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URBANISMO DURANTE A REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL
A partir da revolução industrial, o processo de
crescimento das cidades se acelerou pelas duas
razões saber: a necessidade de mão-de-obra nas
indústrias e a redução do número de trabalhadores
no campo. A industrialização promoveu de modo
simultâneo os dois eventos, um de atração pela
cidade, outro de expulsão do campo.
Antes da revolução industrial não havia nenhum país
onde a população urbana predominasse. No começo
deste século, apenas a Grã-Bretanha possuía a maior
parte de sua população vivendo em cidades. Pode-se
afirmar que o Século XX é o século da urbanização,
pois nele se acentuou o predomínio da cidade sobre o
campo. Salvo regiões muito atrasadas, que permanecem
com características nitidamente rurais, o processo de
urbanização prossegue em marcha acelerada.
A idéia da fixação do homem no campo como forma de
evitar o crescimento das cidades carece de realismo. As
pessoas vão para o meio urbano em busca de
oportunidades para melhorar a vida, de emprego, de
escola, coisas que nem sempre são encontradas em
pequenos povoados do interior. A cidade pode ser
associada a uma unidade produtiva complexa,
produzindo ampla variedade de bens e serviços, estando
permanentemente em busca de economias de escala, e
sempre exercendo forte atração sobre os seres humanos.
O processo de urbanização raramente é induzido por
alguma política governamental de forma ordenada. Ele
se processa de modo descontrolado, forçando as
cidades a abrigarem um número de pessoas superior à
sua capacidade, à violência, à poluição e às periferias
desassistidas que existem mesmo nas cidades mais
ricas do mundo.
A cidade industrial é voraz em termos de espaço.
Em geral, expande-se engolindo as pequenas
cidades ou povoados vizinhos, criando imensas
áreas conturbadas e formando as mega-cidades,
que, mesmo nas sociedades pós-industriais, são
associadas ao descontrole, à impossibilidade de
planejamento, e administração.
A população rural diminui, porque a Agricultura perde,
gradualmente, a posição de principal sector da
economia. Desde o arranque da Revolução Industrial a
indústria passou a ser o sector mais importante da
economia, ou seja, aquele sector que dá mais
rendimentos e ocupa a maior parte dos trabalhadores.
Como resultado desta realidade, os camponeses
abandonam os campos e dirigem-se aos centros urbanos
e fabris, às minas, aos centros de produção de petróleo
ou de electricidade. Além de atrair as populações
contribuindo para a urbanização, a indústria também
tem a capacidade de financiar o processo de
urbanização
A SITUAÇÃO DESCRITA VERIFICA-SE, SOBRETUDO, NA EUROPA OCIDENTAL, POIS NA
EUROPA DO LESTE E DO SUL, AAGRICULTURA CONTINUAA SER UMAACTIVIDADE
DOMINANTE
Alteração da fisionomia urbana tradicional – a
organização tradicional das cidades modificou-se,
pois começaram a chegar cada vez mais pessoas às
cidades o que fez com que a necessidade de
construções nos centros das cidades, como na
periferia, aumentasse
Incremento da oferta de Serviços – com o crescente
aumento da população urbana tornava-se também
necessário melhorar os serviços como abastecimento de
alimentos, água, iluminação, esgotos, construção de
habitações, serviços administrativos, entre outros;
Aumento da Segregação Social – à medida que iam
chegando mais pessoas às cidades, aumentava ao mesmo
tempo o número de pessoas que iam ficando sem os
meios básicos de vida, pois nem todas elas conseguiam
emprego; além de que os salários eram baixos. Assim, os
operários com salários mais baixos, incluindo os
desempregados começaram a viver miseravelmente em
bairros operários e nos subúrbios. Por outro lado,
existiam os bairros ricos da burguesia capitalista.
Assim, era possível, na mesma cidade encontrarmos
zonas de extrema pobreza e, outras de grande fartura.

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Urbanismo durante a revolução industrial

  • 1. URBANISMO DURANTE A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
  • 2. A partir da revolução industrial, o processo de crescimento das cidades se acelerou pelas duas razões saber: a necessidade de mão-de-obra nas indústrias e a redução do número de trabalhadores no campo. A industrialização promoveu de modo simultâneo os dois eventos, um de atração pela cidade, outro de expulsão do campo.
  • 3. Antes da revolução industrial não havia nenhum país onde a população urbana predominasse. No começo deste século, apenas a Grã-Bretanha possuía a maior parte de sua população vivendo em cidades. Pode-se afirmar que o Século XX é o século da urbanização, pois nele se acentuou o predomínio da cidade sobre o campo. Salvo regiões muito atrasadas, que permanecem com características nitidamente rurais, o processo de urbanização prossegue em marcha acelerada.
  • 4. A idéia da fixação do homem no campo como forma de evitar o crescimento das cidades carece de realismo. As pessoas vão para o meio urbano em busca de oportunidades para melhorar a vida, de emprego, de escola, coisas que nem sempre são encontradas em pequenos povoados do interior. A cidade pode ser associada a uma unidade produtiva complexa, produzindo ampla variedade de bens e serviços, estando permanentemente em busca de economias de escala, e sempre exercendo forte atração sobre os seres humanos.
  • 5. O processo de urbanização raramente é induzido por alguma política governamental de forma ordenada. Ele se processa de modo descontrolado, forçando as cidades a abrigarem um número de pessoas superior à sua capacidade, à violência, à poluição e às periferias desassistidas que existem mesmo nas cidades mais ricas do mundo.
  • 6. A cidade industrial é voraz em termos de espaço. Em geral, expande-se engolindo as pequenas cidades ou povoados vizinhos, criando imensas áreas conturbadas e formando as mega-cidades, que, mesmo nas sociedades pós-industriais, são associadas ao descontrole, à impossibilidade de planejamento, e administração.
  • 7. A população rural diminui, porque a Agricultura perde, gradualmente, a posição de principal sector da economia. Desde o arranque da Revolução Industrial a indústria passou a ser o sector mais importante da economia, ou seja, aquele sector que dá mais rendimentos e ocupa a maior parte dos trabalhadores.
  • 8. Como resultado desta realidade, os camponeses abandonam os campos e dirigem-se aos centros urbanos e fabris, às minas, aos centros de produção de petróleo ou de electricidade. Além de atrair as populações contribuindo para a urbanização, a indústria também tem a capacidade de financiar o processo de urbanização
  • 9. A SITUAÇÃO DESCRITA VERIFICA-SE, SOBRETUDO, NA EUROPA OCIDENTAL, POIS NA EUROPA DO LESTE E DO SUL, AAGRICULTURA CONTINUAA SER UMAACTIVIDADE DOMINANTE Alteração da fisionomia urbana tradicional – a organização tradicional das cidades modificou-se, pois começaram a chegar cada vez mais pessoas às cidades o que fez com que a necessidade de construções nos centros das cidades, como na periferia, aumentasse
  • 10. Incremento da oferta de Serviços – com o crescente aumento da população urbana tornava-se também necessário melhorar os serviços como abastecimento de alimentos, água, iluminação, esgotos, construção de habitações, serviços administrativos, entre outros;
  • 11. Aumento da Segregação Social – à medida que iam chegando mais pessoas às cidades, aumentava ao mesmo tempo o número de pessoas que iam ficando sem os meios básicos de vida, pois nem todas elas conseguiam emprego; além de que os salários eram baixos. Assim, os operários com salários mais baixos, incluindo os desempregados começaram a viver miseravelmente em bairros operários e nos subúrbios. Por outro lado, existiam os bairros ricos da burguesia capitalista. Assim, era possível, na mesma cidade encontrarmos zonas de extrema pobreza e, outras de grande fartura.