SlideShare uma empresa Scribd logo
O Padre António Vieira
e o seu tempo
Anónimo, Retrato do Padre António Vieira,
Casa Cadaval, Muge, Portugal.
Anónimo, Retrato do Padre António Vieira,
Casa Cadaval, Muge, Portugal.
Rembrandt,
A Ronda da Noite
(1642).
Homem Circunstância
«Eu sou eu e a minha circunstância.»
José Ortega y Gasset, Meditações do Quixote, 1914.
PENSAR
O século XVII
• Publicação de Dom Quixote, de Cervantes (1605).
• Consolidação da Revolução Científica (associada
ao trabalho de autores como Galileu ou Newton).
• Publicação do Discurso do Método, de Descartes (1637).
• Monarquia absolutista de Luís XIV (França).
• Afirmação da estética barroca (com pintores como
Rubens ou Rembrandt e compositores como Bach
ou Vivaldi).
Peter Paul Rubens,
Neptuno e Ceres (c. 1618).
• Continuação da expansão marítima europeia (Holanda
e Inglaterra consolidam o seu poder).
O século XVII
• Publicação de Dom Quixote, de Cervantes (1605).
• Consolidação da Revolução Científica (associada
ao trabalho de autores como Galileu ou Newton).
• Publicação do Discurso do Método, de Descartes (1637).
• Monarquia absolutista de Luís XIV (França).
• Afirmação da estética barroca (com pintores como
Rubens ou Rembrandt e compositores como Bach
ou Vivaldi).
• Continuação da expansão marítima europeia (Holanda
e Inglaterra consolidam o seu poder).
Portugal:
• Crise económica
e política.
• Restauração da
independência (1640) —
D. João IV assume
o poder.
• Afirmação do papel
da Inquisição.
• Descoberta de ouro
no Brasil.
(Lisboa, 1608 — Baía, 1697)
1614 — Com seis anos, parte para o Brasil com a sua família.
1623 — Inicia o noviciado na Companhia de Jesus; participando nas missões,
conhece o modo de vida das tribos indígenas e a sua língua.
António Vieira
Representação de indígenas
brasileiros feita por ocidentais,
incluída no Atlas Miller (1519).
1630 — Inicia a atividade de pregador.
1640 — Depois da restauração da independência,
regressa a Portugal, onde apoia D. João IV, vindo
a desempenhar o papel de diplomata.
Nos seus sermões, tece críticas à Inquisição,
instituição que o perseguirá quase até ao fim
da sua vida.
1653 — Desiludido com os resultados da sua atividade
diplomática e com a ação inquisitorial, volta ao Brasil.
Vieira Protetor dos Índios,
gravura do livro de André de Barros
Vida do Apostolico Padre Antonio
Vieyra da Companhia de Jesus… (1746).
1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes.
Regressa ao reino para defender os seus argumentos.
Anónimo, Santo António Pregando
aos Peixes, Convento de São
Francisco, Quito, Equador.
1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes.
Regressa ao reino para defender os seus argumentos.
Gregório Lopes, Pregação de Santo António aos Peixes (século XVI).
1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes.
Regressa ao reino para defender os seus argumentos.
Já no Brasil, ordena a libertação de índios cativos, vindo a ser alvo de grande
animosidade por parte dos moradores.
Oscar Pereira da Silva,
Desembarque de Pedro
Álvares Cabral em Porto
Seguro (1922).
1656 — Com a morte de D. João IV, perde a proteção de que antes beneficiara;
é preso e enviado para Portugal, onde a Inquisição continua a persegui-lo.
Anónimo, Expulsão do Padre António Vieira do Maranhão (gravura do século XVIII).
Parte, depois, para Roma, procurando proteção.
1673 — Reconhecido como exímio orador, é nomeado pregador da rainha Cristina da
Suécia.
Livre da Inquisição, regressa a Portugal, mas termina os seus dias no Brasil, ocupado
com a preparação da publicação dos seus sermões.
1697 — Morre na Baía.
Frontispício da 1.ª edição
dos Sermões de Vieira.
«António Vieira é de facto
o maior prosador
— direi mais,
é o maior artista —
da língua portuguesa.»
Fernando Pessoa,
Páginas Íntimas e de Autointerpretação.
Padre António Vieira, autor desconhecido
(início do século XVIII).

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
kikaveiga1
 
Os maias personagens
Os maias personagensOs maias personagens
Os maias personagens
Fátima Teixeira Kika
 
Oexp10 cronica joao_fernao_lopes
Oexp10 cronica joao_fernao_lopesOexp10 cronica joao_fernao_lopes
Oexp10 cronica joao_fernao_lopes
downa2013
 
ÁLvaro de campos
ÁLvaro de camposÁLvaro de campos
ÁLvaro de campos
Margarida Tomaz
 
Estrutura do Frei_Luis_de_Sousa
Estrutura do Frei_Luis_de_SousaEstrutura do Frei_Luis_de_Sousa
Estrutura do Frei_Luis_de_Sousa
gracacruz
 
Modalidade do verbo
Modalidade do verboModalidade do verbo
Modalidade do verbo
Ana Martins
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
ameliapadrao
 
Ricardo reis
Ricardo reisRicardo reis
Ricardo reis
Bruno Freitas
 
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidadeEnc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Fernanda Pereira
 
"Os Maias" - Personagens-tipo
"Os Maias" - Personagens-tipo"Os Maias" - Personagens-tipo
"Os Maias" - Personagens-tipo
João Pedro Costa
 
Antero de Quental.docx
Antero de Quental.docxAntero de Quental.docx
Antero de Quental.docx
silviaelisabete
 
Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
Seduc/AM
 
17 nov texto expositivo maias
17 nov texto expositivo maias17 nov texto expositivo maias
17 nov texto expositivo maias
Marlene Santos
 
Análise de poemas de Fernando Pessoa
Análise de poemas de Fernando PessoaAnálise de poemas de Fernando Pessoa
Análise de poemas de Fernando Pessoa
Margarida Rodrigues
 
Uma análise da obra amor de perdição de
Uma análise da obra amor de perdição deUma análise da obra amor de perdição de
Uma análise da obra amor de perdição de
Fernanda Pantoja
 
Deixis
DeixisDeixis
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António VieiraCapítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Alexandra Madail
 
Tomás de Alencar
Tomás de AlencarTomás de Alencar
Tomás de Alencar
Joana Filipa Rodrigues
 
Teste formativo 2 de psicologia B
Teste formativo 2 de psicologia BTeste formativo 2 de psicologia B
Teste formativo 2 de psicologia B
Silvia Revez
 
Relação entre as palavras
Relação entre as palavrasRelação entre as palavras
Relação entre as palavras
nelsonalves70
 

Mais procurados (20)

Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
 
Os maias personagens
Os maias personagensOs maias personagens
Os maias personagens
 
Oexp10 cronica joao_fernao_lopes
Oexp10 cronica joao_fernao_lopesOexp10 cronica joao_fernao_lopes
Oexp10 cronica joao_fernao_lopes
 
ÁLvaro de campos
ÁLvaro de camposÁLvaro de campos
ÁLvaro de campos
 
Estrutura do Frei_Luis_de_Sousa
Estrutura do Frei_Luis_de_SousaEstrutura do Frei_Luis_de_Sousa
Estrutura do Frei_Luis_de_Sousa
 
Modalidade do verbo
Modalidade do verboModalidade do verbo
Modalidade do verbo
 
Cesário verde
Cesário verdeCesário verde
Cesário verde
 
Ricardo reis
Ricardo reisRicardo reis
Ricardo reis
 
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidadeEnc11 amor perdicao_sintese_unidade
Enc11 amor perdicao_sintese_unidade
 
"Os Maias" - Personagens-tipo
"Os Maias" - Personagens-tipo"Os Maias" - Personagens-tipo
"Os Maias" - Personagens-tipo
 
Antero de Quental.docx
Antero de Quental.docxAntero de Quental.docx
Antero de Quental.docx
 
Amor de perdição
Amor de perdiçãoAmor de perdição
Amor de perdição
 
17 nov texto expositivo maias
17 nov texto expositivo maias17 nov texto expositivo maias
17 nov texto expositivo maias
 
Análise de poemas de Fernando Pessoa
Análise de poemas de Fernando PessoaAnálise de poemas de Fernando Pessoa
Análise de poemas de Fernando Pessoa
 
Uma análise da obra amor de perdição de
Uma análise da obra amor de perdição deUma análise da obra amor de perdição de
Uma análise da obra amor de perdição de
 
Deixis
DeixisDeixis
Deixis
 
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António VieiraCapítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
Capítulo V Sermão Santo António aos Peixes Padre António Vieira
 
Tomás de Alencar
Tomás de AlencarTomás de Alencar
Tomás de Alencar
 
Teste formativo 2 de psicologia B
Teste formativo 2 de psicologia BTeste formativo 2 de psicologia B
Teste formativo 2 de psicologia B
 
Relação entre as palavras
Relação entre as palavrasRelação entre as palavras
Relação entre as palavras
 

Semelhante a ppt-Padre-António-Vieira

Barroco em Portugal
Barroco em PortugalBarroco em Portugal
Barroco em Portugal
Andréia Peixoto
 
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
Eduardo Marinho
 
Barroco
Barroco   Barroco
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.pptContextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
sandraguerin6
 
Renascimento comercial e urbano
Renascimento comercial e urbanoRenascimento comercial e urbano
Renascimento comercial e urbano
Denis Gasco
 
Camões - contextualização
Camões - contextualizaçãoCamões - contextualização
Camões - contextualização
Rosalina Simão Nunes
 
Barroco.pptx
Barroco.pptxBarroco.pptx
Barroco.pptx
Camila24463
 
História 2º ano
História   2º anoHistória   2º ano
História 2º ano
dinicmax
 
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTESAPRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
arturferreira50
 
Literatura arcadismo
Literatura  arcadismoLiteratura  arcadismo
Literatura arcadismo
Ma Hildebrand de Araujo
 
A conquista da América pelos Espanhóis
A conquista da América pelos EspanhóisA conquista da América pelos Espanhóis
A conquista da América pelos Espanhóis
Victor Martins
 
Revisão - História da Arte Brasileira
Revisão - História da Arte BrasileiraRevisão - História da Arte Brasileira
Revisão - História da Arte Brasileira
escola
 
Geografia cultural europeia
Geografia cultural europeiaGeografia cultural europeia
Geografia cultural europeia
Carlos Vieira
 
Barroco
Barroco   Barroco
História da Cultura e das Artes - A cultura do palco
História da Cultura e das Artes - A cultura do palcoHistória da Cultura e das Artes - A cultura do palco
História da Cultura e das Artes - A cultura do palco
João Couto
 
Ana Maria O B R A S R A R A S
Ana  Maria  O B R A S  R A R A SAna  Maria  O B R A S  R A R A S
Ana Maria O B R A S R A R A S
Will Baruths
 
O arcadismo
O arcadismoO arcadismo
O arcadismo
Juan Santana
 
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
Juliana
 
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdfarcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
Eduarda799337
 
Guerra Civil Inglesa - Iluminismo
Guerra Civil Inglesa - IluminismoGuerra Civil Inglesa - Iluminismo
Guerra Civil Inglesa - Iluminismo
Thiago Bro
 

Semelhante a ppt-Padre-António-Vieira (20)

Barroco em Portugal
Barroco em PortugalBarroco em Portugal
Barroco em Portugal
 
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
O padre antonio_vieira_e_o_seu_tempo 1
 
Barroco
Barroco   Barroco
Barroco
 
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.pptContextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
Contextualização histórico-literária - Sermão de Santo António aos Peixes.ppt
 
Renascimento comercial e urbano
Renascimento comercial e urbanoRenascimento comercial e urbano
Renascimento comercial e urbano
 
Camões - contextualização
Camões - contextualizaçãoCamões - contextualização
Camões - contextualização
 
Barroco.pptx
Barroco.pptxBarroco.pptx
Barroco.pptx
 
História 2º ano
História   2º anoHistória   2º ano
História 2º ano
 
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTESAPRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
APRESENTAÇAO SOBRE BARROCO EUROPEU ARTES
 
Literatura arcadismo
Literatura  arcadismoLiteratura  arcadismo
Literatura arcadismo
 
A conquista da América pelos Espanhóis
A conquista da América pelos EspanhóisA conquista da América pelos Espanhóis
A conquista da América pelos Espanhóis
 
Revisão - História da Arte Brasileira
Revisão - História da Arte BrasileiraRevisão - História da Arte Brasileira
Revisão - História da Arte Brasileira
 
Geografia cultural europeia
Geografia cultural europeiaGeografia cultural europeia
Geografia cultural europeia
 
Barroco
Barroco   Barroco
Barroco
 
História da Cultura e das Artes - A cultura do palco
História da Cultura e das Artes - A cultura do palcoHistória da Cultura e das Artes - A cultura do palco
História da Cultura e das Artes - A cultura do palco
 
Ana Maria O B R A S R A R A S
Ana  Maria  O B R A S  R A R A SAna  Maria  O B R A S  R A R A S
Ana Maria O B R A S R A R A S
 
O arcadismo
O arcadismoO arcadismo
O arcadismo
 
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
Conquista e Colonização da América (Espanhola e Portuguesa)
 
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdfarcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
arcadismo-140117180813-phpapp01.pdf
 
Guerra Civil Inglesa - Iluminismo
Guerra Civil Inglesa - IluminismoGuerra Civil Inglesa - Iluminismo
Guerra Civil Inglesa - Iluminismo
 

Mais de Elsabastos

pronoms_relatifs.pptx
pronoms_relatifs.pptxpronoms_relatifs.pptx
pronoms_relatifs.pptx
Elsabastos
 
FUNCOES.pptx
FUNCOES.pptxFUNCOES.pptx
FUNCOES.pptx
Elsabastos
 
Modo conjuntivo.ppt
Modo conjuntivo.pptModo conjuntivo.ppt
Modo conjuntivo.ppt
Elsabastos
 
Artigo_texto de opinião.pptx
Artigo_texto de opinião.pptxArtigo_texto de opinião.pptx
Artigo_texto de opinião.pptx
Elsabastos
 
O drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
O drama romântico em _Frei Luís de SousapptxO drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
O drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
Elsabastos
 
les_comparatifs.pptx
les_comparatifs.pptxles_comparatifs.pptx
les_comparatifs.pptx
Elsabastos
 
Vida e obra de Gil Vicente (1).ppt
Vida e obra de Gil Vicente (1).pptVida e obra de Gil Vicente (1).ppt
Vida e obra de Gil Vicente (1).ppt
Elsabastos
 
portugues-texto expositivo.ppt
portugues-texto expositivo.pptportugues-texto expositivo.ppt
portugues-texto expositivo.ppt
Elsabastos
 
poema-tenho tanto sentimento.ppt
poema-tenho tanto sentimento.pptpoema-tenho tanto sentimento.ppt
poema-tenho tanto sentimento.ppt
Elsabastos
 
diaporama_oeuvres_art.pptx
diaporama_oeuvres_art.pptxdiaporama_oeuvres_art.pptx
diaporama_oeuvres_art.pptx
Elsabastos
 
nationalites_genre_et_nombre.pptx
nationalites_genre_et_nombre.pptxnationalites_genre_et_nombre.pptx
nationalites_genre_et_nombre.pptx
Elsabastos
 
negation_ne_pas_ne_jamais.pptx
negation_ne_pas_ne_jamais.pptxnegation_ne_pas_ne_jamais.pptx
negation_ne_pas_ne_jamais.pptx
Elsabastos
 
nombres_cardinaux.pptx
nombres_cardinaux.pptxnombres_cardinaux.pptx
nombres_cardinaux.pptx
Elsabastos
 
_alphabet_epeler.pptx
_alphabet_epeler.pptx_alphabet_epeler.pptx
_alphabet_epeler.pptx
Elsabastos
 
7_verbe_etre.pptx
7_verbe_etre.pptx7_verbe_etre.pptx
7_verbe_etre.pptx
Elsabastos
 
7_verbe_avoir.pptx
7_verbe_avoir.pptx7_verbe_avoir.pptx
7_verbe_avoir.pptx
Elsabastos
 
port_teatro_gil_vicente.ppt
port_teatro_gil_vicente.pptport_teatro_gil_vicente.ppt
port_teatro_gil_vicente.ppt
Elsabastos
 
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptxVisão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
Elsabastos
 

Mais de Elsabastos (18)

pronoms_relatifs.pptx
pronoms_relatifs.pptxpronoms_relatifs.pptx
pronoms_relatifs.pptx
 
FUNCOES.pptx
FUNCOES.pptxFUNCOES.pptx
FUNCOES.pptx
 
Modo conjuntivo.ppt
Modo conjuntivo.pptModo conjuntivo.ppt
Modo conjuntivo.ppt
 
Artigo_texto de opinião.pptx
Artigo_texto de opinião.pptxArtigo_texto de opinião.pptx
Artigo_texto de opinião.pptx
 
O drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
O drama romântico em _Frei Luís de SousapptxO drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
O drama romântico em _Frei Luís de Sousapptx
 
les_comparatifs.pptx
les_comparatifs.pptxles_comparatifs.pptx
les_comparatifs.pptx
 
Vida e obra de Gil Vicente (1).ppt
Vida e obra de Gil Vicente (1).pptVida e obra de Gil Vicente (1).ppt
Vida e obra de Gil Vicente (1).ppt
 
portugues-texto expositivo.ppt
portugues-texto expositivo.pptportugues-texto expositivo.ppt
portugues-texto expositivo.ppt
 
poema-tenho tanto sentimento.ppt
poema-tenho tanto sentimento.pptpoema-tenho tanto sentimento.ppt
poema-tenho tanto sentimento.ppt
 
diaporama_oeuvres_art.pptx
diaporama_oeuvres_art.pptxdiaporama_oeuvres_art.pptx
diaporama_oeuvres_art.pptx
 
nationalites_genre_et_nombre.pptx
nationalites_genre_et_nombre.pptxnationalites_genre_et_nombre.pptx
nationalites_genre_et_nombre.pptx
 
negation_ne_pas_ne_jamais.pptx
negation_ne_pas_ne_jamais.pptxnegation_ne_pas_ne_jamais.pptx
negation_ne_pas_ne_jamais.pptx
 
nombres_cardinaux.pptx
nombres_cardinaux.pptxnombres_cardinaux.pptx
nombres_cardinaux.pptx
 
_alphabet_epeler.pptx
_alphabet_epeler.pptx_alphabet_epeler.pptx
_alphabet_epeler.pptx
 
7_verbe_etre.pptx
7_verbe_etre.pptx7_verbe_etre.pptx
7_verbe_etre.pptx
 
7_verbe_avoir.pptx
7_verbe_avoir.pptx7_verbe_avoir.pptx
7_verbe_avoir.pptx
 
port_teatro_gil_vicente.ppt
port_teatro_gil_vicente.pptport_teatro_gil_vicente.ppt
port_teatro_gil_vicente.ppt
 
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptxVisão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
Visão global e estrutura argumentativa no _Sermão de Santo António_.pptx
 

Último

UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
vinibolado86
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
ClaudiaMainoth
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 

Último (20)

UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024Slide de biologia aula2  2 bimestre no ano de 2024
Slide de biologia aula2 2 bimestre no ano de 2024
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdfJOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
JOGO DA VELHA FESTA JUNINA - ARQUIVO GRATUITO.pdf
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 

ppt-Padre-António-Vieira

  • 1. O Padre António Vieira e o seu tempo
  • 2. Anónimo, Retrato do Padre António Vieira, Casa Cadaval, Muge, Portugal.
  • 3. Anónimo, Retrato do Padre António Vieira, Casa Cadaval, Muge, Portugal. Rembrandt, A Ronda da Noite (1642).
  • 4. Homem Circunstância «Eu sou eu e a minha circunstância.» José Ortega y Gasset, Meditações do Quixote, 1914. PENSAR
  • 5. O século XVII • Publicação de Dom Quixote, de Cervantes (1605). • Consolidação da Revolução Científica (associada ao trabalho de autores como Galileu ou Newton). • Publicação do Discurso do Método, de Descartes (1637). • Monarquia absolutista de Luís XIV (França). • Afirmação da estética barroca (com pintores como Rubens ou Rembrandt e compositores como Bach ou Vivaldi). Peter Paul Rubens, Neptuno e Ceres (c. 1618). • Continuação da expansão marítima europeia (Holanda e Inglaterra consolidam o seu poder).
  • 6. O século XVII • Publicação de Dom Quixote, de Cervantes (1605). • Consolidação da Revolução Científica (associada ao trabalho de autores como Galileu ou Newton). • Publicação do Discurso do Método, de Descartes (1637). • Monarquia absolutista de Luís XIV (França). • Afirmação da estética barroca (com pintores como Rubens ou Rembrandt e compositores como Bach ou Vivaldi). • Continuação da expansão marítima europeia (Holanda e Inglaterra consolidam o seu poder). Portugal: • Crise económica e política. • Restauração da independência (1640) — D. João IV assume o poder. • Afirmação do papel da Inquisição. • Descoberta de ouro no Brasil.
  • 7. (Lisboa, 1608 — Baía, 1697) 1614 — Com seis anos, parte para o Brasil com a sua família. 1623 — Inicia o noviciado na Companhia de Jesus; participando nas missões, conhece o modo de vida das tribos indígenas e a sua língua. António Vieira Representação de indígenas brasileiros feita por ocidentais, incluída no Atlas Miller (1519).
  • 8. 1630 — Inicia a atividade de pregador. 1640 — Depois da restauração da independência, regressa a Portugal, onde apoia D. João IV, vindo a desempenhar o papel de diplomata. Nos seus sermões, tece críticas à Inquisição, instituição que o perseguirá quase até ao fim da sua vida. 1653 — Desiludido com os resultados da sua atividade diplomática e com a ação inquisitorial, volta ao Brasil. Vieira Protetor dos Índios, gravura do livro de André de Barros Vida do Apostolico Padre Antonio Vieyra da Companhia de Jesus… (1746).
  • 9. 1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes. Regressa ao reino para defender os seus argumentos. Anónimo, Santo António Pregando aos Peixes, Convento de São Francisco, Quito, Equador.
  • 10. 1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes. Regressa ao reino para defender os seus argumentos. Gregório Lopes, Pregação de Santo António aos Peixes (século XVI).
  • 11. 1654 — Prega o Sermão de Santo António aos Peixes. Regressa ao reino para defender os seus argumentos. Já no Brasil, ordena a libertação de índios cativos, vindo a ser alvo de grande animosidade por parte dos moradores. Oscar Pereira da Silva, Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro (1922).
  • 12. 1656 — Com a morte de D. João IV, perde a proteção de que antes beneficiara; é preso e enviado para Portugal, onde a Inquisição continua a persegui-lo. Anónimo, Expulsão do Padre António Vieira do Maranhão (gravura do século XVIII).
  • 13. Parte, depois, para Roma, procurando proteção. 1673 — Reconhecido como exímio orador, é nomeado pregador da rainha Cristina da Suécia. Livre da Inquisição, regressa a Portugal, mas termina os seus dias no Brasil, ocupado com a preparação da publicação dos seus sermões. 1697 — Morre na Baía. Frontispício da 1.ª edição dos Sermões de Vieira.
  • 14. «António Vieira é de facto o maior prosador — direi mais, é o maior artista — da língua portuguesa.» Fernando Pessoa, Páginas Íntimas e de Autointerpretação. Padre António Vieira, autor desconhecido (início do século XVIII).

Notas do Editor

  1. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  2. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  3. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  4. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  5. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  6. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  7. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  8. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  9. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.
  10. Descartes — possível articulação com o programa de Filosofia.