O documento discute a necessidade de reforma no ensino de Língua Portuguesa no Brasil, citando problemas como evasão e repetência escolar. Também aborda as críticas feitas ao ensino tradicional, como desconsiderar a realidade dos alunos e excessiva ênfase na gramática normativa. Defende que as práticas de ensino devem partir do uso da linguagem pelos alunos.