PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E POLÍTICAS
EDUCACIONAIS
DIVISÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Módulo III: Pesquisa, princípio científico e educativo
MEDIADOR PEDAGÓGICO: Neiva Valadares
CURSISTA: Oscar Andres Denis
II – A pesquisa como princípio científico
• É mister sugerir caminhos alternativos, ainda
que preliminar.
• A atual instituição universitária está em
decomposição histórica todavia, representa
instituição necessária na sociedade, tendo que
recuperar o brilho histórico da vanguarda
criativa, em termos de competência e mérito.
• Nossa atenção estará voltada para a pesquisa
como princípio científico, sem unilateralizar a
visão formal da pesquisa. A pesquisa como
princípio educativo estará sempre presente,
mesmo que seja contra-luz.
A questão curricular
• Currículo na noção corrente de proposta de
ensino/aprendizagem, onde o professor é
preciso que ministre as respectivas aulas e
proceda à avaliação da aprendizagem.
• Professor: ministrador de aulas, sem
experiência comprovada no campo curricular,
não detém qualidade formal mínima, no
sentido de ter aprendido bem a sua matéria.
• A noção do professor precisa ser totalmente
revista: ser pesquisador; ser socializador de
conhecimentos; ser quem torna capaz de motivar
o novo pesquisador no aluno, evitando de todos
os modos reduzi-los a discípulo subalterno.
• É impossível ser professor “de qualquer coisa”.
• Torna-se imprescindível o acesso a livros, tempo
para discutir e escrever, condição econômica de
auto-sustentação razoável.
• Pesquisa é a razão do ensino.
• Professor, exigências: pesquisa, possuir habilidades
de manuseio de dados empíricos, experiência
prática, descobrir relações dadas na realidade,
estabelecer atitude de diálogo com a realidade, ser
construtor de conhecimento novo e agente de
mudança na sociedade.
• Aluno: Quem é ele?: “estudante”, resumido no
discípulo que indigere pacotes instrutivos.
• Miséria do professor é a mesma do aluno.
• O currículo só passa ser decidido pelo professor,
restringindo a matéria ensinada àquilo que é
transmitido em aula.
• Para motivarmos o elaborador científico: indução
do contato pessoal do aluno com as teorias;
manuseio de produtos científicos e teorias;
transmissão de alguns ritos formais do trabalho
científico; destaque da preocupação
metodológica; cobrança de elaboração própria.
• O aluno não pode apenas escutar, tem que
produzir.
• O professor é sobretudo motivador, alguém a
serviço da emancipação do aluno.
• O aluno é a nova geração do professor, o
futuro mestre.
• A única coisa que vale a pena aprender é a
criar, o que já muda a noção de aprender.
• O professor que apenas ensina imbeciliza o
aluno. Nunca foi deveras professor.
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípio científico e
educativo. São Paulo: Cortez, 2006, 12ª ed.

Pesquisa: princípio científico e educativo

  • 1.
    PREFEITURA MUNICIPAL DECAMPO GRANDE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E POLÍTICAS EDUCACIONAIS DIVISÃO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL Módulo III: Pesquisa, princípio científico e educativo MEDIADOR PEDAGÓGICO: Neiva Valadares CURSISTA: Oscar Andres Denis
  • 2.
    II – Apesquisa como princípio científico
  • 3.
    • É mistersugerir caminhos alternativos, ainda que preliminar. • A atual instituição universitária está em decomposição histórica todavia, representa instituição necessária na sociedade, tendo que recuperar o brilho histórico da vanguarda criativa, em termos de competência e mérito. • Nossa atenção estará voltada para a pesquisa como princípio científico, sem unilateralizar a visão formal da pesquisa. A pesquisa como princípio educativo estará sempre presente, mesmo que seja contra-luz.
  • 4.
    A questão curricular •Currículo na noção corrente de proposta de ensino/aprendizagem, onde o professor é preciso que ministre as respectivas aulas e proceda à avaliação da aprendizagem. • Professor: ministrador de aulas, sem experiência comprovada no campo curricular, não detém qualidade formal mínima, no sentido de ter aprendido bem a sua matéria.
  • 5.
    • A noçãodo professor precisa ser totalmente revista: ser pesquisador; ser socializador de conhecimentos; ser quem torna capaz de motivar o novo pesquisador no aluno, evitando de todos os modos reduzi-los a discípulo subalterno. • É impossível ser professor “de qualquer coisa”. • Torna-se imprescindível o acesso a livros, tempo para discutir e escrever, condição econômica de auto-sustentação razoável. • Pesquisa é a razão do ensino.
  • 6.
    • Professor, exigências:pesquisa, possuir habilidades de manuseio de dados empíricos, experiência prática, descobrir relações dadas na realidade, estabelecer atitude de diálogo com a realidade, ser construtor de conhecimento novo e agente de mudança na sociedade. • Aluno: Quem é ele?: “estudante”, resumido no discípulo que indigere pacotes instrutivos. • Miséria do professor é a mesma do aluno.
  • 7.
    • O currículosó passa ser decidido pelo professor, restringindo a matéria ensinada àquilo que é transmitido em aula. • Para motivarmos o elaborador científico: indução do contato pessoal do aluno com as teorias; manuseio de produtos científicos e teorias; transmissão de alguns ritos formais do trabalho científico; destaque da preocupação metodológica; cobrança de elaboração própria. • O aluno não pode apenas escutar, tem que produzir.
  • 8.
    • O professoré sobretudo motivador, alguém a serviço da emancipação do aluno. • O aluno é a nova geração do professor, o futuro mestre. • A única coisa que vale a pena aprender é a criar, o que já muda a noção de aprender. • O professor que apenas ensina imbeciliza o aluno. Nunca foi deveras professor.
  • 9.
    DEMO, Pedro. Pesquisa:princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 2006, 12ª ed.