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UNIVERSIDADE TIRADENTES
PROCESSO DE
PLANEJAMENTO URBANO
EM CURITIBA
Preparado por: Ana Clara Rabelo, Brenda Aniceto, Douglas Ferreira e Emelly Thaiane
Curitiba é uma cidade brasileira reconhecida de maneira pouco comum às
cidades de países emergentes. Ela impressiona pelas obras construídas pelo
homem e não por magníficas obras da natureza. Reconhecida mundialmente
por suas soluções urbanísticas, Curitiba é fruto de um trabalho de longas
décadas de estudo e planejamento do espaço, iniciada, de maneira científica, a
partir de 1940.
FATOS QUE MARCARAM O PERÍODO
1
2
3
4
5
6
7
8
Os primeiros tempos
Em 1693, Curitiba foi
elevada à categoria de
vila, estava fundada a
Vila Nossa Senhora da
Luz dos Pinhais.
1693 - 1800
Os imigrantes
A partir de 1800 chegam
as primeiras levas de
imigrantes.
1800 - 1940
O Plano Agache
Início do planejamento
urbano de Curitiba em
1943.
1940 - 1960
O Plano Serete
Nasce o Plano
Preliminar de
Urbanismo em 1964.
1960 - 1970
Implantação do Plano
Diretor
A cidade passa por
grandes
transformações.
1970 - 1980
Redes de atenção
social
Redes que priorizam a
implantação de
equipamentos em áreas
periféricas.
1980 - 1990
A cidade ecológica
O meio ambiente passa
a ocupar o papel central
no planejamento da
cidade.
1990 - 2000
Curitiba metrópole e
revisão do Plano
Diretor
A mobilidade não
motorizada, o
compartilhamento e a
segurança do espaço
viário são priorizados.
2000 - 2015
OS PRIMEIROS TEMPOS
E OS IMIGRANTES
Curitiba inicialmente coloca em questão o lugar definitivo para sua instalação. A
apropriação gradativa se ancora no melhor conhecimento das terras, um
melhor conhecimento das condições climáticas e sua possível exploração.
Em 1693, Curitiba foi elevada à categoria de Vila, como exigiam as Ordenações
Portuguesas, estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais que,
em 1721, passou a chamar-se Curitiba.
Contam as lendas da terra que a própria padroeida da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, foi aclamada por se voltar e indicar o novo
lugar, onde a Vila deveria ser erigida em definitivo. Então, os bandeirantes, convidaram o cacique dos Campos de Tindiquera, às margens do
rio Iguaçu, para indicar o lugar mais adequado para instalar definitivamente a povoação. O cacique levou na mão uma enorme vara. Depois de
suas longas andanças numa área extensa de campos, fixou essa vara no solo e falou: “Coré Etuba”, que significa "muito pinhão".
Fig.
2
-
Escultura
do
Cacique
Tindiquara.
Fonte
-
http://www.circulandoporcuritiba.com.br
Fig.
1
-
Obra
Fundação
de
Curitiba,
de
Theodoro
de
Bona,
1947
a
1948,
óleo
sobre
tela,
4.60x
2,60.
Fonte
-
http://patrimoniohistoricoescolar.blogspot.com
Fig.
3
-
Panorama
de
Curitiba,
em
gravura
de
Jean-Baptiste
Debret,
1827.
Fonte
-
http://www.curitiba-parana.net
ig.
4
-
Vista
de
Curitiba,
1853,
ilustração
de
J.
H.
Elliot.
onte
-
http://www.curitiba-parana.net
Curitiba erigiu-se dentro de uma lógica espacial de
localização planejada, apoiada em topografia
favorável, uma encosta, que vem a ser o ponto de
maior elevação das imediações e com segurança
calculada.
"Curitiba não nasceu à beira de um caminho, como muitas
cidades brasileiras. Nasceu de um povoamento organizado e
consciente. Como uma metástase do movimento das bandeiras,
pequena, mas planejada, de acordo com a política geral de
Portugal para a Colônia Brasileira, que era a defesa dos
territórios contra possível alargamento do domínio espanhol".
Edilberto Trevisan
Fig. 5 - Mapa de Curitiba, 1857.
Fonte - https://www.lume.ufrgs.br
Em 1855 o francês Pierre Taulois estabeleceu novo
traçado para a cidade com ruas em linha reta e
cruzamentos em ângulos retos. Considerado
avançado para a época, esse plano já preparava a
área central da cidade para tráfego com maior
fluidez.
Nesse período teve início uma estratégia para
apagar a influência portuguesa mouresca da
arquitetura e traçado da Cidade de Curitiba, além da
ideia do branqueamento da população e da
negação da escravidão negra.
Fig. 6 - Mapa de Curitiba, 1863.
Fonte - https://vitruvius.com.br
A cidade de Curitiba se desenvolve sobre
precedentes urbanos estruturados em centro único,
apoiados e unidos por alguns pontos focais. Esses se
concrentram, inicialmente, a partir da obrigatória
marcação religiosa e de imperativos legais. O
conjunto da vila se completa com a soma de
pequenos edifícios.
Curitiba tinha forma quase circular, com casas
pequenas, a maioria de pedra e um pavimento e
cobertas de telhas. As ruas eram largas e regulares.
Fig. 7 - Mapa de Curitiba, 1875.
Fonte - https://www.lume.ufrgs.br
Fig. 8 - Vista da cidade de Curitiba, 1875.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net
Fig. 9 - Antiga Igreja Matriz de Curitiba, em 1865.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net
Fig. 10 - Mapa de Curitiba, 1894.
Fonte - https://www.ippuc.org.br
Com o passar dos tempos, a cidade muda de escala
em seus mais diversos aspectos, como aumento da
população, volume e porte de edificações. Nesse
processo natural de evolução, a cidade altera seu
modelato natural, forçando progresso através de
novas opções e possibilidades.
Para enfrentar esses novos tempos, é criado O
Código de Posturas, em 1895. A municipalidade
utiliza os meios disponíveis na época. Envolve nesse
quadro as técnicas mais avançadas para resolver as
questões da cidade como: saneamento, circulação,
iluminação, transporte e o início de uma legislação
urbanística.
Fig. 11 - Rua XV de Novembro, Curitiba, em 1870.
Fonte - https://pt.wikipedia.org
Nesse período chegam as primeiras grandes levas
de imigrantes italianos, poloneses, ucranianos,
russos, franceses, austríacos, holandeses e suíços.
A inauguração da estrada de ferro Curitiba –
Paranaguá marcou um ponto de inflexão no
desenvolvimento econômico do Paraná. Por
muitas décadas se constituiu no principal corredor
de exportação da produção paranaense.
Fig. 12 - Estação de ferro Curitiba-Paranaguá.
Fonte - http://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com
Início do serviço de bondes puxados por mulas, em 1887, que operam até 1910 quando são importados bondes
elétricos da França, que circulam até 1952.
Fig. 13 - Inauguração do Bonde de Mula, Curitiba, 1877.
Fonte - http://www.tramz.com
Fig. 14 - Bonde Elétrico em Curitiba, 1913.
Fonte - http://www.tramz.com
Implantação de infraestrutura de saneamento com a canalização do rio Ivo, a retificação do rio Belém e a inauguração
do Passeio Público, o primeiro parque de Curitiba.
Fig. 16 - Passeio Público, em 1926.
Fonte - https://www.ippuc.org.br
Fig. 15 - Passeio Público em destaque no mapa de Curitiba, 1935.
Fonte - https://www.ippuc.org.br
ANTIPLÁGIO
Construção de importantes edifícios como
mostram as figuras: Paço Municipal (17), a
Igreja da Matriz (18), o Edifício Garcez - mais
alto com oito andares (19), a Universidade
Federal do Paraná - primeira do Brasil (20) e
a sede dos Correios, na Praça Santos
Andrade (21).
20 21
Fonte
-
http://curitibaantigamenteeregiaoemfotos.blogspot.com
17 18 19
Percebe-se a prosperidade
da cidade de Curitiba através
da ampliação do numero de
quadras e vias, de forma que
o centro da cidade se mostra
como núcleo e a expansão
habitacional se dá em seus
redores. Exime exuberantes
novidades dignas de uma
metrópole para a época.
Mesmo assim, o município de
Curitiba convive com a
incompatibilidade entre uma
expansão urbana e
crescimento populacional
desprovidos de assistência,
que só fazem crescer os
duros problemas urbanos.
Fig. 22 - Mapa de Curitiba, 1914.
Fonte - http://www.memoriaparanaense.com.br
Fig. 23 - Detalhe da área central do mapa de Curitiba, 1935.
Fonte - https://www.ippuc.org.br
PLANO AGACHE
O Plano Agache, de 1943, realizado pela empresa
Coimbra Bueno & Cia Ltda., com a supervisão
técnica do urbanista francês Donat Alfred Agache,
destaca-se pelo seu caráter organicista.
PLANO DE PLANEJAMENTO URBANO
Fig. 24 - Representação esquemática do Plano Agache.
Fonte - https://slideplayer.com.br.
URBANISMO PROGRESSISTA
TONY GARNIER
Fig.
25
-
Plano
Agache,
1943.
Fonte
-
https://www.ippuc.org.br/
Fig.
26
-
Esquema
gráfico
do
Plano
Agache,
1943.
Fonte
-
https://www.curitiba.pr.gov.br/
A cidade é comparada a um organismo vivo, cujo
tratamento dos problemas é feito através do
zoneamento funcional, intervenções diretas sobre
determinados setores, reestruturação viária e
medidas de saneamento.
Esse zoneamento seria alcançado através da
implantação de centros funcionais setorizados:
Comercial (Centro), Administrativo (Centro Cívico),
Militar (Bacacheri), Esportivo (Tarumã),
Abastecimento (Mercado Municipal), Educação
(Centro Politécnico), Industrial (Rebouças) e de Lazer
(Parques).
Crescimento radial para a cidade, estabelecendo
princípios de circulação, interligando os diversos
centros propostos.
Fig. 27 a 28 - Propostas urbanas e utópicas radiais-perimetrais.
Livro: Nenhum dia sem uma linha: Uma história do urbanismo em Curitiba. Irã Dudeque, 2010.
Fig. 29 - Esquema gráfico do Plano Agache, 2001.
Fonte - https://www.ippuc.org.br/
Construções do período: Teatro Guaíra (30) e
Biblitoeca Pública do Paraná (31).
Fonte
-
https://www.ippuc.org.br/
30
31
Embora as propostas do Plano Agache não tenham sido implantadas em sua
totalidade, visto que não apresentava proposta definida de adensamento e
verticalização, algumas intervenções perduraram na Cidade como o Centro
Cívico, o Campus da UFPR, no bairro Jardim das Américas, o centro militar no
Bacacheri e algumas galerias de águas pluviais na rua XV de Novembro, entre
outras.
Fig. 32 - Praça Osória e Rua XV, 1928.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
Fig. 33 - População aguardando bonde
elétrico.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
Fig. 34 - Praça Tiradentes, 1944.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
Fig. 35 - Centro de Curitiba, 1950.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
Fig. 36 - Praça Osório, 1960.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
PLANO SERETE
O Plano Preliminar de Urbanismo nasce, em
1964, de concurso público ganho pelas empresas
paulistas Serete Engenharia S.A. e Jorge Wilheim
Arquitetos Associados, que propõem mudanças
na estrutura da cidade com a adoção de um
modelo linear de expansão urbana. Em 1965 são
realizados debates públicos, que ocorrem no
Seminário Curitiba de Amanhã, para discussão da
proposta com a população e, em 1966, o novo
Plano Diretor é aprovado.
PLANO PRELIMINAR DE URBANISMO
Fig. 37 - Representação esquemática do Plano Serete.
Fonte - https://slideplayer.com.br.
URBANISMO PROGRESSISTA
ARTURO SORIA Y MATA
Fig. 38 - Tripé do Plano Diretor de Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
A hierarquização do sistema viário,
O zoneamento de uso do solo,
A regulamentação dos loteamentos,
A renovação urbana,
A preservação e revitalização dos setores
históricos tradicionais e
A oferta de serviços públicos e equipamentos
comunitários.
As diretrizes do Plano Diretor orientam o processo
de crescimento da cidade de forma ordenada e estão
reunidas em três funções básicas: Uso do Solo,
Transporte Coletivo e Sistema Viário. Exemplos
destas diretrizes são:
Também foi em 1965 que ocorreu a criação do
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de
Curitiba (IPPUC).
A execução do plano ocorreu a partir de 1971, quando o arquiteto Jaime Lerner
foi nomeado prefeito (1971-1974), transformando Curitiba em verdadeiro
canteiro de obras: implantação do calçadão de uso exclusivo para pedestres,
melhoramento das praças, ampliação e criação de novas áreas destinadas ao
lazer, implantação de grandes parques públicos, abertura dos eixos estruturais,
inauguração do novo sistema de transporte, transformação de edificações
industriais desativadas em espaços culturais, como o Centro de Criatividade
(antiga fábrica de cola e beneficiamento de couro) e o Teatro Paiol (antigo
depósito de munições e arquivo), a implantação da Cidade Industrial de Curitiba
– CIC, entre outros projetos.
Primeiramente, são definidos parâmetros de ocupação que orientaram os investimentos públicos e privados e
disciplinaram as atividades da iniciativa privada.
A revisão do zoneamento, estabelecido pelo Plano Diretor, define novas zonas residenciais e comerciais e
disciplina as zonas de expansão urbana.
Fig. 39 - Revisão do zoneamento em Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/
Fig. 40 - Revisão do zoneamento em Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/
Densidade baixa
Uso Principalmente Residencial
Alta densidade
Comercial,
Empresarial,
Uso Residencial
Eixo Estrutural
Alta densidade
Comercial,
Empresarial,
Uso Residencial
Densidade baixa
Uso Principalmente Residencial
Estrada de sentido único
(Fluxo de tráfego: 60 km / h)
Estrada de sentido único
(Fluxo de tráfego: 60 km / h)
Estrada de sentido único
No eixo
Estrada de sentido único
No eixo
BRT
Pistas Dedicadas
Chão,
Lojas,
Negócios
Chão,
Lojas,
Negócios
Fig. 41 a 42 - Lado esquerdo, zoneamento em 1965; lado direito, zoneamento em 1956.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/
Orientar;
Disciplinar;
Promover o desenvolvimento;
Acompanhar o crescimento;
17% Áreas de preservação;
58% Áreas predominantemente
residenciais;
16% Áreas predominantemente
para comércios e serviços;
6% Áreas predominantemente
industriais;
3% Áreas de uso misto.
ZONEAMENTO E USO DO SOLO
Fig. 43 a 44 - Lado esquerdo, Plano Preliminar em 1965; lado direito, Plano Diretor em 1956.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/
Alteração da conformação radial de
crescimento para um modelo linear
de expansão e desenvolvimento
urbano que, evitando custosas
desapropriações, tomou forma com a
construção de linhas contínuas
ligando trechos isolados na malha
viária, transformando-as em novas
ligações viárias.
O Sistema Trinário foi a solução encontrada para implantar os eixos estruturais que conduziriam o crescimento
linear proposto. Composto por uma via exclusiva destinada ao transporte coletivo, duas vias de tráfego lento, que
permitem o acesso ao comércio e às residências, e duas vias externas, em sentido contrário (centro-bairro e
bairro-centro) chamadas de vias de tráfego rápido, que permitem o tráfego de passagem.
Fig. 45 - Sistema Trinário.
Fonte - https://slideplayer.com.br
Fig.
46
a
47
-
Representação
do
Sistema
Trinário
em
Curitiba.
Fonte
-
https://slideplayer.com.br
Fig.
48
a
51
-
Requalificação
Urbana
em
Curitiba.
Fonte
-
https://slideplayer.com.br
Rede Integrada de Transporte Coletivo (RIT).
Para viabilizar o Sistema Trinário foram
construídas canaletas no meio das estruturas para
o trânsito de ônibus expressos, que podiam
conduzir mais passageiros em menos tempo.
Os usuários do sistema podiam mudar de ônibus
nos terminais sem a necessidade de pagar outra
passagem e isso estimulou o uso do sistema pela
população.
Fig. 52 - Mapa da Rede Integrada de Transporte de Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
18 km de extensão com ciclovias;
23 bairros beneficiados;
Utilização bio-combustível;
Parque linear;
Plantio de 5.200 árvores nativas.
Linha Verde
Novo corredor de desenvolvimento
Fig. 53 - Linhas viárias de Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
Linha Verde
Fig. 54 - Linha Verde em Curitiba.
Fonte - https://slideplayer.com.br
Fig. 55 a 56 - Linha Verde em Curitiba.
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Fig. 57 a 58 - Linha viária em Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
1974 1979 1982 1999
Fig. 59 - Linha viária em Curitiba.
Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
ANA
Fig. 60 a 63 - Ônibus de Curitiba.
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Ligeirão
Interbairros Alimentador
Expresso Biarticulado
Convencional
Linha Especial
Linha Circular
Inter-Hospitais
Fig. 64 a 71 - Ônibus de Curitiba.
Fonte - https://slideplayer.com.br/
Fig. 72 - Avenida Luiz Xavier, 1967.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 73 - Curitiba: Centro de Curitiba, 1964.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 74 - Curitiba: Avenida João Gualberto, 1977.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 75 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 76 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 77 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980.
Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
Fig. 78 - Rua XV de Curitiba.
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Fig. 79 - Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba.
Fonte - http://googleimagens.com.br.
Fig. 80 - Jardim Botânica de Curitiba.
Fonte - http://googleimagens.com.br.
Fig. 81 - Ópera de Arame - Vale da Música, em Curitiba.
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OBRIGADO!
R
E
F
E
R
Ê
N
C
I
A
S
CAROLLO, Bráulio. Alfred Agache em Curitiba e sua Visão de Urbanismo.
Programa de Pós-Graduação em Arquitetura PROPAR. 2002. Acessado 28 Mar
2021.
<https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/3240/000384468.pdf?
sequence=1>
SILVA, Paganelli Luisiana. PROCESSAMENTO DE PLANEJAMENTO URBANO
EM CURITIBA. Acessado 28 Mar 2021.
<https://slideplayer.com.br/slide/8729905/>
INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA. História
de Curitiba. Academia.edu. Agosto/2015. Acessado em 28 Mar 2021.
<https://www.ippuc.org.br/>
STROHER, Laísa Eleonara Marostica. A Metrópole e o Planejamento Urbano:
Revisitando o Mito Curitiba-Modelo. Dissertação - Faculdade de Arquitetura
e Urbanismo da Universidade de São Paulo. 2014. Acessado 28 Mar 2021.
<https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-18092015-
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Planejamento Urbano em Curitiba

  • 1. UNIVERSIDADE TIRADENTES PROCESSO DE PLANEJAMENTO URBANO EM CURITIBA Preparado por: Ana Clara Rabelo, Brenda Aniceto, Douglas Ferreira e Emelly Thaiane
  • 2. Curitiba é uma cidade brasileira reconhecida de maneira pouco comum às cidades de países emergentes. Ela impressiona pelas obras construídas pelo homem e não por magníficas obras da natureza. Reconhecida mundialmente por suas soluções urbanísticas, Curitiba é fruto de um trabalho de longas décadas de estudo e planejamento do espaço, iniciada, de maneira científica, a partir de 1940.
  • 3. FATOS QUE MARCARAM O PERÍODO 1 2 3 4 5 6 7 8 Os primeiros tempos Em 1693, Curitiba foi elevada à categoria de vila, estava fundada a Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. 1693 - 1800 Os imigrantes A partir de 1800 chegam as primeiras levas de imigrantes. 1800 - 1940 O Plano Agache Início do planejamento urbano de Curitiba em 1943. 1940 - 1960 O Plano Serete Nasce o Plano Preliminar de Urbanismo em 1964. 1960 - 1970 Implantação do Plano Diretor A cidade passa por grandes transformações. 1970 - 1980 Redes de atenção social Redes que priorizam a implantação de equipamentos em áreas periféricas. 1980 - 1990 A cidade ecológica O meio ambiente passa a ocupar o papel central no planejamento da cidade. 1990 - 2000 Curitiba metrópole e revisão do Plano Diretor A mobilidade não motorizada, o compartilhamento e a segurança do espaço viário são priorizados. 2000 - 2015
  • 4. OS PRIMEIROS TEMPOS E OS IMIGRANTES
  • 5. Curitiba inicialmente coloca em questão o lugar definitivo para sua instalação. A apropriação gradativa se ancora no melhor conhecimento das terras, um melhor conhecimento das condições climáticas e sua possível exploração. Em 1693, Curitiba foi elevada à categoria de Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas, estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais que, em 1721, passou a chamar-se Curitiba.
  • 6. Contam as lendas da terra que a própria padroeida da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, foi aclamada por se voltar e indicar o novo lugar, onde a Vila deveria ser erigida em definitivo. Então, os bandeirantes, convidaram o cacique dos Campos de Tindiquera, às margens do rio Iguaçu, para indicar o lugar mais adequado para instalar definitivamente a povoação. O cacique levou na mão uma enorme vara. Depois de suas longas andanças numa área extensa de campos, fixou essa vara no solo e falou: “Coré Etuba”, que significa "muito pinhão". Fig. 2 - Escultura do Cacique Tindiquara. Fonte - http://www.circulandoporcuritiba.com.br Fig. 1 - Obra Fundação de Curitiba, de Theodoro de Bona, 1947 a 1948, óleo sobre tela, 4.60x 2,60. Fonte - http://patrimoniohistoricoescolar.blogspot.com
  • 9. Curitiba erigiu-se dentro de uma lógica espacial de localização planejada, apoiada em topografia favorável, uma encosta, que vem a ser o ponto de maior elevação das imediações e com segurança calculada. "Curitiba não nasceu à beira de um caminho, como muitas cidades brasileiras. Nasceu de um povoamento organizado e consciente. Como uma metástase do movimento das bandeiras, pequena, mas planejada, de acordo com a política geral de Portugal para a Colônia Brasileira, que era a defesa dos territórios contra possível alargamento do domínio espanhol". Edilberto Trevisan Fig. 5 - Mapa de Curitiba, 1857. Fonte - https://www.lume.ufrgs.br
  • 10. Em 1855 o francês Pierre Taulois estabeleceu novo traçado para a cidade com ruas em linha reta e cruzamentos em ângulos retos. Considerado avançado para a época, esse plano já preparava a área central da cidade para tráfego com maior fluidez. Nesse período teve início uma estratégia para apagar a influência portuguesa mouresca da arquitetura e traçado da Cidade de Curitiba, além da ideia do branqueamento da população e da negação da escravidão negra. Fig. 6 - Mapa de Curitiba, 1863. Fonte - https://vitruvius.com.br
  • 11. A cidade de Curitiba se desenvolve sobre precedentes urbanos estruturados em centro único, apoiados e unidos por alguns pontos focais. Esses se concrentram, inicialmente, a partir da obrigatória marcação religiosa e de imperativos legais. O conjunto da vila se completa com a soma de pequenos edifícios. Curitiba tinha forma quase circular, com casas pequenas, a maioria de pedra e um pavimento e cobertas de telhas. As ruas eram largas e regulares. Fig. 7 - Mapa de Curitiba, 1875. Fonte - https://www.lume.ufrgs.br
  • 12. Fig. 8 - Vista da cidade de Curitiba, 1875. Fonte - http://www.curitiba-parana.net
  • 13. Fig. 9 - Antiga Igreja Matriz de Curitiba, em 1865. Fonte - http://www.curitiba-parana.net
  • 14. Fig. 10 - Mapa de Curitiba, 1894. Fonte - https://www.ippuc.org.br Com o passar dos tempos, a cidade muda de escala em seus mais diversos aspectos, como aumento da população, volume e porte de edificações. Nesse processo natural de evolução, a cidade altera seu modelato natural, forçando progresso através de novas opções e possibilidades. Para enfrentar esses novos tempos, é criado O Código de Posturas, em 1895. A municipalidade utiliza os meios disponíveis na época. Envolve nesse quadro as técnicas mais avançadas para resolver as questões da cidade como: saneamento, circulação, iluminação, transporte e o início de uma legislação urbanística.
  • 15. Fig. 11 - Rua XV de Novembro, Curitiba, em 1870. Fonte - https://pt.wikipedia.org Nesse período chegam as primeiras grandes levas de imigrantes italianos, poloneses, ucranianos, russos, franceses, austríacos, holandeses e suíços.
  • 16. A inauguração da estrada de ferro Curitiba – Paranaguá marcou um ponto de inflexão no desenvolvimento econômico do Paraná. Por muitas décadas se constituiu no principal corredor de exportação da produção paranaense. Fig. 12 - Estação de ferro Curitiba-Paranaguá. Fonte - http://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com
  • 17. Início do serviço de bondes puxados por mulas, em 1887, que operam até 1910 quando são importados bondes elétricos da França, que circulam até 1952. Fig. 13 - Inauguração do Bonde de Mula, Curitiba, 1877. Fonte - http://www.tramz.com Fig. 14 - Bonde Elétrico em Curitiba, 1913. Fonte - http://www.tramz.com
  • 18. Implantação de infraestrutura de saneamento com a canalização do rio Ivo, a retificação do rio Belém e a inauguração do Passeio Público, o primeiro parque de Curitiba. Fig. 16 - Passeio Público, em 1926. Fonte - https://www.ippuc.org.br Fig. 15 - Passeio Público em destaque no mapa de Curitiba, 1935. Fonte - https://www.ippuc.org.br
  • 19. ANTIPLÁGIO Construção de importantes edifícios como mostram as figuras: Paço Municipal (17), a Igreja da Matriz (18), o Edifício Garcez - mais alto com oito andares (19), a Universidade Federal do Paraná - primeira do Brasil (20) e a sede dos Correios, na Praça Santos Andrade (21). 20 21 Fonte - http://curitibaantigamenteeregiaoemfotos.blogspot.com 17 18 19
  • 20. Percebe-se a prosperidade da cidade de Curitiba através da ampliação do numero de quadras e vias, de forma que o centro da cidade se mostra como núcleo e a expansão habitacional se dá em seus redores. Exime exuberantes novidades dignas de uma metrópole para a época. Mesmo assim, o município de Curitiba convive com a incompatibilidade entre uma expansão urbana e crescimento populacional desprovidos de assistência, que só fazem crescer os duros problemas urbanos. Fig. 22 - Mapa de Curitiba, 1914. Fonte - http://www.memoriaparanaense.com.br Fig. 23 - Detalhe da área central do mapa de Curitiba, 1935. Fonte - https://www.ippuc.org.br
  • 22. O Plano Agache, de 1943, realizado pela empresa Coimbra Bueno & Cia Ltda., com a supervisão técnica do urbanista francês Donat Alfred Agache, destaca-se pelo seu caráter organicista. PLANO DE PLANEJAMENTO URBANO Fig. 24 - Representação esquemática do Plano Agache. Fonte - https://slideplayer.com.br. URBANISMO PROGRESSISTA TONY GARNIER
  • 23. Fig. 25 - Plano Agache, 1943. Fonte - https://www.ippuc.org.br/ Fig. 26 - Esquema gráfico do Plano Agache, 1943. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/ A cidade é comparada a um organismo vivo, cujo tratamento dos problemas é feito através do zoneamento funcional, intervenções diretas sobre determinados setores, reestruturação viária e medidas de saneamento. Esse zoneamento seria alcançado através da implantação de centros funcionais setorizados: Comercial (Centro), Administrativo (Centro Cívico), Militar (Bacacheri), Esportivo (Tarumã), Abastecimento (Mercado Municipal), Educação (Centro Politécnico), Industrial (Rebouças) e de Lazer (Parques). Crescimento radial para a cidade, estabelecendo princípios de circulação, interligando os diversos centros propostos.
  • 24. Fig. 27 a 28 - Propostas urbanas e utópicas radiais-perimetrais. Livro: Nenhum dia sem uma linha: Uma história do urbanismo em Curitiba. Irã Dudeque, 2010.
  • 25. Fig. 29 - Esquema gráfico do Plano Agache, 2001. Fonte - https://www.ippuc.org.br/
  • 26. Construções do período: Teatro Guaíra (30) e Biblitoeca Pública do Paraná (31). Fonte - https://www.ippuc.org.br/ 30 31
  • 27. Embora as propostas do Plano Agache não tenham sido implantadas em sua totalidade, visto que não apresentava proposta definida de adensamento e verticalização, algumas intervenções perduraram na Cidade como o Centro Cívico, o Campus da UFPR, no bairro Jardim das Américas, o centro militar no Bacacheri e algumas galerias de águas pluviais na rua XV de Novembro, entre outras.
  • 28. Fig. 32 - Praça Osória e Rua XV, 1928. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
  • 29. Fig. 33 - População aguardando bonde elétrico. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
  • 30. Fig. 34 - Praça Tiradentes, 1944. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
  • 31. Fig. 35 - Centro de Curitiba, 1950. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
  • 32. Fig. 36 - Praça Osório, 1960. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/
  • 34. O Plano Preliminar de Urbanismo nasce, em 1964, de concurso público ganho pelas empresas paulistas Serete Engenharia S.A. e Jorge Wilheim Arquitetos Associados, que propõem mudanças na estrutura da cidade com a adoção de um modelo linear de expansão urbana. Em 1965 são realizados debates públicos, que ocorrem no Seminário Curitiba de Amanhã, para discussão da proposta com a população e, em 1966, o novo Plano Diretor é aprovado. PLANO PRELIMINAR DE URBANISMO Fig. 37 - Representação esquemática do Plano Serete. Fonte - https://slideplayer.com.br. URBANISMO PROGRESSISTA ARTURO SORIA Y MATA
  • 35. Fig. 38 - Tripé do Plano Diretor de Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.leg.br/ A hierarquização do sistema viário, O zoneamento de uso do solo, A regulamentação dos loteamentos, A renovação urbana, A preservação e revitalização dos setores históricos tradicionais e A oferta de serviços públicos e equipamentos comunitários. As diretrizes do Plano Diretor orientam o processo de crescimento da cidade de forma ordenada e estão reunidas em três funções básicas: Uso do Solo, Transporte Coletivo e Sistema Viário. Exemplos destas diretrizes são: Também foi em 1965 que ocorreu a criação do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC).
  • 36. A execução do plano ocorreu a partir de 1971, quando o arquiteto Jaime Lerner foi nomeado prefeito (1971-1974), transformando Curitiba em verdadeiro canteiro de obras: implantação do calçadão de uso exclusivo para pedestres, melhoramento das praças, ampliação e criação de novas áreas destinadas ao lazer, implantação de grandes parques públicos, abertura dos eixos estruturais, inauguração do novo sistema de transporte, transformação de edificações industriais desativadas em espaços culturais, como o Centro de Criatividade (antiga fábrica de cola e beneficiamento de couro) e o Teatro Paiol (antigo depósito de munições e arquivo), a implantação da Cidade Industrial de Curitiba – CIC, entre outros projetos.
  • 37. Primeiramente, são definidos parâmetros de ocupação que orientaram os investimentos públicos e privados e disciplinaram as atividades da iniciativa privada. A revisão do zoneamento, estabelecido pelo Plano Diretor, define novas zonas residenciais e comerciais e disciplina as zonas de expansão urbana. Fig. 39 - Revisão do zoneamento em Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/
  • 38. Fig. 40 - Revisão do zoneamento em Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/ Densidade baixa Uso Principalmente Residencial Alta densidade Comercial, Empresarial, Uso Residencial Eixo Estrutural Alta densidade Comercial, Empresarial, Uso Residencial Densidade baixa Uso Principalmente Residencial Estrada de sentido único (Fluxo de tráfego: 60 km / h) Estrada de sentido único (Fluxo de tráfego: 60 km / h) Estrada de sentido único No eixo Estrada de sentido único No eixo BRT Pistas Dedicadas Chão, Lojas, Negócios Chão, Lojas, Negócios
  • 39. Fig. 41 a 42 - Lado esquerdo, zoneamento em 1965; lado direito, zoneamento em 1956. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/ Orientar; Disciplinar; Promover o desenvolvimento; Acompanhar o crescimento; 17% Áreas de preservação; 58% Áreas predominantemente residenciais; 16% Áreas predominantemente para comércios e serviços; 6% Áreas predominantemente industriais; 3% Áreas de uso misto. ZONEAMENTO E USO DO SOLO
  • 40. Fig. 43 a 44 - Lado esquerdo, Plano Preliminar em 1965; lado direito, Plano Diretor em 1956. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br/ Alteração da conformação radial de crescimento para um modelo linear de expansão e desenvolvimento urbano que, evitando custosas desapropriações, tomou forma com a construção de linhas contínuas ligando trechos isolados na malha viária, transformando-as em novas ligações viárias.
  • 41. O Sistema Trinário foi a solução encontrada para implantar os eixos estruturais que conduziriam o crescimento linear proposto. Composto por uma via exclusiva destinada ao transporte coletivo, duas vias de tráfego lento, que permitem o acesso ao comércio e às residências, e duas vias externas, em sentido contrário (centro-bairro e bairro-centro) chamadas de vias de tráfego rápido, que permitem o tráfego de passagem. Fig. 45 - Sistema Trinário. Fonte - https://slideplayer.com.br
  • 44. Rede Integrada de Transporte Coletivo (RIT). Para viabilizar o Sistema Trinário foram construídas canaletas no meio das estruturas para o trânsito de ônibus expressos, que podiam conduzir mais passageiros em menos tempo. Os usuários do sistema podiam mudar de ônibus nos terminais sem a necessidade de pagar outra passagem e isso estimulou o uso do sistema pela população. Fig. 52 - Mapa da Rede Integrada de Transporte de Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
  • 45. 18 km de extensão com ciclovias; 23 bairros beneficiados; Utilização bio-combustível; Parque linear; Plantio de 5.200 árvores nativas. Linha Verde Novo corredor de desenvolvimento Fig. 53 - Linhas viárias de Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
  • 46. Linha Verde Fig. 54 - Linha Verde em Curitiba. Fonte - https://slideplayer.com.br
  • 47. Fig. 55 a 56 - Linha Verde em Curitiba. Fonte - https://slideplayer.com.br
  • 48. Fig. 57 a 58 - Linha viária em Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
  • 49. 1974 1979 1982 1999 Fig. 59 - Linha viária em Curitiba. Fonte - https://www.curitiba.pr.gov.br
  • 50. ANA Fig. 60 a 63 - Ônibus de Curitiba. Fonte - https://slideplayer.com.br/
  • 51. Ligeirão Interbairros Alimentador Expresso Biarticulado Convencional Linha Especial Linha Circular Inter-Hospitais Fig. 64 a 71 - Ônibus de Curitiba. Fonte - https://slideplayer.com.br/
  • 52. Fig. 72 - Avenida Luiz Xavier, 1967. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 53. Fig. 73 - Curitiba: Centro de Curitiba, 1964. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 54. Fig. 74 - Curitiba: Avenida João Gualberto, 1977. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 55. Fig. 75 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 56. Fig. 76 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 57. Fig. 77 - Curitiba: Bairro Cabral, 1970 - 1980. Fonte - http://www.curitiba-parana.net/
  • 58. Fig. 78 - Rua XV de Curitiba. Fonte - http://googleimagens.com.br.
  • 59. Fig. 79 - Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Fonte - http://googleimagens.com.br.
  • 60. Fig. 80 - Jardim Botânica de Curitiba. Fonte - http://googleimagens.com.br.
  • 61. Fig. 81 - Ópera de Arame - Vale da Música, em Curitiba. Fonte - http://googleimagens.com.br.
  • 63. R E F E R Ê N C I A S CAROLLO, Bráulio. Alfred Agache em Curitiba e sua Visão de Urbanismo. Programa de Pós-Graduação em Arquitetura PROPAR. 2002. Acessado 28 Mar 2021. <https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/3240/000384468.pdf? sequence=1> SILVA, Paganelli Luisiana. PROCESSAMENTO DE PLANEJAMENTO URBANO EM CURITIBA. Acessado 28 Mar 2021. <https://slideplayer.com.br/slide/8729905/> INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA. História de Curitiba. Academia.edu. Agosto/2015. Acessado em 28 Mar 2021. <https://www.ippuc.org.br/> STROHER, Laísa Eleonara Marostica. A Metrópole e o Planejamento Urbano: Revisitando o Mito Curitiba-Modelo. Dissertação - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. 2014. Acessado 28 Mar 2021. <https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16139/tde-18092015- 154553/publico/laisastroher.pdf>