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MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
TEMA 4
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
88
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
89
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA
Iniciando nosso diálogo
	 Prezado aluno,
	 Neste quarto e último módulo você teve a oportunidade de conhecer e refletir os métodos e
técnicas de pesquisa, com a apresentação das características da pesquisa de campo e suas fases,
a indução estatística, a indução por analogia ou semelhança e o método dialético. Todos estes são
métodos para desenvolvimento de uma pesquisa quantitativa e qualitativa nos cursos universitários.
• Conhecer métodos e técnicas e pesquisa;
• Apresentação das características da pesquisa de campo e suas fases;
• Indução estatística;
• Indução por anlogia ou semelhança;
• Método dialético.
OBJETIVOS
	
	 Vamos iniciar nosso aprendizado!
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
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MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
91
4.1 - OS MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA: ESTATÍSTICO, COMPARATIVO
E DIALÉTICO
A pesquisa é um tipo de estudo que tem uma característica única, que a distin-
gue de outras pesquisas, por exemplo, que realizamos em um supermercado,
para adquirir um imóvel, comprar uma roupa, e várias outras pesquisas. O que
ela tem de ”especial” ou diferente é que precisa seguir o que a ciência propõe
como caminho, isto é, precisa seguir as normas da Metodologia da Pesquisa
Científica. Então, se quisermos conceituar pesquisa científica podemos dizer
que é uma pesquisa elaborada, realizada e redigida segundo os parâmetros da
ciência através de uma Metodologia.
REFLITA
	 As pesquisas podem acontecer com várias finalidades, por exemplo: A exploratória, que “ga-
rimpa” busca conhecimentos sobre algo desconhecido. Em 1980, quando começaram as pesquisas
sobre a AIDS, não se sabia absolutamente nada sobre ela.
	 A teórica, que segue a anterior, pois busca formar um campo de conhecimento, de teorias
sobre os fatos e fenômenos. Podemos citar como exemplo, nas primeiras décadas do século XX, as
pesquisas em Psicologia, que nascia como ciência.
	 A pesquisa aplicada, que visa aplicar os conhecimentos teóricos obtidos na vida cotidiana.
Por exemplo, os testes psicológicos para exame de motorista, testes para medir a inteligência, testes
de personalidade, entre outros.
4.1.1 - METODOLOGIA DA PESQUISA
	 Agora vem a pergunta, como fazer quando precisar realizar uma pesquisa? Existem basica-
mente alguns tipos de pesquisa, mas as mais comuns são a pesquisa de campo, a de laboratório
(experimental), a bibliográfica, o estudo de caso, entre outros. Iniciemos uma pequena explanação
a respeito de cada uma delas.
4.1.1.1 - PESQUISA DE CAMPO
	 Imagine acontecer com você algo que já aconteceu com muitos estudantes: seu “chefe” lhe
pede para fazer uma pesquisa sobre um sabonete, pois a empresa pretende lançar um que seja um
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
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“estouro” no mercado.
	 O que você faria?
	
	 Vamos pensar juntos! Quando você lê “de campo” o que vem logo à cabeça?
Se você pensou “ir ao local onde está o que estou pesquisando”, acertou. Então,
pesquisa de campo é aquela em que vamos observar e colher os dados para
nossa pesquisa “in loco” (no local) sem interferir . Simplesmente vou lá, observo
o que estou estudando/pesquisando, colho os dados que preparei previamente
para então analisá-los, buscando descobrir qual a causa do problema e suas
possíveis conseqüências.
IMPORTANTE
4.1.1.1.1 - FASES OU PASSOS DA PESQUISA DE CAMPO
1- pesquisa bibliográfica: Não posso começar uma pesquisa de campo sem co-
nhecer que pretendo investigar. Como vou elaborar uma entrevista, um questionário
se não conheço a fundo o que vou investigar? O que eu vou observar no local? Que
perguntas eu vou fazer?
Preciso, antes de tudo, buscar conhecimentos teóricos sobre o assunto. Pela leitura
e análise do material que eu selecionei, vou esclarecendo uma porção de dúvidas e
fazendo surgir outras. Para essas, é que vou preparar um material para coletar dados
em campo.
2- coleta de dados: Devo proceder a uma coleta do material que julgo necessário
para sanar minhas dúvidas e satisfazer minha pesquisa. Para a coleta desse material
podemos utilizar o questionário, o formulário e a entrevista. Cada instrumento de co-
leta tem suas vantagens e desvantagens.
Questionário: É quando o entrevistado preenche de próprio punho as respostas. O
questionário tem a vantagem de ser extremamente rápido, portanto mais barato, pois
atinge um grande número de pessoas de uma só vez. É impessoal (ninguém está o
ouvindo o que ele responde), portanto a pessoa tende a responder com mais veraci-
dade. Mas, tem o inconveniente de exigir certo nível intelectual, para que o pesquisa-
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
93
do saiba ler, interpretar o que você pediu e responder o que está pensando.
Formulário: É quando o pesquisador preenche as respostas dadas pelo entrevistado.
O formulário é mais demorado, pois o pesquisador precisa ir de casa em casa (se
este for o local de sua pesquisa), perguntando e marcando as respostas. O pesqui-
sado pode ficar constrangido com a situação ou com alguma pergunta e mentir. Mas
tem a vantagem de ser mais fidedigno, pois quem pergunta sabe o que e porque está
perguntando, ajudando a interpretação do entrevistado se percebe que este não en-
tendeu a pergunta.
Entrevista: É realizada frente a frente, num diálogo. Esta deve ser previamente pre-
parada pelo pesquisador. A entrevista é a mais fidedigna de todas, pois a pessoa
tem mais liberdade para falar, pois há apenas um roteiro a seguir, e não perguntas e
repostas. Mas tem o inconveniente de ser muito demorado, portanto muito oneroso,
e as pessoas também podem ficar constrangidas ao responder.
3- Análise dos resultados: Com os dados em mãos, vamos analisar e interpretar
os dados colhidos para concluir a pesquisa. Para tal, é comum elaborar-se quadros,
tabelas, gráficos, mapas e estatísticas, elas ajudam muito.
Por ora, ficaremos somente com a pesquisa de campo. Nas duas próximas aulas,
você terá a pesquisa experimental e a pesquisa bibliográfica. Passemos agora para
as técnicas de pesquisa que serão úteis para trabalhar e desenvolver os estudos.
I- A Indução Estatística: Baseia-se na análise de amostra generaliza a con-
clusão.
Exemplo 1: Das cem peças examinadas como amostra, todas esta-
vam de acordo com as especificações técnicas. Logo, as dez mil pe-
ças, provavelmente, estarão em conformidade com as especificações
técnicas.
Exemplo 2: Das cem peças apanhadas ao acaso como amostras, cin-
co não atendiam às especificações técnicas. Logo, das dez mil produ-
zidas, quinhentas não atenderão às especificações técnicas (prova-
velmente).
As induções estatísticas devem ser representativas e analisadas com
objetividade e espírito científico, pois podem levar as induções apres-
sadas por amostra insuficiente ou por amostragem tendenciosa.
II) Indução Por Analogia ou Semelhança: A partir de semelhança parcial
comprovada entre dois seres, objetos ou fenômenos diferentes é lícito con-
cluir, por semelhanças, não comprovadas como provavelmente reais.
Exemplo 1: No objeto A encontram-se as propriedades X e Y. No ob-
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MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
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jeto B encontram-se as propriedades X e Y. Encontrou-se no objeto A
a propriedade Z. Logo, no objeto B existe a propriedade Z (hipotetica-
mente).
Exemplo 2: O fígado do macaco tem função glicogênica. (A partir de
semelhanças comprovadas entre a fisiologia do homem e do macaco
podemos concluir que, hipoteticamente) o fígado do homem também
tem função glicogênica.
III) O Método Dialético: Segundo os métodos estudados, o mundo, as coisas
estão submetidas a uma regularidade, uma constância. Tudo acontece sem-
pre da mesma forma, num movimento linear. Pôr isso é que podemos estudá-
-los da maneira que eles propõem.
As idéias têm existência absoluta, isto é, estão lá, prontas; basta estudá-las
para captá-las. Basta o sujeito observar de forma neutra e objetiva seu objeto
de estudo, já que este é imutável.
A sociedade muda muito pouco, tudo se repete num movimento mecânico.
Tudo acontece de forma lógica, harmônica, sem depender de fatores históri-
cos, sociais, econômicos e políticos.
A vida é como um relógio. A realidade é composta de essências imutáveis.
A realidade é conseqüência do pensamento: o pensamento cria a realidade,
tudo se dá a partir das idéias, do imaterial.
Uma coisa é, ou bem isto, ou bem aquilo. Não poder ser, ao mesmo tempo,
isto e aquilo. Ex: uma democracia não é uma ditadura, nem a ditadura é uma
democracia.
Os conceitos são trabalhados em definitivo, mas, Marx acreditava que as coi-
sas não aconteciam dessa forma. Para ele, o mundo está em constante trans-
formação. Para entender um fato, uma coisa, um processo cientificamente, é
preciso estudar/conhecer profundamente não apenas esse fato/coisa em si,
mas tudo que a cerca.
As idéias nada mais são que a matéria absorvida e transformada pelo pensa-
mento, tudo se dá a partir da matéria. O pensamento, a consciência, a idéia
nada mais é que reflexos da realidade. Mas esses reflexos não são passivos,
e sim ativos, pois a realidade influencia a idéia e a idéia influencia a realidade,
num movimento incessante.
O mundo, a sociedade, não é uma realidade estática, parada, não é um “reló-
gio”; mas uma realidade dinâmica, um complexo de processos.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
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Uma coisa pode ser isto e aquilo, pois contém em si mesma a sua negação/
transformação: uma democracia (por ex. dos EUA) é democracia para uma
minoria que tem todos os direitos, todo o poder; e é ditadura para a maioria,
para os pequenos, cujos direitos são ilusórios.
Tudo se transforma tudo está em contínua mudança. Por isso, a abordagem
da realidade, o “como” estudá-la; só pode ser feita de maneira que se capte/
apreenda as coisas nesse movimento: como ela (a realidade/fato/fenômeno
estudado) se modifica se desenvolve como transita de uma forma para outra.
O conhecimento tem caráter relativo, parcial, provisório; portanto buscam-se,
não todas as leis de um fenômeno, mas as determinações fundamentais.
Nenhum fato ou idéia pode ser compreendido isoladamente. Deve ser enten-
dido a partir de sua ligação indissolúvel com a realidade, com o todo no qual
se insere. Tudo se relaciona.
4.2 - PESQUISA EXPERIMENTAL OU DE LABORATÓRIO
	 A pesquisa científica pode ser experimental e não experimental. E o que quer dizer isso?
Quer dizer que há dois tipos de “atuação” em uma pesquisa.
A não experimental, quando acontece uma observação controlada do fato em
estudo, pois o pesquisador não manipula, isto é, não isola, modifica ou altera as
variáveis, não provoca eventos, apenas observa-os e registra-os para analisá-
-los depois. Isto acontece na pesquisa de campo e a pesquisa bibliográfica, den-
tre outras.
IMPORTANTE
A pesquisa em que eu posso alterar o curso das coisas para ver o que acontece,
chamamos experimental, pois nós experimentamos alguns fatores que julgamos
serem importantes ou causa do fenômeno que estamos estudando.
REFLITA
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
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	 Podemos lembrar das experiências de Ciências no ensino fundamental. Numa delas, sobre
a germinação dos feijões e a necessidade do sol para produzir clorofila, os fatores que estavam alte-
rando eram a água (sementes no algodão com água e sem água) e a luz do sol (colocar os potinhos
com sementes expostas à claridade e outra coberta com um copo) para verificar o que ocorria. A
experiência queria demonstrar que a água é um fator importante para a germinação e que o sol é
importante para produzir clorofila.
“Experimentar” significa exercer controle sistemático e controlado sobre as con-
dições que julgamos serem relevante-importantes para o fenômeno que estuda-
mos. Assim, podemos observar quais as condições antecedentes, isto é, quais
as variáveis independentes ou situações que acontecem antes do fato em es-
tudo, que são responsáveis pelo evento ou fenômeno conseqüente, ou variável
dependente assumida como objeto de estudo; isto é, o que acontece como con-
seqüência da variável independente. Em termos mais simples: “quem” provoca
“o que”.
IMPORTANTE
	 Denominamos variáveis independentes as diversas condições antecedentes tomadas como
relevantes para o acontecimento de determinado fenômeno. A variável dependente são as conse-
qüências ou eventos provocados pela variável independente.
	 Assim, a água é a variável independente que “provoca” a germinação do feijão, a variável
dependente. O sol é a variável independente que “provoca” a elaboração da clorofila, esta, variável
dependente. Portanto, em uma experimentação científica, o pesquisador manipula as variáveis e
controla uma a uma (tanto quanto possível) as variáveis independentes, para verificar qual ou quais
delas são as causas da variável dependente, ou o evento em estudo.
4.2.1 - FASES DA PESQUISA LABORATORIAL
a) Pesquisa bibliográfica: Já sabemos que o primeiro passo de qualquer pesquisa
é sempre a revisão da bibliografia existente sobre o assunto. Para dar sustentação
aos experimentos, precisamos de uma boa fundamentação teórica da temática a ser
pesquisada.
b) Observação: Observar significa aplicar a atenção a um fenômeno ou problema,
captá-lo, retratá-lo como se manifesta. Não que ela só aconteça nesta fase, ela per-
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
97
dura por todo o experimento, mas nesse momento inicial ela é imprescindível para
estabelecer relações próprias do fenômeno em estudo, no local onde ele acontece.
A observação pode ser natural e espontânea ou dirigida e intencional. A observa-
ção é natural quando se desenrola sem nenhum preparativo, observamos como
as coisas se desenvolvem. Ela é dirigida ou intencional quando preparamos um
roteiro de observações a se realizar.
IMPORTANTE
E como saber o que observar? Pela pesquisa bibliográfica nos temos uma visão geral
do assunto, conseguimos localizar nosso problema nestas leituras. Então, podemos
desenvolver teses em que situações seriam importantes de se observarem.
Esta é uma etapa muito importante na pesquisa, pois dela pode depender o sucesso
ou o fracasso da mesma. As etapas posteriores da pesquisa ficarão prejudicadas se
não partirem da observação correta e adequada dos fatos. Muitas vezes, pode com-
pletar a enumeração das causas antecedentes e variáveis.
c) Hipótese: É o enunciado da solução provável ou da possível solução do problema.
A hipótese deve ser plausível, isto é, razoável; e não pode contradizer evidências.
Deve também ser verificável, isto é, ser possível de ser testada/verificada. Geralmen-
te sua formulação vem escrita em termos de: Se, então.
d) Experimentação: Consiste em colocar à prova a solução ou hipótese que se afir-
mou como resposta ou solução do problema para serem aprovadas, reprovadas ou
reformuladas. O grande objetivo da experimentação é descobrir qual ou quais das
variáveis independentes são causadoras de determinado evento.
e) Indução: Confirmada a relação constante entre a variável independente e a va-
riável dependente através da experimentação, é licito ampliar-se esta relação para
todos os fenômenos com as mesmas variáveis nas mesmas circunstâncias. A isso
chamamos indução científica. Ela é ampliadora, e a expressão desta ampliação se
chama lei, ou seja, criamos uma regra em que cada vez que determinado fenômeno
for pesquisado dentre daquelas variantes a resposta sempre será a mesma.
A lei é a proposição que enuncia a relação constante entre variável independente e a
variável dependente, após a confirmação dos fatos mediante a experimentação.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
98
Por isso é que dizemos que a ciência tem condições de PREVER E PREDIZER
eventos. Assim é que o meteorologista prevê como será o tempo amanhã, o
astrônomo prevê eclipses, o geólogo prevê terremotos, porque em presença de
determinadas variáveis antecedentes, ocorrerão determinados eventos.
REFLITA
Além de prever eventos, a ciência pode atuar sobre suas causas, evitando-as,
atenuando-as, ou mesmo, transformando-as. Para os estudantes que estão fa-
zendo uma faculdade e desenvolvem suas pesquisas experimentais, não as fa-
zem somente para constatar fatos do que já existem. Geralmente se avança
nas pesquisas para criar, desenvolver novos produtos na área científica como
também na área tecnológica.
IMPORTANTE
	 Portanto, em sua área de formação, o professor poderá pedir trabalhos de cunho científico
que exijam de você todo o conhecimento para realização da experiência. Agora é só colocar em
prática.
4.3 - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
	 As produções humanas foram guardadas em livros (bibliográfica), artigo e outros documen-
tos citados abaixo. A pesquisa bibliográfica consiste no exame desse material, para levantamento e
análise do que já se escreveu sobre um assunto que adotamos como tema de nossa pesquisa. Em
outras palavras, é a pesquisa onde se examina todo o material que se selecionou acerca do tema
que vai investigar. Este material pode ser dos mais diferentes tipos, além dos citados: revistas, fo-
lhetos, CD-ROM, fita cassete, fitas VHS, DVD, filmes, dentre outros.
	 É a pesquisa mais utilizada por estudantes (especialmente os universitários). Podemos dizer
que a maioria dos problemas de pesquisas são solucionadas por ela. E, como já vimos, é o primeiro
passo de todas as outras pesquisas.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
99
	 Os principais passos para realizá-la são:
- Escolha do tema
- Delimitação ou especificação do tema
- Problematização do tema
- Seleção do material
- Documentação
- Redação final
	 A escolha do tema pode partir do professor (quando ele dá o tema ao estudante ou aos gru-
pos), e então não há tantos problemas ao estudante. E pode ficar a critério do estudante (a).
	 Escolher um tema para pesquisar não é tão fácil quanto parece. Existem algumas sugestões
que podem facilitar esse “tormento”. Devemos preferir temas de domínio pessoal (ou do grupo, caso
o trabalho seja em grupo), ou seja, aquele que possuímos maior afinidade. Pode ser um assunto que
realçou o interesse durante as exposições de aulas, ou mesmo, aquela temática em uma disciplina
que você teve maior curiosidade. Aquele assunto que você sempre se interessou. São “pistas” óti-
mas para se escolher um tema para pesquisar. As leituras que serão necessárias serem realizadas
não será um sacrifício, pelo contrário, será um prazer. O resultado sai com muito menos esforço do
que se pesquisasse um tema pelo qual não nos interessa.
	 Outros fatores que auxiliam nessa escolha é ter aptidão para assunto, verificar o tempo dis-
ponível para realizá-la, os recursos materiais disponíveis e sua relevância.
	 Em seguida devemos delimitar ou especificar o tema, isto é, através de uma leitura explo-
ratória, determinar o que será pesquisado (sujeito da pesquisa) e o que você quer conhecer desse
sujeito (objeto da pesquisa).
	 Uma forma muito usual de delimitar o sujeito da pesquisa é determinar tempo (quando?) e
espaço (onde?) que ela abrangerá.
	 Assim, podemos ter como sujeito de uma pesquisa a mente do homem e como objeto de
estudo o desenvolvimento dela em determinado período e lugar. Por exemplo: o desenvolvimento da
mente da criança brasileira do zero aos seis anos de idade.
	 A partir daí, começamos uma rigorosa busca de material que trate desse tema. É importante
selecionar os mais recentes onde, pressupõe-se, já estejam inseridos os mais antigos. Começamos
então a documentação dos textos que contém o tema. Recorremos ao Tema 1.
	 Então, documentar nada mais é do que o ato de comprovar o que se fala, de analisar o “acer-
vo de textos decisivos para o esclarecimento ou demonstração do problema escolhido como tema
pelo pesquisador”.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
100
	 Será feita uma leitura criteriosa e seletiva com o objetivo de coletar material para resolver
o problema proposto. Não é preciso ler tudo o que o autor escreveu, basta ler com critérios, com
atenção para captar o relevante e fundamental (exposto como problema no projeto de pesquisa).
	 Para selecionar o que ler ajuda muito ler as “orelhas” do livro (dobra da capa), o índice e a
introdução. São excelentes meios de selecionarmos material para análise.
Começamos a análise. Uma maneira prática de fazê-la é fazer uma documen-
tação (fichamento): ler, analisar e sintetizar o material selecionado, gravá-lo (no
disquete e no computador, para não correr riscos de extraviá-los) e imprimi-lo.
Essas sínteses pessoais ou fichamentos devem conter a bibliografia completa
do texto, resumo com principais idéias e pequena apreciação própria.
IMPORTANTE
	 Em seguida, vem o ponto alto da pesquisa: o trabalho com este material. É necessário reler,
estudar, conferir, analisar tudo o que foi coletado. Aqui se percebe se é preciso programar novas
pesquisas ou ampliar outras pesquisas.
	 Estrutura-se então a redação final. Chegou o momento de pensar na apresentação material
da pesquisa. Qualquer trabalho deverá apresentar três partes logicamente encadeadas: a introdu-
ção, o desenvolvimento ou corpo do trabalho e a conclusão.
INTRODUÇÃO: Por suas características, é escrita depois do conteúdo do trabalho
estar pronto, ou seja, depois do desenvolvimento e da conclusão. Apresenta o proble-
ma, mostra o estágio de desenvolvimento em que ele está a relevância da pesquisa
realizada. Deve conter o estado da questão, relevância da própria pesquisa para o
estado da questão, enfoque das idéias principais (sem estender-se), destaque das
principais fontes e referências utilizadas. Deve conter aproximadamente 20% das
quantidades de páginas do trabalho. A introdução é uma apresentação do trabalho.
Ela deve demonstrar o que é a pesquisa com clareza e objetividade, motivando o
leitor a ler e pesquisar o conteúdo desenvolvido do trabalho.
DESENVOLVIMENTO: É a parte extensa do trabalho (cerca de 70%). É a fundamen-
tação lógica do trabalho de pesquisa, cuja finalidade é expor, demonstrar e debater
o material coletado frente à problematização levantada. Aqui se desenvolve a idéia
principal, onde se torna explícito o que estava implícito, onde o complexo torna-se
simples, onde se analisa e se compreende o problema estudado, tornando claro tudo
o que estava obscuro. É a etapa onde se explica, discute, fundamenta e enuncia pro-
posições. Dá ao autor o domínio do assunto.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
101
CONCLUSÃO: Fase final do trabalho. É o fechamento da pesquisa, onde tudo o se
une e se completa. Consiste em uma retomada dos resultados coletados com a pes-
quisa. Apresentamos estes resultados confirmando nossa tese de trabalho com ar-
gumento decisivo sem maiores comentários. Ressalta o alcance e as conseqüências
dos esclarecimentos prestados com possíveis méritos de seus avanços em termos de
respostas para a problemática.
	 No desenvolvimento dessas três etapas da pesquisa bibliográfica, utilizamos dados para fun-
damentar a escrita. Estes dados são apresentados por referência a outras obras e autores através
das citações.
4.4 - CITAÇÕES (NBR10520)
	 Quando se quer transcrever o que um autor escreveu. Esta citação ocorre quando transcrevo
ipsis litere o que o autor escreveu e destaco estes dizeres e cito a fonte .
4.4.1 – CITAÇÃO DIRETA
a) Citação Direta Curta (NBR 12256) (com menos de 3 linhas) - Deve ser feita na
continuação do texto, entre aspas, não ocorrendo nenhum destaque.
Ex.: Maria Ortiz, moradora da Ladeira do Pelourinho, em Salvador, que de
sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses, incentivando os
homens a continuarem a luta. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço,
enquanto os maridos comiam, as mulheres lutavam em seu lugar. Este fato le-
vou os europeus a acreditarem que “o baiano ao meio dia vira mulher” (MOTT,
1988: 13).
Obs.: MOTT – autor do texto citado de que faz a citação.
1988 - o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia.
13 - refere-se ao número da página onde o autor fez a citação (NBR 10520).
b) Citação Direta Longa (com 3 linhas ou mais) - As margens são recuadas à direi-
ta em 4 cm, em espaço um (1) (O texto deve ser digitado em espaço 1,5), com a letra
menor que a utilizada no texto e sem aspas (NBR 10520, item 4.4).
Ex.: Além disso, a qualidade do ensino fornecido era duvidosa, uma vez que
as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal fun-
ção.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
102
A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das
cadeiras das escolas femininas. Não obstante sobressaírem as mulheres no
ensino das prendas domésticas, as poucas que se apresentavam para reger
uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logra-
vam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos. Se os próprios homens,
aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil, se revelavam incapazes
de ministrar o ensino de primeiras letras, lastimável era o nível do ensino nas
escolas femininas, cujas mestras estiveram sempre mais ou menos margina-
lizadas do saber (Saffioti, 197, p. 193).
4.4.2 - CITAÇÃO INDIRETA
	 É a citação de um texto, escrito por outro autor, sem alterar as idéias originais. Ou então: eu
reproduzo sem distorcer, com minhas próprias palavras, as idéias desenvolvidas por outro autor.
(Pode ser chamada também de paráfrase).
	 Ex.: Somente em 15 de outubro de 1827, depois de longa luta, foi concedido às mulheres o
direito à educação primária, mas mesmo assim, o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou
restrito às quatro operações. Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos,
caracterizando uma diferenciação curricular de escola para escola. (COSENZA, 1993, p. 6).
4.4.3 – LOCALIZAÇÃO DA CITAÇÃO
a) No texto, a citação vem logo após o texto, conforme nos exemplos acima.
b) Em nota de rodapé, da página onde aparece a citação. Neste caso coloca-se um
número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página.
c) no final de cada parte ou capítulo. As citações aparecem em forma de notas no
final do capítulo. Devem ser numeradas em ordem crescente. Esta é pouco utilizada.
d) No final do trabalho. Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em
ordem numérica crescente, no todo ou por capítulo. Esta também é pouco utilizada.
	 Após o desenvolvimento dessas três etapas, delimitamos a estrutura definitiva do trabalho,
baseando-se em quantos capítulos iremos estruturar a nossa escrita e partimos para a redação da
monografia científica.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
103
4.5 - ASPECTOS TÉCNICOS DA REDAÇÃO CIENTÍFICA
	 Esse texto foi elaborado para tentar simplificar a vida escolar do(a) estudante matriculado(a)
nos cursos de graduação, para que aliado aos livros disponíveis nas bibliotecas da Universidade e
do próprio estudante, constantes na referência bibliográfica possa auxiliá-lo no percurso acadêmico,
bem como servir de suporte para o seu futuro TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ou uma mo-
nografia.
	 O material apresentado encontra-se com fonte maior do que a norma para melhor visuali-
zação do aluno e as bordas encontradas nas páginas são elementos ilustrativos para indicação de
página.
	 A partir do momento que o aluno ingressa na “academia” tem contato com uma nova gama
de propostas de estudos e pesquisa e nessa linha que estamos direcionando o trabalho acadêmico,
apresentado aqui de uma forma completa, para poder ajudá-los na formatação de uma pesquisa.
O momento é de reflexão, de entendermos o sentido real de uma pesquisa.
Não cabe para um estudante do ensino superior confundir pesquisa com cópia,
transcrição . As partes mais importantes de um texto ou um livro vão ser o emba-
samento teórico de um trabalho e não a parte principal. Em uma faculdade temos
que estar atentos à discussão, a argumentação, sobre o assunto pesquisado,
concluir e principalmente apresentar a fonte, a bibliografia.
IMPORTANTE
	 Apresentamos, de uma forma completa, no formato de uma monografia, mas temos que ter o
bom senso em saber o que vai ser apresentado em um simples resumo de um capítulo de uma obra,
levantamento de um tema simples, ou um trabalho de respostas a um questionário.
	 As partes que compõem o Trabalho Acadêmico:
	 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS:
CAPA;
FOLHA DE ROSTO;
FOLHA DE APROVAÇÃO;
FOLHA DE DEDICATÓRIAS (OP);
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
104
FOLHA DE AGRADECIMENTOS (OP);
EPÍGRAFE (OP)
RESUMO;
LISTA DE TABELAS (OP);
LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OP);
SUMÁRIO;
ELEMENTOS TEXTUAIS:
INTRODUÇÃO;
CORPO OU CAPÍTULOS;
CONCLUSÃO;
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS:
BIBLIOGRAFIA;
GLOSSÁRIO (OP);
ANEXOS (OP).
Obs: OP – Elemento opcional
Instituição de Ensino
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
Nome do aluno
(caixa alta; negrito e centrado)
Título
(caixa alta ; negrito e centrado)
Cidade
ano
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
105
Instituição de Ensino
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
Nome do aluno
(caixa alta; negrito e centrado)
Título
(caixa alta ; negrito e centrado)
Cidade
ano
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
Capa
	 A capa é a apresentação do trabalho, ela nos remete a quem fala, a quem escreve. É a pri-
meira impressão de quem recebe um trabalho e deve, então, ser feita com muito cuidado e zelo,
cativando o leitor. Há muita discussão sobre capa.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
106
Instituição de Ensino
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
Nome do aluno
(caixa alta; negrito e centrado)
Título
(caixa alta ; negrito e centrado)
Trabalho de metodologia científica do Curso (coloca-se o
nome do curso) da Universidade Camilo Castelo Branco                                                                                                                    
sob orientação do prof. (coloca-se o nome do professor)
para aferição de avaliação.
Cidade
ano
(caixa alta e baixa; negrito e centrado)
A Folha de Rosto
	 Neste item, estamos dizendo para o leitor a que se destina o trabalho: uma disciplina, um
módulo, para cumprimento do Regime de Estudos Dirigidos – RED ou Trabalho de Conclusão de
Curso - TCC.
	 Em qual o curso que esse trabalho se insere? Licenciatura em Letras, Licenciatura em Mate-
mática, Superior de Tecnologia em Informática, Bacharelado em Administração – linha de formação
específica: Geral, Marketing ou Gestão de Negócios.
	 Qual o professor que supervisiona esse trabalho? Deve-se sempre informar a titulação do
professor, se Mestre: Prof. (a) Ms, se Doutor: Prof. (a) Dr (a).
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
107
	 Também se deve indicar se o trabalho finaliza um módulo, um estágio, uma disciplina ou um
curso. Ex: (...) para aferição de nota..., para conclusão do curso de..., para o TCC - exigência parcial
para obtenção do certificado do curso de...
	 Esse item deve estar sempre alinhado e justificado a direita da folha.
Folha de aprovação
Examinador: (nome)..... Assinatura: .......................
Instituição: ...............................................................
Nota: ....................
Aprovado em: (data)
Ex: Profª. Dr. João da Silva   assinatura____________
Instituição: Universidade Camilo Castelo Branco
Nota:
Aprovado em
	 É importante e obrigatória para uma monografia ou um TCC a folha de aprovação.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
108
Dedico esse trabalho aos meus avós.
Folha de dedicatória
	 É opcional e deve ser apresentada com os dizeres na margem inferior direita, em itálico. Vá-
lido para uma monografia ou um TCC.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
109
Agradeço aos meus amigos familiares por entender a
minha ausência no momento de minha formação.
Agradeço aos professores desta honrada instituição por
terem passado o máximo de si para produzir o nosso
saber.
Folha de agradecimentos
	 A folha de agradecimento também é opcional e deve ser apresentada na margem inferior,
centrada e tabulada. Válido para uma monografia ou um TCC.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
110
Resumo
Resumo
nomnomnoimnom nomnomnomnomnomnom-
nomnomnomnom nomnomnoimnomnomnom-
nomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoi-
mnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom
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nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom-
nomnomnomnom
Palavras-chave: nomnomnomnomnomnomnomnom
	 O resumo é um breve apanhado geral do trabalho já concluído; ele também pode ser escrito
em Língua Inglesa (Abstract), quando necessário colocaremos na mesma página, resguardadas
todas as proporções (do tamanho da página):
	 O resumo em um trabalho simples é opcional, mas é exercício para o futuro TCC (Trabalho
de Conclusão de Curso), uma monografia e artigos científicos.
	 Exemplos de início de um resumo de trabalho:
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
111
O presente trabalho aborda...
A monografia em questão trata...
Os principais tópicos abordados neste trabalho são...
	 É importante frisarmos que o resumo é do trabalho que fizemos e não do tema geral. O aluno,
muitas vezes se estende resumindo o assunto e não o trabalho. Lembramos que ele é pontuador,
deve ter em média 250 palavras. O máximo de palavras que a NBR 6028:2003 permite é de 500
palavras.
	 No caso do resumo devemos trabalhar com espaçamento entre linhas simples.
	 As palavras-chaves são aqueles que encontramos escritas nas diversas páginas do trabalho
e que se repetem várias vezes, aconselhamos que o aluno apresente quatro ou cinco palavras.
Resumo
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom
Palavras-chaves: mmmm,mmmm,mmmm,mmmm.
Abstract
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom
Keys words: mmmm, mmmm, mmmm, mmmm.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
112
Sumário
Sumário
Introdução ............................................................. 	 00
1 – (Nome do Capítulo) ......................................... 	 00
1.1 – (Nome do subcapítulo) .................................  	00
1.2 – (Nome do subcapítulo) .................................  	00
2 - (Nome do Capítulo) .......................................... 	 00
3 – Conclusão ....................................................... 	 00
Anexos .................................................................. 	 00
Bibliografia ............................................................  	 00
	 No Sumário nos deparamos com a paginação do trabalho. A primeira página a ser paginada
(numerada) deve ser a Introdução; para os demais tópicos do trabalho deve-se usar algarismo ará-
bico para marcar capítulos, subcapítulos, conclusão.
	 A introdução, bibliografia e anexos não devem aparecer como capítulos, somente vão ser
paginados.
	 A contagem, não a numeração, acontece após a folha de rosto, isso não quer dizer que serão
páginas constantes no sumário. No sumário somente aparecem os elementos textuais (introdução,
capítulos e conclusão) e pós-textuais (bibliografia e anexos)
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
113
Introdução
Introdução
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnomnom nomnomnoimnomnomnomnom-
nomnomnomnomnomnomnom nomnomnoim-
nomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnoimnomnomnom-
nomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnom-
nomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnom-
noimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnoimnom-
nomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnom-
noimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom-
nomnomnomnomnomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom
nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom-
nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom-
nomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnom-
nomnomnomnomnomnom
	 A introdução é uma breve apresentação do trabalho a ser desenvolvido. Ela será o contato
principal do leitor com a obra e será a partir dela que o leitor dará início aos capítulos. Ela apresenta
a justificativa do tema a ser desenvolvido, o objetivo, a hipótese, o conteúdo dos capítulos e alguns
aspectos da conclusão do trabalho (anteprojeto).
	 O aluno deve ter o cuidado de não cair na tentação de contar e resolver todo o trabalho aqui,
pois se assim o fizer deixará a discussão dos capítulos sem sentido.
	 A NBR 14724: 2005, reforça o conceito que a introdução nos remete a aspectos importantes
para compreensão do texto, além de tratar de objetivo.
	 É a partir da introdução que vamos fazer a confrontação do que será dissertado e concluído.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
114
Capítulos
1 – (Nome do capítulo)
Deve ser apresentado no meio da página e centrado.
	 O corpo pode ser dividido em vários capítulos ou constar de um único capítulo.
	 Pode-se selecionar os capítulo por:
	 	 Ordem cronológica;
	 	 Ordem de assunto.
	 O corpo é o desenvolvimento do trabalho, é a argumentação sobre um determinado assunto.
Desenvolvimento
	 O desenvolvimento é a alma do trabalho, é o momento que o pesquisador vai demonstrar
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
115
suas habilidades de redigir sobre seu Tema;
	 O desenvolvimento é o ato dissertativo sobre o Tema. São os capítulos; a construção formal
do texto; a argumentação.
	 Cada capítulo iniciará uma nova folha. O mesmo não é valido para os sub capítulos ou sub-
títulos.
	 Devemos ter sempre fixo na elaboração da pesquisa que os capítulos são alinhados com a
hipótese afirmada na introdução, em uma ação harmoniosa entre as partes do trabalho.
	 Sempre o último capítulo deve amarrar o tema da pesquisa e a hipótese levantada, levando
o leitor a entender o problema discutido na pesquisa e participar da conclusão.
Conclusão
3 - Conclusão
Este item deve ser apresentado no meio da página e
centrado.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
116
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m -
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m
	 A conclusão de um trabalho não deve ser muito extensa e muito menos repassar todos os
tópicos já abordados.
	 Nas conclusões e recomendações os resultados considerados valiosos e finais para a com-
preensão e exame da problemática estudada serão aqui apresentados.
	 É importante salientar que a conclusão tem que estar alinhada com o tema proposto, com
o objetivo e a hipótese do trabalho. Aqui estará sendo apresentado a confirmação, a afirmação, do
problema proposto.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
117
	 Para SEVERINO, 2011, p. 103, a conclusão é:
(...) a síntese para qual caminha o trabalho. Será breve e visará reca-
pitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada até então.
	 Da importância da conclusão como fechamento do trabalho, a conclusão é expressa em ter-
mos de síntese dos elementos relevantes analisados no trabalho.
Bibliografia
Bibliografia
Este item deve ser apresentado no meio da página e
centrado.
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
118
	 A bibliografia é a fonte de referência de onde foi feita a pesquisa, é o embasamento teórico
sobre o assunto pesquisado. Muitas vezes um texto solto deve ser apresentado quando sua impor-
tância for relevante.
	 Para cada tipo de referência deve-se seguir uma norma livro, revista, jornal... Vale a pena
conferir as normas em SEVERINO, 2011.
	 A NBR: 14724: 2005 traz a bibliografia como referência bibliográfica o que devemos lembrar
que para ser referência os autores de estar citados no texto dos capítulos, referenciados.
	 Segue a orientação:
	 	 Para livros:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título: subtítulo. Edição. Ci-
dade: Editora, ano de publicação.
	 	 Para revista (artigos assinados):
SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. Nome da
revista, cidade, volume da revista, número da edição, páginas ou página do
artigo, mês e ano da publicação.
	 	 Para jornal (artigo assinado):
SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. Nome do
jornal. Data completa do dia(dia.mês.ano). página. Caderno.
	 	 Para internet (artigo assinado):
SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. http://www.
(dados do acesso). Acesso em {dia Mês (abreviado) ano}.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
119
Anexos
Anexos
Este item deve ser apresentado no meio
da página e centrado.
Anexo 01
A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
120
	 Para cada anexo deve-se incluir uma página e numerá-lo em seqüência.
	 Os anexos são fotos, pinturas, documentos e informações que não caibam no corpo, mas
são de suma importância para compreensão e esclarecimento do tema.
	 Pode-se utilizar os anexos como referência para discussão dos capítulos anteriores. Ex: No
anexo X, p. X  o gráfico aponta...
	 Todo anexo deve ser trabalhado com legenda quando fotos, gráficos, para explicar de onde
veio a informação ou o que significa essa informação.
A Formatação do trabalho
	 O trabalho acadêmico deve ser digitado em folha branca, papel A4, tamanho 12, cor normal
preta, fonte Arial ou Times New Romam. O espaçamento entre linhas é 1,5pt segundo a versão NBR
17724:2005.
	 A configuração da página é:
	 	 Superior: 3cm
	 	 Inferior: 2cm
	 	 Esquerda: 3cm
	 	 Direita: 2cm
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4
121
RECAPITULANDO
	 Neste quarto e último módulo você teve a oportunidade de conhecer e refletir os métodos e
técnicas de pesquisa, com a apresentação das  características da pesquisa de campo e suas fases,
a indução estatística, a indução por analogia ou semelhança e o método dialético. Todos estes são
métodos para desenvolvimento de uma pesquisa quantitativa e qualitativa nos cursos universitários.
	 No item dois tratamos sobre a pesquisa experimental, a qual podemos alterar os dados para
verificar os resultados. Verificamos que este tipo de pesquisa tem fases, como a pesquisa bibliogra-
fia, ou seja, o referencial teórico, a observação, a hipótese, a experimentação e a indução. Estes
elementos são essenciais para a pesquisa experimental.
	 No item três tratamos sobre a pesquisa bibliográfica, ou seja, a pesquisa mais exigida nos
bancos escolares. Descrevemos como formular o tema, problema e hipótese para o desenvolvimen-
to de uma verdadeira pesquisa e não simplesmente uma cópia de livros e de outros trabalhos.
	 Por último, tratamos dos aspectos técnicos da apresentação de um trabalho científico com
as normas da ABNT, na produção da capa, folha de rosto, sumário a referência bibliográfica e outros
itens indispensáveis à veracidade da produção de conhecimento científico.
	 Este foi o curso de Metodologia por Ensino à distância, lembrando que sempre necessitamos
aprofundar o conteúdo aqui estudado com uma bibliografia disponível para consulta.
	 Boa aprendizagem e boas produções de pesquisa científica.
122
REFERÊNCIAS
123
REFERÊNCIAS
[1] LÈVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34. 2ª edição. 2000.
[2] FERNANDES, M.C. P.; Fernandes, J.R. Uma Experiência Construtivista Usando Um Am-
biente de Software Baseado na Web” ‚ trabalho apresentado no VII Congresso Internacional de
Educação a Distância da ABED em S. Paulo (08/2000); IV COINFE na UERJ (11/2000); II Confe-
rência Internacional em Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação “Challenges 2001/
Desafios 2001” na Universidade do Minho em Portugal (05/2001).
[3] DEMO, Pedro. Educar é diferente de ensinar. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. Caderno Empre-
gos. 08/outubro/2000 - p. 1.
[4] ABREU, S. Teorias da Aprendizagem. Curso Megalogo on-line: Projetos usando Animação 1.
Disponível em: <http://www.cnotinfor.com.br>. Acesso em: 20/02/2001.
[5] LUCENA C.J.P., Fuks H. A Educação na Era da Internet. Rio de Janeiro: clubedofuturo. 2000.
Texto do primeiro tema adaptado por: Ismail Moreira de Andrade Reis do texto original de: Maria
Cristina Pfeiffer Fernandes e José Rodrigues Fernandes
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação - Referên-
cias - Elaboração. NBR 6023 . Rio de Janeiro, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Trabalhos
acadêmicos – Apresentação. Nbr 14724. Rio de Janeiro, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Numeração progressiva das seções de
um documento. NBR 6024. Rio de Janeiro, 1989.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Resumos – NBR 6028. Rio de Janeiro,
1989.
BARROS, A. J. da S. & LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos da Metodologia Científica: Um guia
para iniciação científica. São Paulo: Makron Books, 2000.
________________________________________. Projeto de Pesquisa: Propostas Metodológi-
cas. Petrópolis: Vozes, 2001.
CERVO, A. L. e BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. São Paulo: Makron Books, 2009.
GIL, A. C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2010.
RUIZ, J. A. Metodologia Científica: Guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1996.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:  Cortez, 2011.
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Anotações
125
Chegou a sua vez!
Aproveite o momento para sintetizar o que foi abordado neste tema, identificando as ideias
principais. Lembre-se de que essa é uma atividade de sistematização dos conceitos com-
preendidos, por isso você pode desenvolvê-la aqui em Anotações, ou se preferir, em seu
Diário Reflexivo, disponível no Ambiente Virtual da Disciplina.
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ANOTAÇÕES
Anotações
126
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Métodos e Técnicas de Pesquisa

  • 1. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4
  • 2. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 88
  • 3. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 89 MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA Iniciando nosso diálogo Prezado aluno, Neste quarto e último módulo você teve a oportunidade de conhecer e refletir os métodos e técnicas de pesquisa, com a apresentação das características da pesquisa de campo e suas fases, a indução estatística, a indução por analogia ou semelhança e o método dialético. Todos estes são métodos para desenvolvimento de uma pesquisa quantitativa e qualitativa nos cursos universitários. • Conhecer métodos e técnicas e pesquisa; • Apresentação das características da pesquisa de campo e suas fases; • Indução estatística; • Indução por anlogia ou semelhança; • Método dialético. OBJETIVOS Vamos iniciar nosso aprendizado!
  • 4. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 90
  • 5. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 91 4.1 - OS MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA: ESTATÍSTICO, COMPARATIVO E DIALÉTICO A pesquisa é um tipo de estudo que tem uma característica única, que a distin- gue de outras pesquisas, por exemplo, que realizamos em um supermercado, para adquirir um imóvel, comprar uma roupa, e várias outras pesquisas. O que ela tem de ”especial” ou diferente é que precisa seguir o que a ciência propõe como caminho, isto é, precisa seguir as normas da Metodologia da Pesquisa Científica. Então, se quisermos conceituar pesquisa científica podemos dizer que é uma pesquisa elaborada, realizada e redigida segundo os parâmetros da ciência através de uma Metodologia. REFLITA As pesquisas podem acontecer com várias finalidades, por exemplo: A exploratória, que “ga- rimpa” busca conhecimentos sobre algo desconhecido. Em 1980, quando começaram as pesquisas sobre a AIDS, não se sabia absolutamente nada sobre ela. A teórica, que segue a anterior, pois busca formar um campo de conhecimento, de teorias sobre os fatos e fenômenos. Podemos citar como exemplo, nas primeiras décadas do século XX, as pesquisas em Psicologia, que nascia como ciência. A pesquisa aplicada, que visa aplicar os conhecimentos teóricos obtidos na vida cotidiana. Por exemplo, os testes psicológicos para exame de motorista, testes para medir a inteligência, testes de personalidade, entre outros. 4.1.1 - METODOLOGIA DA PESQUISA Agora vem a pergunta, como fazer quando precisar realizar uma pesquisa? Existem basica- mente alguns tipos de pesquisa, mas as mais comuns são a pesquisa de campo, a de laboratório (experimental), a bibliográfica, o estudo de caso, entre outros. Iniciemos uma pequena explanação a respeito de cada uma delas. 4.1.1.1 - PESQUISA DE CAMPO Imagine acontecer com você algo que já aconteceu com muitos estudantes: seu “chefe” lhe pede para fazer uma pesquisa sobre um sabonete, pois a empresa pretende lançar um que seja um
  • 6. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 92 “estouro” no mercado. O que você faria? Vamos pensar juntos! Quando você lê “de campo” o que vem logo à cabeça? Se você pensou “ir ao local onde está o que estou pesquisando”, acertou. Então, pesquisa de campo é aquela em que vamos observar e colher os dados para nossa pesquisa “in loco” (no local) sem interferir . Simplesmente vou lá, observo o que estou estudando/pesquisando, colho os dados que preparei previamente para então analisá-los, buscando descobrir qual a causa do problema e suas possíveis conseqüências. IMPORTANTE 4.1.1.1.1 - FASES OU PASSOS DA PESQUISA DE CAMPO 1- pesquisa bibliográfica: Não posso começar uma pesquisa de campo sem co- nhecer que pretendo investigar. Como vou elaborar uma entrevista, um questionário se não conheço a fundo o que vou investigar? O que eu vou observar no local? Que perguntas eu vou fazer? Preciso, antes de tudo, buscar conhecimentos teóricos sobre o assunto. Pela leitura e análise do material que eu selecionei, vou esclarecendo uma porção de dúvidas e fazendo surgir outras. Para essas, é que vou preparar um material para coletar dados em campo. 2- coleta de dados: Devo proceder a uma coleta do material que julgo necessário para sanar minhas dúvidas e satisfazer minha pesquisa. Para a coleta desse material podemos utilizar o questionário, o formulário e a entrevista. Cada instrumento de co- leta tem suas vantagens e desvantagens. Questionário: É quando o entrevistado preenche de próprio punho as respostas. O questionário tem a vantagem de ser extremamente rápido, portanto mais barato, pois atinge um grande número de pessoas de uma só vez. É impessoal (ninguém está o ouvindo o que ele responde), portanto a pessoa tende a responder com mais veraci- dade. Mas, tem o inconveniente de exigir certo nível intelectual, para que o pesquisa-
  • 7. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 93 do saiba ler, interpretar o que você pediu e responder o que está pensando. Formulário: É quando o pesquisador preenche as respostas dadas pelo entrevistado. O formulário é mais demorado, pois o pesquisador precisa ir de casa em casa (se este for o local de sua pesquisa), perguntando e marcando as respostas. O pesqui- sado pode ficar constrangido com a situação ou com alguma pergunta e mentir. Mas tem a vantagem de ser mais fidedigno, pois quem pergunta sabe o que e porque está perguntando, ajudando a interpretação do entrevistado se percebe que este não en- tendeu a pergunta. Entrevista: É realizada frente a frente, num diálogo. Esta deve ser previamente pre- parada pelo pesquisador. A entrevista é a mais fidedigna de todas, pois a pessoa tem mais liberdade para falar, pois há apenas um roteiro a seguir, e não perguntas e repostas. Mas tem o inconveniente de ser muito demorado, portanto muito oneroso, e as pessoas também podem ficar constrangidas ao responder. 3- Análise dos resultados: Com os dados em mãos, vamos analisar e interpretar os dados colhidos para concluir a pesquisa. Para tal, é comum elaborar-se quadros, tabelas, gráficos, mapas e estatísticas, elas ajudam muito. Por ora, ficaremos somente com a pesquisa de campo. Nas duas próximas aulas, você terá a pesquisa experimental e a pesquisa bibliográfica. Passemos agora para as técnicas de pesquisa que serão úteis para trabalhar e desenvolver os estudos. I- A Indução Estatística: Baseia-se na análise de amostra generaliza a con- clusão. Exemplo 1: Das cem peças examinadas como amostra, todas esta- vam de acordo com as especificações técnicas. Logo, as dez mil pe- ças, provavelmente, estarão em conformidade com as especificações técnicas. Exemplo 2: Das cem peças apanhadas ao acaso como amostras, cin- co não atendiam às especificações técnicas. Logo, das dez mil produ- zidas, quinhentas não atenderão às especificações técnicas (prova- velmente). As induções estatísticas devem ser representativas e analisadas com objetividade e espírito científico, pois podem levar as induções apres- sadas por amostra insuficiente ou por amostragem tendenciosa. II) Indução Por Analogia ou Semelhança: A partir de semelhança parcial comprovada entre dois seres, objetos ou fenômenos diferentes é lícito con- cluir, por semelhanças, não comprovadas como provavelmente reais. Exemplo 1: No objeto A encontram-se as propriedades X e Y. No ob-
  • 8. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 94 jeto B encontram-se as propriedades X e Y. Encontrou-se no objeto A a propriedade Z. Logo, no objeto B existe a propriedade Z (hipotetica- mente). Exemplo 2: O fígado do macaco tem função glicogênica. (A partir de semelhanças comprovadas entre a fisiologia do homem e do macaco podemos concluir que, hipoteticamente) o fígado do homem também tem função glicogênica. III) O Método Dialético: Segundo os métodos estudados, o mundo, as coisas estão submetidas a uma regularidade, uma constância. Tudo acontece sem- pre da mesma forma, num movimento linear. Pôr isso é que podemos estudá- -los da maneira que eles propõem. As idéias têm existência absoluta, isto é, estão lá, prontas; basta estudá-las para captá-las. Basta o sujeito observar de forma neutra e objetiva seu objeto de estudo, já que este é imutável. A sociedade muda muito pouco, tudo se repete num movimento mecânico. Tudo acontece de forma lógica, harmônica, sem depender de fatores históri- cos, sociais, econômicos e políticos. A vida é como um relógio. A realidade é composta de essências imutáveis. A realidade é conseqüência do pensamento: o pensamento cria a realidade, tudo se dá a partir das idéias, do imaterial. Uma coisa é, ou bem isto, ou bem aquilo. Não poder ser, ao mesmo tempo, isto e aquilo. Ex: uma democracia não é uma ditadura, nem a ditadura é uma democracia. Os conceitos são trabalhados em definitivo, mas, Marx acreditava que as coi- sas não aconteciam dessa forma. Para ele, o mundo está em constante trans- formação. Para entender um fato, uma coisa, um processo cientificamente, é preciso estudar/conhecer profundamente não apenas esse fato/coisa em si, mas tudo que a cerca. As idéias nada mais são que a matéria absorvida e transformada pelo pensa- mento, tudo se dá a partir da matéria. O pensamento, a consciência, a idéia nada mais é que reflexos da realidade. Mas esses reflexos não são passivos, e sim ativos, pois a realidade influencia a idéia e a idéia influencia a realidade, num movimento incessante. O mundo, a sociedade, não é uma realidade estática, parada, não é um “reló- gio”; mas uma realidade dinâmica, um complexo de processos.
  • 9. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 95 Uma coisa pode ser isto e aquilo, pois contém em si mesma a sua negação/ transformação: uma democracia (por ex. dos EUA) é democracia para uma minoria que tem todos os direitos, todo o poder; e é ditadura para a maioria, para os pequenos, cujos direitos são ilusórios. Tudo se transforma tudo está em contínua mudança. Por isso, a abordagem da realidade, o “como” estudá-la; só pode ser feita de maneira que se capte/ apreenda as coisas nesse movimento: como ela (a realidade/fato/fenômeno estudado) se modifica se desenvolve como transita de uma forma para outra. O conhecimento tem caráter relativo, parcial, provisório; portanto buscam-se, não todas as leis de um fenômeno, mas as determinações fundamentais. Nenhum fato ou idéia pode ser compreendido isoladamente. Deve ser enten- dido a partir de sua ligação indissolúvel com a realidade, com o todo no qual se insere. Tudo se relaciona. 4.2 - PESQUISA EXPERIMENTAL OU DE LABORATÓRIO A pesquisa científica pode ser experimental e não experimental. E o que quer dizer isso? Quer dizer que há dois tipos de “atuação” em uma pesquisa. A não experimental, quando acontece uma observação controlada do fato em estudo, pois o pesquisador não manipula, isto é, não isola, modifica ou altera as variáveis, não provoca eventos, apenas observa-os e registra-os para analisá- -los depois. Isto acontece na pesquisa de campo e a pesquisa bibliográfica, den- tre outras. IMPORTANTE A pesquisa em que eu posso alterar o curso das coisas para ver o que acontece, chamamos experimental, pois nós experimentamos alguns fatores que julgamos serem importantes ou causa do fenômeno que estamos estudando. REFLITA
  • 10. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 96 Podemos lembrar das experiências de Ciências no ensino fundamental. Numa delas, sobre a germinação dos feijões e a necessidade do sol para produzir clorofila, os fatores que estavam alte- rando eram a água (sementes no algodão com água e sem água) e a luz do sol (colocar os potinhos com sementes expostas à claridade e outra coberta com um copo) para verificar o que ocorria. A experiência queria demonstrar que a água é um fator importante para a germinação e que o sol é importante para produzir clorofila. “Experimentar” significa exercer controle sistemático e controlado sobre as con- dições que julgamos serem relevante-importantes para o fenômeno que estuda- mos. Assim, podemos observar quais as condições antecedentes, isto é, quais as variáveis independentes ou situações que acontecem antes do fato em es- tudo, que são responsáveis pelo evento ou fenômeno conseqüente, ou variável dependente assumida como objeto de estudo; isto é, o que acontece como con- seqüência da variável independente. Em termos mais simples: “quem” provoca “o que”. IMPORTANTE Denominamos variáveis independentes as diversas condições antecedentes tomadas como relevantes para o acontecimento de determinado fenômeno. A variável dependente são as conse- qüências ou eventos provocados pela variável independente. Assim, a água é a variável independente que “provoca” a germinação do feijão, a variável dependente. O sol é a variável independente que “provoca” a elaboração da clorofila, esta, variável dependente. Portanto, em uma experimentação científica, o pesquisador manipula as variáveis e controla uma a uma (tanto quanto possível) as variáveis independentes, para verificar qual ou quais delas são as causas da variável dependente, ou o evento em estudo. 4.2.1 - FASES DA PESQUISA LABORATORIAL a) Pesquisa bibliográfica: Já sabemos que o primeiro passo de qualquer pesquisa é sempre a revisão da bibliografia existente sobre o assunto. Para dar sustentação aos experimentos, precisamos de uma boa fundamentação teórica da temática a ser pesquisada. b) Observação: Observar significa aplicar a atenção a um fenômeno ou problema, captá-lo, retratá-lo como se manifesta. Não que ela só aconteça nesta fase, ela per-
  • 11. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 97 dura por todo o experimento, mas nesse momento inicial ela é imprescindível para estabelecer relações próprias do fenômeno em estudo, no local onde ele acontece. A observação pode ser natural e espontânea ou dirigida e intencional. A observa- ção é natural quando se desenrola sem nenhum preparativo, observamos como as coisas se desenvolvem. Ela é dirigida ou intencional quando preparamos um roteiro de observações a se realizar. IMPORTANTE E como saber o que observar? Pela pesquisa bibliográfica nos temos uma visão geral do assunto, conseguimos localizar nosso problema nestas leituras. Então, podemos desenvolver teses em que situações seriam importantes de se observarem. Esta é uma etapa muito importante na pesquisa, pois dela pode depender o sucesso ou o fracasso da mesma. As etapas posteriores da pesquisa ficarão prejudicadas se não partirem da observação correta e adequada dos fatos. Muitas vezes, pode com- pletar a enumeração das causas antecedentes e variáveis. c) Hipótese: É o enunciado da solução provável ou da possível solução do problema. A hipótese deve ser plausível, isto é, razoável; e não pode contradizer evidências. Deve também ser verificável, isto é, ser possível de ser testada/verificada. Geralmen- te sua formulação vem escrita em termos de: Se, então. d) Experimentação: Consiste em colocar à prova a solução ou hipótese que se afir- mou como resposta ou solução do problema para serem aprovadas, reprovadas ou reformuladas. O grande objetivo da experimentação é descobrir qual ou quais das variáveis independentes são causadoras de determinado evento. e) Indução: Confirmada a relação constante entre a variável independente e a va- riável dependente através da experimentação, é licito ampliar-se esta relação para todos os fenômenos com as mesmas variáveis nas mesmas circunstâncias. A isso chamamos indução científica. Ela é ampliadora, e a expressão desta ampliação se chama lei, ou seja, criamos uma regra em que cada vez que determinado fenômeno for pesquisado dentre daquelas variantes a resposta sempre será a mesma. A lei é a proposição que enuncia a relação constante entre variável independente e a variável dependente, após a confirmação dos fatos mediante a experimentação.
  • 12. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 98 Por isso é que dizemos que a ciência tem condições de PREVER E PREDIZER eventos. Assim é que o meteorologista prevê como será o tempo amanhã, o astrônomo prevê eclipses, o geólogo prevê terremotos, porque em presença de determinadas variáveis antecedentes, ocorrerão determinados eventos. REFLITA Além de prever eventos, a ciência pode atuar sobre suas causas, evitando-as, atenuando-as, ou mesmo, transformando-as. Para os estudantes que estão fa- zendo uma faculdade e desenvolvem suas pesquisas experimentais, não as fa- zem somente para constatar fatos do que já existem. Geralmente se avança nas pesquisas para criar, desenvolver novos produtos na área científica como também na área tecnológica. IMPORTANTE Portanto, em sua área de formação, o professor poderá pedir trabalhos de cunho científico que exijam de você todo o conhecimento para realização da experiência. Agora é só colocar em prática. 4.3 - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA As produções humanas foram guardadas em livros (bibliográfica), artigo e outros documen- tos citados abaixo. A pesquisa bibliográfica consiste no exame desse material, para levantamento e análise do que já se escreveu sobre um assunto que adotamos como tema de nossa pesquisa. Em outras palavras, é a pesquisa onde se examina todo o material que se selecionou acerca do tema que vai investigar. Este material pode ser dos mais diferentes tipos, além dos citados: revistas, fo- lhetos, CD-ROM, fita cassete, fitas VHS, DVD, filmes, dentre outros. É a pesquisa mais utilizada por estudantes (especialmente os universitários). Podemos dizer que a maioria dos problemas de pesquisas são solucionadas por ela. E, como já vimos, é o primeiro passo de todas as outras pesquisas.
  • 13. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 99 Os principais passos para realizá-la são: - Escolha do tema - Delimitação ou especificação do tema - Problematização do tema - Seleção do material - Documentação - Redação final A escolha do tema pode partir do professor (quando ele dá o tema ao estudante ou aos gru- pos), e então não há tantos problemas ao estudante. E pode ficar a critério do estudante (a). Escolher um tema para pesquisar não é tão fácil quanto parece. Existem algumas sugestões que podem facilitar esse “tormento”. Devemos preferir temas de domínio pessoal (ou do grupo, caso o trabalho seja em grupo), ou seja, aquele que possuímos maior afinidade. Pode ser um assunto que realçou o interesse durante as exposições de aulas, ou mesmo, aquela temática em uma disciplina que você teve maior curiosidade. Aquele assunto que você sempre se interessou. São “pistas” óti- mas para se escolher um tema para pesquisar. As leituras que serão necessárias serem realizadas não será um sacrifício, pelo contrário, será um prazer. O resultado sai com muito menos esforço do que se pesquisasse um tema pelo qual não nos interessa. Outros fatores que auxiliam nessa escolha é ter aptidão para assunto, verificar o tempo dis- ponível para realizá-la, os recursos materiais disponíveis e sua relevância. Em seguida devemos delimitar ou especificar o tema, isto é, através de uma leitura explo- ratória, determinar o que será pesquisado (sujeito da pesquisa) e o que você quer conhecer desse sujeito (objeto da pesquisa). Uma forma muito usual de delimitar o sujeito da pesquisa é determinar tempo (quando?) e espaço (onde?) que ela abrangerá. Assim, podemos ter como sujeito de uma pesquisa a mente do homem e como objeto de estudo o desenvolvimento dela em determinado período e lugar. Por exemplo: o desenvolvimento da mente da criança brasileira do zero aos seis anos de idade. A partir daí, começamos uma rigorosa busca de material que trate desse tema. É importante selecionar os mais recentes onde, pressupõe-se, já estejam inseridos os mais antigos. Começamos então a documentação dos textos que contém o tema. Recorremos ao Tema 1. Então, documentar nada mais é do que o ato de comprovar o que se fala, de analisar o “acer- vo de textos decisivos para o esclarecimento ou demonstração do problema escolhido como tema pelo pesquisador”.
  • 14. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 100 Será feita uma leitura criteriosa e seletiva com o objetivo de coletar material para resolver o problema proposto. Não é preciso ler tudo o que o autor escreveu, basta ler com critérios, com atenção para captar o relevante e fundamental (exposto como problema no projeto de pesquisa). Para selecionar o que ler ajuda muito ler as “orelhas” do livro (dobra da capa), o índice e a introdução. São excelentes meios de selecionarmos material para análise. Começamos a análise. Uma maneira prática de fazê-la é fazer uma documen- tação (fichamento): ler, analisar e sintetizar o material selecionado, gravá-lo (no disquete e no computador, para não correr riscos de extraviá-los) e imprimi-lo. Essas sínteses pessoais ou fichamentos devem conter a bibliografia completa do texto, resumo com principais idéias e pequena apreciação própria. IMPORTANTE Em seguida, vem o ponto alto da pesquisa: o trabalho com este material. É necessário reler, estudar, conferir, analisar tudo o que foi coletado. Aqui se percebe se é preciso programar novas pesquisas ou ampliar outras pesquisas. Estrutura-se então a redação final. Chegou o momento de pensar na apresentação material da pesquisa. Qualquer trabalho deverá apresentar três partes logicamente encadeadas: a introdu- ção, o desenvolvimento ou corpo do trabalho e a conclusão. INTRODUÇÃO: Por suas características, é escrita depois do conteúdo do trabalho estar pronto, ou seja, depois do desenvolvimento e da conclusão. Apresenta o proble- ma, mostra o estágio de desenvolvimento em que ele está a relevância da pesquisa realizada. Deve conter o estado da questão, relevância da própria pesquisa para o estado da questão, enfoque das idéias principais (sem estender-se), destaque das principais fontes e referências utilizadas. Deve conter aproximadamente 20% das quantidades de páginas do trabalho. A introdução é uma apresentação do trabalho. Ela deve demonstrar o que é a pesquisa com clareza e objetividade, motivando o leitor a ler e pesquisar o conteúdo desenvolvido do trabalho. DESENVOLVIMENTO: É a parte extensa do trabalho (cerca de 70%). É a fundamen- tação lógica do trabalho de pesquisa, cuja finalidade é expor, demonstrar e debater o material coletado frente à problematização levantada. Aqui se desenvolve a idéia principal, onde se torna explícito o que estava implícito, onde o complexo torna-se simples, onde se analisa e se compreende o problema estudado, tornando claro tudo o que estava obscuro. É a etapa onde se explica, discute, fundamenta e enuncia pro- posições. Dá ao autor o domínio do assunto.
  • 15. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 101 CONCLUSÃO: Fase final do trabalho. É o fechamento da pesquisa, onde tudo o se une e se completa. Consiste em uma retomada dos resultados coletados com a pes- quisa. Apresentamos estes resultados confirmando nossa tese de trabalho com ar- gumento decisivo sem maiores comentários. Ressalta o alcance e as conseqüências dos esclarecimentos prestados com possíveis méritos de seus avanços em termos de respostas para a problemática. No desenvolvimento dessas três etapas da pesquisa bibliográfica, utilizamos dados para fun- damentar a escrita. Estes dados são apresentados por referência a outras obras e autores através das citações. 4.4 - CITAÇÕES (NBR10520) Quando se quer transcrever o que um autor escreveu. Esta citação ocorre quando transcrevo ipsis litere o que o autor escreveu e destaco estes dizeres e cito a fonte . 4.4.1 – CITAÇÃO DIRETA a) Citação Direta Curta (NBR 12256) (com menos de 3 linhas) - Deve ser feita na continuação do texto, entre aspas, não ocorrendo nenhum destaque. Ex.: Maria Ortiz, moradora da Ladeira do Pelourinho, em Salvador, que de sua janela jogou água fervendo nos invasores holandeses, incentivando os homens a continuarem a luta. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço, enquanto os maridos comiam, as mulheres lutavam em seu lugar. Este fato le- vou os europeus a acreditarem que “o baiano ao meio dia vira mulher” (MOTT, 1988: 13). Obs.: MOTT – autor do texto citado de que faz a citação. 1988 - o ano de publicação da obra deste autor na bibliografia. 13 - refere-se ao número da página onde o autor fez a citação (NBR 10520). b) Citação Direta Longa (com 3 linhas ou mais) - As margens são recuadas à direi- ta em 4 cm, em espaço um (1) (O texto deve ser digitado em espaço 1,5), com a letra menor que a utilizada no texto e sem aspas (NBR 10520, item 4.4). Ex.: Além disso, a qualidade do ensino fornecido era duvidosa, uma vez que as mulheres que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal fun- ção.
  • 16. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 102 A maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento das cadeiras das escolas femininas. Não obstante sobressaírem as mulheres no ensino das prendas domésticas, as poucas que se apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que deveriam ensinar que não logra- vam êxito em transmitir seus exíguos conhecimentos. Se os próprios homens, aos quais o acesso à instrução era muito mais fácil, se revelavam incapazes de ministrar o ensino de primeiras letras, lastimável era o nível do ensino nas escolas femininas, cujas mestras estiveram sempre mais ou menos margina- lizadas do saber (Saffioti, 197, p. 193). 4.4.2 - CITAÇÃO INDIRETA É a citação de um texto, escrito por outro autor, sem alterar as idéias originais. Ou então: eu reproduzo sem distorcer, com minhas próprias palavras, as idéias desenvolvidas por outro autor. (Pode ser chamada também de paráfrase). Ex.: Somente em 15 de outubro de 1827, depois de longa luta, foi concedido às mulheres o direito à educação primária, mas mesmo assim, o ensino da aritmética nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações. Note-se que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos, caracterizando uma diferenciação curricular de escola para escola. (COSENZA, 1993, p. 6). 4.4.3 – LOCALIZAÇÃO DA CITAÇÃO a) No texto, a citação vem logo após o texto, conforme nos exemplos acima. b) Em nota de rodapé, da página onde aparece a citação. Neste caso coloca-se um número ou um asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página. c) no final de cada parte ou capítulo. As citações aparecem em forma de notas no final do capítulo. Devem ser numeradas em ordem crescente. Esta é pouco utilizada. d) No final do trabalho. Todas as citações aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente, no todo ou por capítulo. Esta também é pouco utilizada. Após o desenvolvimento dessas três etapas, delimitamos a estrutura definitiva do trabalho, baseando-se em quantos capítulos iremos estruturar a nossa escrita e partimos para a redação da monografia científica.
  • 17. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 103 4.5 - ASPECTOS TÉCNICOS DA REDAÇÃO CIENTÍFICA Esse texto foi elaborado para tentar simplificar a vida escolar do(a) estudante matriculado(a) nos cursos de graduação, para que aliado aos livros disponíveis nas bibliotecas da Universidade e do próprio estudante, constantes na referência bibliográfica possa auxiliá-lo no percurso acadêmico, bem como servir de suporte para o seu futuro TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ou uma mo- nografia. O material apresentado encontra-se com fonte maior do que a norma para melhor visuali- zação do aluno e as bordas encontradas nas páginas são elementos ilustrativos para indicação de página. A partir do momento que o aluno ingressa na “academia” tem contato com uma nova gama de propostas de estudos e pesquisa e nessa linha que estamos direcionando o trabalho acadêmico, apresentado aqui de uma forma completa, para poder ajudá-los na formatação de uma pesquisa. O momento é de reflexão, de entendermos o sentido real de uma pesquisa. Não cabe para um estudante do ensino superior confundir pesquisa com cópia, transcrição . As partes mais importantes de um texto ou um livro vão ser o emba- samento teórico de um trabalho e não a parte principal. Em uma faculdade temos que estar atentos à discussão, a argumentação, sobre o assunto pesquisado, concluir e principalmente apresentar a fonte, a bibliografia. IMPORTANTE Apresentamos, de uma forma completa, no formato de uma monografia, mas temos que ter o bom senso em saber o que vai ser apresentado em um simples resumo de um capítulo de uma obra, levantamento de um tema simples, ou um trabalho de respostas a um questionário. As partes que compõem o Trabalho Acadêmico: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS: CAPA; FOLHA DE ROSTO; FOLHA DE APROVAÇÃO; FOLHA DE DEDICATÓRIAS (OP);
  • 18. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 104 FOLHA DE AGRADECIMENTOS (OP); EPÍGRAFE (OP) RESUMO; LISTA DE TABELAS (OP); LISTA DE ILUSTRAÇÕES (OP); SUMÁRIO; ELEMENTOS TEXTUAIS: INTRODUÇÃO; CORPO OU CAPÍTULOS; CONCLUSÃO; ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS: BIBLIOGRAFIA; GLOSSÁRIO (OP); ANEXOS (OP). Obs: OP – Elemento opcional Instituição de Ensino (caixa alta e baixa; negrito e centrado) Nome do aluno (caixa alta; negrito e centrado) Título (caixa alta ; negrito e centrado) Cidade ano (caixa alta e baixa; negrito e centrado)
  • 19. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 105 Instituição de Ensino (caixa alta e baixa; negrito e centrado) Nome do aluno (caixa alta; negrito e centrado) Título (caixa alta ; negrito e centrado) Cidade ano (caixa alta e baixa; negrito e centrado) Capa A capa é a apresentação do trabalho, ela nos remete a quem fala, a quem escreve. É a pri- meira impressão de quem recebe um trabalho e deve, então, ser feita com muito cuidado e zelo, cativando o leitor. Há muita discussão sobre capa.
  • 20. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 106 Instituição de Ensino (caixa alta e baixa; negrito e centrado) Nome do aluno (caixa alta; negrito e centrado) Título (caixa alta ; negrito e centrado) Trabalho de metodologia científica do Curso (coloca-se o nome do curso) da Universidade Camilo Castelo Branco sob orientação do prof. (coloca-se o nome do professor) para aferição de avaliação. Cidade ano (caixa alta e baixa; negrito e centrado) A Folha de Rosto Neste item, estamos dizendo para o leitor a que se destina o trabalho: uma disciplina, um módulo, para cumprimento do Regime de Estudos Dirigidos – RED ou Trabalho de Conclusão de Curso - TCC. Em qual o curso que esse trabalho se insere? Licenciatura em Letras, Licenciatura em Mate- mática, Superior de Tecnologia em Informática, Bacharelado em Administração – linha de formação específica: Geral, Marketing ou Gestão de Negócios. Qual o professor que supervisiona esse trabalho? Deve-se sempre informar a titulação do professor, se Mestre: Prof. (a) Ms, se Doutor: Prof. (a) Dr (a).
  • 21. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 107 Também se deve indicar se o trabalho finaliza um módulo, um estágio, uma disciplina ou um curso. Ex: (...) para aferição de nota..., para conclusão do curso de..., para o TCC - exigência parcial para obtenção do certificado do curso de... Esse item deve estar sempre alinhado e justificado a direita da folha. Folha de aprovação Examinador: (nome)..... Assinatura: ....................... Instituição: ............................................................... Nota: .................... Aprovado em: (data) Ex: Profª. Dr. João da Silva assinatura____________ Instituição: Universidade Camilo Castelo Branco Nota: Aprovado em É importante e obrigatória para uma monografia ou um TCC a folha de aprovação.
  • 22. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 108 Dedico esse trabalho aos meus avós. Folha de dedicatória É opcional e deve ser apresentada com os dizeres na margem inferior direita, em itálico. Vá- lido para uma monografia ou um TCC.
  • 23. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 109 Agradeço aos meus amigos familiares por entender a minha ausência no momento de minha formação. Agradeço aos professores desta honrada instituição por terem passado o máximo de si para produzir o nosso saber. Folha de agradecimentos A folha de agradecimento também é opcional e deve ser apresentada na margem inferior, centrada e tabulada. Válido para uma monografia ou um TCC.
  • 24. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 110 Resumo Resumo nomnomnoimnom nomnomnomnomnomnom- nomnomnomnom nomnomnoimnomnomnom- nomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoi- mnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom- nomnomnomnom Palavras-chave: nomnomnomnomnomnomnomnom O resumo é um breve apanhado geral do trabalho já concluído; ele também pode ser escrito em Língua Inglesa (Abstract), quando necessário colocaremos na mesma página, resguardadas todas as proporções (do tamanho da página): O resumo em um trabalho simples é opcional, mas é exercício para o futuro TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), uma monografia e artigos científicos. Exemplos de início de um resumo de trabalho:
  • 25. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 111 O presente trabalho aborda... A monografia em questão trata... Os principais tópicos abordados neste trabalho são... É importante frisarmos que o resumo é do trabalho que fizemos e não do tema geral. O aluno, muitas vezes se estende resumindo o assunto e não o trabalho. Lembramos que ele é pontuador, deve ter em média 250 palavras. O máximo de palavras que a NBR 6028:2003 permite é de 500 palavras. No caso do resumo devemos trabalhar com espaçamento entre linhas simples. As palavras-chaves são aqueles que encontramos escritas nas diversas páginas do trabalho e que se repetem várias vezes, aconselhamos que o aluno apresente quatro ou cinco palavras. Resumo nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom Palavras-chaves: mmmm,mmmm,mmmm,mmmm. Abstract nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom Keys words: mmmm, mmmm, mmmm, mmmm.
  • 26. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 112 Sumário Sumário Introdução ............................................................. 00 1 – (Nome do Capítulo) ......................................... 00 1.1 – (Nome do subcapítulo) ................................. 00 1.2 – (Nome do subcapítulo) ................................. 00 2 - (Nome do Capítulo) .......................................... 00 3 – Conclusão ....................................................... 00 Anexos .................................................................. 00 Bibliografia ............................................................ 00 No Sumário nos deparamos com a paginação do trabalho. A primeira página a ser paginada (numerada) deve ser a Introdução; para os demais tópicos do trabalho deve-se usar algarismo ará- bico para marcar capítulos, subcapítulos, conclusão. A introdução, bibliografia e anexos não devem aparecer como capítulos, somente vão ser paginados. A contagem, não a numeração, acontece após a folha de rosto, isso não quer dizer que serão páginas constantes no sumário. No sumário somente aparecem os elementos textuais (introdução, capítulos e conclusão) e pós-textuais (bibliografia e anexos)
  • 27. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 113 Introdução Introdução nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnomnom nomnomnoimnomnomnomnom- nomnomnomnomnomnomnom nomnomnoim- nomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnoimnomnomnom- nomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnom- nomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnom- noimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnoimnom- nomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnom- noimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom- nomnomnomnomnomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnomnomnom- nomnom nomnomnoimnomnomnomnomnomnomnom- nomnomnomnom nomnomnoimnomnomnomnomnom- nomnomnomnomnomnom A introdução é uma breve apresentação do trabalho a ser desenvolvido. Ela será o contato principal do leitor com a obra e será a partir dela que o leitor dará início aos capítulos. Ela apresenta a justificativa do tema a ser desenvolvido, o objetivo, a hipótese, o conteúdo dos capítulos e alguns aspectos da conclusão do trabalho (anteprojeto). O aluno deve ter o cuidado de não cair na tentação de contar e resolver todo o trabalho aqui, pois se assim o fizer deixará a discussão dos capítulos sem sentido. A NBR 14724: 2005, reforça o conceito que a introdução nos remete a aspectos importantes para compreensão do texto, além de tratar de objetivo. É a partir da introdução que vamos fazer a confrontação do que será dissertado e concluído.
  • 28. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 114 Capítulos 1 – (Nome do capítulo) Deve ser apresentado no meio da página e centrado. O corpo pode ser dividido em vários capítulos ou constar de um único capítulo. Pode-se selecionar os capítulo por: Ordem cronológica; Ordem de assunto. O corpo é o desenvolvimento do trabalho, é a argumentação sobre um determinado assunto. Desenvolvimento O desenvolvimento é a alma do trabalho, é o momento que o pesquisador vai demonstrar
  • 29. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 115 suas habilidades de redigir sobre seu Tema; O desenvolvimento é o ato dissertativo sobre o Tema. São os capítulos; a construção formal do texto; a argumentação. Cada capítulo iniciará uma nova folha. O mesmo não é valido para os sub capítulos ou sub- títulos. Devemos ter sempre fixo na elaboração da pesquisa que os capítulos são alinhados com a hipótese afirmada na introdução, em uma ação harmoniosa entre as partes do trabalho. Sempre o último capítulo deve amarrar o tema da pesquisa e a hipótese levantada, levando o leitor a entender o problema discutido na pesquisa e participar da conclusão. Conclusão 3 - Conclusão Este item deve ser apresentado no meio da página e centrado.
  • 30. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 116 n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m - n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m n o m A conclusão de um trabalho não deve ser muito extensa e muito menos repassar todos os tópicos já abordados. Nas conclusões e recomendações os resultados considerados valiosos e finais para a com- preensão e exame da problemática estudada serão aqui apresentados. É importante salientar que a conclusão tem que estar alinhada com o tema proposto, com o objetivo e a hipótese do trabalho. Aqui estará sendo apresentado a confirmação, a afirmação, do problema proposto.
  • 31. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 117 Para SEVERINO, 2011, p. 103, a conclusão é: (...) a síntese para qual caminha o trabalho. Será breve e visará reca- pitular sinteticamente os resultados da pesquisa elaborada até então. Da importância da conclusão como fechamento do trabalho, a conclusão é expressa em ter- mos de síntese dos elementos relevantes analisados no trabalho. Bibliografia Bibliografia Este item deve ser apresentado no meio da página e centrado.
  • 32. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 118 A bibliografia é a fonte de referência de onde foi feita a pesquisa, é o embasamento teórico sobre o assunto pesquisado. Muitas vezes um texto solto deve ser apresentado quando sua impor- tância for relevante. Para cada tipo de referência deve-se seguir uma norma livro, revista, jornal... Vale a pena conferir as normas em SEVERINO, 2011. A NBR: 14724: 2005 traz a bibliografia como referência bibliográfica o que devemos lembrar que para ser referência os autores de estar citados no texto dos capítulos, referenciados. Segue a orientação: Para livros: SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título: subtítulo. Edição. Ci- dade: Editora, ano de publicação. Para revista (artigos assinados): SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. Nome da revista, cidade, volume da revista, número da edição, páginas ou página do artigo, mês e ano da publicação. Para jornal (artigo assinado): SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. Nome do jornal. Data completa do dia(dia.mês.ano). página. Caderno. Para internet (artigo assinado): SOBRENOME DO AUTOR, Nome e sobrenome. Título do artigo. http://www. (dados do acesso). Acesso em {dia Mês (abreviado) ano}.
  • 33. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 119 Anexos Anexos Este item deve ser apresentado no meio da página e centrado. Anexo 01
  • 34. A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇ A MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA TEMA 4 120 Para cada anexo deve-se incluir uma página e numerá-lo em seqüência. Os anexos são fotos, pinturas, documentos e informações que não caibam no corpo, mas são de suma importância para compreensão e esclarecimento do tema. Pode-se utilizar os anexos como referência para discussão dos capítulos anteriores. Ex: No anexo X, p. X o gráfico aponta... Todo anexo deve ser trabalhado com legenda quando fotos, gráficos, para explicar de onde veio a informação ou o que significa essa informação. A Formatação do trabalho O trabalho acadêmico deve ser digitado em folha branca, papel A4, tamanho 12, cor normal preta, fonte Arial ou Times New Romam. O espaçamento entre linhas é 1,5pt segundo a versão NBR 17724:2005. A configuração da página é: Superior: 3cm Inferior: 2cm Esquerda: 3cm Direita: 2cm
  • 35. MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISATEMA 4 121 RECAPITULANDO Neste quarto e último módulo você teve a oportunidade de conhecer e refletir os métodos e técnicas de pesquisa, com a apresentação das características da pesquisa de campo e suas fases, a indução estatística, a indução por analogia ou semelhança e o método dialético. Todos estes são métodos para desenvolvimento de uma pesquisa quantitativa e qualitativa nos cursos universitários. No item dois tratamos sobre a pesquisa experimental, a qual podemos alterar os dados para verificar os resultados. Verificamos que este tipo de pesquisa tem fases, como a pesquisa bibliogra- fia, ou seja, o referencial teórico, a observação, a hipótese, a experimentação e a indução. Estes elementos são essenciais para a pesquisa experimental. No item três tratamos sobre a pesquisa bibliográfica, ou seja, a pesquisa mais exigida nos bancos escolares. Descrevemos como formular o tema, problema e hipótese para o desenvolvimen- to de uma verdadeira pesquisa e não simplesmente uma cópia de livros e de outros trabalhos. Por último, tratamos dos aspectos técnicos da apresentação de um trabalho científico com as normas da ABNT, na produção da capa, folha de rosto, sumário a referência bibliográfica e outros itens indispensáveis à veracidade da produção de conhecimento científico. Este foi o curso de Metodologia por Ensino à distância, lembrando que sempre necessitamos aprofundar o conteúdo aqui estudado com uma bibliografia disponível para consulta. Boa aprendizagem e boas produções de pesquisa científica.
  • 37. 123 REFERÊNCIAS [1] LÈVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34. 2ª edição. 2000. [2] FERNANDES, M.C. P.; Fernandes, J.R. Uma Experiência Construtivista Usando Um Am- biente de Software Baseado na Web” ‚ trabalho apresentado no VII Congresso Internacional de Educação a Distância da ABED em S. Paulo (08/2000); IV COINFE na UERJ (11/2000); II Confe- rência Internacional em Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação “Challenges 2001/ Desafios 2001” na Universidade do Minho em Portugal (05/2001). [3] DEMO, Pedro. Educar é diferente de ensinar. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. Caderno Empre- gos. 08/outubro/2000 - p. 1. [4] ABREU, S. Teorias da Aprendizagem. Curso Megalogo on-line: Projetos usando Animação 1. Disponível em: <http://www.cnotinfor.com.br>. Acesso em: 20/02/2001. [5] LUCENA C.J.P., Fuks H. A Educação na Era da Internet. Rio de Janeiro: clubedofuturo. 2000. Texto do primeiro tema adaptado por: Ismail Moreira de Andrade Reis do texto original de: Maria Cristina Pfeiffer Fernandes e José Rodrigues Fernandes ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação - Referên- cias - Elaboração. NBR 6023 . Rio de Janeiro, 2000. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Nbr 14724. Rio de Janeiro, 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Numeração progressiva das seções de um documento. NBR 6024. Rio de Janeiro, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Resumos – NBR 6028. Rio de Janeiro, 1989. BARROS, A. J. da S. & LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos da Metodologia Científica: Um guia para iniciação científica. São Paulo: Makron Books, 2000. ________________________________________. Projeto de Pesquisa: Propostas Metodológi- cas. Petrópolis: Vozes, 2001. CERVO, A. L. e BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. São Paulo: Makron Books, 2009. GIL, A. C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2010. RUIZ, J. A. Metodologia Científica: Guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1996. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2011.
  • 39. Anotações 125 Chegou a sua vez! Aproveite o momento para sintetizar o que foi abordado neste tema, identificando as ideias principais. Lembre-se de que essa é uma atividade de sistematização dos conceitos com- preendidos, por isso você pode desenvolvê-la aqui em Anotações, ou se preferir, em seu Diário Reflexivo, disponível no Ambiente Virtual da Disciplina. _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ ANOTAÇÕES
  • 40. Anotações 126 _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________