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Sem consciência histórica sobre o nosso passado (e antepassados...) não
perceberíamos quem somos.
Cada indivíduo sente a
angústia da procura de
uma identidade pessoal,
aspecto único e
irrepetível da sua
liberdade, cada vez mais
restringida por
comportamentos e
normas coletivos.
Interroga-se, então,
sobre si próprio, na
busca das raízes que o
justifiquem e o liguem
a algum processo
integrador:
– Quem sou? De onde
venho?
Sociedades e nações atravessam uma crise de
valores.
Este problema é hoje agravado com o fenómeno
de aculturação provocada, quer pela globalização
da sociedade, quer pela integração europeia.
A sociedade atual
experimenta o vazio
inerente à perda ou
enfraquecimento de rituais
– dos religiosos aos
familiares – que
integravam naturalmente o
indivíduo na comunidade.
Procissão S. Pedro - Valbom
Estes rituais funcionavam como uma identidade
herdade que era necessário projetar através do
tempo.
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A história pode e deve ter uma importante
contribuição para a educação em geral e, em
particular, para a educação de uma sociedade
democrática permitindo aos jovens: aprenderem
acerca da sua herança histórica, bem como da de
outras pessoas e nações.
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Quintã, início do séc XX
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O recurso ao estudo do meio funciona como
um trabalho capaz de projetar ou sublimar
necessidades identitárias, nem sempre
consciencializadas a nível racional.
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Cosme S. Damião
O estudo dos factos históricos culturais e patrimoniais
surge, hoje, como uma estratégia capaz de levar os
alunos a desenvolverem atitudes de cidadania
observáveis na defesa e preservação do que constitui
parte integrante e significativa do percurso temporal
da sociedade em que se inserem.
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Valbom
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Estes bens patrimoniais
devem ser encarados na
sua vertente histórico-
cultural, natural, física e
biológica, como veículo
de desenvolvimento
cultural.
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Importante será despertar a sensibilidade A A
A fruição destes bens permite aumentar a
qualidade de vida das populações, pois estes
constituem suportes da memória coletiva,
quadro de referência e de valores.
Lomba, arquitetura do Rabelo
Para algumas pessoas a História surge como
fonte de identidade individual e pessoal, uma
história que explica quem somos, de onde viemos,
como família, comunidade, nação ou etnia. Outros
ainda podem considerar o passado como uma
forma de divertimento ou de preenchimento
pessoal. Keith C. Barton
Segundo José Matoso, recordar o passado
coletivo é uma forma de lutar contra a morte,
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que o grupo existe, ou seja, não é um mero
agregado de indivíduos mas sim um núcleo
coerente capaz de se distinguir dos outros.
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A história habitua-nos a descobrir a relatividade
das coisas, das ideias, das crenças e das doutrinas,
a detetar situações análogas, a procurar soluções
parecidas ou evoluções paralelas.
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Gioconda, 1503
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barba, 1919
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de Wolman, 1977
Coloca-nos em situação ideal para interpretar a
sociedade de que fazemos parte e ser nela
interveniente activo.
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de Educação não se nota
uma elevada consciência
histórica, embora,
concordem que a escola
que ensina o passado
facilita a compreensão
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construção do futuro.
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Uma fonte de aventura que
fascina e estimula a minha
imaginação.
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exemplos instrutivos
que me podem
ajudar hoje.
Outros alunos
evidenciam a
História como Um
meio de
entendermos o
presente e
compreendermos a
actualidade.
Um meio de entender a minha vida como parte de
mudanças históricas
Temos consciência do papel da
História, no atual mundo globalizado,
como veículo capaz, não de
uniformizar, mas de levar a
compreender os outros.
A História faculta,
quando abre os seus
horizontes às
dimensões do mundo
e da Humanidade,
uma visão ampla e
diversificada da
sociedade.
O aluno que não gosta (de
História) perde uma das
possibilidades mais ricas e
gratificantes de se entender
como pessoa, de compreender a
sociedade que é a sua no
contexto multifacetado do
mundo do seu tempo; de se
posicionar com uma atitude
crítica, curiosa e interessada
face ao devir em que participa;
perde alguma coisa essencial,
não só à sua formação pessoal,
mas também ao prazer de viver
compreendendo.
Maria do Céu Roldão, Gostar de História
BIBLIOGRAFIA
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Histórias, ME, IIE, Lisboa, 1990.
• ALARCÃO, Jorge, Introdução ao Estudo da História e Património
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História, - folheto - Porto Ed. Porto 1998.
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Formar opinião na aula de História, Cadernos Pedagógicos, APH,
LX, 1998.
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das primeiras jornadas internacionais de educação histórica, Centro
de Estudos em Educação e psicologia, Universidade do Minho, 2001.
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exclusivo Internet – http://www.aph.rcts.pt/opinião/opinião-0204.html
• CHAFFER, John, Taylor, Lawrence, A Historia e o Professor de
História, Livros Horizonte, Llisboa 1984.
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História - uma sugestão de esquema de trabalho, APH, Lisboa 1982
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• DUARTE, Ana, Educação Patrimonial – Guia para Professores,
Educadores e Monitores de Museus e Tempos Livres, TextoEd. , 1994
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preparar uma aula De História, Ed. Asa, Porto 1983.
• FOULCAULT, Michel, L´archéologie du savoir, ed. Gallimard,
Bibliothèques des Sciences Humaines, 1969
• JOÃO, Maria Isabel, O Ensino e a memória Histórica, A.P.H. Opinião –
Um exclusivo Internet – http://www.aph.rcts.pt/opinião/opinião-
0204.html
• JOHNSON, SPENCER, JOHNSON, CONSTANCE, O Professor Um
Minuto, E. Presença, 1986.
• JORGE, José Reis, A problemática da indisciplina – diferentes
abordagens e estratrégias de intervenção, in O Professor, III série, nº
76, Jan./ Junho, 2002.
• LOBROT, Michel, Para que serve a Escola?, Terramar, Lisboa,
1995.
• MANIQUE, António Pedro; PROENÇA, Maria Cândida, Didáctica
da História – Património e História Local,Texto Ed. , 1994
• MATTOSO, José, A Função Social da História no Mundo de Hoje,
Col Estudos/Reflexões 2, APH. Lx, 1999.
• NOEL-LUC, Jean, L´énvironnement à l´ecole, Paris, P.U.F., 1973.
• PAIS, José Machado, Consciência Histórica e Identidade, Celta Ed.,
Estudos sobre Juventude, Oeiras, 1999
• PERRENOUD, Philippe , Educar para a Democracia, ASA, 2002
• PROENÇA, Maria Cândida, O ensino da História e o meio,
Didáctica da História, U.A., Lisboa, 1989, pp. 193 a 207.
• ROCHA, Filipe, Educar em Valores, col Ciências da Educação e
Desenvolvimento Humano, ed. Estante, Aveiro, 1996.
• ROLDÃO, Maria do Céu, Gostar de História – Um Desafio
Pedagógico, Texto Ed. , 1993
• ROLDÃO, Maria do Céu, O ensino da História e as reformas
curriculares no final do século XX, in O Estudo da História, Boletim
nº 12-13-14-15 (II série) 1990-93, vol I, A: P: H:, Lisboa 1994, pp.
417 a 422.
• TENGARRINHA, José, O Ensino da História em Portugal, A.P.H.
Opinião – Um exclusivo Internet – http://www.aph
.rcts.pt/opinião/opinião-0204.html
• TELMO, Isabel Cotinelli, O Património e a Escola – Do passado ao
futuro, TextoEd. , 1994
• Vários, A História e o seu Ensino, Livraria Almedina, Coimbra, 1976
• O Estudo da História, 2 vols, APH, Lisboa, 1994
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Para que raio serve a história?

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. Sem consciência histórica sobre o nosso passado (e antepassados...) não perceberíamos quem somos.
  • 5. Cada indivíduo sente a angústia da procura de uma identidade pessoal, aspecto único e irrepetível da sua liberdade, cada vez mais restringida por comportamentos e normas coletivos.
  • 6. Interroga-se, então, sobre si próprio, na busca das raízes que o justifiquem e o liguem a algum processo integrador: – Quem sou? De onde venho?
  • 7. Sociedades e nações atravessam uma crise de valores.
  • 8. Este problema é hoje agravado com o fenómeno de aculturação provocada, quer pela globalização da sociedade, quer pela integração europeia.
  • 9. A sociedade atual experimenta o vazio inerente à perda ou enfraquecimento de rituais – dos religiosos aos familiares – que integravam naturalmente o indivíduo na comunidade. Procissão S. Pedro - Valbom
  • 10. Estes rituais funcionavam como uma identidade herdade que era necessário projetar através do tempo. Procissão Nª Srª de Fátima, R. Dr. Oliveira Salazar, anos 50
  • 11. A história pode e deve ter uma importante contribuição para a educação em geral e, em particular, para a educação de uma sociedade democrática permitindo aos jovens: aprenderem acerca da sua herança histórica, bem como da de outras pessoas e nações. Quintã, final do séc XIX Quintã, início do séc XX Quintã, 2011
  • 12. O recurso ao estudo do meio funciona como um trabalho capaz de projetar ou sublimar necessidades identitárias, nem sempre consciencializadas a nível racional. Procissão do Rosário , anos 80, S. Cosme S. Damião
  • 13. O estudo dos factos históricos culturais e patrimoniais surge, hoje, como uma estratégia capaz de levar os alunos a desenvolverem atitudes de cidadania observáveis na defesa e preservação do que constitui parte integrante e significativa do percurso temporal da sociedade em que se inserem. Cinematógrafo, Escola Dramática de Valbom Casa de lavrador da família Ramos das Neves.S. Miguel
  • 14. Estes bens patrimoniais devem ser encarados na sua vertente histórico- cultural, natural, física e biológica, como veículo de desenvolvimento cultural. S. Pedro da Cova, Rio Ferreira
  • 15. Importante será despertar a sensibilidade A A A fruição destes bens permite aumentar a qualidade de vida das populações, pois estes constituem suportes da memória coletiva, quadro de referência e de valores. Lomba, arquitetura do Rabelo
  • 16. Para algumas pessoas a História surge como fonte de identidade individual e pessoal, uma história que explica quem somos, de onde viemos, como família, comunidade, nação ou etnia. Outros ainda podem considerar o passado como uma forma de divertimento ou de preenchimento pessoal. Keith C. Barton
  • 17. Segundo José Matoso, recordar o passado coletivo é uma forma de lutar contra a morte, guardar a memória do agir coletivo, é demonstrar que o grupo existe, ou seja, não é um mero agregado de indivíduos mas sim um núcleo coerente capaz de se distinguir dos outros. Cortejo etenográfico, S. Cosme
  • 18. A história habitua-nos a descobrir a relatividade das coisas, das ideias, das crenças e das doutrinas, a detetar situações análogas, a procurar soluções parecidas ou evoluções paralelas. Leonardo da Vinci, Gioconda, 1503 Marcel Duchamp, A Gioconda com bigode e barba, 1919 Gil Wolman, A terra de Wolman, 1977
  • 19. Coloca-nos em situação ideal para interpretar a sociedade de que fazemos parte e ser nela interveniente activo.
  • 20.
  • 21. Entre os encarregados de Educação não se nota uma elevada consciência histórica, embora, concordem que a escola que ensina o passado facilita a compreensão do presente e a construção do futuro.
  • 22.
  • 23. A História é… Uma fonte de aventura que fascina e estimula a minha imaginação.
  • 24. um número de exemplos instrutivos que me podem ajudar hoje.
  • 25. Outros alunos evidenciam a História como Um meio de entendermos o presente e compreendermos a actualidade.
  • 26. Um meio de entender a minha vida como parte de mudanças históricas
  • 27. Temos consciência do papel da História, no atual mundo globalizado, como veículo capaz, não de uniformizar, mas de levar a compreender os outros.
  • 28. A História faculta, quando abre os seus horizontes às dimensões do mundo e da Humanidade, uma visão ampla e diversificada da sociedade.
  • 29. O aluno que não gosta (de História) perde uma das possibilidades mais ricas e gratificantes de se entender como pessoa, de compreender a sociedade que é a sua no contexto multifacetado do mundo do seu tempo; de se posicionar com uma atitude crítica, curiosa e interessada face ao devir em que participa; perde alguma coisa essencial, não só à sua formação pessoal, mas também ao prazer de viver compreendendo. Maria do Céu Roldão, Gostar de História
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34. BIBLIOGRAFIA • ABREU, Isaura, SEQUEIRA, Ana Pires, ESCOVAL, Ana, Ideias e Histórias, ME, IIE, Lisboa, 1990. • ALARCÃO, Jorge, Introdução ao Estudo da História e Património Local, Coimbra, cadernos de Arte e Arqueologia, 1979. • ARRISCADO, Paula, Como Cativar o aluno para o ensino da História, - folheto - Porto Ed. Porto 1998. • BARCA, Isabel, Bastos, Maria Cristina , Carvalho, Jorge Brandão, Formar opinião na aula de História, Cadernos Pedagógicos, APH, LX, 1998. • BARCA, Isabel (org.), Perspectivas em Educação Histórica – Actas das primeiras jornadas internacionais de educação histórica, Centro de Estudos em Educação e psicologia, Universidade do Minho, 2001. • BARTON, C. Keith, Conhecimento Histórico, A.P.H. Opinião – Um exclusivo Internet – http://www.aph.rcts.pt/opinião/opinião-0204.html
  • 35. • CHAFFER, John, Taylor, Lawrence, A Historia e o Professor de História, Livros Horizonte, Llisboa 1984. • CILTHAM, Jeanette B. , Objectivos Educacionais para o Estudo da História - uma sugestão de esquema de trabalho, APH, Lisboa 1982 • Didáctica da História - textos Complementares - U.A., 1989 • DUARTE, Ana, Educação Patrimonial – Guia para Professores, Educadores e Monitores de Museus e Tempos Livres, TextoEd. , 1994 • FABREGAT, Clemente Herrero, Fabregat, Maria Herrero, Como preparar uma aula De História, Ed. Asa, Porto 1983. • FOULCAULT, Michel, L´archéologie du savoir, ed. Gallimard, Bibliothèques des Sciences Humaines, 1969 • JOÃO, Maria Isabel, O Ensino e a memória Histórica, A.P.H. Opinião – Um exclusivo Internet – http://www.aph.rcts.pt/opinião/opinião- 0204.html • JOHNSON, SPENCER, JOHNSON, CONSTANCE, O Professor Um Minuto, E. Presença, 1986.
  • 36. • JORGE, José Reis, A problemática da indisciplina – diferentes abordagens e estratrégias de intervenção, in O Professor, III série, nº 76, Jan./ Junho, 2002. • LOBROT, Michel, Para que serve a Escola?, Terramar, Lisboa, 1995. • MANIQUE, António Pedro; PROENÇA, Maria Cândida, Didáctica da História – Património e História Local,Texto Ed. , 1994 • MATTOSO, José, A Função Social da História no Mundo de Hoje, Col Estudos/Reflexões 2, APH. Lx, 1999. • NOEL-LUC, Jean, L´énvironnement à l´ecole, Paris, P.U.F., 1973. • PAIS, José Machado, Consciência Histórica e Identidade, Celta Ed., Estudos sobre Juventude, Oeiras, 1999 • PERRENOUD, Philippe , Educar para a Democracia, ASA, 2002 • PROENÇA, Maria Cândida, O ensino da História e o meio, Didáctica da História, U.A., Lisboa, 1989, pp. 193 a 207. • ROCHA, Filipe, Educar em Valores, col Ciências da Educação e Desenvolvimento Humano, ed. Estante, Aveiro, 1996.
  • 37. • ROLDÃO, Maria do Céu, Gostar de História – Um Desafio Pedagógico, Texto Ed. , 1993 • ROLDÃO, Maria do Céu, O ensino da História e as reformas curriculares no final do século XX, in O Estudo da História, Boletim nº 12-13-14-15 (II série) 1990-93, vol I, A: P: H:, Lisboa 1994, pp. 417 a 422. • TENGARRINHA, José, O Ensino da História em Portugal, A.P.H. Opinião – Um exclusivo Internet – http://www.aph .rcts.pt/opinião/opinião-0204.html • TELMO, Isabel Cotinelli, O Património e a Escola – Do passado ao futuro, TextoEd. , 1994 • Vários, A História e o seu Ensino, Livraria Almedina, Coimbra, 1976 • O Estudo da História, 2 vols, APH, Lisboa, 1994
  • 38. Desenhos: • Susana Carromeu Fotos: • Maria de Fátima Gomes, coleção particular