos graus de envolvimento dos alunos nas diferentes dimensões do ensino por investigação. A gradação da Tabela 1 classifica a atuação do professor e dos alunos em diferentes níveis de envolvimento com a atividade investigativa. Tabela 1: Graus de liberdade professor (P)/aluno (A) na aula investigativa. Fonte: (CARVALHO, 2006, p.83. apud ZÔMPERO; LABURÚ, 2011, p.77) Nessa perspectiva e alinhadas a BNCC e ao DC-GOEM, serão realizados experimentos e pesquisas a partir do grau de liberdade II, em que é possível que o aluno, devidamente orientado pelo professor, apresente um papel ativo na busca do conhecimento.  Recursos e materiais didáticos  Mesas;  Cadeiras;  Material escolar básico;  Computador;  Reagentes;
  • 7.  Vidrarias de laboratório.  Proposta para a Culminância  Exposição de Banner;  Realização de experimentos pelos estudantes;  Apresentação de fotos de todos os momentos de pesquisa, realização de experimentos e visitas técnicas.  Cronograma  Aulas Data AÇÃO 02 a 28/06 Pesquisa e Elaboração do projeto ?/?/? Validação ?/?/23 Feirão das Eletivas: desenvolver estratégias de ‘encantamento e conquista’ pela eletiva 1ª e 2ª ?/?/23 1ª Aula: Apresentação do Projeto aos estudantes; 2ª Aula: Dinâmica de trabalho em Grupo 3ª e 4ª ?/?/23 1ª Aula: EPIs e segurança em laboratório 2ª Aula: Dinâmica com o Diamante de Hommel e atividade em grupo 5ª e 6ª ?/?/23 1ª Aula: Conhecendo as vidrarias e equipamentos básicos de laboratório 2ª Aula: Conhecendo as vidrarias e equipamentos básicos de laboratório Gincana dinâmica com flashcards 7ª e 8ª ?/?/23 1ª Aula: Atividade prática de reações químicas e produção do gás hidrogênio 2ª Aula: Atividade 9ª e 10ª ?/?/23 1ª Aula: Aula maker – produção de cartazes e de um varal em homenagem ao dia das mulhres 2ª Aula: Aula maker – produção de cartazes e de um varal em homenagem ao dia das mulhres 11ª e 12ª ?/?/23 1ª Aula: Leis ponderais e fenômenos químicos 2ª Aula: Leis ponderais e fenômenos químicos 13ª e 14ª ?/?/23 1ª Aula: Preparação de meios de cultura para cultivar microorganismos. 2ª Aula: Preparação de meios de cultura para cultivar microorganismos. 15ª e 16ª ?/?/23 1ª Aula: Sistematização e discussão sobre os microorganismos. 2ª Aula: Sistematização e discussão sobre os microorganismos. 17ª e 18ª ?/?/23 1ª Aula: Empreendedorismo Sustentável 2ª Aula: Empreendedorismo Sustentável 19ª e 20ª ?/?/23 1ª Aula: Verificação das células animais no microscópio 2ª Aula: Verificação das células animais no microscópio 21ª e 22ª ?/?/23 1ª Aula: Sistematização sobre células 2ª Aula: Sistematização sobre células 23ª e 24ª ?/?/23 1ª Aula: Ecossistemas Brasileiros https://www.fef.br/upload_arquivos/geral/arq_5aba3c3cbd47f.pdf 2ª Aula: Ecossistemas Brasileiros 25ª e 26ª ?/?/23 1ª Aula: Empreendedorismo e ciência 2ª Aula: Empreendedorismo e ciência 27ª e 28ª ?/?/23 1ª Aula: Cromatografia 2ª Aula: Cromatografia 29ª e 30ª ?/?/23 1ª Aula: Cultura de bactéria do suor 2ª Aula: Cultura de bactéria do suor
  • 8. 31ª e 32ª ?/?/23 1ª Aula: Batata chorona e osmose 2ª Aula: Batata chorona e osmose 33ª e 34ª ?/?/23 1ª Aula: Verificando a presença de amido nos alimentos 2ª Aula: Verificando a presença de amido nos alimentos 35ª e 36ª ?/?/23 1ª Aula: Extração de DNA dos morangos 2ª Aula: Extração de DNA da cebola 37ª e 38ª ?/?/23 1ª Aula: Preparação para a culminância 2ª Aula: Preparação para a culminância 39ª e 40ª ?/?/23 1ª Aula: Culminância das eletivas 2ª Aula: Culminância das eletivas   Resultados Esperados Com este projeto, a professora junto com a gestão escolar espera que os alunos aprendam a lidar com o método investigativo, o método científico, o planejamento, a argumentação e a contra-argumentarão, a fundamentar com a autoridade do argumento. Espera também, que além dos conhecimentos científicos, os alunos também atinjam ao máximo suas capacidades socioemocionais e de trabalho em equipe.  Avaliação O processo avaliativo consistirá no acompanhamento qualitativo do aluno no desenvolvimento das atividades propostas, bem como sua evolução no contexto investigativo científico, socialização com os outros alunos, cooperação e cuidado com o material.  Referência BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. MUNFORD Danusa; CASTRO e LIMA, Maria Emília Caixeta. Ensinar Ciência por investigação: em que estamos de acordo? Ensaio Pesquisa em Educação em Ciência, Belo Horizonte, v. 9, n.1, p. 72-89, 2007. OSTERMANN, Fernanda; CAVALCANTI, Cláudio José de Holanda. Teorias de aprendizagem: texto introdutório. Porto Alegre: UFRGS, 2010. POLON, Sandra Aparecida. Machado. Teoria e metodologia do ensino de ciências. Paraná, UNICENTRO, 2012. SCHNETZLER, Roseli Pacheco. Construção do conhecimento e ensino de ciências. Em Aberto, Brasília, Ano 11, n.55, p. 17-22, jul./set. 1992. SEDUC/GO. Programa Educação Plena e Integral: Diretrizes Pedagógicas Goiânia-GO, 2021. Disponível em: https://site.educacao.go.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/CEPI_ProgramaEducacao-Plena-e Integral_1a-Edicao.pdf. Acesso em: 23 out. de 2021.