PLANO NACIONAL DE ENSINO DO PORTUGUÊS A Formadora Residente:  Maria Albertina Sequeira Eiras Agrupamento de Escolas de Sabugal,  13 de Outubro de 2008
Porque Surge o Plano Nacional de Ensino do Português ? Porque Surge o Plano Nacional de Ensino do Português ? Surge com vista a melhorar as condições de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa e a valorizar as competências  dos professores nesta área disciplinar. Justificação do Programa
A necessidade de melhorar o ensino do Português na educação está solidamente fundamentada nos resultados de todos os  projectos internacionais  em que Portugal participou (Reading Literacy – IEA, 1992, PISA 2000e 2003, em  estudos nacionais  (A literacia em Portugal, 1995), nas  provas nacionais de aferição  (2000 a 2005) 22% dos alunos portugueses  com 15 anos de idade são  maus leitores  – Programme for International Student Assessment (PISA), realizados em 2000 Justificação do Programa
  Através do mesmo relatório lançado pela OCDE para medir a capacidade de os jovens de 15 anos usarem conhecimentos da vida real,  48% dos jovens portugueses apenas possuem conhecimentos básicos de leitura , o que lhes permitem, no máximo, localizar uma peça de informação no texto ou identificar o tema principal do que leram. Justificação do Programa
Justificação do Programa
Leitura de Jornais diários Consumo de livros por ano 25%  Portugal  (26% afirmam  nunca ler jornais diários) 78%  Finlândia e Suécia  48%  dos restantes europeus 32%  Portugal 47%  Espanha 74%  Reino Unido 75%  Finlândia 80%  Suécia Justificação do Programa
O Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP) foi criado pelo Despacho nº546/2007, de 11 de Janeiro.  Programa  3 Princípios norteadores
Melhorar os níveis de compreensão de leitura e de expressão oral e escrita em todas as escolas do 1.º Ciclo, através das modificações das práticas docentes do ensino da língua.  Criar nas escolas do 1º ciclo uma dinâmica interna de formação continuada no âmbito do ensino da língua, ancorada em Instituições do ensino superior Envolver as Instituições do ensino superior num projecto de formação contínua, articulando com as escolas do 1ºciclo e prolongado no tempo  Objectivo central do Programa
Compreensão Oral Expressão Oral Compreensão da Leitura Expressão Escrita Conhecimento Explícito da Língua Competências no final do 1º ciclo
Conteúdos da Formação 1ª  Apresentação do programa / Educar para a literacia 13/10/2008 2ª  O ensino da leitura: decifração 23/10/2008 3ª  Conhecimento da língua: desenvolver a consciência fonológica 06/11/2008) 4ª  Competência do oral (o desenvolvimento da linguagem oral; compreensão e produção oral, avaliação do oral, …). 27/11/2008 5ª  As TIC como recurso de ensino/aprendizagem da língua materna  11/12/2008 6ª  O ensino da leitura: a compreensão de textos 15/01/2009 7ª  Avaliação da leitura 29/01/2009
8ª  Literatura para a infância: ler por prazer; actividades de animação de leitura e relação com o Plano Nacional de Leitura.  19/02/2009 9ª  O ensino da escrita: dimensão gráfica e ortográfica. 12/03/2009 10ª  O ensino da escrita: dimensão textual. 26/03/2009 11ª  Avaliação da escrita 23/04/2009 12ª  O conhecimento explícito do funcionamento da língua. Balanço das actividades. 14/05/2009 Conteúdos da Formação
O professor do 1º ciclo ao disponibilizar os recursos necessários para os alunos aprofundarem o seu conhecimento linguístico, participa na construção de cidadãos mais conscientes e interventivos no futuro.  A melhoria dos níveis de desempenho do português leva necessariamente, a um maior sucesso na aprendizagem de todas as áreas, consequência da transversalidade da Língua Materna.  O Papel da Língua na Educação Sem o domínio da Língua não há sucesso nas outras áreas disciplinares
A Formação Integra: Sessões Tutoriais , individuais e orientadas pelo formador da escola. Estas visam o apoio directo ao docente na actividade lectiva do Ensino da Língua à respectiva turma. As sessões tutoriais são compostas por  35  horas anuais. Organograma da formação
Oficinas Temáticas Programadas e realizadas pela coordenação do núcleo de formação, destinadas à actualização científica e ao sucessivo aprofundamento de temas. Foram estabelecidas para as Oficinas temáticas 30horas anuais.  Organograma da formação
Sessões Regionais  promovidas pelo núcleo de formação contínua (ESECD). Estas sessões (de 6 horas anuais) serão destinadas à apresentação e debate dos temas:    Comunidade Linguística: variação e mudança.Como agir perante a diversidade linguística no 1º CEB?    Que pontes linguísticas na passagem da Educação Pré-escolar para o 1.º Ciclo? Está prevista a deslocação dos formandos à Escola Superior de Educação da Guarda, no dia 1 de Abril para assistirem ao aprofundamento destes temas.  Organograma da formação Nota:  Cada professor/formando cumprirá 71 horas presenciais + trabalho autónomo. Após a formação, objecto de avaliação, é atribuído um diploma de formação em Ensino do Português.
A avaliação será realizada através da construção um  PORTEFÓLIO. Avaliação Um Portefólio reflexivo é um “ conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada e sistematicamente organizada e contextualizada no tempo, reveladora do percurso profissional”.   (Alarcão e Tavares 2003:105)
A reflexão da actividade deverá permitir que o professor/formando se questione acerca:    Das estratégias e procedimentos que planeou no seu projecto, confrontando-as com os resultados alcançados;    Das dificuldades encontradas  e das soluções alternativas elaboradas;    Das aprendizagens conseguidas e os possíveis efeitos na modificação da prática profissional. Avaliação/reflexão
Do Portefólio deve constar: Reflexões A  planificação das actividades; Os materiais didácticos utilizados para a operacionalização das sessões tutoriais; Outros documentos de interesse no âmbito da formação.  Avaliação Oficinas Temáticas Sessões Tutoriais Sessão Plenária Nota: Não esquecer  índice, introdução e conclusão.
A Planificação deverá definir: Planificação
Os recursos digitais a dinamizar no âmbito do Programa serão constituídos fundamentalmente por:    Plataforma informática de ensino à distância;    Criação de espaços na rede para a partilha e divulgação das actividades realizadas, em ligação ao programa. Recursos Digitais
  Assumir que todas as crianças podem aprender a ler e a escrever;  Criar a rotina de um tempo de leitura diária recreativa em voz alta pelo professor;  Tornar a aprendizagem da língua escrita um desafio interessante para si próprio e para as crianças;  Objectivos do Professor/Formando
Desenvolver um ensino sistematizado da língua escrita, nomeadamente através de actividades e materiais disponibilizados on line e em papel pela equipa coordenadora do Programa;  Desenvolver actividades de ensino sistematizado em que esteja explícita uma profunda relação entre o desenvolvimento da oralidade e as competências de leitura e de expressão escrita;  Objectivos do Professor/Formando
  Desenvolver um processo de monitorização das aprendizagens das crianças, através da avaliação individual e colectiva da turma;  Contribuir com a sua experiência e conhecimento para o enriquecimento formativo de toda a equipa de docentes da escola;  Frequentar as sessões presenciais de formação organizadas para a escola. Objectivos do Professor/ Formando
Fim da Apresentação Bom Trabalho Obrigada pela vossa presença.  Próxima Oficina Temática – 23 de Outubro de 2008

Apresentacao1

  • 1.
    PLANO NACIONAL DEENSINO DO PORTUGUÊS A Formadora Residente: Maria Albertina Sequeira Eiras Agrupamento de Escolas de Sabugal, 13 de Outubro de 2008
  • 2.
    Porque Surge oPlano Nacional de Ensino do Português ? Porque Surge o Plano Nacional de Ensino do Português ? Surge com vista a melhorar as condições de ensino e aprendizagem da Língua Portuguesa e a valorizar as competências dos professores nesta área disciplinar. Justificação do Programa
  • 3.
    A necessidade demelhorar o ensino do Português na educação está solidamente fundamentada nos resultados de todos os projectos internacionais em que Portugal participou (Reading Literacy – IEA, 1992, PISA 2000e 2003, em estudos nacionais (A literacia em Portugal, 1995), nas provas nacionais de aferição (2000 a 2005) 22% dos alunos portugueses com 15 anos de idade são maus leitores – Programme for International Student Assessment (PISA), realizados em 2000 Justificação do Programa
  • 4.
    Atravésdo mesmo relatório lançado pela OCDE para medir a capacidade de os jovens de 15 anos usarem conhecimentos da vida real, 48% dos jovens portugueses apenas possuem conhecimentos básicos de leitura , o que lhes permitem, no máximo, localizar uma peça de informação no texto ou identificar o tema principal do que leram. Justificação do Programa
  • 5.
  • 6.
    Leitura de Jornaisdiários Consumo de livros por ano 25% Portugal (26% afirmam nunca ler jornais diários) 78% Finlândia e Suécia 48% dos restantes europeus 32% Portugal 47% Espanha 74% Reino Unido 75% Finlândia 80% Suécia Justificação do Programa
  • 7.
    O Programa Nacionalde Ensino do Português (PNEP) foi criado pelo Despacho nº546/2007, de 11 de Janeiro. Programa 3 Princípios norteadores
  • 8.
    Melhorar os níveisde compreensão de leitura e de expressão oral e escrita em todas as escolas do 1.º Ciclo, através das modificações das práticas docentes do ensino da língua. Criar nas escolas do 1º ciclo uma dinâmica interna de formação continuada no âmbito do ensino da língua, ancorada em Instituições do ensino superior Envolver as Instituições do ensino superior num projecto de formação contínua, articulando com as escolas do 1ºciclo e prolongado no tempo Objectivo central do Programa
  • 9.
    Compreensão Oral ExpressãoOral Compreensão da Leitura Expressão Escrita Conhecimento Explícito da Língua Competências no final do 1º ciclo
  • 10.
    Conteúdos da Formação1ª Apresentação do programa / Educar para a literacia 13/10/2008 2ª O ensino da leitura: decifração 23/10/2008 3ª Conhecimento da língua: desenvolver a consciência fonológica 06/11/2008) 4ª Competência do oral (o desenvolvimento da linguagem oral; compreensão e produção oral, avaliação do oral, …). 27/11/2008 5ª As TIC como recurso de ensino/aprendizagem da língua materna 11/12/2008 6ª O ensino da leitura: a compreensão de textos 15/01/2009 7ª Avaliação da leitura 29/01/2009
  • 11.
    8ª Literaturapara a infância: ler por prazer; actividades de animação de leitura e relação com o Plano Nacional de Leitura. 19/02/2009 9ª O ensino da escrita: dimensão gráfica e ortográfica. 12/03/2009 10ª O ensino da escrita: dimensão textual. 26/03/2009 11ª Avaliação da escrita 23/04/2009 12ª O conhecimento explícito do funcionamento da língua. Balanço das actividades. 14/05/2009 Conteúdos da Formação
  • 12.
    O professor do1º ciclo ao disponibilizar os recursos necessários para os alunos aprofundarem o seu conhecimento linguístico, participa na construção de cidadãos mais conscientes e interventivos no futuro. A melhoria dos níveis de desempenho do português leva necessariamente, a um maior sucesso na aprendizagem de todas as áreas, consequência da transversalidade da Língua Materna. O Papel da Língua na Educação Sem o domínio da Língua não há sucesso nas outras áreas disciplinares
  • 13.
    A Formação Integra:Sessões Tutoriais , individuais e orientadas pelo formador da escola. Estas visam o apoio directo ao docente na actividade lectiva do Ensino da Língua à respectiva turma. As sessões tutoriais são compostas por 35 horas anuais. Organograma da formação
  • 14.
    Oficinas Temáticas Programadase realizadas pela coordenação do núcleo de formação, destinadas à actualização científica e ao sucessivo aprofundamento de temas. Foram estabelecidas para as Oficinas temáticas 30horas anuais. Organograma da formação
  • 15.
    Sessões Regionais promovidas pelo núcleo de formação contínua (ESECD). Estas sessões (de 6 horas anuais) serão destinadas à apresentação e debate dos temas:  Comunidade Linguística: variação e mudança.Como agir perante a diversidade linguística no 1º CEB?  Que pontes linguísticas na passagem da Educação Pré-escolar para o 1.º Ciclo? Está prevista a deslocação dos formandos à Escola Superior de Educação da Guarda, no dia 1 de Abril para assistirem ao aprofundamento destes temas. Organograma da formação Nota: Cada professor/formando cumprirá 71 horas presenciais + trabalho autónomo. Após a formação, objecto de avaliação, é atribuído um diploma de formação em Ensino do Português.
  • 16.
    A avaliação serárealizada através da construção um PORTEFÓLIO. Avaliação Um Portefólio reflexivo é um “ conjunto coerente de documentação reflectidamente seleccionada, significativamente comentada e sistematicamente organizada e contextualizada no tempo, reveladora do percurso profissional”. (Alarcão e Tavares 2003:105)
  • 17.
    A reflexão daactividade deverá permitir que o professor/formando se questione acerca:  Das estratégias e procedimentos que planeou no seu projecto, confrontando-as com os resultados alcançados;  Das dificuldades encontradas e das soluções alternativas elaboradas;  Das aprendizagens conseguidas e os possíveis efeitos na modificação da prática profissional. Avaliação/reflexão
  • 18.
    Do Portefólio deveconstar: Reflexões A planificação das actividades; Os materiais didácticos utilizados para a operacionalização das sessões tutoriais; Outros documentos de interesse no âmbito da formação. Avaliação Oficinas Temáticas Sessões Tutoriais Sessão Plenária Nota: Não esquecer índice, introdução e conclusão.
  • 19.
    A Planificação deverádefinir: Planificação
  • 20.
    Os recursos digitaisa dinamizar no âmbito do Programa serão constituídos fundamentalmente por:  Plataforma informática de ensino à distância;  Criação de espaços na rede para a partilha e divulgação das actividades realizadas, em ligação ao programa. Recursos Digitais
  • 21.
    Assumirque todas as crianças podem aprender a ler e a escrever; Criar a rotina de um tempo de leitura diária recreativa em voz alta pelo professor; Tornar a aprendizagem da língua escrita um desafio interessante para si próprio e para as crianças; Objectivos do Professor/Formando
  • 22.
    Desenvolver um ensinosistematizado da língua escrita, nomeadamente através de actividades e materiais disponibilizados on line e em papel pela equipa coordenadora do Programa; Desenvolver actividades de ensino sistematizado em que esteja explícita uma profunda relação entre o desenvolvimento da oralidade e as competências de leitura e de expressão escrita; Objectivos do Professor/Formando
  • 23.
    Desenvolverum processo de monitorização das aprendizagens das crianças, através da avaliação individual e colectiva da turma; Contribuir com a sua experiência e conhecimento para o enriquecimento formativo de toda a equipa de docentes da escola; Frequentar as sessões presenciais de formação organizadas para a escola. Objectivos do Professor/ Formando
  • 24.
    Fim da ApresentaçãoBom Trabalho Obrigada pela vossa presença. Próxima Oficina Temática – 23 de Outubro de 2008