O documento discute a intervenção dos sindicatos no mercado de trabalho em Portugal, argumentando que sua influência leva a um oligopsónio que eleva os salários médios e contribui para o desemprego. Destaca como as legislações e limitações impostas pelos sindicatos dificultam a flexibilidade e a competitividade do mercado, resultando em altas taxas de desemprego e baixa capacidade de investimento. A conclusão sugere a necessidade de reformar o papel dos sindicatos, promovendo uma maior diversidade e afastamento da política para melhorar as condições do mercado de trabalho.