O documento discute propostas radicais de organizações ambientalistas para reduzir drasticamente a população humana através de métodos coercitivos como controle de natalidade compulsório e aborto forçado. Acadêmicos e líderes mundiais defendem esse objetivo anti-humano sob o pretexto de sustentabilidade e proteção ambiental. Há temor de que tais propostas sejam adotadas na conferência Rio+20.