Etiologia
Ceratoconjuntivite Infecciosa Bovina
• Sinonímia: “pinkeye”, lágrima e olho branco
• Agente Etiológico: Moxarella Bovis

Características:
•  Bactéria gram-negativa;
•  Diplobacilar;
•  Apresenta formas hemilíticas (meses quentes) e
não hemilíticas (inverno);
• Único microorganismo capaz de reproduzir
a doença de acordo com os postulados de Koch;
• Amplamente disseminada e extremamente contagiosa;
Epidemiologia
• Microbiota Ocular;
• Doença de portador;
• Estacional; (IN: Primavera | FN: Início do Inverno)
• Distribuição mundial;
   (Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile)
• Brasil: Região Sul e Rio Grande do Sul;
• Dependendo dos animais, com prevalência elevada;
• Independente de sexo, idade e raça;
• A endêmia tem taxas de incidência são maiores nos
animais jovens.
Epidemiologia
• Letalidade: Muito Baixa
• Prejuízo Econômico: US$ 13 por bezerro afetado
• Duração: Poucos dias até várias semanas
• Reservatórios: Animais Doentes e Sadios
• FI: Animais Doentes
• FC: Contato direto com animais e/ou com material
  contaminado
• Vetor: Moscas
Patogenia
• AE com pili ou fímbrias (patogênico) → Mucosas e trato

    respiratório (portadores assintomáticos) →
•   Fímbrias se ligam aos Receptores específicos → Aderem a
    conjuntiva, conduto lacrimal e córnea → Lesão celular →
    Inflamação → Edema na córnea
Principais Sintomas
•   Lacrimejamento intenso;
•   Fotofobia;
•   Blefaroespasmos;
•   Opacidade no centro da córnea (pode evoluir até ulceração).
Transmissão
•   Contato direto;
•   Descarga nasal ou ocular;
•   Por vetores mecânicos, como moscas;
•   Incidência é mais elevada nos animais jovens.
Diagnóstico
• Isolamento e caracterização da bactéria M. Bovis.

• Para isso, deve ser coletada a secreção conjuntival de animais
  na fase inicial da doença, antes do aparecimento das lesões da
  córnea, usando suabes estéreis.
Diagnóstico Diferencial
•   Rinotraqueíte Infecciosa Bovina (IBR);
•   Diarréia Viral Bovina (BVD);
•   Febre Catarral Maligna;
•   Listeriose;
•   Parasitose por nematoide do gênero Thelazia;
•   Carcinoma epidermoide (câncer de olho).
Tratamento
• Administração de antimicrobianos via parenteral ou em forma
  tópica;

Início da lesão:
• Corticosteroides;
• Antimicrobianos de aplicação tópica,diariamente.
Profilaxia
• Vacinas
Rebanho com 4 meses
Primovacinados: Segunda dose com 21 dias da primeira
• Impedir o Vetor
Conclusão
A CIB é uma doença economicamente
importante na maioria dos países criadores
de bovinos. Embora, nas duas últimas
décadas, tenha havido progressos relevantes
no conhecimento básico da M. bovis, é
essencial manter ações de vigilância
epidemiológica visando a monitorar o perfil
antigênico das cepas prevalentes
regionalmente como forma de conseguir
vacinas eficientes, assim como determinar o
perfil de susceptibilidade aos antibióticos
antes de instaurar o tratamento.
Referencias Bibliográficas
• Ciência Rural, v. 33, n. 4, jul-ago, 2003.
• CONCEIÇÃO, F. R. Caracterização antigênica e molecular de isolados
  de Moraxella bovis recuperado sem surtos de Ceratoconjuntivite
  Infecciosa Bovina ocorridos entre 1974 e 2001 na Argentina, Brasil e
  Uruguai. 2002. 196f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) -
  Curso de Pós-graduação em Medicina Veterinária, Universidade Federal de
  Pelotas.




                              Obrigada!!!

Moraxella bovis

  • 2.
    Etiologia Ceratoconjuntivite Infecciosa Bovina •Sinonímia: “pinkeye”, lágrima e olho branco • Agente Etiológico: Moxarella Bovis Características: • Bactéria gram-negativa; • Diplobacilar; • Apresenta formas hemilíticas (meses quentes) e não hemilíticas (inverno); • Único microorganismo capaz de reproduzir a doença de acordo com os postulados de Koch; • Amplamente disseminada e extremamente contagiosa;
  • 3.
    Epidemiologia • Microbiota Ocular; •Doença de portador; • Estacional; (IN: Primavera | FN: Início do Inverno) • Distribuição mundial; (Brasil, Uruguai, Argentina, Paraguai e Chile) • Brasil: Região Sul e Rio Grande do Sul; • Dependendo dos animais, com prevalência elevada; • Independente de sexo, idade e raça; • A endêmia tem taxas de incidência são maiores nos animais jovens.
  • 4.
    Epidemiologia • Letalidade: MuitoBaixa • Prejuízo Econômico: US$ 13 por bezerro afetado • Duração: Poucos dias até várias semanas • Reservatórios: Animais Doentes e Sadios • FI: Animais Doentes • FC: Contato direto com animais e/ou com material contaminado • Vetor: Moscas
  • 5.
    Patogenia • AE compili ou fímbrias (patogênico) → Mucosas e trato respiratório (portadores assintomáticos) → • Fímbrias se ligam aos Receptores específicos → Aderem a conjuntiva, conduto lacrimal e córnea → Lesão celular → Inflamação → Edema na córnea
  • 6.
    Principais Sintomas • Lacrimejamento intenso; • Fotofobia; • Blefaroespasmos; • Opacidade no centro da córnea (pode evoluir até ulceração).
  • 7.
    Transmissão • Contato direto; • Descarga nasal ou ocular; • Por vetores mecânicos, como moscas; • Incidência é mais elevada nos animais jovens.
  • 8.
    Diagnóstico • Isolamento ecaracterização da bactéria M. Bovis. • Para isso, deve ser coletada a secreção conjuntival de animais na fase inicial da doença, antes do aparecimento das lesões da córnea, usando suabes estéreis.
  • 9.
    Diagnóstico Diferencial • Rinotraqueíte Infecciosa Bovina (IBR); • Diarréia Viral Bovina (BVD); • Febre Catarral Maligna; • Listeriose; • Parasitose por nematoide do gênero Thelazia; • Carcinoma epidermoide (câncer de olho).
  • 10.
    Tratamento • Administração deantimicrobianos via parenteral ou em forma tópica; Início da lesão: • Corticosteroides; • Antimicrobianos de aplicação tópica,diariamente.
  • 11.
    Profilaxia • Vacinas Rebanho com4 meses Primovacinados: Segunda dose com 21 dias da primeira • Impedir o Vetor
  • 12.
    Conclusão A CIB éuma doença economicamente importante na maioria dos países criadores de bovinos. Embora, nas duas últimas décadas, tenha havido progressos relevantes no conhecimento básico da M. bovis, é essencial manter ações de vigilância epidemiológica visando a monitorar o perfil antigênico das cepas prevalentes regionalmente como forma de conseguir vacinas eficientes, assim como determinar o perfil de susceptibilidade aos antibióticos antes de instaurar o tratamento.
  • 13.
    Referencias Bibliográficas • CiênciaRural, v. 33, n. 4, jul-ago, 2003. • CONCEIÇÃO, F. R. Caracterização antigênica e molecular de isolados de Moraxella bovis recuperado sem surtos de Ceratoconjuntivite Infecciosa Bovina ocorridos entre 1974 e 2001 na Argentina, Brasil e Uruguai. 2002. 196f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Curso de Pós-graduação em Medicina Veterinária, Universidade Federal de Pelotas. Obrigada!!!