DRE CAPELA DO SOCORRO

EMEF “JOÃO DA SILVA”

PROJETO: IUCHIKAW DANÇANDO NA ESCOLA

Tempo de duração: 15/08/11 a 05/12/2011.

Turmas e Séries envolvidas Ensino Fundamental I e II

Professor Responsável: Jackson Gomes Tolentino

RF. 7485689.1                 Jornada: JEIF

Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental I e II


1-Justificativa

Alguns conceitos como cidadania confunde-se com deveres e direito. Solidariedade,
Respeito, Justiça, Compartilhar são conceitos praticamente não exercidos entre os alunos,
o que quase gera atos de violência e agressões como; física, ao seu próprio corpo, aos
profissionais da escola, desinteresse e desvalorização de sua cultura adquirida e á adquirir
através dos orientadores educacionais. Em virtude disso os trabalhos realizados em sala
de aula perdem resultados qualitativos e quantitativos, dificultando o trabalho realizado
pelos profissionais da escola, mau conservação do patrimônio, enfim nosso principal
objetivo que é o aluno, se confunde ao meio deste cenário
2-Objetivo Específico

A partir dos diversos ritmos da dança de salão os alunos produzirão o seu próprio saber e
desenvolverão os fatos históricos e geográficos ocorridos desde o descobrimento, para
ampliar seu universo cultural e construir uma visão crítica da realidade do país.
Estes conhecimentos auxiliam a busca de uma melhor qualidade de vida para o indivíduo e
para a sua comunidade.
Respeitar diferentes grupos e culturas.
Conhecer e valorizar os grupos que formam nossa sociedade.
Resgatar as diferentes modas de dança.
Explorar plano, simetria e espaço, (discussão, reflexão sobre a importância da junção na
dança).
3- Objetivo Geral
    Por meio da dança, o educando experimenta um meio de expressão diferente da
       palavra.
    Ao falar com o corpo, ele abre a possibilidade de conhecer a si mesmo de outra
       maneira e melhorar a auto-estima.
    O simples prazer de movimentar o corpo alivia o estresse diário e as tensões
       escolares. Para isso, é importante que o corpo não seja tratado como instrumento,
       mas como forma de comunicação.
    Pouco adianta, por exemplo, ensaiar exaustivamente uma coreografia se a
       atividade for apenas mecânica.


4-Desenvolvimento:
      Promover encontros semanais fora do horário de aula.
      Criar condições para que os educandos possam sentir satisfação no ato de dançar.
      Disciplinar-se, reeducar-se para: ouvir, sentir, perceber, compreender-se no tempo
       e espaço.
      Ampliar sua ciência e consciência de corpo.
      Cumprir tarefas rítmicas.


5- Material

      Espaço físico da Unidade Escola;
      Aparelho de Som;
      DVD / CD;
      Vestimentos.


6- CONTEÚDO:


      Forró Universitário
      Salsa
      Bolero
      Soltinho
8- AVALIAÇÃO:


      Assiduidade.
      Participação.
      Disciplina.
      Apresentações na escola.



9- Importância da dança


A dança na vida das crianças é fundamental, tanto para sua formação artística quanto
para sua integração social. Tudo porque a dança desenvolve os estímulos:

TÁTIL         –Sentir os movimentos e seus benefícios para seu corpo.
VISUAL        –Ver os movimentos e transformá-los em atos.
AUDITIVO      –Ouvir a música e dominar o seu ritmo.
AFETIVO       –Emoções e sentimentos transpostos na coreografia.
COGNITIVO     –Raciocínio, ritmo, coordenação.
MOTOR         –Esquema corporal.



10-Benefícios da dança de salão


Para que o homem evite a alienação é necessário, que tome consciência de seu próprio
corpo, do movimento consciente e criativo, de suas possibilidades expressivas, do uso de
seu espaço, do sentido do tempo e de sua relação com os demais. A forma como funciona
a sociedade em que vivemos, nos leva a ter uma visão fragmentada sobre tudo o que nos
rodeia.
A vida atual do homem nas grandes cidades, longe da natureza, de sentimentos e
manifestações      espontâneas,     leva-o   a   massificação      e   o    estereotipam.
A dança de salão pode nos proporcionar um conhecimento mais profundo de nossos
corpos: seus limites, a beleza de seus movimentos, a alegria da expressão corporal.
Cada passo é uma extensão de nosso corpo, pois transmite nossas sensações diante de
alguma música, nossa reação está diretamente ligada à emoção que a música nos causa.
Nosso corpo tende a se expressar mais lentamente em momentos em que estamos tristes,
nossos movimentos parece que expandem a tristeza que sentimos para o ambiente em
que estamos, por outro lado, quando estamos alegres, expressamos tal situação em
movimentos alegres e descontraídos contagiando o ambiente e as pessoas que estão à
nossa volta. (FREITAS, 1998).
Referências Bibliográficas:


BRASIL - Ministério da Educação - Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais. Brasília, 1997.
CANDAU, Vera Maria (Org). Magistério. Construção Cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1997.
CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. São Paulo: Papirus, 1986.
FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d'Água, 1995.
GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão - um estudo da psicologia da representação pictórica. São
Paulo: Martins Fontes, 1986.
LÉVY, Pierre. O que é o virtual?. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34 Coleção
TRANS), 1996.
 Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez: Brasília, DF :
UNESCO, 2000.
PILLAR, Analice Dutra (Org). A Educação do Olhar no Ensino das Artes. Porto Alegre:
Mediação, 1999.
DAMÁSIO, António. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento
de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
____________. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.
Cury, Augusto. Pais brilhantes e Professores fascinantes.
CANDAU, V. M. (Org.). Magistério: Construção Cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1997.
CHOMSKY, N. Reflexões sobre a linguagem. Trad. Carlos Vogt (et al.). São Paulo: Cultrix,
1980.
DIENES, Z.P.;GOLDING, E.W. Exploração do espaço e prática da medição. Editora Herder,
São Paulo, 1969.
FAINGUELERNT, E.K. Educação Matemática: Representação e Construção em
Parâmetros curriculares nacionais de matemática, 2ciclo.
BRANCHER.        Leoberto Narciso. Cidadania e transformação social.
 Papert, Seymour. Logo; computadores e educação.Tradução José Armando Valente e
beatriz Bilteman, 1edição, ED.brasiliense s/a, 1985.

Nova Escola
Internet
www.epdança.com.br
www.stellaaguiar.com.br
www.dancadesalao.com/passosecompassos.com.br
www.jaumearoxasp.com.br
www.dancart.com.br
www.celsovieira.com.br
www.celsovieira.com.br

Projeto de Dança de Salão

  • 1.
    DRE CAPELA DOSOCORRO EMEF “JOÃO DA SILVA” PROJETO: IUCHIKAW DANÇANDO NA ESCOLA Tempo de duração: 15/08/11 a 05/12/2011. Turmas e Séries envolvidas Ensino Fundamental I e II Professor Responsável: Jackson Gomes Tolentino RF. 7485689.1 Jornada: JEIF Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental I e II 1-Justificativa Alguns conceitos como cidadania confunde-se com deveres e direito. Solidariedade, Respeito, Justiça, Compartilhar são conceitos praticamente não exercidos entre os alunos, o que quase gera atos de violência e agressões como; física, ao seu próprio corpo, aos profissionais da escola, desinteresse e desvalorização de sua cultura adquirida e á adquirir através dos orientadores educacionais. Em virtude disso os trabalhos realizados em sala de aula perdem resultados qualitativos e quantitativos, dificultando o trabalho realizado pelos profissionais da escola, mau conservação do patrimônio, enfim nosso principal objetivo que é o aluno, se confunde ao meio deste cenário 2-Objetivo Específico A partir dos diversos ritmos da dança de salão os alunos produzirão o seu próprio saber e desenvolverão os fatos históricos e geográficos ocorridos desde o descobrimento, para ampliar seu universo cultural e construir uma visão crítica da realidade do país. Estes conhecimentos auxiliam a busca de uma melhor qualidade de vida para o indivíduo e para a sua comunidade. Respeitar diferentes grupos e culturas. Conhecer e valorizar os grupos que formam nossa sociedade. Resgatar as diferentes modas de dança. Explorar plano, simetria e espaço, (discussão, reflexão sobre a importância da junção na dança).
  • 2.
    3- Objetivo Geral  Por meio da dança, o educando experimenta um meio de expressão diferente da palavra.  Ao falar com o corpo, ele abre a possibilidade de conhecer a si mesmo de outra maneira e melhorar a auto-estima.  O simples prazer de movimentar o corpo alivia o estresse diário e as tensões escolares. Para isso, é importante que o corpo não seja tratado como instrumento, mas como forma de comunicação.  Pouco adianta, por exemplo, ensaiar exaustivamente uma coreografia se a atividade for apenas mecânica. 4-Desenvolvimento:  Promover encontros semanais fora do horário de aula.  Criar condições para que os educandos possam sentir satisfação no ato de dançar.  Disciplinar-se, reeducar-se para: ouvir, sentir, perceber, compreender-se no tempo e espaço.  Ampliar sua ciência e consciência de corpo.  Cumprir tarefas rítmicas. 5- Material  Espaço físico da Unidade Escola;  Aparelho de Som;  DVD / CD;  Vestimentos. 6- CONTEÚDO:  Forró Universitário  Salsa  Bolero  Soltinho
  • 3.
    8- AVALIAÇÃO:  Assiduidade.  Participação.  Disciplina.  Apresentações na escola. 9- Importância da dança A dança na vida das crianças é fundamental, tanto para sua formação artística quanto para sua integração social. Tudo porque a dança desenvolve os estímulos: TÁTIL –Sentir os movimentos e seus benefícios para seu corpo. VISUAL –Ver os movimentos e transformá-los em atos. AUDITIVO –Ouvir a música e dominar o seu ritmo. AFETIVO –Emoções e sentimentos transpostos na coreografia. COGNITIVO –Raciocínio, ritmo, coordenação. MOTOR –Esquema corporal. 10-Benefícios da dança de salão Para que o homem evite a alienação é necessário, que tome consciência de seu próprio corpo, do movimento consciente e criativo, de suas possibilidades expressivas, do uso de seu espaço, do sentido do tempo e de sua relação com os demais. A forma como funciona a sociedade em que vivemos, nos leva a ter uma visão fragmentada sobre tudo o que nos rodeia. A vida atual do homem nas grandes cidades, longe da natureza, de sentimentos e manifestações espontâneas, leva-o a massificação e o estereotipam. A dança de salão pode nos proporcionar um conhecimento mais profundo de nossos corpos: seus limites, a beleza de seus movimentos, a alegria da expressão corporal. Cada passo é uma extensão de nosso corpo, pois transmite nossas sensações diante de alguma música, nossa reação está diretamente ligada à emoção que a música nos causa. Nosso corpo tende a se expressar mais lentamente em momentos em que estamos tristes, nossos movimentos parece que expandem a tristeza que sentimos para o ambiente em que estamos, por outro lado, quando estamos alegres, expressamos tal situação em movimentos alegres e descontraídos contagiando o ambiente e as pessoas que estão à nossa volta. (FREITAS, 1998).
  • 4.
    Referências Bibliográficas: BRASIL -Ministério da Educação - Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília, 1997. CANDAU, Vera Maria (Org). Magistério. Construção Cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1997. CERTEAU, Michel de. A cultura no plural. São Paulo: Papirus, 1986. FREIRE, Paulo. À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d'Água, 1995. GOMBRICH, E. H. Arte e Ilusão - um estudo da psicologia da representação pictórica. São Paulo: Martins Fontes, 1986. LÉVY, Pierre. O que é o virtual?. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34 Coleção TRANS), 1996. Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez: Brasília, DF : UNESCO, 2000. PILLAR, Analice Dutra (Org). A Educação do Olhar no Ensino das Artes. Porto Alegre: Mediação, 1999. DAMÁSIO, António. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. ____________. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. Cury, Augusto. Pais brilhantes e Professores fascinantes. CANDAU, V. M. (Org.). Magistério: Construção Cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1997. CHOMSKY, N. Reflexões sobre a linguagem. Trad. Carlos Vogt (et al.). São Paulo: Cultrix, 1980. DIENES, Z.P.;GOLDING, E.W. Exploração do espaço e prática da medição. Editora Herder, São Paulo, 1969. FAINGUELERNT, E.K. Educação Matemática: Representação e Construção em Parâmetros curriculares nacionais de matemática, 2ciclo. BRANCHER. Leoberto Narciso. Cidadania e transformação social. Papert, Seymour. Logo; computadores e educação.Tradução José Armando Valente e beatriz Bilteman, 1edição, ED.brasiliense s/a, 1985. Nova Escola Internet www.epdança.com.br www.stellaaguiar.com.br www.dancadesalao.com/passosecompassos.com.br www.jaumearoxasp.com.br www.dancart.com.br www.celsovieira.com.br www.celsovieira.com.br