Os macronutrientes são elementos essenciais para o crescimento e desenvolvimento do milho, requeridos em grandes quantidades. No solo, os principais são nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S). O nitrogênio impulsiona o crescimento vegetativo, o fósforo é vital para raízes e grãos, o potássio regula funções fisiológicas e a resistência, o cálcio fortalece paredes celulares, o magnésio compõe a clorofila e o enxofre participa da síntese de proteínas.
Na planta de milho, esses nutrientes desempenham papéis cruciais em processos como fotossíntese, respiração, formação de tecidos e resistência a estresses. A deficiência de qualquer um deles pode limitar severamente o desenvolvimento e a produtividade da cultura.
A Lei do Mínimo, formulada por Liebig, estabelece que o crescimento da planta é limitado pelo nutriente que está em menor quantidade disponível no solo, mesmo que os outros estejam em níveis adequados. Analogamente a um barril com ripas de diferentes alturas, a capacidade de produção é definida pela "ripa" mais curta, que representa o nutriente limitante. Portanto, para maximizar a produção de milho, é crucial garantir um fornecimento equilibrado de todos os macronutrientes essenciais, corrigindo as deficiências identificadas através da análise do solo.