Classe Trematoda: Schistosoma mansoni
– Esquistossomose
FACULDADE MÁSTER DO PARÁ – FAMAP
Docente: Letícia Sousa do Nascimento
PARAUAPEBAS-PA
2022
Taxonomia
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• FILO ---- Platyhelminthes
• CLASSE ---- Trematoda
• ORDEM ---- Digenea
• FAMÍLIA ---- Schistosomatidae
• GÊNERO ---- Schistosoma
• ESPÉCIE ---- Schistosoma mansoni
---- Schistosoma haematobium
---- Schistosoma japonicum
---- Schistosoma intercalatum
---- Schistosoma mekong
Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Classificação: Schistosoma haematobium
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
• Esquistossomose vesical ou hematúria do Egito
• África, Bacia do Mediterrâneo e Oriente Médio.
• Hospedeiro intermediário --- Moluscos do gênero Bulinus
• São eliminados pela urina.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
• Esquistossomose intestinal (moléstia de Katayama)
• China, Japão, Ilhas Filipinas e sudeste asiático
• Hospedeiro intermediário ---- Moluscos do gênero Oncomelania.
• Vivem no sistema porta intra-hepático.
• São eliminados pelas fezes.
Classificação: Schistosoma japonicum
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Classificação: Schistosoma mansoni
• Schisto = fenda + Soma = corpo / SCHISTOSOMA (corpo em forma de
fenda)
• Schistosoma mansoni --- Ocorre na África, Antilhas e América da Sul.
• Infecção denominada esquistossomose, esquistossomíase mansonica ou
intestinal, pela localização dos parasitos nas vênolas da parede do
intestino grosso, sigmóide e reto, com sintomas predominantemente
intestinais. Nas formas mais graves, há hepatosplenomegalaia,
hipertensão do sistema porta ou outras manifestações patológicas
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Classificação: Schistosoma mansoni
• No Brasil, a doença é conhecida popularmente por xistossomose,
xistosa, doença dos caramujos, moléstia de Pirajá da Silva, barriga
d‘água.
• Gênero Biomphalaria (moluscos de água doce) são os hospedeiros
intermediários do Schistosoma mansoni.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Morfologia
• Machos: mede cerca de 1 cm. Tem cor
esbranquiçada, com tegumento
recoberto de minúsculas projeções
(tubérculos). O corpo dividido em duas
porções: a anterior, na qual
encontramos a ventosa oral e a ventosa
ventral (acetábulo), e a posterior (que se
inicia logo após a ventosa ventral),
onde encontramos o canal ginecóforo;
este nada mais é do que dobras das
laterais do corpo no sentido
longitudinal para albergar a fêmea e
fecundá-la.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Morfologia
• Fêmea: Mede cerca de 1,5
cm. Tem cor mais escura
devido ao ceco com sangue
semidigerido, com tegumento
liso. Na metade anterior,
encontramos a ventosa oral e
o acetábulo. Seguindo-se a
este temos a vulva, depois o
útero e o ovário.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Morfologia
• Ovo: Mede 150 μm, oval e apresenta lateralmente um espículo voltado para trás
(longevidade do ovo maduro: 3 a 4 semanas). O que caracteriza o ovo maduro é a
presença de um miracídio formado, visível pela transparência da casca.
• Miracídio: Cilíndrico e ciliado (vivem cerca de 8 a 10 horas), mede 180 μm. A
extremidade anterior apresenta uma papila apical ou terebratorium, que pode se
amoldar em forma de ventosa.
• Cercária: medem 500 μm, possuem 2 ventosas: oral e ventral, possui 1 corpo e 1
cauda bifurcada (vivem cerca de 8 a 12 horas). O sistema excretor constituído de
quatro pares de células flama.
• Esquistossômulo: Forma intermediária entre a cercária e forma adulta.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Schistosoma mansoni:
A) Ovos; 1º estádio; II) 2º estádio; III) 3º
estádio; IV) 4º estádio; V) 5º estádio ou
maduro.
B) Miracídio; Tb: terebratorium; Gp:
glândulas de penetração; Ga: glândulas
adesivas; Cf: células flama; Te: túbulos
excretores; Pe: poro excretor;
C) Cercária; Vo: ventosa oral; Po: poro
oral; Dgp: ductos das glândulas de
penetração; C: ceco; Gp: glândulas de
penetração; Vv: ventosa ventral; Pg:
primórdio genital;
D) Casal;
B) Miracídio;
E) Ovos em diferentes estádios de
desenvolvimento (maduros e imaturos).
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Hábitat
• Os vermes adultos vivem no sistema porta. Os esquistossômulos, quando chegam ao
fígado, apresentam um ganho de biomassa exponencial e, após atingirem a maturação
sexual, em tomo de 25 dias, migram para os ramos terminais da veia mesentérica
inferior, principalmente na altura da parede intestinal do plexo hemorroidário, onde se
acasalam, e, em tomo do 35º dia, as fêmeas iniciam a postura dos ovos.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Ciclo Biológico
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Transmissão
• Através da penetração ativa das cercárias na pele e mucosas;
• Áreas mais atingidas: pés e pernas
• Locais de maior transmissão: Valas de irrigação, açudes, pequenos córregos
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Imunologia
• Imunidade Protetora: a suspeita de um estado de resistência adquirida contra
reinfecções em moradores de áreas endêmicas já existia desde o início do século. No
mecanismo de atenuação dos efeitos da doença estão envolvidos a resposta
imunológica contra as formas infectantes (cercárias), impedindo, assim, uma
hiperinfecção e mecanismos imunomoduladores da resposta granulomatosa.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Imunologia
Imunopatologia: A esquistossomose
mansoni é uma doença decorrente da resposta
inflamatória granulomatosa que ocorre em
torno dos ovos vivos do parasito. Os
antígenos são secretados pela membrana
interna do ovo maduro, denominada
“envelope de Von Lichtenberg”, eles
atravessam os poros dos ovos, disseminando-
se nas circunvizinhanças. Estes antígenos
induzem tanto a resposta imunológica
humoral quanto a celular e são fundamentais
para formação da reação granulomatosa.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Patogenia
• CERCÁRIA --- Dermatite cercariana: sensação de comichão, eritema, edema, pequenas pápulas e dor.
• ESQUISTOSSÔMULOS --- 3 dias após são levados aos pulmões e 1 semana depois estão nos vasos do
fígado (febre, eosinofilia, linfadenopatia, esplenomegalia, hepatomegalia e urticária).
• VERMES ADULTOS --- Os vermes vivos permanecem por longos anos nos ramos intra-hepáticos e não
produzem lesões. Os mortos causam lesões extensas no fígado. Ação espoliadora: consomem 2,5 mg de
ferro por dia.
• OVOS --- O antígeno solúvel excretado pelos poros do ovo vivo provocará a reação inflamatória
granulomatosa. Fases dos granulomas:
• I) fase necrótico-exsudativa: uma zona de necrose em volta do ovo, circundada por exsudação de
eosinófilos, neutrófilos e histiócitos com deposição de material eosinofílico conhecido como fenômeno de
Hoeppli;
• II) fase produtiva ou de reação histiocitária, com início de reparação da área necrosada;
• III) fase de cura ou fibrose: o granuloma, endurecido, é denominado nódulo. Calcificação do ovo ou
absorção e desaparecimento do granuloma.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Patogenia
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Patogenia
• ESQUISTOSSOMOSE AGUDA
• Fase pré-postural: 10 a 35 dias após infecção: Assintomática ou inaparente; Mal estar, febre, tosse,
dores musculares, desconforto abdominal, hepatite aguda.
• Fase aguda: 50 a 120 dias após a infecção: Disseminação miliar de ovos, com áreas de necrose,
causando enterocolite aguda e no fígado, provocando a formação de granulomas, caracterizando a
forma toxêmica.
• Forma toxêmica: doença aguda, febril, sudorese, calafrios, emagrecimento, fenômenos alérgicos,
diarreia, disenteria, cólicas, tenesmo, hepatoesplenomegalia discreta, linfadenia, leucocitose com
eosinofilia, aumento das globulinas e alterações discretas das funções hepáticas.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
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Schistosoma
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Esquistossomose
Patogenia
• ESQUISTOSSOMOSE CRÔNICA
• Forma intestinal: A maioria benigna.
• Casos crônicos graves: Fibrose da alça retossigmóide, ↓ do peristaltismo e constipação constante
(prisão de ventre). Diarreia mucossanguinolenta, dor abdominal, tenesmo (cont. musc. lisa),
emagrecimento, etc. Formação de numerosos granulomas (presença de grande número de ovos
num determinado ponto).
• Forma hepática --- No início: fígado aumentado e doloroso à palpação. Os ovos prendem-se nos
espaços porta, com a formação de numerosos granulomas; O fígado numa fase mais adiantada pode
estar menor e fibrosado (fibrose de Symmers, ou seja, uma peripileflebite granulomatosa com
neoformação conjuntivo vascular ao redor dos vasos portais onde se vê uma retração da cápsula
hepática por fibrosamento dos espaços porta e manutenção da integridade do parênquima hepático.
Fibrose periportal: Obstrução dos ramos intra-hepáticos da veia porta com a formação de pequenos
trombos: Hipertensão portal.
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Schistosoma
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Esquistossomose
Patogenia
• Esplenomegalia: congestão passiva do ramo
esplénico (veia esplénica do sistema porta) com
distensão dos sinusóides.
• Varizes: Desenvolvimento da circulação colateral
anormal intra-hepática (shunts) e de anastomoses
do plexo hemorroidário, umbigo, região inguinal e
esôfago numa tentativa compensar a circulação
portal obstruída e diminuir a hipertensão portal.
• Ascite (Barriga D’água): Este achado clínico é
visto nas formas hepatoesplênicas mais graves e
decorre das alterações hemodinâmicas,
principalmente a hipertensão.
• Outras Localizações: ligações arteriovenosas
(shunts), que permitem a passagem de ovos do
parasito para a circulação geral com formação de
granulomas (inclusive no SNC).
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Diagnóstico
• Clínico: deve-se levar em conta a fase da doença (pré-postural, aguda ou crônica). Além disso, é de
fundamental importância a anamnese detalhada do caso do paciente (origem; hábitos, contato com água:
pescarias, banhos, trabalhos, recreações etc).
• Parasitológico ou Direto: Exame de fezes: Kato-Katz, Lutz (sedimentação espontânea), Biópsia retal,
biópsia hepática, Ultrassonografia.
• Métodos Imunológicos ou Indiretos: Intradermoreação, ELISA, Fixação do complemento, Reação em
Cadeia de Polimerase (PCR), etc.
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Epidemiologia
• Ampla distribuição geográfica (África, Antilhas
e América do Sul).
• Idade (faixa etária mais jovem).
• Meio ambiente favorável (temperatura e
luminosidade).
• Susceptibilidade do molusco (Biomphalaria).
• Presença de pessoas Infectadas eliminando ovos
viáveis nas fezes
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Schistosoma
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Esquistossomose
Epidemiologia
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Schistosoma
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Esquistossomose
Epidemiologia
• Moluscos transmissores da Esquistossomose mansonica:
• Biomphalaria glabrata;
• Biomphalaria tenagophila
• Biomphalaria straminia
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Schistosoma
mansoni
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Esquistossomose
Tratamento
• PRAZIQUANTEL
• Modo de ação: Age sobre as formas adultas do parasito) 40
mg/kg de peso do paciente, dose única, via oral. A droga
atua aumentando a permeabilidade da membrana ao cálcio,
o que causa contrações e paralisia da musculatura dos
parasitas.
• Os efeitos neuromusculares levam a uma maior motilidade
e paralisia espasmódica, causando o desprendimento e
desintegração dos parasitas no intestino.
• Utilizado para tratamento da esquistossomose, cisticercose
e infecções por cestóides e trematódeos do fígado, pulmões
e intestino. A droga alcança excelentes níveis terapêuticos
no fígado, bílis e tecido muscular, e atravessa a barreira
hematoencefálica chegando também ao cérebro e líquido
cefalorraquidiano.
• OXAMNIQUINE (Mansil ou Vansil)
• Age sobre as formas adultas do parasito)
15 mg/kg de peso do paciente, dose
única, por via oral. Crianças com menos
de 30 kilos --- 20 mg/kg de peso, em
duas doses de 10 mg/kg, com intervalo
de 4 a 6 horas.
• Noefeito anticolinérgico, o qual aumenta
a motilidade do parasito, como também
na inibição de síntese de ácidos
nucleicos. Nas cepas já descritas como
resistentes à droga esse efeito de inibição
da síntese proteica de ácidos nucleicos é
reversível, enquanto nas linhagens
suscetíveis esta alteração é irreversível.
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Profilaxia
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Profilaxia
• Saneamento básico
• Educação sanitária
• Tratamento dos doentes
• Combate ao molusco presentes nos focos
peridomiciliares através de moluscocidas.
Caso Clínico
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
T.B.A, 38 anos, masculino, casado, agricultor, ensino médio incompleto, natural e procedente de Sapeaçu-
BA, procurou a unidade básica com queixa de sangue nas fezes há 2 dias. Paciente refere fezes
enegrecidas, fétidas e amolecidas há 2 dias. Associado ao quadro de melena apresentou 2 episódios de
hematêmese e aumento do volume abdominal há 4 meses. Afirma perda de 5 kg e alterações no ritmo
intestinal nos últimos 4 meses, além de cansaço progressivo que o tem impedido de trabalhar. Nega febre,
inapetência, empachamento pós-prandial, náuseas e vômitos. Nega outras comorbidades prévias, alergias e
transfusões. Relata que a mãe apresenta diabetes mellitus e que o pai morreu de AVC aos 70 anos. Nega
tabagismo, afirmando etilismo social e que não prática nenhuma atividade física além do esforço no
trabalho. Mora em zona rural com a mulher e 2 filhos em casa rebocada sem saneamento básico e utiliza
água fervida. Afirma banhos de rio desde a infância, afirmando que já ouviu falar da doença do caramujo
em sua região.
Caso Clínico
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Ao exame físico, o paciente encontrava-se em precário estado geral, orientado e lúcido, emagrecido,
afebril (36,5ºC), acianótico, anictérico, mucosas hipocrômicas (+/+4) e desidratadas, eupneico (frequência
respiratória = 18 irp), normocárdico (frequência cardíaca = 80 bpm) e com PA de 110x80mmHg. Peso: 51.
IMC=17,6. No exame cardiovascular ritmo cardiovascular regular em 2 tempos, bulhas rítmicas e
normofonéticas sem presença de sopros ou desdobramentos. Aparelho respiratório sem alterações. Ao
exame do abdome, paciente apresentava abdome globoso, as custas de ascite moderada com presença de
circulação colateral. RHA +, timpânico a percussão exceto em abdome inferior-submaciço. Na
hepatimetria: 12 com em LHCD e 9 cm em LME. Abdome doloroso à palpação profunda. Traube ocupado
com baço palpável. Sem alterações no aparelho neurológico.
O paciente foi encaminhada para realização de exames para confirmação de suspeita de esquistossomose,
foi solicitado avaliação laboratorial incluindo: hemograma, aminotransferase de aspartate (AST)
aminotransferase de alanine (ALT), fosfatase alcalina (FA), gama glutamil transferase (GGT), nível sérico
de albumina e parasitológico de fezes. Além de USG de abdome total e endoscopia digestiva alta.
Caso Clínico
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Após realização dos exames, notou-se moderada anemia, leve aumento das aminotransferase, diminuição
da albumina sérica e foram achados ovos de Schistosoma nas fezes. O USG evidenciou fibrose em
parênquima hepático e a EDA mostrou rompimento de varizes de esôfago. Assim, foi confirmado que o
paciente apresentava esquistossomose. Como conduta foi prescrito reposição volêmica, o uso de
praziquantel e tratamento endoscópio das varizes esofágicas, encaminhado para cirurgião para
avaliar esplenectomia.
Questões
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Sobre a Esquistossomose Mansônica, assinale V para as afirmativas verdadeiras, F para as falsas.
( ) O homem é o principal hospedeiro definitivo e nele o parasita apresenta a forma adulta, reproduz-se
sexuadamente e possibilita a eliminação dos ovos do S. mansoni no ambiente, pelas fezes.
( ) O homem adquire a esquistossomose por meio da penetração ativa do miracídio na pele.
( ) O homem infectado pode eliminar ovos viáveis de S. mansoni a partir de 5 semanas após a infecção e por
um período de 6 a 10 anos, podendo chegar até mais de 20 anos.
( ) O contato com águas contaminadas por cercarias utilizadas para atividades profissionais ou de lazer, como
banhos, pescas, lavagem de roupa e louça ou plantio de culturas irrigadas, com presença de caramujos
infectados pelo S. mansoni, constitui risco para se adquirir a esquistossomose.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
A)V F V F B)V V F V C)F V V F D)V F V V.
Questões
34
Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
A esquistossomose é uma doença conhecida popularmente pelo nome de barriga
d'água, uma vez que provoca ascite, um aumento anormal de líquidos na cavidade
abdominal. Ela é causada por um trematódeo, ou seja, um verme pertencente ao grupo
dos:
a) moluscos.
b) anelídeos.
c) platelmintos.
d) nematódeos.
e) cordados.
Questões
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Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose
Uma das principais medidas de controle do ‘Schistosoma mansoni’, causador da esquistossomose, é
a) tratamento de cães e gatos parasitados.
b) eliminação dos caramujos transmissores.
c) destruição dos criadouros de larvas de mosquitos.
d) inspeção rigorosa da carne nos abatedouros.
e) campanha contra construção de casas de barro ou de pau-a-pique.
36
CIMERMAN. B; CIMERMAN. S. Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
NEVES, D.P. et al. Parasitologia Humana. 13. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2016.
REY, L. Parasitologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 5. ed. São Paulo: Ed Atheneu, 2015.
REFERÊNCIAS
Schistosoma
mansoni
–
Esquistossomose

Parasito aula 4.pptx

  • 1.
    Classe Trematoda: Schistosomamansoni – Esquistossomose FACULDADE MÁSTER DO PARÁ – FAMAP Docente: Letícia Sousa do Nascimento PARAUAPEBAS-PA 2022
  • 2.
    Taxonomia 2 • FILO ----Platyhelminthes • CLASSE ---- Trematoda • ORDEM ---- Digenea • FAMÍLIA ---- Schistosomatidae • GÊNERO ---- Schistosoma • ESPÉCIE ---- Schistosoma mansoni ---- Schistosoma haematobium ---- Schistosoma japonicum ---- Schistosoma intercalatum ---- Schistosoma mekong Schistosoma mansoni – Esquistossomose
  • 3.
    Classificação: Schistosoma haematobium 3 Schistosoma mansoni – Esquistossomose •Esquistossomose vesical ou hematúria do Egito • África, Bacia do Mediterrâneo e Oriente Médio. • Hospedeiro intermediário --- Moluscos do gênero Bulinus • São eliminados pela urina.
  • 4.
    4 Schistosoma mansoni – Esquistossomose • Esquistossomose intestinal(moléstia de Katayama) • China, Japão, Ilhas Filipinas e sudeste asiático • Hospedeiro intermediário ---- Moluscos do gênero Oncomelania. • Vivem no sistema porta intra-hepático. • São eliminados pelas fezes. Classificação: Schistosoma japonicum
  • 5.
    5 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Classificação: Schistosoma mansoni •Schisto = fenda + Soma = corpo / SCHISTOSOMA (corpo em forma de fenda) • Schistosoma mansoni --- Ocorre na África, Antilhas e América da Sul. • Infecção denominada esquistossomose, esquistossomíase mansonica ou intestinal, pela localização dos parasitos nas vênolas da parede do intestino grosso, sigmóide e reto, com sintomas predominantemente intestinais. Nas formas mais graves, há hepatosplenomegalaia, hipertensão do sistema porta ou outras manifestações patológicas
  • 6.
    6 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Classificação: Schistosoma mansoni •No Brasil, a doença é conhecida popularmente por xistossomose, xistosa, doença dos caramujos, moléstia de Pirajá da Silva, barriga d‘água. • Gênero Biomphalaria (moluscos de água doce) são os hospedeiros intermediários do Schistosoma mansoni.
  • 7.
    7 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Morfologia • Machos: medecerca de 1 cm. Tem cor esbranquiçada, com tegumento recoberto de minúsculas projeções (tubérculos). O corpo dividido em duas porções: a anterior, na qual encontramos a ventosa oral e a ventosa ventral (acetábulo), e a posterior (que se inicia logo após a ventosa ventral), onde encontramos o canal ginecóforo; este nada mais é do que dobras das laterais do corpo no sentido longitudinal para albergar a fêmea e fecundá-la.
  • 8.
    8 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Morfologia • Fêmea: Medecerca de 1,5 cm. Tem cor mais escura devido ao ceco com sangue semidigerido, com tegumento liso. Na metade anterior, encontramos a ventosa oral e o acetábulo. Seguindo-se a este temos a vulva, depois o útero e o ovário.
  • 9.
    9 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Morfologia • Ovo: Mede150 μm, oval e apresenta lateralmente um espículo voltado para trás (longevidade do ovo maduro: 3 a 4 semanas). O que caracteriza o ovo maduro é a presença de um miracídio formado, visível pela transparência da casca. • Miracídio: Cilíndrico e ciliado (vivem cerca de 8 a 10 horas), mede 180 μm. A extremidade anterior apresenta uma papila apical ou terebratorium, que pode se amoldar em forma de ventosa. • Cercária: medem 500 μm, possuem 2 ventosas: oral e ventral, possui 1 corpo e 1 cauda bifurcada (vivem cerca de 8 a 12 horas). O sistema excretor constituído de quatro pares de células flama. • Esquistossômulo: Forma intermediária entre a cercária e forma adulta.
  • 10.
    10 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Schistosoma mansoni: A) Ovos;1º estádio; II) 2º estádio; III) 3º estádio; IV) 4º estádio; V) 5º estádio ou maduro. B) Miracídio; Tb: terebratorium; Gp: glândulas de penetração; Ga: glândulas adesivas; Cf: células flama; Te: túbulos excretores; Pe: poro excretor; C) Cercária; Vo: ventosa oral; Po: poro oral; Dgp: ductos das glândulas de penetração; C: ceco; Gp: glândulas de penetração; Vv: ventosa ventral; Pg: primórdio genital; D) Casal; B) Miracídio; E) Ovos em diferentes estádios de desenvolvimento (maduros e imaturos).
  • 11.
    11 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Hábitat • Os vermesadultos vivem no sistema porta. Os esquistossômulos, quando chegam ao fígado, apresentam um ganho de biomassa exponencial e, após atingirem a maturação sexual, em tomo de 25 dias, migram para os ramos terminais da veia mesentérica inferior, principalmente na altura da parede intestinal do plexo hemorroidário, onde se acasalam, e, em tomo do 35º dia, as fêmeas iniciam a postura dos ovos.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    14 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Transmissão • Através dapenetração ativa das cercárias na pele e mucosas; • Áreas mais atingidas: pés e pernas • Locais de maior transmissão: Valas de irrigação, açudes, pequenos córregos
  • 15.
    15 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Imunologia • Imunidade Protetora:a suspeita de um estado de resistência adquirida contra reinfecções em moradores de áreas endêmicas já existia desde o início do século. No mecanismo de atenuação dos efeitos da doença estão envolvidos a resposta imunológica contra as formas infectantes (cercárias), impedindo, assim, uma hiperinfecção e mecanismos imunomoduladores da resposta granulomatosa.
  • 16.
    16 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Imunologia Imunopatologia: A esquistossomose mansonié uma doença decorrente da resposta inflamatória granulomatosa que ocorre em torno dos ovos vivos do parasito. Os antígenos são secretados pela membrana interna do ovo maduro, denominada “envelope de Von Lichtenberg”, eles atravessam os poros dos ovos, disseminando- se nas circunvizinhanças. Estes antígenos induzem tanto a resposta imunológica humoral quanto a celular e são fundamentais para formação da reação granulomatosa.
  • 17.
    17 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Patogenia • CERCÁRIA ---Dermatite cercariana: sensação de comichão, eritema, edema, pequenas pápulas e dor. • ESQUISTOSSÔMULOS --- 3 dias após são levados aos pulmões e 1 semana depois estão nos vasos do fígado (febre, eosinofilia, linfadenopatia, esplenomegalia, hepatomegalia e urticária). • VERMES ADULTOS --- Os vermes vivos permanecem por longos anos nos ramos intra-hepáticos e não produzem lesões. Os mortos causam lesões extensas no fígado. Ação espoliadora: consomem 2,5 mg de ferro por dia. • OVOS --- O antígeno solúvel excretado pelos poros do ovo vivo provocará a reação inflamatória granulomatosa. Fases dos granulomas: • I) fase necrótico-exsudativa: uma zona de necrose em volta do ovo, circundada por exsudação de eosinófilos, neutrófilos e histiócitos com deposição de material eosinofílico conhecido como fenômeno de Hoeppli; • II) fase produtiva ou de reação histiocitária, com início de reparação da área necrosada; • III) fase de cura ou fibrose: o granuloma, endurecido, é denominado nódulo. Calcificação do ovo ou absorção e desaparecimento do granuloma.
  • 18.
  • 19.
    19 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Patogenia • ESQUISTOSSOMOSE AGUDA •Fase pré-postural: 10 a 35 dias após infecção: Assintomática ou inaparente; Mal estar, febre, tosse, dores musculares, desconforto abdominal, hepatite aguda. • Fase aguda: 50 a 120 dias após a infecção: Disseminação miliar de ovos, com áreas de necrose, causando enterocolite aguda e no fígado, provocando a formação de granulomas, caracterizando a forma toxêmica. • Forma toxêmica: doença aguda, febril, sudorese, calafrios, emagrecimento, fenômenos alérgicos, diarreia, disenteria, cólicas, tenesmo, hepatoesplenomegalia discreta, linfadenia, leucocitose com eosinofilia, aumento das globulinas e alterações discretas das funções hepáticas.
  • 20.
  • 21.
    21 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Patogenia • ESQUISTOSSOMOSE CRÔNICA •Forma intestinal: A maioria benigna. • Casos crônicos graves: Fibrose da alça retossigmóide, ↓ do peristaltismo e constipação constante (prisão de ventre). Diarreia mucossanguinolenta, dor abdominal, tenesmo (cont. musc. lisa), emagrecimento, etc. Formação de numerosos granulomas (presença de grande número de ovos num determinado ponto). • Forma hepática --- No início: fígado aumentado e doloroso à palpação. Os ovos prendem-se nos espaços porta, com a formação de numerosos granulomas; O fígado numa fase mais adiantada pode estar menor e fibrosado (fibrose de Symmers, ou seja, uma peripileflebite granulomatosa com neoformação conjuntivo vascular ao redor dos vasos portais onde se vê uma retração da cápsula hepática por fibrosamento dos espaços porta e manutenção da integridade do parênquima hepático. Fibrose periportal: Obstrução dos ramos intra-hepáticos da veia porta com a formação de pequenos trombos: Hipertensão portal.
  • 22.
    22 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Patogenia • Esplenomegalia: congestãopassiva do ramo esplénico (veia esplénica do sistema porta) com distensão dos sinusóides. • Varizes: Desenvolvimento da circulação colateral anormal intra-hepática (shunts) e de anastomoses do plexo hemorroidário, umbigo, região inguinal e esôfago numa tentativa compensar a circulação portal obstruída e diminuir a hipertensão portal. • Ascite (Barriga D’água): Este achado clínico é visto nas formas hepatoesplênicas mais graves e decorre das alterações hemodinâmicas, principalmente a hipertensão. • Outras Localizações: ligações arteriovenosas (shunts), que permitem a passagem de ovos do parasito para a circulação geral com formação de granulomas (inclusive no SNC).
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    23 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Diagnóstico • Clínico: deve-selevar em conta a fase da doença (pré-postural, aguda ou crônica). Além disso, é de fundamental importância a anamnese detalhada do caso do paciente (origem; hábitos, contato com água: pescarias, banhos, trabalhos, recreações etc). • Parasitológico ou Direto: Exame de fezes: Kato-Katz, Lutz (sedimentação espontânea), Biópsia retal, biópsia hepática, Ultrassonografia. • Métodos Imunológicos ou Indiretos: Intradermoreação, ELISA, Fixação do complemento, Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), etc.
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    24 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Epidemiologia • Ampla distribuiçãogeográfica (África, Antilhas e América do Sul). • Idade (faixa etária mais jovem). • Meio ambiente favorável (temperatura e luminosidade). • Susceptibilidade do molusco (Biomphalaria). • Presença de pessoas Infectadas eliminando ovos viáveis nas fezes
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    26 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Epidemiologia • Moluscos transmissoresda Esquistossomose mansonica: • Biomphalaria glabrata; • Biomphalaria tenagophila • Biomphalaria straminia
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    27 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Tratamento • PRAZIQUANTEL • Modode ação: Age sobre as formas adultas do parasito) 40 mg/kg de peso do paciente, dose única, via oral. A droga atua aumentando a permeabilidade da membrana ao cálcio, o que causa contrações e paralisia da musculatura dos parasitas. • Os efeitos neuromusculares levam a uma maior motilidade e paralisia espasmódica, causando o desprendimento e desintegração dos parasitas no intestino. • Utilizado para tratamento da esquistossomose, cisticercose e infecções por cestóides e trematódeos do fígado, pulmões e intestino. A droga alcança excelentes níveis terapêuticos no fígado, bílis e tecido muscular, e atravessa a barreira hematoencefálica chegando também ao cérebro e líquido cefalorraquidiano. • OXAMNIQUINE (Mansil ou Vansil) • Age sobre as formas adultas do parasito) 15 mg/kg de peso do paciente, dose única, por via oral. Crianças com menos de 30 kilos --- 20 mg/kg de peso, em duas doses de 10 mg/kg, com intervalo de 4 a 6 horas. • Noefeito anticolinérgico, o qual aumenta a motilidade do parasito, como também na inibição de síntese de ácidos nucleicos. Nas cepas já descritas como resistentes à droga esse efeito de inibição da síntese proteica de ácidos nucleicos é reversível, enquanto nas linhagens suscetíveis esta alteração é irreversível.
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    29 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Profilaxia • Saneamento básico •Educação sanitária • Tratamento dos doentes • Combate ao molusco presentes nos focos peridomiciliares através de moluscocidas.
  • 30.
    Caso Clínico 30 Schistosoma mansoni – Esquistossomose T.B.A, 38anos, masculino, casado, agricultor, ensino médio incompleto, natural e procedente de Sapeaçu- BA, procurou a unidade básica com queixa de sangue nas fezes há 2 dias. Paciente refere fezes enegrecidas, fétidas e amolecidas há 2 dias. Associado ao quadro de melena apresentou 2 episódios de hematêmese e aumento do volume abdominal há 4 meses. Afirma perda de 5 kg e alterações no ritmo intestinal nos últimos 4 meses, além de cansaço progressivo que o tem impedido de trabalhar. Nega febre, inapetência, empachamento pós-prandial, náuseas e vômitos. Nega outras comorbidades prévias, alergias e transfusões. Relata que a mãe apresenta diabetes mellitus e que o pai morreu de AVC aos 70 anos. Nega tabagismo, afirmando etilismo social e que não prática nenhuma atividade física além do esforço no trabalho. Mora em zona rural com a mulher e 2 filhos em casa rebocada sem saneamento básico e utiliza água fervida. Afirma banhos de rio desde a infância, afirmando que já ouviu falar da doença do caramujo em sua região.
  • 31.
    Caso Clínico 31 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Ao examefísico, o paciente encontrava-se em precário estado geral, orientado e lúcido, emagrecido, afebril (36,5ºC), acianótico, anictérico, mucosas hipocrômicas (+/+4) e desidratadas, eupneico (frequência respiratória = 18 irp), normocárdico (frequência cardíaca = 80 bpm) e com PA de 110x80mmHg. Peso: 51. IMC=17,6. No exame cardiovascular ritmo cardiovascular regular em 2 tempos, bulhas rítmicas e normofonéticas sem presença de sopros ou desdobramentos. Aparelho respiratório sem alterações. Ao exame do abdome, paciente apresentava abdome globoso, as custas de ascite moderada com presença de circulação colateral. RHA +, timpânico a percussão exceto em abdome inferior-submaciço. Na hepatimetria: 12 com em LHCD e 9 cm em LME. Abdome doloroso à palpação profunda. Traube ocupado com baço palpável. Sem alterações no aparelho neurológico. O paciente foi encaminhada para realização de exames para confirmação de suspeita de esquistossomose, foi solicitado avaliação laboratorial incluindo: hemograma, aminotransferase de aspartate (AST) aminotransferase de alanine (ALT), fosfatase alcalina (FA), gama glutamil transferase (GGT), nível sérico de albumina e parasitológico de fezes. Além de USG de abdome total e endoscopia digestiva alta.
  • 32.
    Caso Clínico 32 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Após realizaçãodos exames, notou-se moderada anemia, leve aumento das aminotransferase, diminuição da albumina sérica e foram achados ovos de Schistosoma nas fezes. O USG evidenciou fibrose em parênquima hepático e a EDA mostrou rompimento de varizes de esôfago. Assim, foi confirmado que o paciente apresentava esquistossomose. Como conduta foi prescrito reposição volêmica, o uso de praziquantel e tratamento endoscópio das varizes esofágicas, encaminhado para cirurgião para avaliar esplenectomia.
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    Questões 33 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Sobre a EsquistossomoseMansônica, assinale V para as afirmativas verdadeiras, F para as falsas. ( ) O homem é o principal hospedeiro definitivo e nele o parasita apresenta a forma adulta, reproduz-se sexuadamente e possibilita a eliminação dos ovos do S. mansoni no ambiente, pelas fezes. ( ) O homem adquire a esquistossomose por meio da penetração ativa do miracídio na pele. ( ) O homem infectado pode eliminar ovos viáveis de S. mansoni a partir de 5 semanas após a infecção e por um período de 6 a 10 anos, podendo chegar até mais de 20 anos. ( ) O contato com águas contaminadas por cercarias utilizadas para atividades profissionais ou de lazer, como banhos, pescas, lavagem de roupa e louça ou plantio de culturas irrigadas, com presença de caramujos infectados pelo S. mansoni, constitui risco para se adquirir a esquistossomose. Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. A)V F V F B)V V F V C)F V V F D)V F V V.
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    Questões 34 Schistosoma mansoni – Esquistossomose A esquistossomose éuma doença conhecida popularmente pelo nome de barriga d'água, uma vez que provoca ascite, um aumento anormal de líquidos na cavidade abdominal. Ela é causada por um trematódeo, ou seja, um verme pertencente ao grupo dos: a) moluscos. b) anelídeos. c) platelmintos. d) nematódeos. e) cordados.
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    Questões 35 Schistosoma mansoni – Esquistossomose Uma das principaismedidas de controle do ‘Schistosoma mansoni’, causador da esquistossomose, é a) tratamento de cães e gatos parasitados. b) eliminação dos caramujos transmissores. c) destruição dos criadouros de larvas de mosquitos. d) inspeção rigorosa da carne nos abatedouros. e) campanha contra construção de casas de barro ou de pau-a-pique.
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    36 CIMERMAN. B; CIMERMAN.S. Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. NEVES, D.P. et al. Parasitologia Humana. 13. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2016. REY, L. Parasitologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 5. ed. São Paulo: Ed Atheneu, 2015. REFERÊNCIAS Schistosoma mansoni – Esquistossomose