Salazar, o Holocausto e os
judeus
a política de duas caras
Refugiados rumando a Lisboa.
Rota dos refugiados judeus passa por
Lisboa
• Refugiados
Atmosfera quotidiana nas chegadas e partidas de comboios em Lisboa.
Prato único utilizado nos institutos alemães do Porto e de Lisboa.
Refugiada judia, em Lisboa
Criança refugiada em Lisboa
Parte da lista de Sousa
Mendes, onde figura o
ator, Robert Montgomery
À espera de embarque para os EUA
(janeiro de 1941)
Refugiada.
Os refugiados acham Portugal um país
atrasado, mas uma escala necessária
para um país melhor.
Refugiados na Cozinha Económica Israeliata. Pedindo discrição, Salazar deixa as
organizações de auxílio judaico instalarem-se em Portugal.
Aguardando a partida para o Novo Mundo, no cais de Lisboa, em junho
de 1941.
Crianças judias instaladas na colónia balnear “O Século” (junho de 1941)
Celebração da vitória Aliada, em frente da embaixada britânica. Os paus nus
simbolizam a bandeira soviética, cuja exibição é proibida em Portugal.
Lisboa fica escandalizada com o porte das mulheres refugiadas, à
vontade, sem chapéu, enrolando cigarros.
Restaurantes e casas de chá onde já não escandaliza encontrar mulheres
sozinhas.
Uma francesa sem chapéu mas com o seu cãozinho
Uma turista no Estoril
Espalanada na Avenida da Liberdade, quando chegam os primeiros
refugiados no verão de 1940.
Gelataria na Rua dos
refugiados enchiam as
esplanadas da baixa de Lisboa,
mas isso não era sinal de
alegria.
Mulheres sem chapéu, sozinhas no café a transformar os costumes.
Andriesse, importante industrial e colecionador de
obras de arte. Nascido na Holanda e radicado na
Bélgica, seria um dos muitos judeus que passaram
por Lisboa depois do avanço alemão sobre a
Bélgica e sobre a França em 1940.
Com mais de setenta anos, conseguiu visto para os
EUA.
Deixou, protegida nos abrigos antiaéreos do
Museu Nacional da Bélgica - “Musee
Cinquantenaire” -, toda a sua coleção de
pinturas e outras peças artísticas.
“A rapariga com o Papagaio", de Caspar Netscher, é
um dos quadros da coleção de Hugo Andriess que
nunca foi recuperado.
No Von der Heydt Museum, na cidade de
Wupertal, na Alemanha, está exposta uma pintura
muito semelhante, mas o facto de existirem
diversas cópias tem impedido as autoridades de o
reclamar.
Revista "Olíssipo", Julho de 1942
"Um trecho de Lisboa-Praia à hora do banho". "Século Ilustrado" de 22 Julho
de 1944, com o título "As praias da margem sul do Tejo/ Cova do Vapor e
Lisboa Praia".
Um dos quadros da Circular do Ministério da Guerra que mostra a
diferença entre o número de estrangeiros em Portugal em 1 de Janeiro
de 1939 e 1 de Janeiro de 1940.
Dirigível americano nos Açores em 1944
• As ações dos Cônsules
portugueses Veiga Simões,
em 1939, Sousa Mendes, em
1940, e Teixeira Branquinho
e Sampaio Garrido, em
1944.
Aristides Sousa Mendes
Sampaio Garrido
Carreira que em Roma, como
responsável pelo Colégio Pontifício
Português, escondeu várias dezenas de
pessoas – entre Judeus e outros
perseguidos do Nazismo – durante a 2ª
Guerra Mundial.
Diário de Lisboa, 20 de Dezembro de 1940
Gazeta dos Caminhos de
Ferro, 16 de Dezembro de
1943
Partida do navio Niassa do porto de Lisboa.
Uma refugiada entrando num navio no porto de Lisboa, a porta para
liberdade. Imagem do filme "Fantasia Lusitana".
A notícia é do jornal “Açoriano Oriental” e refere a apresentação, em
antestreia de um documentário sobre o Aeroporto de Santa Maria
que, foi construído pelos americanos durante a II Guerra Mundial…
Celebração da vitória dos Aliados.
Celebração da vitória dos Aliados.
Celebração da vitória dos
Aliados. As bandeiras
soviéticas, proibidas em
Portugal, são substituídas por
paus nus.
Bibliografia e webrafia
• http://aterrememportugal.blogspot.pt/ - 21.07.16
• Vieira Joaquim, Portugal século X – Crónica em Imagens, Círculo de
Leitores, 2000

Salazar e os judeus

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    Salazar, o Holocaustoe os judeus a política de duas caras
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    Rota dos refugiadosjudeus passa por Lisboa
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    Atmosfera quotidiana naschegadas e partidas de comboios em Lisboa.
  • 10.
    Prato único utilizadonos institutos alemães do Porto e de Lisboa.
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    Parte da listade Sousa Mendes, onde figura o ator, Robert Montgomery
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    À espera deembarque para os EUA (janeiro de 1941)
  • 15.
    Refugiada. Os refugiados achamPortugal um país atrasado, mas uma escala necessária para um país melhor.
  • 16.
    Refugiados na CozinhaEconómica Israeliata. Pedindo discrição, Salazar deixa as organizações de auxílio judaico instalarem-se em Portugal.
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    Aguardando a partidapara o Novo Mundo, no cais de Lisboa, em junho de 1941.
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    Crianças judias instaladasna colónia balnear “O Século” (junho de 1941)
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    Celebração da vitóriaAliada, em frente da embaixada britânica. Os paus nus simbolizam a bandeira soviética, cuja exibição é proibida em Portugal.
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    Lisboa fica escandalizadacom o porte das mulheres refugiadas, à vontade, sem chapéu, enrolando cigarros.
  • 23.
    Restaurantes e casasde chá onde já não escandaliza encontrar mulheres sozinhas.
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    Uma francesa semchapéu mas com o seu cãozinho
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    Espalanada na Avenidada Liberdade, quando chegam os primeiros refugiados no verão de 1940.
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    Gelataria na Ruados refugiados enchiam as esplanadas da baixa de Lisboa, mas isso não era sinal de alegria.
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    Mulheres sem chapéu,sozinhas no café a transformar os costumes.
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    Andriesse, importante industriale colecionador de obras de arte. Nascido na Holanda e radicado na Bélgica, seria um dos muitos judeus que passaram por Lisboa depois do avanço alemão sobre a Bélgica e sobre a França em 1940. Com mais de setenta anos, conseguiu visto para os EUA. Deixou, protegida nos abrigos antiaéreos do Museu Nacional da Bélgica - “Musee Cinquantenaire” -, toda a sua coleção de pinturas e outras peças artísticas. “A rapariga com o Papagaio", de Caspar Netscher, é um dos quadros da coleção de Hugo Andriess que nunca foi recuperado. No Von der Heydt Museum, na cidade de Wupertal, na Alemanha, está exposta uma pintura muito semelhante, mas o facto de existirem diversas cópias tem impedido as autoridades de o reclamar.
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    "Um trecho deLisboa-Praia à hora do banho". "Século Ilustrado" de 22 Julho de 1944, com o título "As praias da margem sul do Tejo/ Cova do Vapor e Lisboa Praia".
  • 34.
    Um dos quadrosda Circular do Ministério da Guerra que mostra a diferença entre o número de estrangeiros em Portugal em 1 de Janeiro de 1939 e 1 de Janeiro de 1940.
  • 37.
    Dirigível americano nosAçores em 1944
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    • As açõesdos Cônsules portugueses Veiga Simões, em 1939, Sousa Mendes, em 1940, e Teixeira Branquinho e Sampaio Garrido, em 1944.
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    Carreira que emRoma, como responsável pelo Colégio Pontifício Português, escondeu várias dezenas de pessoas – entre Judeus e outros perseguidos do Nazismo – durante a 2ª Guerra Mundial.
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    Diário de Lisboa,20 de Dezembro de 1940
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    Gazeta dos Caminhosde Ferro, 16 de Dezembro de 1943
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    Partida do navioNiassa do porto de Lisboa.
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    Uma refugiada entrandonum navio no porto de Lisboa, a porta para liberdade. Imagem do filme "Fantasia Lusitana".
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    A notícia édo jornal “Açoriano Oriental” e refere a apresentação, em antestreia de um documentário sobre o Aeroporto de Santa Maria que, foi construído pelos americanos durante a II Guerra Mundial…
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    Celebração da vitóriados Aliados. As bandeiras soviéticas, proibidas em Portugal, são substituídas por paus nus.
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    Bibliografia e webrafia •http://aterrememportugal.blogspot.pt/ - 21.07.16 • Vieira Joaquim, Portugal século X – Crónica em Imagens, Círculo de Leitores, 2000