O ENSINO NA LÍNGUA 
PORTUGUESA
1.1. Dificuldade no ensino da Língua – O ensino da 
Língua encontra dificuldade entre a fala e a escrita, onde 
a primeira trás consigo gírias, dialetos e até mesmo 
linguagem chula, já a escrita deve ser na norma culta e 
obedecendo as normas que a compreendem, tornando-se 
uma dificuldade e desafio para o docente;
1.2 Variações linguísticas 
em sala de aula – Em sala 
de aula sempre haverá 
uma variação linguística, 
mas o professor mediante 
seus conhecimentos, 
deverá aplicar a sua 
metodologia de ensino, de 
modo que os alunos não se 
sintam envergonhados 
com sua fala em relação 
aos demais colegas de 
classe, contudo deve-se 
buscar o ensino da língua 
escrita na sua forma e 
maneira correta.
1.3 As realidades do português 
ensinado em sala de aula e do 
português vivenciado no 
cotidiano do aluno – A língua 
portuguesa ensinada em sala de 
aula é diferente da língua 
português do cotidiano do 
aluno, contudo o português do 
cotidiano é proveniente do 
português formal e oficial, assim 
o professor pode juntar ambos 
usando subsídios do meio e dos 
próprios alunos, na busca por 
um processo de ensino 
aprendizagem de qualidade.
1.4 A avaliação como 
forma de avaliar a 
aprendizagem do aluno – 
O tipo de avaliação 
tradicional (oral e escrita) 
precisa ser repensado, e o 
professor ao invés de 
medir o aprendizado do 
aluno deve ajudá-lo a 
construir o seu próprio 
conhecimento, não com a 
aplicação de testes, mas 
ajudando em pequenas 
mudanças onde o saber vai 
sendo formado em cada 
frase, cada linha do texto 
escrito.
A ESCOLA COMO CONSTRUTORA 
DO CONHENCIMENTO
2.1 A Necessidade de novas 
perspectivas pedagógica – 
Conforme as mudanças vão 
acontecendo em todos os 
setores da sociedade, assim 
também acontece com e 
educação, e o ensino da 
língua portuguesa tem sido 
abarcado por tais mudanças, 
onde o ler e o escrever por si 
só não bastam, sendo que o 
aluno deve aprender a fazer 
associações entre o ler e 
escrever e colocar em prática 
na vida cotidiana.
CONSTRUINDO CONHECIMENTOMEDIANTE O 
FORMALISMO
3.1 Apenas o ensino formal 
de português de sala de 
aula é suficiente para a 
aquisição do 
conhecimento – O ensino 
formal se faz necessário e 
importante, todavia não é 
e não pode ser a única 
forma de adquirir o saber.
3.2 O formalismo no 
ensino da língua 
portuguesa deve ser 
trabalhado – é primordial 
para o ensino da língua 
materna trabalhar o seu 
formalismo, pois é por 
meio do ensino formal que 
o aluno conseguirá 
interpretar de forma 
correta a linguagem 
textual no contexto social.
REFERÊNCIAS 
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. 
BAGNO, Marcos. Português ou Brasileiro. São Paulo: Parábola editora, 2001 
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais 
de Língua Portuguesa. – 3° e 4° ciclos. Brasília. 1998. 
CARVALHO, Maria Angélica Freire de. Os gêneros do discurso e o texto escrito na 
sala de aula uma contribuição ao ensino. UERJ, UNICAMP. Disponível em: < 
http://www.filologia.org.br/vicnlf/anais/os%20generos.html > Acesso em 20/09/2014 
DAGA, Aline Cassol. GOULART, Anderson Jair. ZARTH, Carolina, IRIGOITE, Josa 
Coelho. Análise e produção textual III /[design instrucional: DanielaViviani]. –1ª ed. 
Florianópolis : DIOESC : UDESC/CEAD/UAB, 2013.99 p. : il. ; 28 cm – (Cadernos 
pedagógicos). 
DUARTE, Denise Aparecida Schirlo. O ensino de Língua Portuguesa: perspectivas e 
contradições. Curitiba: 2008. 
HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação Mediadora: uma prática em construção 
da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 2000. 
NANCZHAO, Zhou. Interações entre educação e cultura, na óptica do 
desenvolvimento econômico e humano: uma perspectiva asiática. In DELORS et al. 
Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: MEC: UNESCO, 1998. 
NEVES, de M .H. M. Gramática na Escola. São Paulo: Ed. Contexto, 1997. 
PERRENOUD, Phillippe. Avaliação da Excelência à Regulação das Aprendizagens 
Entre Duas Lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

O ensino na língua portuguesa

  • 2.
    O ENSINO NALÍNGUA PORTUGUESA
  • 3.
    1.1. Dificuldade noensino da Língua – O ensino da Língua encontra dificuldade entre a fala e a escrita, onde a primeira trás consigo gírias, dialetos e até mesmo linguagem chula, já a escrita deve ser na norma culta e obedecendo as normas que a compreendem, tornando-se uma dificuldade e desafio para o docente;
  • 4.
    1.2 Variações linguísticas em sala de aula – Em sala de aula sempre haverá uma variação linguística, mas o professor mediante seus conhecimentos, deverá aplicar a sua metodologia de ensino, de modo que os alunos não se sintam envergonhados com sua fala em relação aos demais colegas de classe, contudo deve-se buscar o ensino da língua escrita na sua forma e maneira correta.
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    1.3 As realidadesdo português ensinado em sala de aula e do português vivenciado no cotidiano do aluno – A língua portuguesa ensinada em sala de aula é diferente da língua português do cotidiano do aluno, contudo o português do cotidiano é proveniente do português formal e oficial, assim o professor pode juntar ambos usando subsídios do meio e dos próprios alunos, na busca por um processo de ensino aprendizagem de qualidade.
  • 6.
    1.4 A avaliaçãocomo forma de avaliar a aprendizagem do aluno – O tipo de avaliação tradicional (oral e escrita) precisa ser repensado, e o professor ao invés de medir o aprendizado do aluno deve ajudá-lo a construir o seu próprio conhecimento, não com a aplicação de testes, mas ajudando em pequenas mudanças onde o saber vai sendo formado em cada frase, cada linha do texto escrito.
  • 7.
    A ESCOLA COMOCONSTRUTORA DO CONHENCIMENTO
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    2.1 A Necessidadede novas perspectivas pedagógica – Conforme as mudanças vão acontecendo em todos os setores da sociedade, assim também acontece com e educação, e o ensino da língua portuguesa tem sido abarcado por tais mudanças, onde o ler e o escrever por si só não bastam, sendo que o aluno deve aprender a fazer associações entre o ler e escrever e colocar em prática na vida cotidiana.
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  • 10.
    3.1 Apenas oensino formal de português de sala de aula é suficiente para a aquisição do conhecimento – O ensino formal se faz necessário e importante, todavia não é e não pode ser a única forma de adquirir o saber.
  • 11.
    3.2 O formalismono ensino da língua portuguesa deve ser trabalhado – é primordial para o ensino da língua materna trabalhar o seu formalismo, pois é por meio do ensino formal que o aluno conseguirá interpretar de forma correta a linguagem textual no contexto social.
  • 12.
    REFERÊNCIAS BAKHTIN, M.Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992. BAGNO, Marcos. Português ou Brasileiro. São Paulo: Parábola editora, 2001 BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa. – 3° e 4° ciclos. Brasília. 1998. CARVALHO, Maria Angélica Freire de. Os gêneros do discurso e o texto escrito na sala de aula uma contribuição ao ensino. UERJ, UNICAMP. Disponível em: < http://www.filologia.org.br/vicnlf/anais/os%20generos.html > Acesso em 20/09/2014 DAGA, Aline Cassol. GOULART, Anderson Jair. ZARTH, Carolina, IRIGOITE, Josa Coelho. Análise e produção textual III /[design instrucional: DanielaViviani]. –1ª ed. Florianópolis : DIOESC : UDESC/CEAD/UAB, 2013.99 p. : il. ; 28 cm – (Cadernos pedagógicos). DUARTE, Denise Aparecida Schirlo. O ensino de Língua Portuguesa: perspectivas e contradições. Curitiba: 2008. HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação & Realidade, 2000. NANCZHAO, Zhou. Interações entre educação e cultura, na óptica do desenvolvimento econômico e humano: uma perspectiva asiática. In DELORS et al. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: MEC: UNESCO, 1998. NEVES, de M .H. M. Gramática na Escola. São Paulo: Ed. Contexto, 1997. PERRENOUD, Phillippe. Avaliação da Excelência à Regulação das Aprendizagens Entre Duas Lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.