SlideShare uma empresa Scribd logo
Campos dos Goytacazes
2016
ALÁDIA ELISA MARTINS RODRIGUES
FÁBIO RENATO DA SILVA AGUIAR
GUSTAVO RANGEL DE CARVALHO
HEITOR DE AGUIAR SILVA
JOÃO LUÍS CUSTÓDIO
LUCIANO MANDOTTI DE SOUZA
LUZIANE CÂNDIDO DE OLIVEIRA
SISTEMA DE ENSINO SEMIPRESENCIAL
LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
INCLUSÃO NA ESCOLA:
Culturas Diversas, Entendê-las Para Incluí-las
Campos dos Goytacazes
2016
INCLUSÃO NA ESCOLA:
Culturas Diversas, Entendê-las Para Incluí-las
Trabalho do 1º Período apresentado à Universidade
Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para
a obtenção de média semestral na disciplina de
Licenciatura em Educação Física.
Orientador: Professores, Wilson Sanches; Maria Gisele
de Alencar; Sandra C M Veodato; Mari Clair M
Nascimento.
ALÁDIA ELISA MARTINS RODRIGUES
FÁBIO RENATO DA SILVA AGUIAR
GUSTAVO RANGEL DE CARVALHO
HEITOR DE AGUIAR SILVA
JOÃO LUÍS CUSTÓDIO
LUCIANO MANDOTTI DE SOUZA
LUZIANE CÂNDIDO DE OLIVEIRA
AGRADECIMENTOS
A Deus por ter nos dado a grande oportunidade e missão de adquirir
conhecimentos para fazer mudanças na vida de outras pessoas.
A Tutora de Sala Glória Mariana Barreto Teixeira, pessoa a quem temos que
nos espelhar pelo seu profissionalismo, dedicação e servidão aos alunos.
Não há revelação mais veemente da alma de
uma sociedade do que a forma pela qual ela
trata suas crianças.
Nelson Mandela
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................................3
2 DESENVOLVIMENTO................................................................................................................4
1.1.1 Diversidade e Inclusão na Escola Segundo Freire..............................................................6
2.2.1 A Necessidade De Mudança De Paradigma......................................................................8
3 CONCLUSÃO...........................................................................................................................11
4 REFERÊNCIAS .......................................................................................................................12
DAVID RODRIGUES, O que é a Inclusão, 2014.........................................................................12
3
1 INTRODUÇÃO
Quando falamos de Inclusão na Escola, abordamos um assunto
contraditório na atualidade. Dizemos contraditório pelo fato de haver tantas
dificuldades e barreiras burocráticas para a inclusão de pessoas com necessidades
educacionais especiais. Todas as escolas seguem um padrão de disciplinas a serem
ensinadas, mas nem todas tem um mesmo padrão para a inclusão e muitas das
vezes nenhum padrão.
A pesquisadora argentina Emília Ferreiro afirmou que:
A escola pública do século XX é herdeira do século
anterior, sendo responsáveis por missões de grande
importância como: formar um único povo, anulando as
diferenças entre os cidadãos considerados como iguais
diante da lei. Encarregada de homogeneizar e igualar,
esta escola mal podia apreciar as diferenças (Apud
LENER 2007, p. 7).
Para entendermos melhor o assunto não podíamos deixar de falar
sobre Inclusão.
Essa palavra assumiu uma presença cada vez mais frequente nos
discursos educacionais, sociólogos e políticos. Quando a palavra surgiu nos campos
da Educação, da Sociologia e da Política, apareceu para designar algo novo, uma
evolução, uma alternativa à palavra “integração”.
A inclusão surgiu com a ideia de que não é só o indivíduo que tem
que procurar se integrar na sociedade, na comunidade, nas escolas, mas estas
estruturas também tem de se modificar para se aproximar do indivíduo.
A inclusão é um processo interativo, que tem de ser avaliado sob
duas dimensões: o que o indivíduo faz para se incluir e o que o lugar faz para o
incluir.
A inclusão deveria ser a possibilidade, ou a realidade de pertencer.
4
2 DESENVOLVIMENTO
A cultura escolar dominante em nossas instituições
educativas prioriza o comum, o uniforme, o homogêneo.
VERA MARIA FERRÃO CANDAU (Resumo) Diferenças
Culturais, Cotidiano Escolar e Práticas Pedagógicas –
2011.
Colocar a inclusão nas prioridades das instituições não é mais do
que regressar à verdadeira causa pelas quais elas foram criadas. Quando criaram
as escolas, não foi dito que elas deveriam ser só para alunos sem deficiência.
Quando criaram os hospitais não disseram que eles eram só para quem tivesse
dinheiro. Quando criaram os transportes públicos até lhes foi dado o nome “ônibus”
(para todos).
Portanto, pensar em inclusão é limpar todas as pequenas atitudes,
normas e condicionamentos que impediram perversamente que as instituições
sociais cumpram aquilo para que foram criadas.
A inclusão antes de mais nada combate a exclusão que existe na
nossa sociedade. Exclusão devido a desigualdade social, às condições de
deficiência e etc. Ela é o oposto, o antídoto contra o excluir.
Outra observação é que estar “incluído” é ser bem vindo, é ser
aceito em igualdade aos serviços, instituições, grupos que podem interessar ao
desenvolvimento, à participação, à cidadania de cada pessoa.
O movimento da sociedade civil nos últimos anos vem
produzindo e constituindo novos direitos, na defesa e no
respeito às diferenças e pela superação das
desigualdades. Quando estudamos e trabalhamos do
ponto de vista educacional, dos seus indicadores, as
desigualdades estão claramente marcadas, no
tratamento desigual destinado às faixas etárias, nas
questões de gênero, de etnia e raça, nos grupos
vulneráveis, o rural, o urbano. Temos que mostrar que o
educando, o estudante, tem cor, tem sexo, um lugar
social em que ele está inserido, além de sua condição de
classe social.( HADDAD e GRACIANO, 2006, p. 5).
5
2.1 Diversidade e Inclusão.
A inclusão de pessoas deve se dar em todas as instâncias, tendo
como caráter principal o respeito as diferenças e a luta por uma educação que
valorize cada pessoa, considerando-o como um ser único.
A escola destina-se a construção de conhecimentos e de ampliação
de valores, tem como objetivo contribuir para a modificação da sociedade no sentido
de torná-la igualitária e democrática.
Ao assumir a diversidade, a escola volta-se contra todas as formas
de dominação e entende que o direito a educação é de todos, sendo assegurado o
direito a diferença.
Trabalhar com diversidade na escola não é um apelo
romântico do final do século XX. Na realidade, a
cobrança hoje feita em relação à forma como a escola
lida com a diversidade no seu cotidiano, no seu currículo,
nas suas práticas faz parte de uma história mais ampla
(GOMES, 2007 pag -22).
As preferências, as maneiras de ser, modos de vestir, de se
alimentar, de aprender são diferentes e diversos. Assim como vivemos em um
universo de coisas que desconhecemos, pois são infinitas, assim são as pessoas,
elas possuem estilo próprio de ser. Esse universo diverso chega também na escola.
Ao enxergar o outro como ser de possibilidades, de saberes e que
esses saberes devem ser respeitados na sala de aula, saberes do campo, da rua, da
igreja, das lendas, mitos, do fazer cotidiano que vem trazendo o encanto as
experiências.
Esses saberes achados devem ser somados aos saberes
acadêmicos, escolares e construir um conhecimento novo, nem melhor nem pior,
mas diferente, ou seja, um saber sistematizado.
A prática preconceituosa de raça, de classe, de gênero ofende a
substantividade do ser humano e nega radicalmente a “democracia”. Os educadores
são diferentes e vão permanecer diferentes, iguais apenas no consentimento dos
direitos e deveres.
6
Inclusão, consiste em adequar os sistemas sociais gerais
da sociedade de tal modo que sejam eliminados os
fatores que excluíam certas pessoas do seu meio e
mantinham afastadas aquelas que foram excluídas. A
inclusão possibilita a sociedade de estruturar, organizar,
adaptar para receber as pessoas com deficiência.
Devem ser eliminadas todas as barreiras que
discriminam as pessoas da sociedade (SASSAKI 2005
pag – 21).
Para que a inclusão se concretize é fundamental que as pessoas
preocupadas com a educação possibilite momentos coletivos de aprendizagem com
as diferenças.
Nós educadores fazemos parte desse “tecido colorido” e os alunos
também fazem parte desse mundo multicor, mas necessita dos recursos da
humanização, afetividade, compreensão, diálogo e respeito para que esse “tecido”,
venha estampado o nome inclusão e para que todos nós, nos tornemos
aprendentes.
1.1.1 Diversidade e Inclusão na Escola Segundo Freire.
Colocar ao professor ou, mais amplamente, à escola, o
dever de não só respeitar os saberes com que os
educandos, sobretudo os da classes populares, chegam
a ela saberes socialmente construídos na prática
comunitária, mas também (...) discutir com os alunos a
razão de ser de alguns desses saberes em relação com
o ensino dos conteúdos. FREIRE, 2008, p. 30.
Paulo Freire por sua vez vê a educação em uma ótica que abrange a
diversidade dos saberes e a inclusão de pessoas percebendo e respeitando a sua
diversidade.
No livro “Pedagogia da Autonomia” (Paz e Terra 37 ed, 2008), Paulo
Freire afirma que o ensino não é somente “passar conhecimento”, mas sim dar
possibilidades aos discentes de produzirem e construírem novos saberes diante do
que já foi feito.
7
No intuito de despertar a educação para o viver em sociedade, o
educador tem mais essa função de conversar com seus alunos sobre questões
políticas, sociais e desenvolver funções que não são específicas da educação, mas
sim da vida, pois ensinar é uma especificidade humana.
O educador deve ser consciente de que sua profissão requer
dedicação, doação, troca de experiência e conhecimentos, para que assim possa
ajudar seu aluno a crescer tanto no aspecto social como profissional de maneira a
se posicionar e interferir no mundo de forma consciente e crítica, tendo participação
ativa nas escolhas e busca de soluções diante dos problemas que existem em seu
meio social, cultural, familiar e econômico.
O docente deve ter em mente e desejar ser um profissional curioso
que esteja em constante pesquisas e descobertas que se faça necessário para a
busca do aperfeiçoamento.
2.2 A Inclusão Social Das Pessoas Com Deficiência Por Meio Da Educação.
A inclusão social que é no momento, um enorme desafio para o
nosso sistema educacional, representa um novo caminho que está sendo construído
por pessoas que sonham com uma sociedade justa, solidária e pronta para garantir
os direitos de todos que nela vivem.
Uma das formas para que o processo de inclusão social de alunos
com deficiência é por meio da educação. Os alunos com necessidades especiais em
escolas regulares é um direito que esses alunos possuem e é responsabilidade e
dever do governo cumprir essa lei (Lei 9394/96).
As escolas tem por seu dever e por direito dos cidadãos, receber e
preparar todas as crianças e adolescentes independentemente das características
de cada um, inclusive os alunos que possuem alguma deficiência, seja ela qual for.
Na escola, a educação é intencional, portanto o olhar dos
educadores tem que ser o olhar das possibilidades.
Quando falamos em inclusão social, por meio da educação,
devemos ter em mente um envolvimento coletivo (governo, comunidade, secretarias
e famílias).
8
Um bom começo para agir em prol de uma sociedade inclusiva é
iniciar pela inclusão na escola, pois é nela que se vive uma formação e
transformação da pessoa, promovendo uma igualdade entre os deficientes e os ditos
normais.
As escolas devem estar preparadas e os profissionais devem ser
criativos e qualificados para poder receber alunos que têm condições específicas.
Não devemos esquecer que: “para acontecer a inclusão, primeiro
tem que existir a vontade de incluir”.
2.2.1 A Necessidade De Mudança De Paradigma.
Toda criança tem direito à educação e deve ser dada a
ela a oportunidade de atingir e manter um nível
adequado de aprendizagem.
Toda criança possui características, interesses,
habilidades e necessidades de aprendizagem únicas.
Sistemas e programas educacionais devem ser
designados e implantados para contemplar a ampla
diversidade dessas características e necessidades.
Declaração de Salamanca, 1994.
Os educadores e os pais pela experiência, já sabem que toda
criança tem o seu ritmo de aprendizado e divergem em suas habilidades e
dificuldades.
É interessante saber para melhor compreender as crianças que não
existe cérebro humano idênticos, ele é um sistema complexo tão singular quanto as
impressões digitais.
Sob a ótica desse novo paradigma, não é mais possível pensar em
inclusão como um processo dedicado exclusivamente as crianças com deficiência
ou NEE (Necessidades Educacionais Especiais).
A diversidade infantil requer intervenções educacionais
individualizadas para que todas as crianças com desenvolvimento típico ou atípico,
com ou sem deficiência, transtornos mentais, tenham reabilitadas suas dificuldades,
estimuladas suas habilidades, viabilizando um desenvolvimento em plenitude.
9
2.2.2 Inclusão Escolar, um Trabalho De Muitas Mentes.
O total desconhecimento da estrutura e funcionamento
cerebral subjacente aos processos cognitivos da criança
impediu, nos últimos séculos, a adoção de práticas
educacionais mais pertinentes e eficazes.
Rita Levi-Montalcini, Nobel de Medicina e Fisiologia em
1986. CARTILHA DA INCLUSÃO ESCOLAR-2014.
Com a certeza de que quando todos fazem, todos fazem menos
(divisão correta de tarefas), gerando uma maior efetividade e qualidade, destacamos
alguns números para efeito de conhecimento e informação sobre crianças brasileiras
com NEE.
De seis milhões de crianças e adolescentes com NEE, apenas 712
mil, encontram-se matriculadas em escolas regulares e escolas especiais, 80%
deles no sistema público. Esses números, por si só, revelam a parte mais cruel da
realidade da inclusão escolar em nosso país.
Quem são e sob quais condições vivem os 5,3 milhões de crianças e
adolescentes com deficiência excluídos na escola? O que esses brasileiros e
familiares tem a dizer? Qual o tipo e grau de deficiência e/ou NEE apresentam?
Quais os motivos que impediram o acesso a educação?
As 712 mil matrículas de crianças e adolescentes com NEE
representam 1,25% dos 56milhões de matrículas anuais em escolas públicas e
privadas.
Existe no Brasil um total de 2.724 escolas especiais, 4.325 classes
especiais e 17.469 escolas públicas regulares com apoio pedagógico especializado,
apenas 31,5% do total.
Dos 2,3 milhões de professores brasileiros, apenas 55 mil se
dedicam a educação especial 2,4%, 77,8% com formação específica na área.
10
2.2.3 Necessidades Para Um Projeto De Escola Inclusiva.
Na certeza de que precisamos mudar para que algo mude para
melhor, citamos algumas recomendações importantes para um projeto de escola
inclusiva.
Comprometer esse é o passo inicial para estabelecer o compromisso
com a missão de inclusão escolar.
Planejar deve-se ter um plano de ações que atenda a realidade da
escola e da comunidade em que se encontra inserida. O plano deve ser realista e
objetivo, priorizando o desencadeamento do processo e implantação das
recomendações.
Organizar regras e funções, que são importantes para desenvolver
no cerne do alunado o sucesso da inclusão escolar, seja disseminando informações,
seja combatendo o bullying e a intolerância.
Capacitar as recomendações de inclusão aqui dispostas requerem
recursos fundamentalmente humanos, mais do que materiais. Portanto a estratégia
de ação deve contemplar a capacitação da CE (Comunidade Escolar).
Implantar é a mais desafiadora das recomendações, pois exige um
plano de desenvolvimento individual para cada aluno com NEE.
Aprimorar a equipe envolvida nesse processo de inclusão
amadurece e identifica as falhas, ajustam as rotas e modificam ou fazem adaptações
para a realidade daquela escola, contemplando a diversidade do todo e de cada um.
11
3 CONCLUSÃO
Nós, novos profissionais da área da educação, precisamos fazer a
diferença para termos futuras pessoas diferentes em nossa sociedade e uma
sociedade diferente. Temos a certeza de que alguma coisa precisa mudar, por isso
não podemos mais ficarmos na teoria, temos que agir e nos prepararmos
profissionalmente, para influenciar de maneira incentivadora e positiva os órgãos
responsáveis e as escolas.
A educação é, e sempre será um meio de preparação de novos
seres humanos, sem preconceitos e diferenças, portanto vamos fazer parte desse
novo paradigma de mudanças e de preparação de uma nova sociedade.
Se vivemos em uma sociedade na qual estamos acostumados com
os erros na educação e na inclusão, podemos acostumar a viver em uma sociedade
com mudanças nessas áreas, só depende de nós, da nossa vontade, da nossa
preparação, qualificação e dedicação.
12
4 REFERÊNCIAS
DAVID RODRIGUES, O que é a Inclusão, 2014.
DIVERSIDADE, INCLUSÃO E PAULO FREIRE: DISCUSSÕES E REFLEXÕES
INICIAIS NA EDUCAÇÃO. Maria Jéssica Danielly de Lima, Mifra Angélica Chaves da
Costa, Verônica Yasmim Santiago de Lima. Freire – 1992.
A INCLUSÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE
TRABALHO POR MEIO DA EDUCAÇÃO, 2007, Flora Alves Nogueira e Layla
Cristina Andrade.
DIFERENÇAS CULTURAIS, COTIDIANO ESCOLAR E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.
Vera Maria Ferrão Candau, PUC – Rio – Brasil – 2011.
CARTILHA DA INCLUSÃO NA ESCOLA. Marco Antônio Arruda e Mauro de Almeida
(coordenadores) – 2014.
DECLARAÇÃO DE SALAMANCA – 1994.
SASSAKI – 2005 p. 21.
HADDAD e GRACIANO – 2006 p. 5.
GOMES – 2007 p. 22.
LENER – 2007 p. 7.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Trajetória da educação inclusiva
Trajetória da educação inclusivaTrajetória da educação inclusiva
Trajetória da educação inclusiva
Ana Lúcia Hennemann
 
Inclusão escolar 1
Inclusão escolar 1Inclusão escolar 1
Inclusão escolar 1
Margarih
 
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social EscolaPedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
PedagogoAmador
 
Função Social da Escola - Condensado
 Função Social da Escola - Condensado Função Social da Escola - Condensado
Função Social da Escola - Condensado
Maria Isaltina Santana
 
Aulas papel social_escola
Aulas papel social_escolaAulas papel social_escola
Aulas papel social_escola
Sonia Souza
 
Educação Inclusiva:mediações para a vida
Educação Inclusiva:mediações para a vidaEducação Inclusiva:mediações para a vida
Educação Inclusiva:mediações para a vida
Adriana Christina
 
Educacao e diversidade
Educacao e diversidadeEducacao e diversidade
Educacao e diversidade
Magno Oliveira
 
Educação inclusiva
Educação inclusivaEducação inclusiva
Educação inclusiva
charles cotrim
 
A escola
A escolaA escola
A escola
Cassia Dias
 
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLAA FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
Aclecio Dantas
 
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilmaProjeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
Vilma Orlando
 
Plano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santoPlano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santo
Lucio Lira
 
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBIDO ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
pibidgeo
 
187
187187
187
mauxa
 
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultosCidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
Silvânio Barcelos
 
A escola na sociedade de conhecimento
A escola na sociedade de conhecimento  A escola na sociedade de conhecimento
A escola na sociedade de conhecimento
BrunaDinis
 
Ppi educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
Ppi  educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2Ppi  educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
Ppi educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
Sannarah Pinheiro
 
Papel da escola na reprodução social trabalho
Papel da escola na reprodução social   trabalhoPapel da escola na reprodução social   trabalho
Papel da escola na reprodução social trabalho
carlonaviola
 
Educação para a diversidade
Educação para a diversidadeEducação para a diversidade
Educação para a diversidade
Francilene Duarte
 
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVADESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
Marileide Alves
 

Mais procurados (20)

Trajetória da educação inclusiva
Trajetória da educação inclusivaTrajetória da educação inclusiva
Trajetória da educação inclusiva
 
Inclusão escolar 1
Inclusão escolar 1Inclusão escolar 1
Inclusão escolar 1
 
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social EscolaPedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
Pedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola
 
Função Social da Escola - Condensado
 Função Social da Escola - Condensado Função Social da Escola - Condensado
Função Social da Escola - Condensado
 
Aulas papel social_escola
Aulas papel social_escolaAulas papel social_escola
Aulas papel social_escola
 
Educação Inclusiva:mediações para a vida
Educação Inclusiva:mediações para a vidaEducação Inclusiva:mediações para a vida
Educação Inclusiva:mediações para a vida
 
Educacao e diversidade
Educacao e diversidadeEducacao e diversidade
Educacao e diversidade
 
Educação inclusiva
Educação inclusivaEducação inclusiva
Educação inclusiva
 
A escola
A escolaA escola
A escola
 
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLAA FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA
 
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilmaProjeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
Projeto Vida, Valores e Cidadania/.slides vilma
 
Plano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santoPlano de Gstão Escola au santo
Plano de Gstão Escola au santo
 
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBIDO ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
O ENSINO DA ESCOLA PÚBLICA: UMA VISÃO ANALÍTICA ATRAVÉS DO PIBID
 
187
187187
187
 
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultosCidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
Cidadania, inclusão e ética na educação de jovens e adultos
 
A escola na sociedade de conhecimento
A escola na sociedade de conhecimento  A escola na sociedade de conhecimento
A escola na sociedade de conhecimento
 
Ppi educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
Ppi  educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2Ppi  educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
Ppi educaãƒâ§ãƒâ£o inclusiva-2
 
Papel da escola na reprodução social trabalho
Papel da escola na reprodução social   trabalhoPapel da escola na reprodução social   trabalho
Papel da escola na reprodução social trabalho
 
Educação para a diversidade
Educação para a diversidadeEducação para a diversidade
Educação para a diversidade
 
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVADESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
DESAFIOS NAS AÇÕES ESCOLARES INCLUSIVA
 

Destaque

سهل و ممتنع بودن قرآن
سهل و ممتنع بودن قرآنسهل و ممتنع بودن قرآن
سهل و ممتنع بودن قرآن
Dr Fereidoun Dejahang
 
نقش باد ها
نقش باد هانقش باد ها
نقش باد ها
Dr Fereidoun Dejahang
 
معجزه رياضی قرآن
معجزه رياضی قرآنمعجزه رياضی قرآن
معجزه رياضی قرآن
Dr Fereidoun Dejahang
 
نردبان فضايي
نردبان فضايينردبان فضايي
نردبان فضايي
Dr Fereidoun Dejahang
 
oi
oioi
اعجاز رنگها در قرآن
اعجاز رنگها در قرآناعجاز رنگها در قرآن
اعجاز رنگها در قرآن
Dr Fereidoun Dejahang
 
030 the helio-centric system
030 the helio-centric system030 the helio-centric system
030 the helio-centric system
Dr Fereidoun Dejahang
 
پيراهن حضرت يوسف(ع)
پيراهن حضرت يوسف(ع)پيراهن حضرت يوسف(ع)
پيراهن حضرت يوسف(ع)
Dr Fereidoun Dejahang
 
033 the iron in the holy qur-an
033 the iron in the holy qur-an033 the iron in the holy qur-an
033 the iron in the holy qur-an
Dr Fereidoun Dejahang
 
006 benefits & knowledge management
006 benefits & knowledge  management006 benefits & knowledge  management
006 benefits & knowledge management
Dr Fereidoun Dejahang
 
Company profile 18.h consulting
Company profile 18.h consultingCompany profile 18.h consulting
Company profile 18.h consulting
sandeepsudhir
 
010 the cloning of living things
010 the cloning of living things010 the cloning of living things
010 the cloning of living things
Dr Fereidoun Dejahang
 
057 the rising and setting of the sun
057 the rising and setting of the sun057 the rising and setting of the sun
057 the rising and setting of the sun
Dr Fereidoun Dejahang
 
اعجاز تشريعي در قرآن
اعجاز تشريعي در قرآناعجاز تشريعي در قرآن
اعجاز تشريعي در قرآن
Dr Fereidoun Dejahang
 
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويدوهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
Dr Fereidoun Dejahang
 
اولین آیه وسوره نازل شده
اولین آیه وسوره نازل شدهاولین آیه وسوره نازل شده
اولین آیه وسوره نازل شده
Dr Fereidoun Dejahang
 

Destaque (16)

سهل و ممتنع بودن قرآن
سهل و ممتنع بودن قرآنسهل و ممتنع بودن قرآن
سهل و ممتنع بودن قرآن
 
نقش باد ها
نقش باد هانقش باد ها
نقش باد ها
 
معجزه رياضی قرآن
معجزه رياضی قرآنمعجزه رياضی قرآن
معجزه رياضی قرآن
 
نردبان فضايي
نردبان فضايينردبان فضايي
نردبان فضايي
 
oi
oioi
oi
 
اعجاز رنگها در قرآن
اعجاز رنگها در قرآناعجاز رنگها در قرآن
اعجاز رنگها در قرآن
 
030 the helio-centric system
030 the helio-centric system030 the helio-centric system
030 the helio-centric system
 
پيراهن حضرت يوسف(ع)
پيراهن حضرت يوسف(ع)پيراهن حضرت يوسف(ع)
پيراهن حضرت يوسف(ع)
 
033 the iron in the holy qur-an
033 the iron in the holy qur-an033 the iron in the holy qur-an
033 the iron in the holy qur-an
 
006 benefits & knowledge management
006 benefits & knowledge  management006 benefits & knowledge  management
006 benefits & knowledge management
 
Company profile 18.h consulting
Company profile 18.h consultingCompany profile 18.h consulting
Company profile 18.h consulting
 
010 the cloning of living things
010 the cloning of living things010 the cloning of living things
010 the cloning of living things
 
057 the rising and setting of the sun
057 the rising and setting of the sun057 the rising and setting of the sun
057 the rising and setting of the sun
 
اعجاز تشريعي در قرآن
اعجاز تشريعي در قرآناعجاز تشريعي در قرآن
اعجاز تشريعي در قرآن
 
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويدوهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
وهر چيزى خدا را تسبيح مى گويد
 
اولین آیه وسوره نازل شده
اولین آیه وسوره نازل شدهاولین آیه وسوره نازل شده
اولین آیه وسوره نازل شده
 

Semelhante a PORTIFÓLIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO.

Artigo assistente scial na escola
Artigo assistente scial na escolaArtigo assistente scial na escola
Artigo assistente scial na escola
Silvio Santos de Sousa
 
ARQUIVO Claudete menegatt
ARQUIVO Claudete menegattARQUIVO Claudete menegatt
ARQUIVO Claudete menegatt
claudete menegatt
 
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
PatriciaFrana46
 
Mantoan, maria tereza égler, integracao de pessoas com defi
Mantoan, maria tereza égler, integracao  de pessoas com defiMantoan, maria tereza égler, integracao  de pessoas com defi
Mantoan, maria tereza égler, integracao de pessoas com defi
marcaocampos
 
Artigos sobre educação no campo
Artigos sobre educação no campoArtigos sobre educação no campo
Artigos sobre educação no campo
João Bet
 
Aula 01 inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
Aula 01   inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorimAula 01   inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
Aula 01 inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
Valeria Faria
 
1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf
AdrianaBueno41
 
1 carvalho
1 carvalho1 carvalho
1 carvalho
KaKa970609
 
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXIA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
Luana Couto
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
Loureni Reis
 
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdfmetodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
romaofreire
 
Pesquisas em-educacao-inclusiva
Pesquisas em-educacao-inclusivaPesquisas em-educacao-inclusiva
Pesquisas em-educacao-inclusiva
Bárbara Delpretto
 
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
Claudinei Gonçalves de Lima
 
Paulo freire pedagogia_diversidade
Paulo freire pedagogia_diversidadePaulo freire pedagogia_diversidade
Paulo freire pedagogia_diversidade
Antonio Latorraca Guarini Kaiowá
 
A inclusão Escolar ATPC 03_09_2013
A inclusão  Escolar ATPC 03_09_2013A inclusão  Escolar ATPC 03_09_2013
A inclusão Escolar ATPC 03_09_2013
Gisela Martin
 
Educação Inclusiva no Brasil
Educação Inclusiva no BrasilEducação Inclusiva no Brasil
Educação Inclusiva no Brasil
Arlindo Nascimento Rocha - "Oficina Acadêmica"
 
Keila01 projeto
Keila01 projetoKeila01 projeto
Keila01 projeto
Juçara Keylla
 
Inclusão sol e lucy
Inclusão  sol e lucyInclusão  sol e lucy
Inclusão sol e lucy
Marlene Evangelista
 
Artigo acadêmico piaget e vigotsky
Artigo acadêmico   piaget e vigotskyArtigo acadêmico   piaget e vigotsky
Artigo acadêmico piaget e vigotsky
Gladis Maia
 
Educação inclusiva
Educação inclusivaEducação inclusiva
Educação inclusiva
Jorge Medrado
 

Semelhante a PORTIFÓLIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO. (20)

Artigo assistente scial na escola
Artigo assistente scial na escolaArtigo assistente scial na escola
Artigo assistente scial na escola
 
ARQUIVO Claudete menegatt
ARQUIVO Claudete menegattARQUIVO Claudete menegatt
ARQUIVO Claudete menegatt
 
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
 
Mantoan, maria tereza égler, integracao de pessoas com defi
Mantoan, maria tereza égler, integracao  de pessoas com defiMantoan, maria tereza égler, integracao  de pessoas com defi
Mantoan, maria tereza égler, integracao de pessoas com defi
 
Artigos sobre educação no campo
Artigos sobre educação no campoArtigos sobre educação no campo
Artigos sobre educação no campo
 
Aula 01 inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
Aula 01   inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorimAula 01   inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
Aula 01 inclusão escolar-pontos e contrapontos - matoan-prieto-amorim
 
1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf
 
1 carvalho
1 carvalho1 carvalho
1 carvalho
 
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXIA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
 
O papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociaisO papel da escola e suas demandas sociais
O papel da escola e suas demandas sociais
 
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdfmetodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
metodologia_do_ensino_da_educacao_especial___apostila_unidade_01.pdf
 
Pesquisas em-educacao-inclusiva
Pesquisas em-educacao-inclusivaPesquisas em-educacao-inclusiva
Pesquisas em-educacao-inclusiva
 
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
A ESCOLA E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DE SUJEITOS: UM OLHAR A PARTIR DA NOV...
 
Paulo freire pedagogia_diversidade
Paulo freire pedagogia_diversidadePaulo freire pedagogia_diversidade
Paulo freire pedagogia_diversidade
 
A inclusão Escolar ATPC 03_09_2013
A inclusão  Escolar ATPC 03_09_2013A inclusão  Escolar ATPC 03_09_2013
A inclusão Escolar ATPC 03_09_2013
 
Educação Inclusiva no Brasil
Educação Inclusiva no BrasilEducação Inclusiva no Brasil
Educação Inclusiva no Brasil
 
Keila01 projeto
Keila01 projetoKeila01 projeto
Keila01 projeto
 
Inclusão sol e lucy
Inclusão  sol e lucyInclusão  sol e lucy
Inclusão sol e lucy
 
Artigo acadêmico piaget e vigotsky
Artigo acadêmico   piaget e vigotskyArtigo acadêmico   piaget e vigotsky
Artigo acadêmico piaget e vigotsky
 
Educação inclusiva
Educação inclusivaEducação inclusiva
Educação inclusiva
 

Último

Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
soaresdesouzaamanda8
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 

Último (20)

Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdfCRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
CRONOGRAMA - PSC 2° ETAPA 2024.pptx (1).pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 

PORTIFÓLIO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA 1º PERÍODO.

  • 1. Campos dos Goytacazes 2016 ALÁDIA ELISA MARTINS RODRIGUES FÁBIO RENATO DA SILVA AGUIAR GUSTAVO RANGEL DE CARVALHO HEITOR DE AGUIAR SILVA JOÃO LUÍS CUSTÓDIO LUCIANO MANDOTTI DE SOUZA LUZIANE CÂNDIDO DE OLIVEIRA SISTEMA DE ENSINO SEMIPRESENCIAL LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSÃO NA ESCOLA: Culturas Diversas, Entendê-las Para Incluí-las
  • 2. Campos dos Goytacazes 2016 INCLUSÃO NA ESCOLA: Culturas Diversas, Entendê-las Para Incluí-las Trabalho do 1º Período apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média semestral na disciplina de Licenciatura em Educação Física. Orientador: Professores, Wilson Sanches; Maria Gisele de Alencar; Sandra C M Veodato; Mari Clair M Nascimento. ALÁDIA ELISA MARTINS RODRIGUES FÁBIO RENATO DA SILVA AGUIAR GUSTAVO RANGEL DE CARVALHO HEITOR DE AGUIAR SILVA JOÃO LUÍS CUSTÓDIO LUCIANO MANDOTTI DE SOUZA LUZIANE CÂNDIDO DE OLIVEIRA
  • 3. AGRADECIMENTOS A Deus por ter nos dado a grande oportunidade e missão de adquirir conhecimentos para fazer mudanças na vida de outras pessoas. A Tutora de Sala Glória Mariana Barreto Teixeira, pessoa a quem temos que nos espelhar pelo seu profissionalismo, dedicação e servidão aos alunos.
  • 4. Não há revelação mais veemente da alma de uma sociedade do que a forma pela qual ela trata suas crianças. Nelson Mandela
  • 5. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................................3 2 DESENVOLVIMENTO................................................................................................................4 1.1.1 Diversidade e Inclusão na Escola Segundo Freire..............................................................6 2.2.1 A Necessidade De Mudança De Paradigma......................................................................8 3 CONCLUSÃO...........................................................................................................................11 4 REFERÊNCIAS .......................................................................................................................12 DAVID RODRIGUES, O que é a Inclusão, 2014.........................................................................12
  • 6. 3 1 INTRODUÇÃO Quando falamos de Inclusão na Escola, abordamos um assunto contraditório na atualidade. Dizemos contraditório pelo fato de haver tantas dificuldades e barreiras burocráticas para a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais. Todas as escolas seguem um padrão de disciplinas a serem ensinadas, mas nem todas tem um mesmo padrão para a inclusão e muitas das vezes nenhum padrão. A pesquisadora argentina Emília Ferreiro afirmou que: A escola pública do século XX é herdeira do século anterior, sendo responsáveis por missões de grande importância como: formar um único povo, anulando as diferenças entre os cidadãos considerados como iguais diante da lei. Encarregada de homogeneizar e igualar, esta escola mal podia apreciar as diferenças (Apud LENER 2007, p. 7). Para entendermos melhor o assunto não podíamos deixar de falar sobre Inclusão. Essa palavra assumiu uma presença cada vez mais frequente nos discursos educacionais, sociólogos e políticos. Quando a palavra surgiu nos campos da Educação, da Sociologia e da Política, apareceu para designar algo novo, uma evolução, uma alternativa à palavra “integração”. A inclusão surgiu com a ideia de que não é só o indivíduo que tem que procurar se integrar na sociedade, na comunidade, nas escolas, mas estas estruturas também tem de se modificar para se aproximar do indivíduo. A inclusão é um processo interativo, que tem de ser avaliado sob duas dimensões: o que o indivíduo faz para se incluir e o que o lugar faz para o incluir. A inclusão deveria ser a possibilidade, ou a realidade de pertencer.
  • 7. 4 2 DESENVOLVIMENTO A cultura escolar dominante em nossas instituições educativas prioriza o comum, o uniforme, o homogêneo. VERA MARIA FERRÃO CANDAU (Resumo) Diferenças Culturais, Cotidiano Escolar e Práticas Pedagógicas – 2011. Colocar a inclusão nas prioridades das instituições não é mais do que regressar à verdadeira causa pelas quais elas foram criadas. Quando criaram as escolas, não foi dito que elas deveriam ser só para alunos sem deficiência. Quando criaram os hospitais não disseram que eles eram só para quem tivesse dinheiro. Quando criaram os transportes públicos até lhes foi dado o nome “ônibus” (para todos). Portanto, pensar em inclusão é limpar todas as pequenas atitudes, normas e condicionamentos que impediram perversamente que as instituições sociais cumpram aquilo para que foram criadas. A inclusão antes de mais nada combate a exclusão que existe na nossa sociedade. Exclusão devido a desigualdade social, às condições de deficiência e etc. Ela é o oposto, o antídoto contra o excluir. Outra observação é que estar “incluído” é ser bem vindo, é ser aceito em igualdade aos serviços, instituições, grupos que podem interessar ao desenvolvimento, à participação, à cidadania de cada pessoa. O movimento da sociedade civil nos últimos anos vem produzindo e constituindo novos direitos, na defesa e no respeito às diferenças e pela superação das desigualdades. Quando estudamos e trabalhamos do ponto de vista educacional, dos seus indicadores, as desigualdades estão claramente marcadas, no tratamento desigual destinado às faixas etárias, nas questões de gênero, de etnia e raça, nos grupos vulneráveis, o rural, o urbano. Temos que mostrar que o educando, o estudante, tem cor, tem sexo, um lugar social em que ele está inserido, além de sua condição de classe social.( HADDAD e GRACIANO, 2006, p. 5).
  • 8. 5 2.1 Diversidade e Inclusão. A inclusão de pessoas deve se dar em todas as instâncias, tendo como caráter principal o respeito as diferenças e a luta por uma educação que valorize cada pessoa, considerando-o como um ser único. A escola destina-se a construção de conhecimentos e de ampliação de valores, tem como objetivo contribuir para a modificação da sociedade no sentido de torná-la igualitária e democrática. Ao assumir a diversidade, a escola volta-se contra todas as formas de dominação e entende que o direito a educação é de todos, sendo assegurado o direito a diferença. Trabalhar com diversidade na escola não é um apelo romântico do final do século XX. Na realidade, a cobrança hoje feita em relação à forma como a escola lida com a diversidade no seu cotidiano, no seu currículo, nas suas práticas faz parte de uma história mais ampla (GOMES, 2007 pag -22). As preferências, as maneiras de ser, modos de vestir, de se alimentar, de aprender são diferentes e diversos. Assim como vivemos em um universo de coisas que desconhecemos, pois são infinitas, assim são as pessoas, elas possuem estilo próprio de ser. Esse universo diverso chega também na escola. Ao enxergar o outro como ser de possibilidades, de saberes e que esses saberes devem ser respeitados na sala de aula, saberes do campo, da rua, da igreja, das lendas, mitos, do fazer cotidiano que vem trazendo o encanto as experiências. Esses saberes achados devem ser somados aos saberes acadêmicos, escolares e construir um conhecimento novo, nem melhor nem pior, mas diferente, ou seja, um saber sistematizado. A prática preconceituosa de raça, de classe, de gênero ofende a substantividade do ser humano e nega radicalmente a “democracia”. Os educadores são diferentes e vão permanecer diferentes, iguais apenas no consentimento dos direitos e deveres.
  • 9. 6 Inclusão, consiste em adequar os sistemas sociais gerais da sociedade de tal modo que sejam eliminados os fatores que excluíam certas pessoas do seu meio e mantinham afastadas aquelas que foram excluídas. A inclusão possibilita a sociedade de estruturar, organizar, adaptar para receber as pessoas com deficiência. Devem ser eliminadas todas as barreiras que discriminam as pessoas da sociedade (SASSAKI 2005 pag – 21). Para que a inclusão se concretize é fundamental que as pessoas preocupadas com a educação possibilite momentos coletivos de aprendizagem com as diferenças. Nós educadores fazemos parte desse “tecido colorido” e os alunos também fazem parte desse mundo multicor, mas necessita dos recursos da humanização, afetividade, compreensão, diálogo e respeito para que esse “tecido”, venha estampado o nome inclusão e para que todos nós, nos tornemos aprendentes. 1.1.1 Diversidade e Inclusão na Escola Segundo Freire. Colocar ao professor ou, mais amplamente, à escola, o dever de não só respeitar os saberes com que os educandos, sobretudo os da classes populares, chegam a ela saberes socialmente construídos na prática comunitária, mas também (...) discutir com os alunos a razão de ser de alguns desses saberes em relação com o ensino dos conteúdos. FREIRE, 2008, p. 30. Paulo Freire por sua vez vê a educação em uma ótica que abrange a diversidade dos saberes e a inclusão de pessoas percebendo e respeitando a sua diversidade. No livro “Pedagogia da Autonomia” (Paz e Terra 37 ed, 2008), Paulo Freire afirma que o ensino não é somente “passar conhecimento”, mas sim dar possibilidades aos discentes de produzirem e construírem novos saberes diante do que já foi feito.
  • 10. 7 No intuito de despertar a educação para o viver em sociedade, o educador tem mais essa função de conversar com seus alunos sobre questões políticas, sociais e desenvolver funções que não são específicas da educação, mas sim da vida, pois ensinar é uma especificidade humana. O educador deve ser consciente de que sua profissão requer dedicação, doação, troca de experiência e conhecimentos, para que assim possa ajudar seu aluno a crescer tanto no aspecto social como profissional de maneira a se posicionar e interferir no mundo de forma consciente e crítica, tendo participação ativa nas escolhas e busca de soluções diante dos problemas que existem em seu meio social, cultural, familiar e econômico. O docente deve ter em mente e desejar ser um profissional curioso que esteja em constante pesquisas e descobertas que se faça necessário para a busca do aperfeiçoamento. 2.2 A Inclusão Social Das Pessoas Com Deficiência Por Meio Da Educação. A inclusão social que é no momento, um enorme desafio para o nosso sistema educacional, representa um novo caminho que está sendo construído por pessoas que sonham com uma sociedade justa, solidária e pronta para garantir os direitos de todos que nela vivem. Uma das formas para que o processo de inclusão social de alunos com deficiência é por meio da educação. Os alunos com necessidades especiais em escolas regulares é um direito que esses alunos possuem e é responsabilidade e dever do governo cumprir essa lei (Lei 9394/96). As escolas tem por seu dever e por direito dos cidadãos, receber e preparar todas as crianças e adolescentes independentemente das características de cada um, inclusive os alunos que possuem alguma deficiência, seja ela qual for. Na escola, a educação é intencional, portanto o olhar dos educadores tem que ser o olhar das possibilidades. Quando falamos em inclusão social, por meio da educação, devemos ter em mente um envolvimento coletivo (governo, comunidade, secretarias e famílias).
  • 11. 8 Um bom começo para agir em prol de uma sociedade inclusiva é iniciar pela inclusão na escola, pois é nela que se vive uma formação e transformação da pessoa, promovendo uma igualdade entre os deficientes e os ditos normais. As escolas devem estar preparadas e os profissionais devem ser criativos e qualificados para poder receber alunos que têm condições específicas. Não devemos esquecer que: “para acontecer a inclusão, primeiro tem que existir a vontade de incluir”. 2.2.1 A Necessidade De Mudança De Paradigma. Toda criança tem direito à educação e deve ser dada a ela a oportunidade de atingir e manter um nível adequado de aprendizagem. Toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem únicas. Sistemas e programas educacionais devem ser designados e implantados para contemplar a ampla diversidade dessas características e necessidades. Declaração de Salamanca, 1994. Os educadores e os pais pela experiência, já sabem que toda criança tem o seu ritmo de aprendizado e divergem em suas habilidades e dificuldades. É interessante saber para melhor compreender as crianças que não existe cérebro humano idênticos, ele é um sistema complexo tão singular quanto as impressões digitais. Sob a ótica desse novo paradigma, não é mais possível pensar em inclusão como um processo dedicado exclusivamente as crianças com deficiência ou NEE (Necessidades Educacionais Especiais). A diversidade infantil requer intervenções educacionais individualizadas para que todas as crianças com desenvolvimento típico ou atípico, com ou sem deficiência, transtornos mentais, tenham reabilitadas suas dificuldades, estimuladas suas habilidades, viabilizando um desenvolvimento em plenitude.
  • 12. 9 2.2.2 Inclusão Escolar, um Trabalho De Muitas Mentes. O total desconhecimento da estrutura e funcionamento cerebral subjacente aos processos cognitivos da criança impediu, nos últimos séculos, a adoção de práticas educacionais mais pertinentes e eficazes. Rita Levi-Montalcini, Nobel de Medicina e Fisiologia em 1986. CARTILHA DA INCLUSÃO ESCOLAR-2014. Com a certeza de que quando todos fazem, todos fazem menos (divisão correta de tarefas), gerando uma maior efetividade e qualidade, destacamos alguns números para efeito de conhecimento e informação sobre crianças brasileiras com NEE. De seis milhões de crianças e adolescentes com NEE, apenas 712 mil, encontram-se matriculadas em escolas regulares e escolas especiais, 80% deles no sistema público. Esses números, por si só, revelam a parte mais cruel da realidade da inclusão escolar em nosso país. Quem são e sob quais condições vivem os 5,3 milhões de crianças e adolescentes com deficiência excluídos na escola? O que esses brasileiros e familiares tem a dizer? Qual o tipo e grau de deficiência e/ou NEE apresentam? Quais os motivos que impediram o acesso a educação? As 712 mil matrículas de crianças e adolescentes com NEE representam 1,25% dos 56milhões de matrículas anuais em escolas públicas e privadas. Existe no Brasil um total de 2.724 escolas especiais, 4.325 classes especiais e 17.469 escolas públicas regulares com apoio pedagógico especializado, apenas 31,5% do total. Dos 2,3 milhões de professores brasileiros, apenas 55 mil se dedicam a educação especial 2,4%, 77,8% com formação específica na área.
  • 13. 10 2.2.3 Necessidades Para Um Projeto De Escola Inclusiva. Na certeza de que precisamos mudar para que algo mude para melhor, citamos algumas recomendações importantes para um projeto de escola inclusiva. Comprometer esse é o passo inicial para estabelecer o compromisso com a missão de inclusão escolar. Planejar deve-se ter um plano de ações que atenda a realidade da escola e da comunidade em que se encontra inserida. O plano deve ser realista e objetivo, priorizando o desencadeamento do processo e implantação das recomendações. Organizar regras e funções, que são importantes para desenvolver no cerne do alunado o sucesso da inclusão escolar, seja disseminando informações, seja combatendo o bullying e a intolerância. Capacitar as recomendações de inclusão aqui dispostas requerem recursos fundamentalmente humanos, mais do que materiais. Portanto a estratégia de ação deve contemplar a capacitação da CE (Comunidade Escolar). Implantar é a mais desafiadora das recomendações, pois exige um plano de desenvolvimento individual para cada aluno com NEE. Aprimorar a equipe envolvida nesse processo de inclusão amadurece e identifica as falhas, ajustam as rotas e modificam ou fazem adaptações para a realidade daquela escola, contemplando a diversidade do todo e de cada um.
  • 14. 11 3 CONCLUSÃO Nós, novos profissionais da área da educação, precisamos fazer a diferença para termos futuras pessoas diferentes em nossa sociedade e uma sociedade diferente. Temos a certeza de que alguma coisa precisa mudar, por isso não podemos mais ficarmos na teoria, temos que agir e nos prepararmos profissionalmente, para influenciar de maneira incentivadora e positiva os órgãos responsáveis e as escolas. A educação é, e sempre será um meio de preparação de novos seres humanos, sem preconceitos e diferenças, portanto vamos fazer parte desse novo paradigma de mudanças e de preparação de uma nova sociedade. Se vivemos em uma sociedade na qual estamos acostumados com os erros na educação e na inclusão, podemos acostumar a viver em uma sociedade com mudanças nessas áreas, só depende de nós, da nossa vontade, da nossa preparação, qualificação e dedicação.
  • 15. 12 4 REFERÊNCIAS DAVID RODRIGUES, O que é a Inclusão, 2014. DIVERSIDADE, INCLUSÃO E PAULO FREIRE: DISCUSSÕES E REFLEXÕES INICIAIS NA EDUCAÇÃO. Maria Jéssica Danielly de Lima, Mifra Angélica Chaves da Costa, Verônica Yasmim Santiago de Lima. Freire – 1992. A INCLUSÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO POR MEIO DA EDUCAÇÃO, 2007, Flora Alves Nogueira e Layla Cristina Andrade. DIFERENÇAS CULTURAIS, COTIDIANO ESCOLAR E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS. Vera Maria Ferrão Candau, PUC – Rio – Brasil – 2011. CARTILHA DA INCLUSÃO NA ESCOLA. Marco Antônio Arruda e Mauro de Almeida (coordenadores) – 2014. DECLARAÇÃO DE SALAMANCA – 1994. SASSAKI – 2005 p. 21. HADDAD e GRACIANO – 2006 p. 5. GOMES – 2007 p. 22. LENER – 2007 p. 7.