Este artigo discute a prática do educador social que trabalha em abrigos para crianças e adolescentes. O autor argumenta que o educador deve adotar uma abordagem relacional comprometida com ressignificar as vidas dos jovens em situação de vulnerabilidade. Além disso, o educador deve ajudar os jovens a lidar com seus sofrimentos e conflitos. Por fim, o autor defende que a pesquisa de intervenção é importante para diagnosticar a realidade dos abrigos e promover sua transformação.