PRIMEIROS SOCORROS
Define-se como Primeiro Socorros, os primeiros cuidados recebidos por um ser vivo, logo
após este ter sofrido lesões, oriundas de um acidente ou de qualquer outro tipo de evento.
PRIMEIROS SOCORROS
SINAIS VITAIS
Os Sinais vitais são indicadores do estado de saúde de um paciente. A mensuração
dos sinais vitais tem o objetivo de avaliar as funções corporais básicas do corpo
humano, e variam conforme a condição clínica do paciente.
TEMPERATURA:
É a medida do calor corporal, é o equilíbrio entre o calor produzido e o calor perdido pelo
corpo.
É considerado normal quando está entre 36º e 37,2º graus, podendo variar conforme o
local de coleta dos dados.
PULSO:
Habitualmente para controle e monitoramento o pulso é verificado no ponto radial.
 Adulto 60 a 100 BPM
 Adolescentes 60 a 90 BPM
 Criança 75 a 140 BPM
 Lactente 120 a 160 BPM
RESPIRAÇÃO:
Tem a função de suprir as células do corpo de oxigênio e retirar o excesso de dióxido de
carbono.
 Adulto 12 a 20 IRPM
 Adolescente 16 a 20 IRPM
 Criança 20 a 32 IRPM
 Lactente 30 a 50 IRPM
IRPM = INCURSÕES RESPIRATÓRIAS POR MINUTO
PRESSÃO ARTERIAL:
A pressão arterial é a força do sangue exercida contra a paredes das artérias, sendo a maior
chamada de sistólica e a menor diastólica.
 Normal 130 x 80
DOR:
A dor já é considerada o 5º sinal vital. A avaliação da dor é um processo complexo no
qual o pesquisador só pode realizá-la a partir do relato de quem sofre uma agressão
tecidual. A precisão na descrição da dor tem como indicativo o relato subjetivo do
paciente.
ESCALA NUMÉRICA ESCALA ANALÓGICA
ESCALA DE FACES
AVALIAÇÃO DA CENA
A avaliação do cenário consiste em entender como aconteceu o acidente e uma boa
avaliação é extremamente importante para um atendimento eficiente e seguro. Para isso o
socorrista sempre deve se perguntar:
O que aconteceu?
Como aconteceu?
Por que aconteceu?
Qual foi o mecanismo da lesão?
Quantas pessoas se acidentaram?
Quais equipes precisam se envolver no socorro?
O local é seguro para um primeiro atendimento?
Se não, como tornar o local seguro e sinalizado?
TIPOS:
Obstrução parcial (leve)
Obstrução total com vítima consciente (grave)
Obstrução total com vítima inconsciente (grave)
CAUSAS:
Inchaço da garganta por reação alérgica
Afogamento
Corpo estranho preso na traqueia
SINAIS:
Ruídos anormais da respiração
Dificuldade de respirar e falar ou emitir sons
Em crianças choros anormais
Agitação
Cianose
DESOBSTRUÇÃO VIAS AÉREAS
TÉCNICA DE DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS
ADULTOS:
 Em adultos a técnica mais eficiente é a manobra de desengasgo ou manobra em J, e
somente deve ser usada quando houver a oclusão total das vias aéreas.
 Caso não ocorra a desobstrução a pessoa certamente ficará inconsciente. Caso falhe, inicie
imediatamente a RCP.
 Nos casos onde a obstrução é parcial o recomendado é que o socorrista induza a pessoa a
tossir com o tronco mais inclinado e nunca dar tapas nas costas.
Avalie – estimulo de voz e
toque nos pés
Observe – olhos, cianose e
ausência de sons
Faça 5 compressões
torácicas
Dê 5 pancadas entre as
escápulas
Se tornar-se inconsciente,
realize RCP. Antes da cada
ventilação verifique a
boca.
LACTENTES/ BEBÊ
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
É a ausência de movimentos respiratórios e de batimentos cardíacos, este quadro é muito
grave e requer socorro urgente e especializado, contudo procedimentos simples pode
manter os sinais vitais da vítima até a chegada do socorro especializado.
C = compressões torácicas
A = abertura das vias aéreas
B = ventilar
O QUE FAZER?
Após constatar a parada cardiorrespiratória, chame o socorro especializado
imediatamente informando o quadro clínico da vítima.
Faça a liberação das vias aéreas com a elevação do queixo.
Inicie imediatamente as compressões cardíacas.
A sequencia de compressões cardíacas devem ser feitas 30 vezes com afundamento de
5 a 6 cm a cada 2 insuflações, por 5 ciclos quando se tem as máscara pocket ou o
AMBU. Quando não se tem estes equipamentos ou o socorrista está sozinho deve ser
feitas 100 compressões no ritmo, a cada ciclo verificar o retorno dos sinais vitais.
ADULTOS/ADOLESCENTES LACTENTES/NEONATOS
CRIANÇAS
POSICIONAMENTO PARA REALIZAR A MANOBRA DE RCP
POSICIONAMENTO PARA REALIZAR A MANOBRA DE RCP
CICLOS DE RCP COM 1 E 2 SOCORRISTA
1 socorrista 2 socorrista ou mais
Adulto 30 x 2 x 5 ciclos 30 x 2 x 2minutos (10 ciclos)
Criança 30 x 2 x 5 ciclos 15 x 2 x 2minutos (5 ciclos )
Lactente 30 x 2 x 5 ciclos 15 x 2 x 2minutos (10 ciclos)
SITUAÇÕES ESPECIAIS – GESTANTE COM MAIS DE 20 SEMANAS
DE GESTAÇÃO
DESLOCAMENTO LATERAL DO ÚTERO PARA ESQUERDA
QUANDO NÃO FAZER A RCP (REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR)
 Paciente acordado
 Com Pulso.
 Respirando
 Falando
PONTOS DE PULSAÇÃO
Os desfibriladores são aparelhos projetados para proporcionar um choque elétrico que
interrompe a atividade elétrica anormal (“anarquia”) de um coração doente; este choque
despolariza temporariamente um coração que pulsa de modo irregular, permitindo que
uma atividade de contração mais adequada se inicie.
DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
Quanto mais cedo a desfibrilação, mais alta a taxa de sobrevivência. O socorrista tem
apenas alguns minutos depois da perda da consciência para restabelecer um ritmo de
perfusão.
A RCP pode manter um paciente por um período breve, mas não pode restabelecer
diretamente um ritmo organizado. Restabelecer um ritmo de perfusão requer RCP imediata
seguida de desfibrilação nos primeiros minutos da parada inicial e para isso o socorrista
deverá dispor de um desfibrilador externo automático (DEA).
DESFIBRILAÇÃO - ADULTOS
Forneça RCP
.
Reinicie RCP.
Se indicado,
aplique o
choque.
Quando disponível ,
use o DEA
imediatamente.
Obs: Se o choque não for indicado
e o paciente não mostra sinais de circulação, reinicie RCP.
DESFIBRILAÇÃO - CRIANÇAS
Forneça RCP. Reinicie RCP.
Se indicado,
aplique o choque.
Quando disponível, use
o DEA imediatamente.
Obs: Se o choque não for indicado e o paciente não mostra sinais de
circulação, reinicie RCP.
É um estado de déficit do sistema circulatório e ele pode ocorrer de varias formas.
ESTADO DE CHOQUE
 HIPOVOLÊMICO – Causado pela perda de grandes volumes de sangue
podendo levar à morte em poucos minutos. Os sintomas são pulso fraco e
rápido; pele fria e pegajosa; ansiedade; palidez e sudorese.
 ANAFILÁTICO – Causado por uma reação alérgica grave, os primeiros
sintomas, segundo Castro, são coceira, inchaço nos lábios, pálpebras ou
glote, tontura e falta de ar.
CARDIOGÊNICO – Se dá pela incapacidade do coração bombear sangue
para todo o corpo, geralmente é causado por arritmias, IAM e
cardiopatias. Os sintomas são pressão arterial baixa; aumento da
frequência cardíaca, pele fria e úmida
NEUROGÊNICO – Dilatação dos vasos sanguíneos por causa de uma
lesão medular. Os sintomas são pele quente e seca; hipotensão e
bradicardia.
SÉPTICO – Uma infecção que se alastra pelo corpo, rapidamente,
afetando vários órgãos e que pode levar à morte. Os sintomas são
extremidades frias e pálidas; temperatura alta ou muito baixa; tontura;
pressão arterial baixa; tremores; frequência cardíaca acelerada
Caso a pessoa esteja consciente, deve-se deitar num local arejado e seguro e tentar afrouxar
as roupas do corpo, desapertando os botões e fechos e alargando gravatas e lenços, por
exemplo, mas ao mesmo tempo, tentar manter a temperatura normal do corpo. Deve-se
ainda levantar ligeiramente as pernas, num ângulo de cerca de 45º e tentar acalmá-la
enquanto se chama a emergência médica.
Caso a pessoa esteja inconsciente, deve ser colocado em posição lateral de segurança e
chamar a emergência médica, que a levará para o hospital. Saiba como fazer a posição lateral
de segurança.
Além disso, é importante que nunca se dê de beber à vítima, caso ela esteja inconsciente.
O QUE FAZER NO ESTADO DE CHOQUE?
HEMORRAGIAS
As hemorragias nada mais são do que o extravasamento de sangue. Existem dois tipos de
hemorragias:
Externa: Quando o sangue extravasa para fora do corpo, e muitas vezes podem ser
controladas com procedimentos simples.
Interna: Essa deve ser considerada grave, é identificada por aumento da temperatura no
local do ferimento, vermelhidão e enrijecimento, e seu tratamento tem que ser feito
somente em hospital.
 Arterial: Saída intermitente, sangue vermelho brilhante.
 Venosa: Saída continua, vermelho escuro.
 Capilar: Saída de sangue em pequena quantidade.
MOVIMENTAÇÃO, REMOÇÃO E TRANSPORTE DE VÍTIMAS
Vítimas com suspeita de lesão na coluna requerem cautela na sua remoção.
Sua movimentação deve ser feita em bloco e sempre usando técnicas adequadas de :
Rolamento
Levantamento
Arrastamento
QUEIMADURAS
As queimaduras também são um tipo de lesão, e podem atingir as camadas mais profundas
da pele, nervos, músculos, órgãos e ossos e sua gravidade se dá quanto a profundidade e
extensão.
Existem vários tipos de queimaduras sendo elas:
Térmica (calor ou frio)
Química
Elétrica
Radiação
A CLASSIFICAÇÃO DAS QUEIMADURAS SÃO FEITAS EM 4 TIPOS DE
GRAU.
1º GRAU – Queimadura
superficial, atinge apenas a
camada mais externa da
pele, é reconhecida pela
vermelhidão e dor local.
2º GRAU – Atinge a derme e
epiderme, é reconhecida pela
formação de bolhas.
3º GRAU – Atinge a camada mais
profunda da pele e nervos, não
há dor.
4º GRAU – Atinge órgãos
internos e ossos.
Anéis, pulseiras e cordões devem ser retirados imediatamente ao acontecido para evitar
que fiquem presos no caso de edemas.
Não se deve retirar tecidos presos no local da lesão, exceto quando a queimadura for por
produto químico.
O olho atingido por produto químico deve ser lavado com água corrente ou soro fisiológico,
e sempre no sentido oposto ao outro olho e a vítima deve ser conduzida com os dois olhos
tapados.
Atenção!
FERIMENTOS
Os ferimentos são lesões que podem atingir a pele, músculos, e ossos. Eles são
classificados conforme sua profundidade.
Os ferimentos superficiais podem ser pequenos cortes ou arranhões na epiderme.
Já os profundos podem atingir camadas mais interna da pele nervos, músculos e ossos.
Fratura é a quebra ou ruptura do osso, causada por um impacto de intensidade variável.
Elas podem ser reconhecidas por:
Incapacidade total ou parcial de movimentos
Dificuldades e dor aos movimentos
Inchaço na área atingida
Posição anormal do membro fraturado
Traumatismo
AS FRATURAS PODEM SER:
Múltiplas
Parciais ou totais
Abertas ou fechadas
FRATURAS
CASOS CLÍNICOS
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) INFARTO DO CORAÇÃO
É uma lesão no musculo do coração causada pela obstrução de numa artéria coronária.
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) - DERRAME CEREBRAL
É a obstrução dos vasos sanguíneos do cérebro (isquêmico) ou a ruptura de um ou mais
vasos (hemorrágico).
ESCALA DO AVC DE CINCINNATI
A escala de Cincinnati é uma ferramenta para avaliação rápida de um paciente em quem
suspeitamos de acidente vascular cerebral.
A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença caracterizada pela elevação dos
níveis tensionais no sangue.
 Hipotensão, ou pressão baixa, significa que a sua pressão arterial é mais baixa do que o
esperado.
HIPERTENSÃO E HIPOTENSÃO
É a perda momentânea da consciência. Pode ocorrer, por exemplo, por falta de alimentação,
após uma doação de sangue, ou quando se presencia alguém sangrando ou sofrendo.
Manifesta-se com palidez, transpiração abundante, perturbação visual e pulso fraco.
COMO PROCEDER?
 Remova a vítima para um ambiente arejado.
 Desaperte-lhe as roupas, deixando-a confortável.
 Coloque a vítima deitada de costas, com as pernas elevadas e a cabeça baixa.
 Se o desmaio durar mais de dois minutos, procure auxílio médico.
 Mantenha sempre as vias aéreas livres.
 Não ofereça nada para cheirar, beber ou comer. Caso a vítima volte a si, após
alguns minutos, tente coloca-la sentada e depois, devagar, ajude-a a ficar em
pé, sempre amparando-a até ter certeza de que voltou ao normal.
DESMAIOS
CONVULSÃO / EPILEPSIA
A epilepsia é uma doença crônica causada por diversos fatores, enquanto a convulsão, é
um tipo intenso de ataque epilético, que não indica que o paciente tenha epilepsia,
necessariamente, a não ser que estas convulsões sejam recorrentes.
As convulsões são contrações incontroláveis dos músculos. Elas duram poucos minutos, são
contrações fortes, com movimentos desordenados e, em geral, acompanhadas de perda de
consciência.
É comum a recuperação dos sentidos, não apresentando maiores problemas, até cinco
minutos. Se persistir por tempo maior, deve-se pedir ajuda médica.
Geralmente, durante a convulsão, além da contratura desordenada da musculatura, há
salivação abundante, ás vezes, eliminação de fezes e urina. A queda da vítima é quase
sempre desamparada, podendo ocorrer ferimentos.
COMO PROCEDER?
 Proteja a cabeça da vítima.
 Afrouxe as roupas. Deixe-a debater-se livremente.
 Evite a mordedura da língua, colocando um lenço dobrado entre as arcadas dentárias.
Nunca coloque algum objeto entre os dentes da vítima. Ela pode quebrá-los. Cuidado para
não ter seus dedos mordidos com violência.
 Uma vez sem a convulsão, mantenha a vítima em repouso.
 Após a convulsão, é comum a sonolência. Deixe-a dormir.
 Oriente a vítima a procurar um médico.
É um desequilíbrio do nível de glicose no sangue e seu tratamento merece urgência e em hospital
COMO RECONHECER A QUEDA DE GLICOSE NO DIABÉTICO?
 Alteração da respiração, que se torna mais rápida, com sensação de cansaço.
 Pulso rápido. Há aceleração do coração.
 Sensação de fraqueza.
 Mudança na aparência, com tremor fino.
 Alteração do nível de consciência e ansiedade.
COMO PROCEDER?
 Dê imediatamente orientação para que a vitima coma algo doce. Um copo de água com duas
colheres (de sopa) de açúcar, uma barra de chocolate ou balas são técnicas domésticas mais
comuns.
 Não se preocupe com a quantidade de açúcar que está oferecendo. A falta de glicose no sangue à
perda da consciência, pois o açúcar é fundamental para o metabolismo do cérebro.
 Não deixe de procurar uma ajuda médica em seguida.
DIABETES
BIBLIOGRAFIA:
 CBMMG (CORPO DE BOMBEIROS DE MINAS GERAIS)
IT 12 – Brigada de Incêndio – 3ª Edição (Alterada pela Portaria 61/2020
IT 15 – Sinalização de Emergência (Alterada pela Portaria 61/2020
IT 16 – Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio – 3ª Edição (Alterada pela Portaria 61/2020)
ITO 23 – Protocolo de Atendimento Pré-hospitalar
 NBR (NORMA BRASILEIRA REGULAMENTADORA) / ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS)
14276 – Brigada de Incêndio
12693 – Sistema de Proteção por Extintor de Incêndio
 Imagens/ Fotos do Google
 Vídeos do YouTube
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slideprimeirossocorrosbrigada-230313193854-e8bf7798.pdf

  • 1.
  • 2.
    Define-se como PrimeiroSocorros, os primeiros cuidados recebidos por um ser vivo, logo após este ter sofrido lesões, oriundas de um acidente ou de qualquer outro tipo de evento. PRIMEIROS SOCORROS
  • 3.
    SINAIS VITAIS Os Sinaisvitais são indicadores do estado de saúde de um paciente. A mensuração dos sinais vitais tem o objetivo de avaliar as funções corporais básicas do corpo humano, e variam conforme a condição clínica do paciente. TEMPERATURA: É a medida do calor corporal, é o equilíbrio entre o calor produzido e o calor perdido pelo corpo. É considerado normal quando está entre 36º e 37,2º graus, podendo variar conforme o local de coleta dos dados.
  • 4.
    PULSO: Habitualmente para controlee monitoramento o pulso é verificado no ponto radial.  Adulto 60 a 100 BPM  Adolescentes 60 a 90 BPM  Criança 75 a 140 BPM  Lactente 120 a 160 BPM
  • 5.
    RESPIRAÇÃO: Tem a funçãode suprir as células do corpo de oxigênio e retirar o excesso de dióxido de carbono.  Adulto 12 a 20 IRPM  Adolescente 16 a 20 IRPM  Criança 20 a 32 IRPM  Lactente 30 a 50 IRPM IRPM = INCURSÕES RESPIRATÓRIAS POR MINUTO
  • 6.
    PRESSÃO ARTERIAL: A pressãoarterial é a força do sangue exercida contra a paredes das artérias, sendo a maior chamada de sistólica e a menor diastólica.  Normal 130 x 80
  • 7.
    DOR: A dor jáé considerada o 5º sinal vital. A avaliação da dor é um processo complexo no qual o pesquisador só pode realizá-la a partir do relato de quem sofre uma agressão tecidual. A precisão na descrição da dor tem como indicativo o relato subjetivo do paciente. ESCALA NUMÉRICA ESCALA ANALÓGICA ESCALA DE FACES
  • 8.
    AVALIAÇÃO DA CENA Aavaliação do cenário consiste em entender como aconteceu o acidente e uma boa avaliação é extremamente importante para um atendimento eficiente e seguro. Para isso o socorrista sempre deve se perguntar: O que aconteceu? Como aconteceu? Por que aconteceu? Qual foi o mecanismo da lesão? Quantas pessoas se acidentaram? Quais equipes precisam se envolver no socorro? O local é seguro para um primeiro atendimento? Se não, como tornar o local seguro e sinalizado?
  • 9.
    TIPOS: Obstrução parcial (leve) Obstruçãototal com vítima consciente (grave) Obstrução total com vítima inconsciente (grave) CAUSAS: Inchaço da garganta por reação alérgica Afogamento Corpo estranho preso na traqueia SINAIS: Ruídos anormais da respiração Dificuldade de respirar e falar ou emitir sons Em crianças choros anormais Agitação Cianose DESOBSTRUÇÃO VIAS AÉREAS
  • 10.
    TÉCNICA DE DESOBSTRUÇÃODE VIAS AÉREAS ADULTOS:  Em adultos a técnica mais eficiente é a manobra de desengasgo ou manobra em J, e somente deve ser usada quando houver a oclusão total das vias aéreas.  Caso não ocorra a desobstrução a pessoa certamente ficará inconsciente. Caso falhe, inicie imediatamente a RCP.  Nos casos onde a obstrução é parcial o recomendado é que o socorrista induza a pessoa a tossir com o tronco mais inclinado e nunca dar tapas nas costas.
  • 11.
    Avalie – estimulode voz e toque nos pés Observe – olhos, cianose e ausência de sons Faça 5 compressões torácicas Dê 5 pancadas entre as escápulas Se tornar-se inconsciente, realize RCP. Antes da cada ventilação verifique a boca. LACTENTES/ BEBÊ
  • 12.
    PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA É aausência de movimentos respiratórios e de batimentos cardíacos, este quadro é muito grave e requer socorro urgente e especializado, contudo procedimentos simples pode manter os sinais vitais da vítima até a chegada do socorro especializado. C = compressões torácicas A = abertura das vias aéreas B = ventilar
  • 13.
    O QUE FAZER? Apósconstatar a parada cardiorrespiratória, chame o socorro especializado imediatamente informando o quadro clínico da vítima. Faça a liberação das vias aéreas com a elevação do queixo. Inicie imediatamente as compressões cardíacas. A sequencia de compressões cardíacas devem ser feitas 30 vezes com afundamento de 5 a 6 cm a cada 2 insuflações, por 5 ciclos quando se tem as máscara pocket ou o AMBU. Quando não se tem estes equipamentos ou o socorrista está sozinho deve ser feitas 100 compressões no ritmo, a cada ciclo verificar o retorno dos sinais vitais.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    CICLOS DE RCPCOM 1 E 2 SOCORRISTA 1 socorrista 2 socorrista ou mais Adulto 30 x 2 x 5 ciclos 30 x 2 x 2minutos (10 ciclos) Criança 30 x 2 x 5 ciclos 15 x 2 x 2minutos (5 ciclos ) Lactente 30 x 2 x 5 ciclos 15 x 2 x 2minutos (10 ciclos)
  • 17.
    SITUAÇÕES ESPECIAIS –GESTANTE COM MAIS DE 20 SEMANAS DE GESTAÇÃO DESLOCAMENTO LATERAL DO ÚTERO PARA ESQUERDA
  • 18.
    QUANDO NÃO FAZERA RCP (REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR)  Paciente acordado  Com Pulso.  Respirando  Falando
  • 19.
  • 20.
    Os desfibriladores sãoaparelhos projetados para proporcionar um choque elétrico que interrompe a atividade elétrica anormal (“anarquia”) de um coração doente; este choque despolariza temporariamente um coração que pulsa de modo irregular, permitindo que uma atividade de contração mais adequada se inicie. DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO
  • 21.
    Quanto mais cedoa desfibrilação, mais alta a taxa de sobrevivência. O socorrista tem apenas alguns minutos depois da perda da consciência para restabelecer um ritmo de perfusão. A RCP pode manter um paciente por um período breve, mas não pode restabelecer diretamente um ritmo organizado. Restabelecer um ritmo de perfusão requer RCP imediata seguida de desfibrilação nos primeiros minutos da parada inicial e para isso o socorrista deverá dispor de um desfibrilador externo automático (DEA).
  • 22.
    DESFIBRILAÇÃO - ADULTOS ForneçaRCP . Reinicie RCP. Se indicado, aplique o choque. Quando disponível , use o DEA imediatamente. Obs: Se o choque não for indicado e o paciente não mostra sinais de circulação, reinicie RCP.
  • 23.
    DESFIBRILAÇÃO - CRIANÇAS ForneçaRCP. Reinicie RCP. Se indicado, aplique o choque. Quando disponível, use o DEA imediatamente. Obs: Se o choque não for indicado e o paciente não mostra sinais de circulação, reinicie RCP.
  • 24.
    É um estadode déficit do sistema circulatório e ele pode ocorrer de varias formas. ESTADO DE CHOQUE  HIPOVOLÊMICO – Causado pela perda de grandes volumes de sangue podendo levar à morte em poucos minutos. Os sintomas são pulso fraco e rápido; pele fria e pegajosa; ansiedade; palidez e sudorese.  ANAFILÁTICO – Causado por uma reação alérgica grave, os primeiros sintomas, segundo Castro, são coceira, inchaço nos lábios, pálpebras ou glote, tontura e falta de ar.
  • 25.
    CARDIOGÊNICO – Sedá pela incapacidade do coração bombear sangue para todo o corpo, geralmente é causado por arritmias, IAM e cardiopatias. Os sintomas são pressão arterial baixa; aumento da frequência cardíaca, pele fria e úmida NEUROGÊNICO – Dilatação dos vasos sanguíneos por causa de uma lesão medular. Os sintomas são pele quente e seca; hipotensão e bradicardia. SÉPTICO – Uma infecção que se alastra pelo corpo, rapidamente, afetando vários órgãos e que pode levar à morte. Os sintomas são extremidades frias e pálidas; temperatura alta ou muito baixa; tontura; pressão arterial baixa; tremores; frequência cardíaca acelerada
  • 26.
    Caso a pessoaesteja consciente, deve-se deitar num local arejado e seguro e tentar afrouxar as roupas do corpo, desapertando os botões e fechos e alargando gravatas e lenços, por exemplo, mas ao mesmo tempo, tentar manter a temperatura normal do corpo. Deve-se ainda levantar ligeiramente as pernas, num ângulo de cerca de 45º e tentar acalmá-la enquanto se chama a emergência médica. Caso a pessoa esteja inconsciente, deve ser colocado em posição lateral de segurança e chamar a emergência médica, que a levará para o hospital. Saiba como fazer a posição lateral de segurança. Além disso, é importante que nunca se dê de beber à vítima, caso ela esteja inconsciente. O QUE FAZER NO ESTADO DE CHOQUE?
  • 27.
    HEMORRAGIAS As hemorragias nadamais são do que o extravasamento de sangue. Existem dois tipos de hemorragias: Externa: Quando o sangue extravasa para fora do corpo, e muitas vezes podem ser controladas com procedimentos simples. Interna: Essa deve ser considerada grave, é identificada por aumento da temperatura no local do ferimento, vermelhidão e enrijecimento, e seu tratamento tem que ser feito somente em hospital.  Arterial: Saída intermitente, sangue vermelho brilhante.  Venosa: Saída continua, vermelho escuro.  Capilar: Saída de sangue em pequena quantidade.
  • 28.
    MOVIMENTAÇÃO, REMOÇÃO ETRANSPORTE DE VÍTIMAS Vítimas com suspeita de lesão na coluna requerem cautela na sua remoção. Sua movimentação deve ser feita em bloco e sempre usando técnicas adequadas de : Rolamento Levantamento Arrastamento
  • 29.
    QUEIMADURAS As queimaduras tambémsão um tipo de lesão, e podem atingir as camadas mais profundas da pele, nervos, músculos, órgãos e ossos e sua gravidade se dá quanto a profundidade e extensão. Existem vários tipos de queimaduras sendo elas: Térmica (calor ou frio) Química Elétrica Radiação
  • 30.
    A CLASSIFICAÇÃO DASQUEIMADURAS SÃO FEITAS EM 4 TIPOS DE GRAU. 1º GRAU – Queimadura superficial, atinge apenas a camada mais externa da pele, é reconhecida pela vermelhidão e dor local. 2º GRAU – Atinge a derme e epiderme, é reconhecida pela formação de bolhas. 3º GRAU – Atinge a camada mais profunda da pele e nervos, não há dor. 4º GRAU – Atinge órgãos internos e ossos.
  • 31.
    Anéis, pulseiras ecordões devem ser retirados imediatamente ao acontecido para evitar que fiquem presos no caso de edemas. Não se deve retirar tecidos presos no local da lesão, exceto quando a queimadura for por produto químico. O olho atingido por produto químico deve ser lavado com água corrente ou soro fisiológico, e sempre no sentido oposto ao outro olho e a vítima deve ser conduzida com os dois olhos tapados. Atenção!
  • 32.
    FERIMENTOS Os ferimentos sãolesões que podem atingir a pele, músculos, e ossos. Eles são classificados conforme sua profundidade. Os ferimentos superficiais podem ser pequenos cortes ou arranhões na epiderme. Já os profundos podem atingir camadas mais interna da pele nervos, músculos e ossos.
  • 33.
    Fratura é aquebra ou ruptura do osso, causada por um impacto de intensidade variável. Elas podem ser reconhecidas por: Incapacidade total ou parcial de movimentos Dificuldades e dor aos movimentos Inchaço na área atingida Posição anormal do membro fraturado Traumatismo AS FRATURAS PODEM SER: Múltiplas Parciais ou totais Abertas ou fechadas FRATURAS
  • 34.
    CASOS CLÍNICOS INFARTO AGUDODO MIOCÁRDIO (IAM) INFARTO DO CORAÇÃO É uma lesão no musculo do coração causada pela obstrução de numa artéria coronária.
  • 35.
    ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL(AVC) - DERRAME CEREBRAL É a obstrução dos vasos sanguíneos do cérebro (isquêmico) ou a ruptura de um ou mais vasos (hemorrágico).
  • 36.
    ESCALA DO AVCDE CINCINNATI A escala de Cincinnati é uma ferramenta para avaliação rápida de um paciente em quem suspeitamos de acidente vascular cerebral.
  • 38.
    A hipertensão arterialou pressão alta é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis tensionais no sangue.  Hipotensão, ou pressão baixa, significa que a sua pressão arterial é mais baixa do que o esperado. HIPERTENSÃO E HIPOTENSÃO
  • 39.
    É a perdamomentânea da consciência. Pode ocorrer, por exemplo, por falta de alimentação, após uma doação de sangue, ou quando se presencia alguém sangrando ou sofrendo. Manifesta-se com palidez, transpiração abundante, perturbação visual e pulso fraco. COMO PROCEDER?  Remova a vítima para um ambiente arejado.  Desaperte-lhe as roupas, deixando-a confortável.  Coloque a vítima deitada de costas, com as pernas elevadas e a cabeça baixa.  Se o desmaio durar mais de dois minutos, procure auxílio médico.  Mantenha sempre as vias aéreas livres.  Não ofereça nada para cheirar, beber ou comer. Caso a vítima volte a si, após alguns minutos, tente coloca-la sentada e depois, devagar, ajude-a a ficar em pé, sempre amparando-a até ter certeza de que voltou ao normal. DESMAIOS
  • 40.
    CONVULSÃO / EPILEPSIA Aepilepsia é uma doença crônica causada por diversos fatores, enquanto a convulsão, é um tipo intenso de ataque epilético, que não indica que o paciente tenha epilepsia, necessariamente, a não ser que estas convulsões sejam recorrentes. As convulsões são contrações incontroláveis dos músculos. Elas duram poucos minutos, são contrações fortes, com movimentos desordenados e, em geral, acompanhadas de perda de consciência. É comum a recuperação dos sentidos, não apresentando maiores problemas, até cinco minutos. Se persistir por tempo maior, deve-se pedir ajuda médica. Geralmente, durante a convulsão, além da contratura desordenada da musculatura, há salivação abundante, ás vezes, eliminação de fezes e urina. A queda da vítima é quase sempre desamparada, podendo ocorrer ferimentos.
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    COMO PROCEDER?  Protejaa cabeça da vítima.  Afrouxe as roupas. Deixe-a debater-se livremente.  Evite a mordedura da língua, colocando um lenço dobrado entre as arcadas dentárias. Nunca coloque algum objeto entre os dentes da vítima. Ela pode quebrá-los. Cuidado para não ter seus dedos mordidos com violência.  Uma vez sem a convulsão, mantenha a vítima em repouso.  Após a convulsão, é comum a sonolência. Deixe-a dormir.  Oriente a vítima a procurar um médico.
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    É um desequilíbriodo nível de glicose no sangue e seu tratamento merece urgência e em hospital COMO RECONHECER A QUEDA DE GLICOSE NO DIABÉTICO?  Alteração da respiração, que se torna mais rápida, com sensação de cansaço.  Pulso rápido. Há aceleração do coração.  Sensação de fraqueza.  Mudança na aparência, com tremor fino.  Alteração do nível de consciência e ansiedade. COMO PROCEDER?  Dê imediatamente orientação para que a vitima coma algo doce. Um copo de água com duas colheres (de sopa) de açúcar, uma barra de chocolate ou balas são técnicas domésticas mais comuns.  Não se preocupe com a quantidade de açúcar que está oferecendo. A falta de glicose no sangue à perda da consciência, pois o açúcar é fundamental para o metabolismo do cérebro.  Não deixe de procurar uma ajuda médica em seguida. DIABETES
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    BIBLIOGRAFIA:  CBMMG (CORPODE BOMBEIROS DE MINAS GERAIS) IT 12 – Brigada de Incêndio – 3ª Edição (Alterada pela Portaria 61/2020 IT 15 – Sinalização de Emergência (Alterada pela Portaria 61/2020 IT 16 – Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio – 3ª Edição (Alterada pela Portaria 61/2020) ITO 23 – Protocolo de Atendimento Pré-hospitalar  NBR (NORMA BRASILEIRA REGULAMENTADORA) / ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS) 14276 – Brigada de Incêndio 12693 – Sistema de Proteção por Extintor de Incêndio  Imagens/ Fotos do Google  Vídeos do YouTube
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