Maria do Céu Roldão
Docente: Carlos Sanches
Discentes: Cleidi Gomes & Nadine Gomes
Agenda:
 Questões curriculares actuais;
 Currículo, gestão curricular e modos de aprendizagem;
 Transversalidade curricular, integração e organização de
saberes;
 Profissionalidade docente e formação de professores;
 Recensão crítica
Questões curriculares actuais
Questões curriculares atuais
 As questões curriculares com que os professores se debatem
atualmente refere a implementação da reforma curricular
de 90 que se encontram na fase final da conceptualização,
mas a autora refere essas questões analisandos- os na
perspectiva da evolução curricular ao longo deste século e
apontou três fatores que interagem na dinâmica da
construção e evolução dos caminhos que são: a sociedade,
os saberes científicos e os conhecimentos e representação
dos alunos. Onde articulam-se entre si influenciando o
currículo em termos globais e não como fatores
autónomos.
Cont…
Os aspetos que coexistem nos currículos atuais são:
 currículo centrado no aluno e ênfase sistemática nas
dimensões de formação integrado do aluno enquanto
pessoa e cidadão na linha proposta dos progressistas;
 Preparação cientifica e prática para as exigências de
uma sociedade tecnológica e em mudança acelerada
valorizando articulação do saber com a vida e os
problemas da sociedade;
Cont…
 Valorização do método da descoberta com estratégia
de aprendizagem preferencial no que se refere a
assimilação da aprendizagem ao método cientifico;
 Integração das técnicas behaviouristas;
Questões curriculares actuais
 O que deve a escola ensinar?
 O que se julga que deve ser aprendido, e por isso ensinado?
 Para quê a escola? –a finalidade e a utilização do currículo
escolar;
 O currículo para quem? Os alunos que temos e o currículo
que construímos para eles.
 Outra questão essencial do ponto de vista da
operacionalização da acção curricular : como se tornam
essas aprendizagens reis e significativas para todos os
alunos, sem o que , para muitos ,nada acontecera na escola
a não ser a vivencia de um espaço de socialização?
 Nesta perspectiva podemos analisar o currículo
enquanto projecto unificados de aprendizagem;
 O currículo como programa ao currículo como projeto.
Currículo, gestão curricular e modos de aprendizagem
 Nesta questão de currículo e de gestão curricular não
podemos esquecer do desenvolvimento curricular como
didáctica ao desenvolvimento curricular como processo
de decisão e gestão que é a centralização programática a
diferenciação curricular onde há maior equidade social
que exige e que se deferência o currículo para aproximar
todos os resultados de aprendizagem pretendidos.
Assim como também do professor como especialista de
uma disciplina ao professor como construtor e gestor de
currículo, aqui estamos perante mudanças na
representação e prática da profissionalidade do docente.
Autonomia e gestão curricular flexível – um percurso de
modernização de ensino básico.
 O currículo é vista como uma espécie de fantasma perseguidores dos
professores em cada ano lectivo, com a inexorável compulsão do
comprimento. Trata-se de dado programa, pode-se dizer também que é
aquilo que o aluno pretende aprender, adquira e interiorize ao longo da
sua passagem pelo sistema educativo e a escolha e aplicação dos meios
para o conseguir, desta feita podemos agir no quadro das reformas
curriculares o que pretende mudar: podemos referir a questão da
perspectiva sistémica os seguintes argumentos: currículo, docentes,
avaliação, práticas de gestão curricular e de modos de organização e
funcionamento das escolas e na melhoria das práticas educativas.
O currículo -um processo de construção gestão e
formação reflexiva centrada na escola
 Aquilo que oscilaria entre a valorização dos saberes e da excelência
académica, por um lado, é a relevância atribuída aos interesses dos
alunos, à atualidade e pertinência das áreas de estudo, pois o
currículo escolar é aquilo que se espera fazer aprender na escola,
de acordo com o que se considera relevante e necessário na
sociedade num dado tempo e contexto e dentro das linhas da
mudanças: que há de novo no campo do currículo? É possível
identificar um conjunto de algumas direcções de mudanças que
importa considerar que é do currículo como programa ao currículo
como projeto? Onde é que se quer aprender?
E também da didáctica ao processo de decisão e gestão
curricular, aqui trata-se de decidir e gerir o quê e o como da
aprendizagem face ao para quem e para quê o currículo e
como é um processo de decisão e gestão e também o
currículo e os seus agentes pois podemos dizer que a
qualidade entendida como boa execução à qualidade como
um bom processo de reflexão e decisão e dos agentes
(professores) são valorizados como bons executores à de
professores como bons decisores e práticas reflexivas
fundamentais assim a relação a um sistema curricular
normalizado e monolítico, pela proximidade e fidelidade ao
normativo e pela qualidade de execução.
 Assim também podemos falar da igualdade pela
uniformidade à lógica da equidade pela consideração da
diferença face a metas comuns para que todos aprendam
mais e melhor e desta forma podemos falar que há alguns
porquês e implicações da mudança que estamos a viver e
que são, por isso mesmo, significativos para a nossa prática
e para equacionarmos agora fatores dessa mudança que
são percetíveis em todo este processo.
Desta maneira estamos perante uma nova relação do
professor com o currículo com que trabalha essencialmente
a dois níveis:
 Quanto ao seu papel de decisor e gestor do processo
curricular ;
 E na imperiosa necessidade de se entender o currículo
como uma unidade integradora do que se quer fazer
aprender a todos os alunos de forma eficaz.
Diferenciação e Adequação
Curricular
O Currículo e Diferenciação
Porquê a diferenciação do curricular hoje?
 Hoje em dia o currículo assume uma posição bem mais
nuclear que resulta do reforçar da atenção sobre a essência
do serviço que é suposto a escola prestar à sociedade e de
que esta exigirá cada vez mais a prestação de contas,
proporcionando assim a todos as aprendizagens
necessárias. Não esquecendo das implicações de binómio
currículo nacional e diferenciação curricular que será uma
forma mais exigente de trabalhar. Pois diferenciar e subir a
qualidade e o paradoxo ou síntese necessária, pois não
podemos fugir a este paradoxo certamente porque a
educação é ela mesma construída sobre a utopia da plena
realização do se humano.
Capítulo III
Transversalidade
curricular, integração e
organização de saberes
 A primeira base de uma integração efetiva tem de
constituir-se naturalmente nos próprios currículos. Os
currículos que temos refletem uma justaposição dos
currículos de cada ciclo, elaborados basicamente segundo a
matriz anterior que, por um lado, dissociava o 1º ciclo dos
restantes, e, por outro, aproximava o 3º ciclo do nível
secundário. A mesma contradição interna vem
contaminando o outro ponto de partida essencial a uma
integração efetiva: a formação dos professores.
Cont…
 De fato a própria Lei de Base manteve esta contradição ao
separar a formação dos docentes do 3º ciclo da dos
restantes ciclos em termos de instituições formadoras, e ao
manter, pela negativa, a diferenciação tradicional da
formação e do grau académico dos professores do 1º ciclo. A
contradição subsiste até hoje e desempenha um papel
central na dificuldade de construir uma escolaridade básica
integrada.
Cont…
 Como pode haver integração curricular se os
professores de diferentes ciclos representam o seu
papel profissional, a sua relação com o saber e as
finalidades da escolaridade básica de formas
diferenciadas? Uma vez que a inclusão ou a exclusão
no currículo tem conexões com a inclusão ou exclusão
na sociedade. (SILVA, 2005, p.10).
Cont…
 De acordo com o Relatório feito às 26 escolas
integradas, Os aspetos positivos mais referidos pelas
escolas inquiridas referem-se à maior disponibilidades
de espaços e recursos materiais. Algumas dimensões
de integração têm ocorrido sobretudo a nível da
planificação conjunta das atividades curriculares.
Cont…
 Sem esquecer a necessidade de rever os problemas de
articulação curricular e a necessidade de o sistema de
formação de professores se racionalizar em
consonância com a estrutura do sistema educativo.
Cont…
 A definição de um plano de interformação de professores, debates
conjunta de temáticas curriculares, adequação de estratégias a alunos
de diferentes ciclos, complementaridade de áreas curriculares, projetos
integradores relacionados com a comunidade;
 Gestão curricular participada pelos professores de todos os ciclos,
análise crítica dos currículos e em tomada de decisões quanto à sua
implementação articulada;
 Reflexão conjunta dos professores sobre a sequencialidade progressiva
da educação básica, de acordo com o estipulado na Lei de Bases.
Cont…
 A concretização destas sugestões implica que recaia sobre
os professores o peso- ou o desafio- de criatividade
reinventarem o currículo, em termos de dinâmica
curricular. Por outro lado, a autonomia das escolas e dos
docentes tende a estabilizar-se, cada vez mais, implicando
um maior protagonismo (professores como principais
agentes educativos) dos professores enquanto gestores do
currículo.
Operacionalização de objetivos educacionais
para formação cívica- contributo para uma
reflexão
 A preocupação com a formação para a cidadania
constitui preocupação crescente dos agentes
educativos, a vários níveis do tecido social:
 A nível do funcionamento regular das sociedades-
constitui os mecanismos próprios da socialização; (a
formação para a cidadania é um fator chave para a
socialização e para que haja regulação a nível social).
 A nível da intervenção e finalizada, desenvolvida por
agentes educativos específicos que assumem um papel
explícito e ativo na educação.
Cont…
 A operacionalização de objetivos de formação para a
cidadania parte da perspectiva de um conjunto de
questões prévias: como se adquire a consciência cívica?
Como se interiorizam valores e se desenvolvem
competências e atitudes que possibilitem uma atuação
pratica que possa qualificar-se de cívica?
 Com esta reflexão sobre a operacionalização de
objetivos de formação cívica, procura-se suscitar o
debate acerca da natureza e das formas que esta
formação deverá assumir a nível da escola.

Capítulo IV
Profissionalidade docente
e formação de professores
Cont…
 As questões essenciais de formação de professores no
tempo atual prende-se essencialmente com a
necessidade de articular e fazer interagir
adequadamente a diversidade de componentes e
dimensões necessárias à formação de um bom
profissional de ensino.
Cont…
Os modelos-dos integrados aos sequenciais, dos
transmissivos aos reflexivos- constituem referencias
teóricos importantes enquanto instrumentos de análise
e/ou reconstrução de práticas de formação para
promover as competências necessárias ao bom
desempenho do profissional e ao seu continuo
desenvolvimento.
Cont…
 Operacionalizando com clareza as competências que
são requeridas para o desempenho adequado de uma
profissão cuja função social tem de ser claramente
explicitada, e, por outro lado, analisar as formas como
as componentes de formação deverão organizar-se e
interagir num quadro de prática de formação
necessariamente eclético.
Cont…
 Elegeram-se assim, três questões nucleares para a reflexão:
 A natureza da formação enquanto processo de construção e
desenvolvimento profissional, porquê e para quê?
 Modos de organização e articulação das componentes clássicas
da formação- a chamada relação teoria/prática ou a prática
reflexiva- o que é e como se constrói?
 Às finalidades da formação, a questão de qualidade do
desempenho dos profissionais que formamos que os alunos e a
sociedade têm direito a exigir.
Cont…
 Consciencializar esse processo é tornar o professor
efetivamente competente- isto é, capaz de agir, de
analisar, e avaliar a sua ação e de modificar
fundamentadamente a sua ação em desenvolvimento,
desembocando na produção constante de um saber
reflexivo e renovado.
 A prática reflexiva é hoje um conceito recorrente
sempre que se fala de formação de professores, e a
adesão que suscita vem gerando a sua adoção em algo
simplificada pelo senso comum.
Cont…
Da massa crítica dos docentes, da sua capacidade para
gerirem colaborativamente uma indispensável colaboração de
práticas, do aprofundamento e troca dos seus saberes e da
qualidade e reforço da identidade e da cultura profissional,
em todas as dimensões que a definem, dependera o futuro da
profissão.
A qualidade para todos poderá ser a utopia do novo século.
Mas as utopias nunca foram em vão.
Cont…
 O capitulo III, do presente artigo, “Transversalidade
Curricular, Integração e Organização de Saberes” Maria do
Céu Roldão, ocupa-se em mostrar de forma clara e objetiva
que a integração curricular deve-se recair sobre o próprio
contexto de organização pedagógica, neste sentido ao
perfilhamos esta teoria citamos Verónica Gesser no artigo
“contrapontos” (2002:70), onde afirma que as palavras
educação e currículo têm uma história tal que parecem
andar de mãos dadas.
Cont…
 Guarnecido de uma visão científica e de cunho
metodológico, a autora Maria Roldão sustenta que
existe uma certa disparidade entre os currículos de
cada ciclo, isto naturalmente torna-se um obstáculo
para que haja uma integração curricular.
Cont…
 Neste sentido, autora acima citada, afirma que se por um lado a
disparidade entre os currículos de cada ciclo torna-se um obstáculo,
por outro lado a planificação conjunto das atividades curriculares é
fator preponderante na integração curricular. Na mesma linha de
pensamento Matos e Paiva (s/d) afirma que a integração curricular é,
em geral associada à melhoria do processo ensino e aprendizagem e à
maior compreensão da realidade e dos conteúdos culturais. Autores
com diferentes perspetivas teóricas defendem essa organização
curricular em contraposição à fragmentação e à compartimentação de
conhecimento.
Cont…
 Perspetivando as afirmações aludidas pelos autores, penso
que a integração curricular poderá proporcionar novas
atividades e restruturar o processo de trabalho na formação
pessoal do individuo. Perante as propostas sugeridas por
Roldão sobre a integração curricular, nota-se também que
este processo leva a definir novos horizontes para os
professores, isto incentivará altercações do próprio sistema
educativo.
Cont…
 Um dos indícios mais consistentes desta maturidade
reside, a meu ver, na operacionalização de objetivos
educacionais para formação da cidadania, partindo
deste ponto, Roldão ao definir este principio, a mesma
tenta enquadrar o currículo voltada problemas sociais
reais, atribuindo a escola um papel preponderante na
formação cívica, perante estas perspetivas resta as
escolas buscar a máxima eficiência para poder
responder as demandas duma sociedade muito
competitivo, uma vez que as escolas de hoje é vista
como formação pessoal e social dos indivíduos.
Cont…
 No IV capítulo no que diz respeito a profissionalização
docentes e a formação de professores, o texto traz-nos
algumas ideias chaves, primeiramente tem a ver a
necessidade de os docentes assumirem um papel mais
actuante e decisório no campo da gestão curricular e
da autonomia das instituições de que fazem parte.
Nesta direcção Fonseca (1995: 227) afirma: "a formação
de professores, encarada como uma unidade sistémica
de um sistema de ensino mais global, deveria ser um
meio de mudança e de renovação. A inovação do
ensino tem que ser estimulada nos centros de
formação e não em suas estruturas administrativas"
Cont…
 Finalizando esta resenha, este artigo oferece sugestões para estudantes
universitários e pesquisadores, a fim de que possam realizar, planejar e
desenvolver as próprias pesquisas no futuro, utilizando-se do rigor
necessário à produção de conhecimentos confiáveis. É de grande
auxílio, principalmente, àqueles que desenvolvem trabalhos
académicos no campo da ciência sociais e humanas. Trata-se de uma
iniciativa precisa, onde a autora em alguns casos tenta tirar, as sombras
e obscuridades.
Bibliografia
 FONSECA, V. (1995). Educação Especial: Programa de
estimulação precoce. Uma introdução às ideias de
Feurstein. Porto Alegre: Artes Médicas.
 GESSER, Verônica (2002). A Evolução Histórica do
Currículo: dos primórdios à atualidade. Contrapontos.
 ROLDAO, M. C (1999). Os professores e a Gestão do
Currículo: Perspetivas e Práticas em análise. Porto
Editora .
Cont…
 MATOS, M. C. & PAIVA, E. V. (2009). Currículo
Integrado e Formação Docente: Entre Diferentes
Conceções e Práticas. Universidade do Estado do Rio
de Janeiro.
Resenha Crítica
 O capitulo III, do presente artigo, “Transversalidade
Curricular, Integração e Organização de Saberes”
Maria do Céu Roldão, ocupa-se em mostrar, de forma
clara e objetiva, que a integração curricular deve-se
recair sobre o próprio contexto de organização
pedagógica, neste sentido, ao perfilhamos esta teoria
citamos Verónica Gesser no artigo “contrapontos”
(2002:70), onde afirma que as palavras educação e
currículo têm uma história tal que parecem andar de
mãos dadas.
Cont…
 Guarnecido de uma visão científica e de cunho metodológico, a
autora Maria Roldão sustenta que existe uma certa disparidade
entre os currículos de cada ciclo, isto naturalmente torna-se um
obstáculo para que haja uma integração curricular.
 Neste sentido, autora acima citada, afirma que se por um lado a
disparidade entre os currículos de cada ciclo torna-se um
obstáculo, por outro lado, a planificação conjunto das atividades
curriculares é fator preponderante na integração curricular. Na
mesma linha de pensamento Matos e Paiva (2009) afirma que a
integração curricular é, em geral associada à melhoria do processo
ensino e aprendizagem e à maior compreensão da realidade e dos
conteúdos culturais.
Cont…
 Autores com diferentes perspetivas teóricas defendem
essa organização curricular em contraposição à
fragmentação e à compartimentação de conhecimento.
 Perspetivando as afirmações aludidas (referida) pelos
autores, pensamos que a integração curricular poderá
proporcionar novas atividades e restruturar o processo
de trabalho na formação pessoal do individuo. Perante
as propostas sugeridas por Roldão sobre a integração
curricular, nota-se também que este processo leva a
definir novos horizontes para os professores, isto
incentivará altercações do próprio sistema educativo.
Cont…
 Um dos indícios mais consistentes desta maturidade reside, a
nosso ver, na operacionalização de objetivos educacionais
para formação da cidadania, partindo deste ponto, Roldão ao
definir este princípio, a mesma tenta enquadrar o currículo
voltada à problemas sociais reais, atribuindo a escola um
papel preponderante na formação cívica, perante estas
perspetivas resta as escolas buscar a máxima eficiência para
poder responder as demandas duma sociedade muito
competitivo, uma vez que as escolas de hoje é vista como
formação pessoal e social dos indivíduos.

Cont…
 No IV capítulo no que diz respeito a profissionalização
docentes e a formação de professores, o texto traz-nos
algumas ideias chaves, primeiramente tem a ver a
necessidade de os docentes assumirem um papel mais
atuante e decisório no campo da gestão curricular e da
autonomia das instituições de que fazem parte. Nesta
direção Fonseca (1995: 227) afirma: “a formação de
professores, encarada como uma unidade sistémica de um
sistema de ensino mais global, deveria ser um meio de
mudança e de renovação. A inovação do ensino tem que
ser estimulada nos centros de formação e não em suas
estruturas administrativas”.
Cont…
 Finalizando esta resenha, este artigo oferece sugestões
para estudantes universitários e pesquisadores, a fim
de que possam realizar, planejar e desenvolver as
próprias pesquisas no futuro, utilizando-se do rigor
necessário à produção de conhecimentos confiáveis. É
de grande auxílio, principalmente, àqueles que
desenvolvem trabalhos académicos no campo das
Ciências Sociais e Humanas. Trata-se de uma iniciativa
precisa, onde a autora em alguns casos tenta tirar, as
sombras e obscuridades.
MUITO OBRIGADO PELA VOSSA
ATENÇÃO!!!

Os professores e a gestão do currículo

  • 1.
    Maria do CéuRoldão Docente: Carlos Sanches Discentes: Cleidi Gomes & Nadine Gomes
  • 2.
    Agenda:  Questões curricularesactuais;  Currículo, gestão curricular e modos de aprendizagem;  Transversalidade curricular, integração e organização de saberes;  Profissionalidade docente e formação de professores;  Recensão crítica
  • 3.
  • 4.
    Questões curriculares atuais As questões curriculares com que os professores se debatem atualmente refere a implementação da reforma curricular de 90 que se encontram na fase final da conceptualização, mas a autora refere essas questões analisandos- os na perspectiva da evolução curricular ao longo deste século e apontou três fatores que interagem na dinâmica da construção e evolução dos caminhos que são: a sociedade, os saberes científicos e os conhecimentos e representação dos alunos. Onde articulam-se entre si influenciando o currículo em termos globais e não como fatores autónomos.
  • 5.
    Cont… Os aspetos quecoexistem nos currículos atuais são:  currículo centrado no aluno e ênfase sistemática nas dimensões de formação integrado do aluno enquanto pessoa e cidadão na linha proposta dos progressistas;  Preparação cientifica e prática para as exigências de uma sociedade tecnológica e em mudança acelerada valorizando articulação do saber com a vida e os problemas da sociedade;
  • 6.
    Cont…  Valorização dométodo da descoberta com estratégia de aprendizagem preferencial no que se refere a assimilação da aprendizagem ao método cientifico;  Integração das técnicas behaviouristas;
  • 7.
    Questões curriculares actuais O que deve a escola ensinar?  O que se julga que deve ser aprendido, e por isso ensinado?  Para quê a escola? –a finalidade e a utilização do currículo escolar;  O currículo para quem? Os alunos que temos e o currículo que construímos para eles.  Outra questão essencial do ponto de vista da operacionalização da acção curricular : como se tornam essas aprendizagens reis e significativas para todos os alunos, sem o que , para muitos ,nada acontecera na escola a não ser a vivencia de um espaço de socialização?
  • 8.
     Nesta perspectivapodemos analisar o currículo enquanto projecto unificados de aprendizagem;  O currículo como programa ao currículo como projeto. Currículo, gestão curricular e modos de aprendizagem
  • 9.
     Nesta questãode currículo e de gestão curricular não podemos esquecer do desenvolvimento curricular como didáctica ao desenvolvimento curricular como processo de decisão e gestão que é a centralização programática a diferenciação curricular onde há maior equidade social que exige e que se deferência o currículo para aproximar todos os resultados de aprendizagem pretendidos. Assim como também do professor como especialista de uma disciplina ao professor como construtor e gestor de currículo, aqui estamos perante mudanças na representação e prática da profissionalidade do docente.
  • 10.
    Autonomia e gestãocurricular flexível – um percurso de modernização de ensino básico.  O currículo é vista como uma espécie de fantasma perseguidores dos professores em cada ano lectivo, com a inexorável compulsão do comprimento. Trata-se de dado programa, pode-se dizer também que é aquilo que o aluno pretende aprender, adquira e interiorize ao longo da sua passagem pelo sistema educativo e a escolha e aplicação dos meios para o conseguir, desta feita podemos agir no quadro das reformas curriculares o que pretende mudar: podemos referir a questão da perspectiva sistémica os seguintes argumentos: currículo, docentes, avaliação, práticas de gestão curricular e de modos de organização e funcionamento das escolas e na melhoria das práticas educativas.
  • 11.
    O currículo -umprocesso de construção gestão e formação reflexiva centrada na escola  Aquilo que oscilaria entre a valorização dos saberes e da excelência académica, por um lado, é a relevância atribuída aos interesses dos alunos, à atualidade e pertinência das áreas de estudo, pois o currículo escolar é aquilo que se espera fazer aprender na escola, de acordo com o que se considera relevante e necessário na sociedade num dado tempo e contexto e dentro das linhas da mudanças: que há de novo no campo do currículo? É possível identificar um conjunto de algumas direcções de mudanças que importa considerar que é do currículo como programa ao currículo como projeto? Onde é que se quer aprender?
  • 12.
    E também dadidáctica ao processo de decisão e gestão curricular, aqui trata-se de decidir e gerir o quê e o como da aprendizagem face ao para quem e para quê o currículo e como é um processo de decisão e gestão e também o currículo e os seus agentes pois podemos dizer que a qualidade entendida como boa execução à qualidade como um bom processo de reflexão e decisão e dos agentes (professores) são valorizados como bons executores à de professores como bons decisores e práticas reflexivas fundamentais assim a relação a um sistema curricular normalizado e monolítico, pela proximidade e fidelidade ao normativo e pela qualidade de execução.
  • 13.
     Assim tambémpodemos falar da igualdade pela uniformidade à lógica da equidade pela consideração da diferença face a metas comuns para que todos aprendam mais e melhor e desta forma podemos falar que há alguns porquês e implicações da mudança que estamos a viver e que são, por isso mesmo, significativos para a nossa prática e para equacionarmos agora fatores dessa mudança que são percetíveis em todo este processo.
  • 14.
    Desta maneira estamosperante uma nova relação do professor com o currículo com que trabalha essencialmente a dois níveis:  Quanto ao seu papel de decisor e gestor do processo curricular ;  E na imperiosa necessidade de se entender o currículo como uma unidade integradora do que se quer fazer aprender a todos os alunos de forma eficaz.
  • 15.
  • 16.
    O Currículo eDiferenciação Porquê a diferenciação do curricular hoje?  Hoje em dia o currículo assume uma posição bem mais nuclear que resulta do reforçar da atenção sobre a essência do serviço que é suposto a escola prestar à sociedade e de que esta exigirá cada vez mais a prestação de contas, proporcionando assim a todos as aprendizagens necessárias. Não esquecendo das implicações de binómio currículo nacional e diferenciação curricular que será uma forma mais exigente de trabalhar. Pois diferenciar e subir a qualidade e o paradoxo ou síntese necessária, pois não podemos fugir a este paradoxo certamente porque a educação é ela mesma construída sobre a utopia da plena realização do se humano.
  • 17.
  • 18.
     A primeirabase de uma integração efetiva tem de constituir-se naturalmente nos próprios currículos. Os currículos que temos refletem uma justaposição dos currículos de cada ciclo, elaborados basicamente segundo a matriz anterior que, por um lado, dissociava o 1º ciclo dos restantes, e, por outro, aproximava o 3º ciclo do nível secundário. A mesma contradição interna vem contaminando o outro ponto de partida essencial a uma integração efetiva: a formação dos professores.
  • 19.
    Cont…  De fatoa própria Lei de Base manteve esta contradição ao separar a formação dos docentes do 3º ciclo da dos restantes ciclos em termos de instituições formadoras, e ao manter, pela negativa, a diferenciação tradicional da formação e do grau académico dos professores do 1º ciclo. A contradição subsiste até hoje e desempenha um papel central na dificuldade de construir uma escolaridade básica integrada.
  • 20.
    Cont…  Como podehaver integração curricular se os professores de diferentes ciclos representam o seu papel profissional, a sua relação com o saber e as finalidades da escolaridade básica de formas diferenciadas? Uma vez que a inclusão ou a exclusão no currículo tem conexões com a inclusão ou exclusão na sociedade. (SILVA, 2005, p.10).
  • 21.
    Cont…  De acordocom o Relatório feito às 26 escolas integradas, Os aspetos positivos mais referidos pelas escolas inquiridas referem-se à maior disponibilidades de espaços e recursos materiais. Algumas dimensões de integração têm ocorrido sobretudo a nível da planificação conjunta das atividades curriculares.
  • 22.
    Cont…  Sem esquecera necessidade de rever os problemas de articulação curricular e a necessidade de o sistema de formação de professores se racionalizar em consonância com a estrutura do sistema educativo.
  • 23.
    Cont…  A definiçãode um plano de interformação de professores, debates conjunta de temáticas curriculares, adequação de estratégias a alunos de diferentes ciclos, complementaridade de áreas curriculares, projetos integradores relacionados com a comunidade;  Gestão curricular participada pelos professores de todos os ciclos, análise crítica dos currículos e em tomada de decisões quanto à sua implementação articulada;  Reflexão conjunta dos professores sobre a sequencialidade progressiva da educação básica, de acordo com o estipulado na Lei de Bases.
  • 24.
    Cont…  A concretizaçãodestas sugestões implica que recaia sobre os professores o peso- ou o desafio- de criatividade reinventarem o currículo, em termos de dinâmica curricular. Por outro lado, a autonomia das escolas e dos docentes tende a estabilizar-se, cada vez mais, implicando um maior protagonismo (professores como principais agentes educativos) dos professores enquanto gestores do currículo.
  • 25.
    Operacionalização de objetivoseducacionais para formação cívica- contributo para uma reflexão  A preocupação com a formação para a cidadania constitui preocupação crescente dos agentes educativos, a vários níveis do tecido social:  A nível do funcionamento regular das sociedades- constitui os mecanismos próprios da socialização; (a formação para a cidadania é um fator chave para a socialização e para que haja regulação a nível social).  A nível da intervenção e finalizada, desenvolvida por agentes educativos específicos que assumem um papel explícito e ativo na educação.
  • 26.
    Cont…  A operacionalizaçãode objetivos de formação para a cidadania parte da perspectiva de um conjunto de questões prévias: como se adquire a consciência cívica? Como se interiorizam valores e se desenvolvem competências e atitudes que possibilitem uma atuação pratica que possa qualificar-se de cívica?  Com esta reflexão sobre a operacionalização de objetivos de formação cívica, procura-se suscitar o debate acerca da natureza e das formas que esta formação deverá assumir a nível da escola.
  • 27.
  • 28.
    Cont…  As questõesessenciais de formação de professores no tempo atual prende-se essencialmente com a necessidade de articular e fazer interagir adequadamente a diversidade de componentes e dimensões necessárias à formação de um bom profissional de ensino.
  • 29.
    Cont… Os modelos-dos integradosaos sequenciais, dos transmissivos aos reflexivos- constituem referencias teóricos importantes enquanto instrumentos de análise e/ou reconstrução de práticas de formação para promover as competências necessárias ao bom desempenho do profissional e ao seu continuo desenvolvimento.
  • 30.
    Cont…  Operacionalizando comclareza as competências que são requeridas para o desempenho adequado de uma profissão cuja função social tem de ser claramente explicitada, e, por outro lado, analisar as formas como as componentes de formação deverão organizar-se e interagir num quadro de prática de formação necessariamente eclético.
  • 31.
    Cont…  Elegeram-se assim,três questões nucleares para a reflexão:  A natureza da formação enquanto processo de construção e desenvolvimento profissional, porquê e para quê?  Modos de organização e articulação das componentes clássicas da formação- a chamada relação teoria/prática ou a prática reflexiva- o que é e como se constrói?  Às finalidades da formação, a questão de qualidade do desempenho dos profissionais que formamos que os alunos e a sociedade têm direito a exigir.
  • 32.
    Cont…  Consciencializar esseprocesso é tornar o professor efetivamente competente- isto é, capaz de agir, de analisar, e avaliar a sua ação e de modificar fundamentadamente a sua ação em desenvolvimento, desembocando na produção constante de um saber reflexivo e renovado.  A prática reflexiva é hoje um conceito recorrente sempre que se fala de formação de professores, e a adesão que suscita vem gerando a sua adoção em algo simplificada pelo senso comum.
  • 33.
    Cont… Da massa críticados docentes, da sua capacidade para gerirem colaborativamente uma indispensável colaboração de práticas, do aprofundamento e troca dos seus saberes e da qualidade e reforço da identidade e da cultura profissional, em todas as dimensões que a definem, dependera o futuro da profissão. A qualidade para todos poderá ser a utopia do novo século. Mas as utopias nunca foram em vão.
  • 34.
    Cont…  O capituloIII, do presente artigo, “Transversalidade Curricular, Integração e Organização de Saberes” Maria do Céu Roldão, ocupa-se em mostrar de forma clara e objetiva que a integração curricular deve-se recair sobre o próprio contexto de organização pedagógica, neste sentido ao perfilhamos esta teoria citamos Verónica Gesser no artigo “contrapontos” (2002:70), onde afirma que as palavras educação e currículo têm uma história tal que parecem andar de mãos dadas.
  • 35.
    Cont…  Guarnecido deuma visão científica e de cunho metodológico, a autora Maria Roldão sustenta que existe uma certa disparidade entre os currículos de cada ciclo, isto naturalmente torna-se um obstáculo para que haja uma integração curricular.
  • 36.
    Cont…  Neste sentido,autora acima citada, afirma que se por um lado a disparidade entre os currículos de cada ciclo torna-se um obstáculo, por outro lado a planificação conjunto das atividades curriculares é fator preponderante na integração curricular. Na mesma linha de pensamento Matos e Paiva (s/d) afirma que a integração curricular é, em geral associada à melhoria do processo ensino e aprendizagem e à maior compreensão da realidade e dos conteúdos culturais. Autores com diferentes perspetivas teóricas defendem essa organização curricular em contraposição à fragmentação e à compartimentação de conhecimento.
  • 37.
    Cont…  Perspetivando asafirmações aludidas pelos autores, penso que a integração curricular poderá proporcionar novas atividades e restruturar o processo de trabalho na formação pessoal do individuo. Perante as propostas sugeridas por Roldão sobre a integração curricular, nota-se também que este processo leva a definir novos horizontes para os professores, isto incentivará altercações do próprio sistema educativo.
  • 38.
    Cont…  Um dosindícios mais consistentes desta maturidade reside, a meu ver, na operacionalização de objetivos educacionais para formação da cidadania, partindo deste ponto, Roldão ao definir este principio, a mesma tenta enquadrar o currículo voltada problemas sociais reais, atribuindo a escola um papel preponderante na formação cívica, perante estas perspetivas resta as escolas buscar a máxima eficiência para poder responder as demandas duma sociedade muito competitivo, uma vez que as escolas de hoje é vista como formação pessoal e social dos indivíduos.
  • 39.
    Cont…  No IVcapítulo no que diz respeito a profissionalização docentes e a formação de professores, o texto traz-nos algumas ideias chaves, primeiramente tem a ver a necessidade de os docentes assumirem um papel mais actuante e decisório no campo da gestão curricular e da autonomia das instituições de que fazem parte. Nesta direcção Fonseca (1995: 227) afirma: "a formação de professores, encarada como uma unidade sistémica de um sistema de ensino mais global, deveria ser um meio de mudança e de renovação. A inovação do ensino tem que ser estimulada nos centros de formação e não em suas estruturas administrativas"
  • 40.
    Cont…  Finalizando estaresenha, este artigo oferece sugestões para estudantes universitários e pesquisadores, a fim de que possam realizar, planejar e desenvolver as próprias pesquisas no futuro, utilizando-se do rigor necessário à produção de conhecimentos confiáveis. É de grande auxílio, principalmente, àqueles que desenvolvem trabalhos académicos no campo da ciência sociais e humanas. Trata-se de uma iniciativa precisa, onde a autora em alguns casos tenta tirar, as sombras e obscuridades.
  • 41.
    Bibliografia  FONSECA, V.(1995). Educação Especial: Programa de estimulação precoce. Uma introdução às ideias de Feurstein. Porto Alegre: Artes Médicas.  GESSER, Verônica (2002). A Evolução Histórica do Currículo: dos primórdios à atualidade. Contrapontos.  ROLDAO, M. C (1999). Os professores e a Gestão do Currículo: Perspetivas e Práticas em análise. Porto Editora .
  • 42.
    Cont…  MATOS, M.C. & PAIVA, E. V. (2009). Currículo Integrado e Formação Docente: Entre Diferentes Conceções e Práticas. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
  • 43.
    Resenha Crítica  Ocapitulo III, do presente artigo, “Transversalidade Curricular, Integração e Organização de Saberes” Maria do Céu Roldão, ocupa-se em mostrar, de forma clara e objetiva, que a integração curricular deve-se recair sobre o próprio contexto de organização pedagógica, neste sentido, ao perfilhamos esta teoria citamos Verónica Gesser no artigo “contrapontos” (2002:70), onde afirma que as palavras educação e currículo têm uma história tal que parecem andar de mãos dadas.
  • 44.
    Cont…  Guarnecido deuma visão científica e de cunho metodológico, a autora Maria Roldão sustenta que existe uma certa disparidade entre os currículos de cada ciclo, isto naturalmente torna-se um obstáculo para que haja uma integração curricular.  Neste sentido, autora acima citada, afirma que se por um lado a disparidade entre os currículos de cada ciclo torna-se um obstáculo, por outro lado, a planificação conjunto das atividades curriculares é fator preponderante na integração curricular. Na mesma linha de pensamento Matos e Paiva (2009) afirma que a integração curricular é, em geral associada à melhoria do processo ensino e aprendizagem e à maior compreensão da realidade e dos conteúdos culturais.
  • 45.
    Cont…  Autores comdiferentes perspetivas teóricas defendem essa organização curricular em contraposição à fragmentação e à compartimentação de conhecimento.  Perspetivando as afirmações aludidas (referida) pelos autores, pensamos que a integração curricular poderá proporcionar novas atividades e restruturar o processo de trabalho na formação pessoal do individuo. Perante as propostas sugeridas por Roldão sobre a integração curricular, nota-se também que este processo leva a definir novos horizontes para os professores, isto incentivará altercações do próprio sistema educativo.
  • 46.
    Cont…  Um dosindícios mais consistentes desta maturidade reside, a nosso ver, na operacionalização de objetivos educacionais para formação da cidadania, partindo deste ponto, Roldão ao definir este princípio, a mesma tenta enquadrar o currículo voltada à problemas sociais reais, atribuindo a escola um papel preponderante na formação cívica, perante estas perspetivas resta as escolas buscar a máxima eficiência para poder responder as demandas duma sociedade muito competitivo, uma vez que as escolas de hoje é vista como formação pessoal e social dos indivíduos. 
  • 47.
    Cont…  No IVcapítulo no que diz respeito a profissionalização docentes e a formação de professores, o texto traz-nos algumas ideias chaves, primeiramente tem a ver a necessidade de os docentes assumirem um papel mais atuante e decisório no campo da gestão curricular e da autonomia das instituições de que fazem parte. Nesta direção Fonseca (1995: 227) afirma: “a formação de professores, encarada como uma unidade sistémica de um sistema de ensino mais global, deveria ser um meio de mudança e de renovação. A inovação do ensino tem que ser estimulada nos centros de formação e não em suas estruturas administrativas”.
  • 48.
    Cont…  Finalizando estaresenha, este artigo oferece sugestões para estudantes universitários e pesquisadores, a fim de que possam realizar, planejar e desenvolver as próprias pesquisas no futuro, utilizando-se do rigor necessário à produção de conhecimentos confiáveis. É de grande auxílio, principalmente, àqueles que desenvolvem trabalhos académicos no campo das Ciências Sociais e Humanas. Trata-se de uma iniciativa precisa, onde a autora em alguns casos tenta tirar, as sombras e obscuridades.
  • 49.
    MUITO OBRIGADO PELAVOSSA ATENÇÃO!!!

Notas do Editor

  • #6 Uma concepção ecléctica persistiram muitos elementos de orientações curriculares anteriores ou seja algumas heranças
  • #8 Currículo como o conjunto de aprendizagem que socialmente se pretende e se espera que a escola promova e garanta a todos os cidadãos.
  • #9  o currículo como programa ao currículo como projecto, aqui há uma uniformidade e rigidez do currículo que correspondem a um tempo em que a escola se dirigida a um grupo socioculturalmente restrito de destinatários pra os quais a utilidade da educação escolar era de uma tendência mano facetada e de contornos bem definidos, assim podemos dizer que o currículo é como um espaço decisional na comunidade escolar, a nível da escola e o professor, a nível de aula articulam os seus respectivos marco da intervenção.
  • #13 De currículo fechado rígida a currículo flexível