Batista Gigliotti é presidente da Fran Systems,
estratégia e desenvolvimento de negócios.
Mestre em administração, Gigliotti é também
professor de cursos de pós-graduação da
EAESP-FGV, Anhembi-BSP, Senac, Belas Artes e
BI International – www.fransystems.com.br
Há diversas formas para conquistar clientes. Investir em propagandas e
estratégias de marketing são apenas algumas das muitas utilizadas no
mercado. No entanto, realizar aportes volumosos na captação de clientes e
se esquecer da importância de retê-los pode ser muito prejudicial para
qualquer companhia.
Entre as muitas importantes etapas para fidelizar o consumidor, destaque
para quatro ações-chave que podem atenuar os riscos de perder o item
mais precioso das organizações: o cliente.
CADASTRO, SEMPRE O PRIMEIRO PASSO: muitas empresas se esquecem de
manter atualizado um mailing de clientes. Estabelecer critérios como, por exemplo,
‘primeira compra’, ‘aquisições de luxo’, ‘preferência por novidades’, entre muitas
outras, pode facilitar na hora de elaborar uma ação de reaproximação, como um e-
mail marketing, uma mala direta, uma cortesia de aniversário etc;
AÇÃO QUE TRAGA VANTAGEM PARA O CONSUMIDOR: oferecer ao cliente alguma
vantagem é outro item estratégico. Um programa de benefícios por pontos, a
opção de juntar selos a cada compra, principalmente para o setor alimentício,
estimula o consumidor a se ‘tornar fiel’ e acentuam-se as chances de a empresa
não ser esquecida;
AVALIE O MERCADO: fazer o mesmo que alguns concorrentes pode não
trazer o resultado esperado. Verificar quais são os diferenciais da empresa,
acompanhar as críticas e sugestões de clientes a fim de melhorar os pontos
fracos pode ser uma arma para evitar que o consumidor migre para o
concorrente;
CONSUMIDOR NÃO É UM NÚMERO: dependendo da área de atuação um
mesmo cadastro pode ter diferentes perfis de consumidores. O que é
vantajoso para uma parcela da sociedade, muitas vezes, não é atrativo para
a outra fatia. Separar os perfis e formas de abordagens, por mais que pareça
um trabalho de ‘formiguinha’, pode trazer mais retorno que uma ação
grandiosa que não tenha direcionamento.
BONS NEGÓCIOS !!

O desafio constante de reter o cliente

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    Batista Gigliotti épresidente da Fran Systems, estratégia e desenvolvimento de negócios. Mestre em administração, Gigliotti é também professor de cursos de pós-graduação da EAESP-FGV, Anhembi-BSP, Senac, Belas Artes e BI International – www.fransystems.com.br
  • 2.
    Há diversas formaspara conquistar clientes. Investir em propagandas e estratégias de marketing são apenas algumas das muitas utilizadas no mercado. No entanto, realizar aportes volumosos na captação de clientes e se esquecer da importância de retê-los pode ser muito prejudicial para qualquer companhia. Entre as muitas importantes etapas para fidelizar o consumidor, destaque para quatro ações-chave que podem atenuar os riscos de perder o item mais precioso das organizações: o cliente.
  • 3.
    CADASTRO, SEMPRE OPRIMEIRO PASSO: muitas empresas se esquecem de manter atualizado um mailing de clientes. Estabelecer critérios como, por exemplo, ‘primeira compra’, ‘aquisições de luxo’, ‘preferência por novidades’, entre muitas outras, pode facilitar na hora de elaborar uma ação de reaproximação, como um e- mail marketing, uma mala direta, uma cortesia de aniversário etc;
  • 4.
    AÇÃO QUE TRAGAVANTAGEM PARA O CONSUMIDOR: oferecer ao cliente alguma vantagem é outro item estratégico. Um programa de benefícios por pontos, a opção de juntar selos a cada compra, principalmente para o setor alimentício, estimula o consumidor a se ‘tornar fiel’ e acentuam-se as chances de a empresa não ser esquecida;
  • 5.
    AVALIE O MERCADO:fazer o mesmo que alguns concorrentes pode não trazer o resultado esperado. Verificar quais são os diferenciais da empresa, acompanhar as críticas e sugestões de clientes a fim de melhorar os pontos fracos pode ser uma arma para evitar que o consumidor migre para o concorrente;
  • 6.
    CONSUMIDOR NÃO ÉUM NÚMERO: dependendo da área de atuação um mesmo cadastro pode ter diferentes perfis de consumidores. O que é vantajoso para uma parcela da sociedade, muitas vezes, não é atrativo para a outra fatia. Separar os perfis e formas de abordagens, por mais que pareça um trabalho de ‘formiguinha’, pode trazer mais retorno que uma ação grandiosa que não tenha direcionamento.
  • 7.