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COMO TORNAR REALIDADE A UTOPIA DO USO RACIONAL DOS
RECURSOS DA NATUREZA NO MUNDO
Fernando Alcoforado*
Este artigo representa a continuação do artigo cujo título é Como fazer com que as utopias
planetárias se realizem visando a construção de um mundo melhor [1]. Este artigo é o
sexto dos 12 artigos que abordam as 12 utopias planetárias que precisam ser realizadas
visando a construção de um mundo melhor e contribuir para a conquista da felicidade dos
seres humanos, individual e coletivamente. Este artigo tem por objetivo apresentar como
fazer com que a sexta das utopias consideradas, a do uso racional dos recursos da natureza
no mundo para acabar com sua devastação. Este artigo demonstra que a exaustão dos
recursos naturais e o aquecimento global com a consequente mudança climática global
são responsáveis pela devastação da natureza que, por sua vez, contribui para a ocorrência
de pandemias as quais podem ameaçar a sobrevivência da espécie humana. Este artigo
mostra, também, como evitar a exaustão dos recursos naturais do planeta, a mudança
climática catastrófica global e a multiplicação de pandemias.
O artigo Como salvar a humanidade da devastação social, econômica, ambiental e das
guerras no século XXI [2] informa o seguinte:
 Os danos ambientais produzidos pelo capitalismo se manifestam no esgotamento dos
recursos naturais do planeta Terra, no surgimento de novas pandemias e na mudança
climática catastrófica global. O esgotamento dos recursos naturais do planeta é
constatado com base na análise dos dados disponíveis que apontam no sentido de que
o planeta Terra já está atingindo seus limites no uso de seus recursos naturais. Os
dados disponíveis sobre as reservas dos recursos minerais apontam no sentido de que
o planeta Terra já está atingindo seus limites com base na informação da US
Geological Survey, órgão do governo dos Estados Unidos responsável por pesquisas
geológicas. A exaustão de recursos minerais como o petróleo é, atualmente, a maior
fonte potencial de conflitos mundiais. A disputa pela água entre vários países está se
convertendo em uma fonte geradora de guerras pelos recursos hídricos. A capacidade
de produção de alimentos do planeta está atingindo, também, seus limites.
 Atualmente, mais de 80% da população mundial vive em países que usam mais
recursos do que seus próprios ecossistemas conseguem renovar. Os países capitalistas
centrais (União Europeia, Estados Unidos e Japão), devedores ecológicos, já
esgotaram seus próprios recursos e têm de importá-los. No levantamento da Global
Footprint Network, os japoneses consomem 7,1 vezes mais do que têm e seriam
necessárias quatro Itália para abastecer os italianos. Um fato indiscutível é o de que a
humanidade já consome mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Os
dados disponíveis sobre as reservas dos recursos minerais apontam no sentido de que
o planeta Terra já está atingindo seus limites.
 A humanidade utiliza na atualidade 50% da água doce do planeta. Em 40 anos
utilizará 80%. O uso da água imprópria para o consumo é responsável por 60% dos
doentes do planeta. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto,
agrotóxicos e lixo industrial. 748 milhões de pessoas no planeta não têm acesso a fontes
de água potável. Apenas 12% das terras do planeta são cultiváveis. Nos últimos 30
anos dobrou o total de terras cultiváveis atingidas por secas severas devido ao
aquecimento global. Das 200 espécies de peixe com maior interesse comercial, 120
são exploradas além do nível sustentável. Neste ritmo, o volume de pescado
disponível terá diminuído em mais de 90% até 2050. Estima-se que 40% da área dos
2
oceanos esteja gravemente degradada pela ação do homem. Nos últimos 50 anos o
número de zonas mortas cresceu de 10 vezes. A partir de 2050, a população mundial
poderá ultrapassar 10 bilhões de habitantes. Com uma população superior a 10 bilhões
de habitantes, o planeta Terra poderá não resistir a tamanha demanda por recursos
naturais.
 Um fato indiscutível é o de que a humanidade já consome mais recursos naturais do
que o planeta é capaz de repor. O ritmo atual de consumo é uma ameaça para a
prosperidade futura da humanidade. Nos últimos 45 anos, a demanda pelos recursos
naturais do planeta dobrou, devido à elevação do padrão de vida nos países ricos e
emergentes e ao aumento da população mundial. Hoje, por conta do atual ritmo de
consumo, a demanda por recursos naturais excede em 41% a capacidade de reposição
da Terra. Se a escalada dessa demanda continuar no ritmo atual, em 2050, com uma
população planetária estimada em 10 bilhões de pessoas, serão necessárias duas
Terras para satisfazê-la. Estes fatos evidenciam o esgotamento dos recursos naturais
do planeta Terra.
 Os danos ambientais se caracterizam, também, pelo risco de surgimento de novas
pandemias conforme o desmatamento avança em todo o planeta. Há a perspectiva de
que uma eventual próxima pandemia pode ser tão contagiosa e muito mais letal que a
de Covid-19, que já tirou a vida de mais de 15 milhões de pessoas no planeta. O
surgimento de uma nova enfermidade é chamado pelos cientistas de “doença X” que
é um conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para algo inesperado ou
desconhecido que ainda pode aparecer. Estamos agora em um mundo onde novos
patógenos surgirão. E é isso que constitui uma gigantesca ameaça para a humanidade.
Um novo patógeno seguirá o mesmo padrão de transmissão de outros já encontrados,
passando de um animal silvestre para os seres humanos. Se a destruição da natureza
não tiver um fim, é provável que doenças ainda mais mortais e destrutivas atinjam a
humanidade no futuro, de forma mais rápida e frequente. O alerta vem dos principais
especialistas em biodiversidade do mundo.
 Os danos ambientais produzidos pelo capitalismo não se manifestam apenas no
esgotamento dos recursos naturais do planeta Terra e no surgimento de novas
pandemias, mas, também, decorre do fato de eles serem responsáveis pelo rápido
aumento das temperaturas globais graças ao aquecimento global que pode contribuir
para a mudança climática catastrófica global que ocorrerá se a elevação da
temperatura média da Terra ultrapassar 2 ºC quando a humanidade se defrontaria com
secas em algumas áreas do planeta e chuvas intensas em outras comprometedoras da
produção de alimentos, a submersão de ilhas e cidades litorâneas devido ao aumento
do nível do mar resultante do degelo dos polos, da Groenlândia e das cordilheiras e a
multiplicidade de tufões e furações com inundações devastadoras, entre outros
problemas. Através do Acordo de Paris busca-se evitar a elevação da temperatura
média global bem abaixo dos 2 °C acima dos níveis pré-industriais e fazer esforços
para limitar a elevação da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais para
reduzir os riscos e impactos das mudanças climáticas. Uma questão não abordada no
Acordo de Paris (COP 21) diz respeito às guerras que estão proliferando em todo o
mundo e é, em grande parte, responsável pela degradação ambiental do planeta devido
a seus efeitos devastadores sobre o meio ambiente.
As soluções para lidar com a exaustão dos recursos naturais do planeta e com a mudança
climática global estão apresentadas no livro Como inventar o futuro para mudar o mundo
[4] que informa o seguinte:
3
 Para evitar à exaustão dos recursos minerais do planeta Terra, que deverá ocorrer em
sua maior parte em meados do século XXI, é preciso substituir a economia linear hoje
dominante que demanda grande volume de recursos naturais e não recicla os resíduos
de sua produção pelo modelo de economia circular que, com base na logística reversa,
recicla os resíduos de sua atividade produtiva. Para evitar os problemas relacionados
com o suprimento de água em quantidade e qualidade, é imprescindível evitar a
poluição dos recursos hídricos de superfície e subterrâneos e viabilizar o reuso da
água potável utilizada após o devido tratamento através da logística reversa. A
produção de alimentos pode ser incrementada com o aumento da produtividade
agrícola, mas, simultaneamente, é preciso evitar o aumento da população do planeta
Terra além de 11 de bilhões de habitantes a fim de compatibilizá-la com o limite na
produção de alimentos. Quanto aos conflitos pelo petróleo e pela água, eles só serão
atenuados ou solucionados com a implantação de um governo mundial que seja capaz
de buscar soluções que impeçam a eclosão de guerras entre os países envolvidos.
 Tudo leva a crer que nosso modelo de desenvolvimento está atingindo seus limites.
Com a falta de recursos naturais necessários para sua sobrevivência, a humanidade
tende a uma regressão à barbárie e ao comportamento cruel. Para evitar este cenário
catastrófico, é preciso que sejam adotados novos métodos ou processos econômicos
de produção que resultem: 1) no menor consumo de matérias primas e de recursos
energéticos; 2) no menor consumo de água para irrigação e abastecimento para a
população e indústrias associado ao reuso da água potável; 3) na substituição dos
combustíveis fósseis por fontes renováveis de energia; e, 4) na limitação da população
da Terra em 11 bilhões de habitantes compatível com a máxima produção de
alimentos capaz de ser obtida.
 O risco de que o aquecimento global contribua para a ocorrência de mudança
climática catastrófica exige que toda a humanidade adote o princípio de precaução
que tem sua aplicação baseada em dois pressupostos: 1) a possibilidade de que
condutas humanas causem danos coletivos vinculados a situações catastróficas que
podem afetar o conjunto dos seres vivos; e, 2) a incerteza a respeito da existência do
dano temido. O fato de os possíveis eventos catastróficos resultantes do aquecimento
global não terem risco mensurável estaria a exigir a adoção de medidas de precaução
para evitar sua ocorrência. É preciso observar que estamos a lidar com um risco não
mensurável, potencial, não avaliável.
 A adoção de medidas de precaução reforça o dever de prudência. É preferível se
precaver a remediar. O princípio da precaução vai mais adiante da ideia de prevenir
risco certo, pois busca preservar o meio ambiente considerando um risco incerto. A
precaução é considerada quando o risco é elevado - tão elevado que a total certeza
científica não deve ser exigida antes de se adotar uma ação corretiva, devendo ser
aplicado naqueles casos em que qualquer atividade possa resultar em danos
duradouros ou irreversíveis ao meio ambiente. O princípio da precaução difere do
princípio da prevenção que está relacionado diretamente a um risco certo, conhecido
pela ciência. O princípio da precaução é que deveria presidir as decisões relacionadas
com o enfrentamento da mudança climática catastrófica.
 O mundo está diante de um desafio que é o de não permitir um aquecimento global
no século XXI superior a dois graus centígrados. Para evitar um aquecimento do
planeta superior a 2º C, seria preciso estabilizar as concentrações de dióxido de
carbono (e equivalentes) em 400 ppm (partes por milhão) sem a qual o mundo se
defrontaria até o final do século XXI com uma mudança climática catastrófica que
pode ameaçar a sobrevivência da humanidade. Para isso, as emissões mundiais terão
que ser reduzidas abaixo de seus níveis de 1990.
4
As soluções para lidar com as pandemias estão apresentadas no artigo Futuras pandemias
e degradação ambiental [3] que informa o seguinte:
 Os fatos da realidade demonstram que a saúde do ser humano depende da saúde do
planeta. Está bastante claro que a humanidade terá que realizar mudanças profundas
em sua relação com a natureza para evitar que aconteçam novas pandemias que
ameacem sua própria existência. É preciso que haja a mobilização da sociedade civil
em todo o planeta para construir uma nova ordem mundial em que haja a mudança
radical do conceito de desenvolvimento como o praticado há séculos. O ser humano
precisa passar a viver em harmonia com a natureza sem a qual sua sobrevivência
estará ameaçada. É preciso mudar a matriz econômica em geral (agrícola, industrial e
de serviços) para que se passe a considerar a necessidade de preservar a natureza,
respeitar os limites do ambiente e o seu tempo de recuperação e deixar de produzir
tanto lixo. É preciso parar imediatamente de degradar e desmatar florestas e fortalecer
os sistemas de vigilância em saúde de todos os países e da Organização Mundial da
Saúde (OMS), reduzir iniquidades sociais entre nações e no interior delas, remover
subsídios que favoreçam o desmatamento e oferecer mais apoio aos povos indígenas,
para conterem o desmatamento.
 Urge proibir internacionalmente o comércio de espécies de alto risco de transmissão
de vírus e erradicar o consumo de carne silvestre no mundo, criar uma biblioteca da
genética de vírus, que ajude no mapeamento de locais de onde possam surgir novos
patógenos de alto risco, realizar investimentos de US$ 22 bilhões a US$ 31 bilhões
por ano por uma década, para monitorar e policiar o comércio de animais selvagens e
impedir o desmatamento tropical e em vigilância sanitária e biosegurança na criação
de animais de consumo, que são potenciais intermediários de vírus que atingem
humanos, principalmente em áreas próximas a florestas para ajudar a prevenir futuras
pandemias, bem como manter a população mundial bem informada quanto aos riscos
de novas pandemias com dados confiáveis, concebidos pela experiência e pela
ciência, que certamente seria de grande valia para gerar orientações imprescindíveis
ao seu comportamento social visando sua colaboração no esforço de prevenção de
novas pandemias. É preferível prevenir a ocorrência de novas pandemias com baixo
custo do que remediá-las com imensos prejuízos como os que se registram com as
mortes e a estagnação econômica que delas resultam. Sem essas ações acima
propostas não haverá vacinas suficientes para enfrentar a multiplicidade de futuras
pandemias.
É por tudo isto que se torna um imperativo a implantação do modelo de “desenvolvimento
sustentável” que se baseia em formas e processos que, ao serem utilizados, não abalam a
integridade do ambiente de que dependem. O livro Como inventar o futuro para mudar
o mundo [4] informa que, a nova sociedade a ser construída teria que ser sustentável do
ponto de vista econômico, social e ambiental. O conceito de sustentabilidade
transformou-se num elemento chave no movimento global, crucial para encontrar
soluções viáveis para resolver os maiores problemas do mundo, se apoiando na tese de
que uma sociedade sustentável é aquela que satisfaz as necessidades da geração atual sem
diminuir as possibilidades das gerações futuras de satisfazer as delas.
Como construir uma sociedade sustentável? O livro Como inventar o futuro para mudar
o mundo [4] informa que a construção de uma sociedade sustentável trata-se de uma tarefa
visando a consecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável descritos a seguir:
5
 Reduzir as emissões globais de carbono com a promoção de mudanças na atual matriz
energética mundial baseada fundamentalmente em combustíveis fósseis (carvão e
petróleo), por outra estruturada com base nos recursos energéticos renováveis
(hidroeletricidade, biomassa e fontes de energia solar e eólica) para evitar ou
minimizar o aquecimento global e, consequentemente, a ocorrência de mudanças
catastróficas no clima da Terra.
 Aperfeiçoar a eficiência energética desenvolvendo ações que levem à obtenção de
economias de energia na cidade e no campo, nas edificações, na agricultura, nas
indústrias e nos meios de transporte em geral contribuindo, dessa forma, para a
redução das emissões globais de carbono e, consequentemente, do efeito estufa.
 Fazer com que os veículos automotores e equipamentos de usos domésticos, agrícolas
e industriais tenham maior rendimento, as edificações sejam projetadas objetivando o
máximo de economia de iluminação, refrigeração e calefação, a agricultura e a
indústria sejam modeladas no sentido de requererem o mínimo de recursos
energéticos e matérias-primas, contemplando também a autoprodução de energia com
o uso de resíduos de seus processos de produção com base na logística reversa e,
finalmente, a utilização de novas alternativas de transporte desde a bicicleta até
aquelas de alta capacidade baseadas em ferrovias, dentre outras iniciativas.
 Combater a poluição da terra, do ar e da água, reduzindo os desperdícios com a
reciclagem dos materiais atualmente utilizados e descartados. Nessa perspectiva, os
materiais essenciais só devem ser utilizados nos processos produtivos e em outras
aplicações apenas em último caso. Quando usados nas diversas aplicações, devem,
em primeiro lugar, ser reutilizados inúmeras vezes; em segundo lugar, devem ser
reciclados para formarem um novo produto; em terceiro lugar, devem ser queimados
de modo a extrair toda a energia que contenham e, apenas em última instância, devem
ser removidos para um aterro sanitário.
 Ajustar o crescimento da população aos recursos disponíveis no planeta, reduzindo
suas taxas de natalidade, sobretudo nos países e regiões com elevadas taxas de
crescimento populacional.
 Reduzir as desigualdades sociais, contemplando a adoção de medidas que contribuam
para o atendimento das necessidades básicas da população mundial, tais como
alimentos, vestuário, habitação, serviços de saúde, emprego e uma melhor qualidade
de vida. Para que haja desenvolvimento sustentável, é preciso, portanto, que todos os
seres humanos tenham atendidas suas necessidades básicas e lhes sejam
proporcionadas oportunidades de concretizar suas aspirações a uma vida melhor.
 Fazer com que o crescimento econômico e a riqueza dele resultante sejam
compartilhados por todos, os serviços de educação possibilitem ampliar os níveis de
qualificação para o trabalho e a cultura da população, os serviços de saúde sejam
eficazes no combate à mortalidade infantil e contribuam para o aumento da
expectativa de vida da população, todos os homens e mulheres tenham uma habitação
decente e que haja investimentos públicos e privados no nível necessário que
contribuam para a redução do desemprego em massa em decorrência da crise geral do
sistema capitalista mundial que se registra na atualidade e que tende a se agravar no
futuro.
 Adotar o modelo de desenvolvimento sustentável nas cidades objetivando a
compatibilização de seus fatores econômicos e sociais com o meio ambiente
assegurando à sua população o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento
ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho
e ao lazer, para a atual e futuras gerações.
6
 Planejar cidades sustentáveis tendo como diretriz o ordenamento e controle do uso do
solo, de forma a evitar a degradação dos recursos naturais, com políticas claras e
abrangentes de saneamento, coleta e tratamento de lixo; gestão das águas, com coleta,
tratamento, economia e reuso; sistemas de transporte que privilegiem o transporte de
massa com qualidade e segurança; ações que preservem e ampliem áreas verdes e uso
de energias limpas e renováveis; enfim, administração pública transparente e
compartilhada com a sociedade civil organizada.
 Na época atual em que os problemas do aquecimento global podem levar à catástrofe
planetária, toda cidade tem que ter um plano de adaptação às mudanças climáticas,
principalmente aquelas sujeitas a eventos extremos.
REFERÊNCIAS
1. ALCOFORADO. Fernando. Como fazer com que as utopias planetárias se
realizem visando a construção de um mundo melhor. Disponível no website
<https://www.academia.edu/104881861/COMO_FAZER_COM_QUE_AS_UTOPI
AS_PLANET%C3%81RIAS_SE_REALIZEM_VISANDO_A_CONSTRU%C3%8
7%C3%83O_DE_UM_MUNDO_MELHOR>.
2. ALCOFORADO, Fernando. Como salvar a humanidade da devastação social,
econômica, ambiental e das guerras no século XXI. Disponível no website
<https://www.linkedin.com/pulse/como-salvar-humanidade-da-
devasta%C3%A7%C3%A3o-social-econ%C3%B4mica-
alcoforado/?originalSubdomain=pt>.
3. ALCOFORADO, Fernando. Futuras pandemias e degradação ambiental.
Disponível no website <https://www.linkedin.com/pulse/futuras-pandemias-e-
degrada%C3%A7%C3%A3o-ambiental-fernando-
alcoforado/?originalSubdomain=pt>.
4. ALCOFORADO, Fernando. Como inventar o futuro para mudar o mundo.
Curitiba: Editora CRV, 2019.
* Fernando Alcoforado, 83, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema
CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, da SBPC- Sociedade Brasileira para o
Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro e doutor em Planejamento
Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário
(Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento
empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice-
Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de
Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da
Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos
livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem
Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os
condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de
Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento
(Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos
Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic
and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft &
Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e
Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e
combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os
Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia
no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba,
2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV,
Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua
7
convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro
para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua
sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da
história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022),
de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022) e How to
protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis
Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023).

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  • 1. 1 COMO TORNAR REALIDADE A UTOPIA DO USO RACIONAL DOS RECURSOS DA NATUREZA NO MUNDO Fernando Alcoforado* Este artigo representa a continuação do artigo cujo título é Como fazer com que as utopias planetárias se realizem visando a construção de um mundo melhor [1]. Este artigo é o sexto dos 12 artigos que abordam as 12 utopias planetárias que precisam ser realizadas visando a construção de um mundo melhor e contribuir para a conquista da felicidade dos seres humanos, individual e coletivamente. Este artigo tem por objetivo apresentar como fazer com que a sexta das utopias consideradas, a do uso racional dos recursos da natureza no mundo para acabar com sua devastação. Este artigo demonstra que a exaustão dos recursos naturais e o aquecimento global com a consequente mudança climática global são responsáveis pela devastação da natureza que, por sua vez, contribui para a ocorrência de pandemias as quais podem ameaçar a sobrevivência da espécie humana. Este artigo mostra, também, como evitar a exaustão dos recursos naturais do planeta, a mudança climática catastrófica global e a multiplicação de pandemias. O artigo Como salvar a humanidade da devastação social, econômica, ambiental e das guerras no século XXI [2] informa o seguinte:  Os danos ambientais produzidos pelo capitalismo se manifestam no esgotamento dos recursos naturais do planeta Terra, no surgimento de novas pandemias e na mudança climática catastrófica global. O esgotamento dos recursos naturais do planeta é constatado com base na análise dos dados disponíveis que apontam no sentido de que o planeta Terra já está atingindo seus limites no uso de seus recursos naturais. Os dados disponíveis sobre as reservas dos recursos minerais apontam no sentido de que o planeta Terra já está atingindo seus limites com base na informação da US Geological Survey, órgão do governo dos Estados Unidos responsável por pesquisas geológicas. A exaustão de recursos minerais como o petróleo é, atualmente, a maior fonte potencial de conflitos mundiais. A disputa pela água entre vários países está se convertendo em uma fonte geradora de guerras pelos recursos hídricos. A capacidade de produção de alimentos do planeta está atingindo, também, seus limites.  Atualmente, mais de 80% da população mundial vive em países que usam mais recursos do que seus próprios ecossistemas conseguem renovar. Os países capitalistas centrais (União Europeia, Estados Unidos e Japão), devedores ecológicos, já esgotaram seus próprios recursos e têm de importá-los. No levantamento da Global Footprint Network, os japoneses consomem 7,1 vezes mais do que têm e seriam necessárias quatro Itália para abastecer os italianos. Um fato indiscutível é o de que a humanidade já consome mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Os dados disponíveis sobre as reservas dos recursos minerais apontam no sentido de que o planeta Terra já está atingindo seus limites.  A humanidade utiliza na atualidade 50% da água doce do planeta. Em 40 anos utilizará 80%. O uso da água imprópria para o consumo é responsável por 60% dos doentes do planeta. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto, agrotóxicos e lixo industrial. 748 milhões de pessoas no planeta não têm acesso a fontes de água potável. Apenas 12% das terras do planeta são cultiváveis. Nos últimos 30 anos dobrou o total de terras cultiváveis atingidas por secas severas devido ao aquecimento global. Das 200 espécies de peixe com maior interesse comercial, 120 são exploradas além do nível sustentável. Neste ritmo, o volume de pescado disponível terá diminuído em mais de 90% até 2050. Estima-se que 40% da área dos
  • 2. 2 oceanos esteja gravemente degradada pela ação do homem. Nos últimos 50 anos o número de zonas mortas cresceu de 10 vezes. A partir de 2050, a população mundial poderá ultrapassar 10 bilhões de habitantes. Com uma população superior a 10 bilhões de habitantes, o planeta Terra poderá não resistir a tamanha demanda por recursos naturais.  Um fato indiscutível é o de que a humanidade já consome mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. O ritmo atual de consumo é uma ameaça para a prosperidade futura da humanidade. Nos últimos 45 anos, a demanda pelos recursos naturais do planeta dobrou, devido à elevação do padrão de vida nos países ricos e emergentes e ao aumento da população mundial. Hoje, por conta do atual ritmo de consumo, a demanda por recursos naturais excede em 41% a capacidade de reposição da Terra. Se a escalada dessa demanda continuar no ritmo atual, em 2050, com uma população planetária estimada em 10 bilhões de pessoas, serão necessárias duas Terras para satisfazê-la. Estes fatos evidenciam o esgotamento dos recursos naturais do planeta Terra.  Os danos ambientais se caracterizam, também, pelo risco de surgimento de novas pandemias conforme o desmatamento avança em todo o planeta. Há a perspectiva de que uma eventual próxima pandemia pode ser tão contagiosa e muito mais letal que a de Covid-19, que já tirou a vida de mais de 15 milhões de pessoas no planeta. O surgimento de uma nova enfermidade é chamado pelos cientistas de “doença X” que é um conceito da Organização Mundial da Saúde (OMS) para algo inesperado ou desconhecido que ainda pode aparecer. Estamos agora em um mundo onde novos patógenos surgirão. E é isso que constitui uma gigantesca ameaça para a humanidade. Um novo patógeno seguirá o mesmo padrão de transmissão de outros já encontrados, passando de um animal silvestre para os seres humanos. Se a destruição da natureza não tiver um fim, é provável que doenças ainda mais mortais e destrutivas atinjam a humanidade no futuro, de forma mais rápida e frequente. O alerta vem dos principais especialistas em biodiversidade do mundo.  Os danos ambientais produzidos pelo capitalismo não se manifestam apenas no esgotamento dos recursos naturais do planeta Terra e no surgimento de novas pandemias, mas, também, decorre do fato de eles serem responsáveis pelo rápido aumento das temperaturas globais graças ao aquecimento global que pode contribuir para a mudança climática catastrófica global que ocorrerá se a elevação da temperatura média da Terra ultrapassar 2 ºC quando a humanidade se defrontaria com secas em algumas áreas do planeta e chuvas intensas em outras comprometedoras da produção de alimentos, a submersão de ilhas e cidades litorâneas devido ao aumento do nível do mar resultante do degelo dos polos, da Groenlândia e das cordilheiras e a multiplicidade de tufões e furações com inundações devastadoras, entre outros problemas. Através do Acordo de Paris busca-se evitar a elevação da temperatura média global bem abaixo dos 2 °C acima dos níveis pré-industriais e fazer esforços para limitar a elevação da temperatura a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais para reduzir os riscos e impactos das mudanças climáticas. Uma questão não abordada no Acordo de Paris (COP 21) diz respeito às guerras que estão proliferando em todo o mundo e é, em grande parte, responsável pela degradação ambiental do planeta devido a seus efeitos devastadores sobre o meio ambiente. As soluções para lidar com a exaustão dos recursos naturais do planeta e com a mudança climática global estão apresentadas no livro Como inventar o futuro para mudar o mundo [4] que informa o seguinte:
  • 3. 3  Para evitar à exaustão dos recursos minerais do planeta Terra, que deverá ocorrer em sua maior parte em meados do século XXI, é preciso substituir a economia linear hoje dominante que demanda grande volume de recursos naturais e não recicla os resíduos de sua produção pelo modelo de economia circular que, com base na logística reversa, recicla os resíduos de sua atividade produtiva. Para evitar os problemas relacionados com o suprimento de água em quantidade e qualidade, é imprescindível evitar a poluição dos recursos hídricos de superfície e subterrâneos e viabilizar o reuso da água potável utilizada após o devido tratamento através da logística reversa. A produção de alimentos pode ser incrementada com o aumento da produtividade agrícola, mas, simultaneamente, é preciso evitar o aumento da população do planeta Terra além de 11 de bilhões de habitantes a fim de compatibilizá-la com o limite na produção de alimentos. Quanto aos conflitos pelo petróleo e pela água, eles só serão atenuados ou solucionados com a implantação de um governo mundial que seja capaz de buscar soluções que impeçam a eclosão de guerras entre os países envolvidos.  Tudo leva a crer que nosso modelo de desenvolvimento está atingindo seus limites. Com a falta de recursos naturais necessários para sua sobrevivência, a humanidade tende a uma regressão à barbárie e ao comportamento cruel. Para evitar este cenário catastrófico, é preciso que sejam adotados novos métodos ou processos econômicos de produção que resultem: 1) no menor consumo de matérias primas e de recursos energéticos; 2) no menor consumo de água para irrigação e abastecimento para a população e indústrias associado ao reuso da água potável; 3) na substituição dos combustíveis fósseis por fontes renováveis de energia; e, 4) na limitação da população da Terra em 11 bilhões de habitantes compatível com a máxima produção de alimentos capaz de ser obtida.  O risco de que o aquecimento global contribua para a ocorrência de mudança climática catastrófica exige que toda a humanidade adote o princípio de precaução que tem sua aplicação baseada em dois pressupostos: 1) a possibilidade de que condutas humanas causem danos coletivos vinculados a situações catastróficas que podem afetar o conjunto dos seres vivos; e, 2) a incerteza a respeito da existência do dano temido. O fato de os possíveis eventos catastróficos resultantes do aquecimento global não terem risco mensurável estaria a exigir a adoção de medidas de precaução para evitar sua ocorrência. É preciso observar que estamos a lidar com um risco não mensurável, potencial, não avaliável.  A adoção de medidas de precaução reforça o dever de prudência. É preferível se precaver a remediar. O princípio da precaução vai mais adiante da ideia de prevenir risco certo, pois busca preservar o meio ambiente considerando um risco incerto. A precaução é considerada quando o risco é elevado - tão elevado que a total certeza científica não deve ser exigida antes de se adotar uma ação corretiva, devendo ser aplicado naqueles casos em que qualquer atividade possa resultar em danos duradouros ou irreversíveis ao meio ambiente. O princípio da precaução difere do princípio da prevenção que está relacionado diretamente a um risco certo, conhecido pela ciência. O princípio da precaução é que deveria presidir as decisões relacionadas com o enfrentamento da mudança climática catastrófica.  O mundo está diante de um desafio que é o de não permitir um aquecimento global no século XXI superior a dois graus centígrados. Para evitar um aquecimento do planeta superior a 2º C, seria preciso estabilizar as concentrações de dióxido de carbono (e equivalentes) em 400 ppm (partes por milhão) sem a qual o mundo se defrontaria até o final do século XXI com uma mudança climática catastrófica que pode ameaçar a sobrevivência da humanidade. Para isso, as emissões mundiais terão que ser reduzidas abaixo de seus níveis de 1990.
  • 4. 4 As soluções para lidar com as pandemias estão apresentadas no artigo Futuras pandemias e degradação ambiental [3] que informa o seguinte:  Os fatos da realidade demonstram que a saúde do ser humano depende da saúde do planeta. Está bastante claro que a humanidade terá que realizar mudanças profundas em sua relação com a natureza para evitar que aconteçam novas pandemias que ameacem sua própria existência. É preciso que haja a mobilização da sociedade civil em todo o planeta para construir uma nova ordem mundial em que haja a mudança radical do conceito de desenvolvimento como o praticado há séculos. O ser humano precisa passar a viver em harmonia com a natureza sem a qual sua sobrevivência estará ameaçada. É preciso mudar a matriz econômica em geral (agrícola, industrial e de serviços) para que se passe a considerar a necessidade de preservar a natureza, respeitar os limites do ambiente e o seu tempo de recuperação e deixar de produzir tanto lixo. É preciso parar imediatamente de degradar e desmatar florestas e fortalecer os sistemas de vigilância em saúde de todos os países e da Organização Mundial da Saúde (OMS), reduzir iniquidades sociais entre nações e no interior delas, remover subsídios que favoreçam o desmatamento e oferecer mais apoio aos povos indígenas, para conterem o desmatamento.  Urge proibir internacionalmente o comércio de espécies de alto risco de transmissão de vírus e erradicar o consumo de carne silvestre no mundo, criar uma biblioteca da genética de vírus, que ajude no mapeamento de locais de onde possam surgir novos patógenos de alto risco, realizar investimentos de US$ 22 bilhões a US$ 31 bilhões por ano por uma década, para monitorar e policiar o comércio de animais selvagens e impedir o desmatamento tropical e em vigilância sanitária e biosegurança na criação de animais de consumo, que são potenciais intermediários de vírus que atingem humanos, principalmente em áreas próximas a florestas para ajudar a prevenir futuras pandemias, bem como manter a população mundial bem informada quanto aos riscos de novas pandemias com dados confiáveis, concebidos pela experiência e pela ciência, que certamente seria de grande valia para gerar orientações imprescindíveis ao seu comportamento social visando sua colaboração no esforço de prevenção de novas pandemias. É preferível prevenir a ocorrência de novas pandemias com baixo custo do que remediá-las com imensos prejuízos como os que se registram com as mortes e a estagnação econômica que delas resultam. Sem essas ações acima propostas não haverá vacinas suficientes para enfrentar a multiplicidade de futuras pandemias. É por tudo isto que se torna um imperativo a implantação do modelo de “desenvolvimento sustentável” que se baseia em formas e processos que, ao serem utilizados, não abalam a integridade do ambiente de que dependem. O livro Como inventar o futuro para mudar o mundo [4] informa que, a nova sociedade a ser construída teria que ser sustentável do ponto de vista econômico, social e ambiental. O conceito de sustentabilidade transformou-se num elemento chave no movimento global, crucial para encontrar soluções viáveis para resolver os maiores problemas do mundo, se apoiando na tese de que uma sociedade sustentável é aquela que satisfaz as necessidades da geração atual sem diminuir as possibilidades das gerações futuras de satisfazer as delas. Como construir uma sociedade sustentável? O livro Como inventar o futuro para mudar o mundo [4] informa que a construção de uma sociedade sustentável trata-se de uma tarefa visando a consecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável descritos a seguir:
  • 5. 5  Reduzir as emissões globais de carbono com a promoção de mudanças na atual matriz energética mundial baseada fundamentalmente em combustíveis fósseis (carvão e petróleo), por outra estruturada com base nos recursos energéticos renováveis (hidroeletricidade, biomassa e fontes de energia solar e eólica) para evitar ou minimizar o aquecimento global e, consequentemente, a ocorrência de mudanças catastróficas no clima da Terra.  Aperfeiçoar a eficiência energética desenvolvendo ações que levem à obtenção de economias de energia na cidade e no campo, nas edificações, na agricultura, nas indústrias e nos meios de transporte em geral contribuindo, dessa forma, para a redução das emissões globais de carbono e, consequentemente, do efeito estufa.  Fazer com que os veículos automotores e equipamentos de usos domésticos, agrícolas e industriais tenham maior rendimento, as edificações sejam projetadas objetivando o máximo de economia de iluminação, refrigeração e calefação, a agricultura e a indústria sejam modeladas no sentido de requererem o mínimo de recursos energéticos e matérias-primas, contemplando também a autoprodução de energia com o uso de resíduos de seus processos de produção com base na logística reversa e, finalmente, a utilização de novas alternativas de transporte desde a bicicleta até aquelas de alta capacidade baseadas em ferrovias, dentre outras iniciativas.  Combater a poluição da terra, do ar e da água, reduzindo os desperdícios com a reciclagem dos materiais atualmente utilizados e descartados. Nessa perspectiva, os materiais essenciais só devem ser utilizados nos processos produtivos e em outras aplicações apenas em último caso. Quando usados nas diversas aplicações, devem, em primeiro lugar, ser reutilizados inúmeras vezes; em segundo lugar, devem ser reciclados para formarem um novo produto; em terceiro lugar, devem ser queimados de modo a extrair toda a energia que contenham e, apenas em última instância, devem ser removidos para um aterro sanitário.  Ajustar o crescimento da população aos recursos disponíveis no planeta, reduzindo suas taxas de natalidade, sobretudo nos países e regiões com elevadas taxas de crescimento populacional.  Reduzir as desigualdades sociais, contemplando a adoção de medidas que contribuam para o atendimento das necessidades básicas da população mundial, tais como alimentos, vestuário, habitação, serviços de saúde, emprego e uma melhor qualidade de vida. Para que haja desenvolvimento sustentável, é preciso, portanto, que todos os seres humanos tenham atendidas suas necessidades básicas e lhes sejam proporcionadas oportunidades de concretizar suas aspirações a uma vida melhor.  Fazer com que o crescimento econômico e a riqueza dele resultante sejam compartilhados por todos, os serviços de educação possibilitem ampliar os níveis de qualificação para o trabalho e a cultura da população, os serviços de saúde sejam eficazes no combate à mortalidade infantil e contribuam para o aumento da expectativa de vida da população, todos os homens e mulheres tenham uma habitação decente e que haja investimentos públicos e privados no nível necessário que contribuam para a redução do desemprego em massa em decorrência da crise geral do sistema capitalista mundial que se registra na atualidade e que tende a se agravar no futuro.  Adotar o modelo de desenvolvimento sustentável nas cidades objetivando a compatibilização de seus fatores econômicos e sociais com o meio ambiente assegurando à sua população o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para a atual e futuras gerações.
  • 6. 6  Planejar cidades sustentáveis tendo como diretriz o ordenamento e controle do uso do solo, de forma a evitar a degradação dos recursos naturais, com políticas claras e abrangentes de saneamento, coleta e tratamento de lixo; gestão das águas, com coleta, tratamento, economia e reuso; sistemas de transporte que privilegiem o transporte de massa com qualidade e segurança; ações que preservem e ampliem áreas verdes e uso de energias limpas e renováveis; enfim, administração pública transparente e compartilhada com a sociedade civil organizada.  Na época atual em que os problemas do aquecimento global podem levar à catástrofe planetária, toda cidade tem que ter um plano de adaptação às mudanças climáticas, principalmente aquelas sujeitas a eventos extremos. REFERÊNCIAS 1. ALCOFORADO. Fernando. Como fazer com que as utopias planetárias se realizem visando a construção de um mundo melhor. Disponível no website <https://www.academia.edu/104881861/COMO_FAZER_COM_QUE_AS_UTOPI AS_PLANET%C3%81RIAS_SE_REALIZEM_VISANDO_A_CONSTRU%C3%8 7%C3%83O_DE_UM_MUNDO_MELHOR>. 2. ALCOFORADO, Fernando. Como salvar a humanidade da devastação social, econômica, ambiental e das guerras no século XXI. Disponível no website <https://www.linkedin.com/pulse/como-salvar-humanidade-da- devasta%C3%A7%C3%A3o-social-econ%C3%B4mica- alcoforado/?originalSubdomain=pt>. 3. ALCOFORADO, Fernando. Futuras pandemias e degradação ambiental. Disponível no website <https://www.linkedin.com/pulse/futuras-pandemias-e- degrada%C3%A7%C3%A3o-ambiental-fernando- alcoforado/?originalSubdomain=pt>. 4. ALCOFORADO, Fernando. Como inventar o futuro para mudar o mundo. Curitiba: Editora CRV, 2019. * Fernando Alcoforado, 83, condecorado com a Medalha do Mérito da Engenharia do Sistema CONFEA/CREA, membro da Academia Baiana de Educação, da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e do IPB- Instituto Politécnico da Bahia, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universitário (Engenharia, Economia e Administração) e consultor nas áreas de planejamento estratégico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energéticos, foi Assessor do Vice- Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estratégico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecretário de Energia do Estado da Bahia, Secretário do Planejamento de Salvador, é autor dos livros Globalização (Editora Nobel, São Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, São Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, São Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http://www.tesisenred.net/handle/10803/1944, 2003), Globalização e Desenvolvimento (Editora Nobel, São Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do Século XVI ao Século XX e Objetivos Estratégicos na Era Contemporânea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. Müller Aktiengesellschaft & Co. KG, Saarbrücken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Catástrofe Planetária (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2010), Amazônia Sustentável- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gráfica, Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econômico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudança Climática Catastrófica no Século XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revoluções Científicas, Econômicas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Invenção de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017), Esquerda x Direita e a sua
  • 7. 7 convergência (Associação Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade ameaçada e as estratégias para sua sobrevivência (Editora Dialética, São Paulo, 2021), A escalada da ciência e da tecnologia ao longo da história e sua contribuição ao progresso e à sobrevivência da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de capítulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022) e How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chișinău, 2023).