O documento discute o transporte rodoviário no Brasil, incluindo sua definição, agência reguladora (ANTT), vantagens, desvantagens, características de veículos e cargas, e a importância desse modal para a economia brasileira.
*É aquele feitoatravés de ruas, estradas, e rodovias , sejam
elas pavimentadas ou não, com a intenção de transportar
de um ponto ao outro, produtos, animais, ou pessoas.
(Lima Mauricio Pimenta)
• Concei
to
4.
Instituição que controlaModal Rodoviário: ANTT -
Agência Nacional de Transporte Terrestre.
A responsabilidade da ANTT: Concessão de rodovia,
Regulamentação das concessionárias e também pela
cobrança de pedágio.
• Regulamentação e
Fiscalização
5.
• Vantage
ns Agilidadee rapidez na entrega da mercadoria em
curtos espaços a percorrer;
A unidade de carga chega até a mercadoria, enquanto
nos outros modais a mercadoria deve ir ao encontro da
unidade de carga;
Vendas que possibilitam a entrega na porta do
comprador;
6.
A mercadoriapode ser entregue diretamente ao
cliente sem que este tenha que ir buscá-la;
Uma movimentação menor da mercadoria, reduzindo
assim, os riscos de avarias;
Embarques e partidas mais rápidas;
Exigência de embalagens a um custo bem menor;
• Vantage
ns
7.
Sua capacidade detração de carga é bastante reduzida;
Os veículos utilizados para tração possuem um elevado
grau de poluição ao meio ambiente; Nas épocas de
safras provoca congestionamento nas estradas;
Desgasta prematuramente a infraestrutura da malha
rodoviária;
O maior grau de poluição ao meio ambiente;
• Desvanta
gens
8.
A malharodoviária deve estar constantemente em
manutenção ou em construção, gerando custos ao
erário ou a contribuinte, visto que, existem
estradas privatizadas que cobram pedágio.
• Desvanta
gens
9.
Transporte rodoviário eo transporte feito por
estradas rodovias..
95% do movimento de passageiro e 60% de
transporte de carga.
Veículos automotores como carros, ônibus e
caminhão; existem cerca de 130 mil empresas de
transporte de cargas no Brasil com mais 1,6
milhões de veículos que oferece trabalho
diretamente a pelo menos 5 milhões de pessoas.
• Algumas
características
10.
Recomendado para otransporte de mercadorias de alto
valor agregados ou perecível;
O modal rodoviário trabalha junto com toda os outros modais
pois e necessário o transporte rodoviário para que cheguem
no seu local de embarque. O modal rodoviário trabalha
junto com todos os outros modais, pois é necessário o
transporte rodoviário para que as mercadorias
cheguem no seu lugar de embarque;
11.
• Malha Rodoviária
Radiais– começam em Brasília e são numeradas de 1 a
100;
Longitudinais – sentido Norte-Sul, numeradas de 101 a 200;
Transversais – sentido Leste-Oeste, numeradas de 201 a
300;
Diagonais – sentido diagonal, numeradas de 301 a 400;
De ligação – unem as anteriores, numeradas de 401 a 500.
12.
• Malha Rodoviária
Rodoviaque liga Polo Petroquímico
de Camaçari ao Porto de Aratu-BA
MT 208, maquinários e caminhões que deveriam
dar socorro atolam. Veículos do estado, prefeitura
e de populares atolados na MT 208 são rebocados
por trator de particulares, Um ônibus já tombou
devido a atoleiros. Empresários e agropecuaristas
tentam irem para a área rural de Nova
Bandeirantes. Antes porem, e por diversas vezes,
descarregam uma maquina de esteira para
desatolar veículos e liberar a passagem ao longo
da 208.
O Transporte Rodoviárioé dividido em: Pessoas e
Cargas
O transporte de cargas é dividido em: gerais; vivas;
perigosas; Internacionais.
• Tipos de
transporte
15.
A GRANEL: cargastransportadas em grandes quantidades,
sem nenhum tipo de embalagem.
EMBALADAS: podem ser embaladas em fardos, feixes,
sacarias, etc.
ESPECIAIS: são transportadas em caminhões
dimensionados especialmente para esse fim.
• TIPOS DE CARGAS
16.
Produtos embalados, ensacadose envasados - 48,3%
Cereais, areia, minérios e outros granéis - 18,4%
Fertilizantes, explosivos e perigosos - 05,5%
Combustíveis e gás - 05,1%
Veículos – 05,5%
Produtos em palhetes e caixas - 05,7%
Outras cargas
(máquinas, líquidos, mudanças, malotes) - 11,5%
17.
• Classificação deveículos
de cargas
Bitrem
Composto por três unidades, sendo um cavalo mecânico que
traciona dois semirreboques. O primeiro deles é acoplado à
quinta roda do cavalo e o segundo a uma segunda quinta roda
que se localiza no prolongamento do primeiro reboque.
18.
ROMEU E JULIETA:caminhão e dois reboques. O segundo
semirreboque é engatado no primeiro por meio de um
sistema de cremalheira.
19.
RODOTREM: é formadopor três unidades do bitrem e
mais uma que é o dolly, uma unidade de articulação
posicionada entre os dois semirreboques.
TREMINHÃO: é compostopor um conjunto de Romeu e
Julieta, no qual se acopla um reboque, ou Julieta, como é
chamado.
22.
TRITREM: deriva dobitrem, no qual se acopla mais uma
quinta roda e outro semirreboque.
23.
TERMOS:
Eixo: é ondevão as rodas;
Eixo simples: apenas 2 rodas de tração;
Cavalo mecânico: formado pela cabine, motor e rodas de
tração do caminhão. Pode ser engatado em carretas e
semirreboques para o transporte.
Semi reboque: equipamento que transporta cargas,
tracionado por um caminhão-trator do tipo cavalo
mecânico.
24.
TRANSPORTE DE
PESSOASO transporterodoviário de pessoas também é
regulamentado pela ANTT, e realiza 95% do
deslocamento de pessoas no país.
25.
TRANSPORTE RODOVIÁRIO
DE CARGASPERIGOSAS
Compete à ANTT regulamentar o transporte de
cargas e produtos perigosos em rodovias e
ferrovias.
26.
Todo aquele querepresenta risco à saúde das
pessoas, ao meio ambiente ou à segurança
pública, seja ele encontrado na natureza ou
produzido por qualquer processo.
O QUE É UM PRODUTO PERIGOSO ?
27.
RÓTULOS DE RISCO
Afixadosna unidade de
transporte para indicar o
risco apresentado pelo
produto perigoso
transportado:
PAINÉIS DE SEGURANÇA
Afixados na unidade de
transporte para indicar o
número de risco e o número
ONU do produto perigoso
transportado:
• Este trabalhobuscou colocar as características, as
vantagens e desvantagens desse modal e seus
gargalos que certamente ainda serão uma difícil
missão quanto às más estradas nesse Brasil, além
de contribuírem de forma negativa para o
desenvolvimento econômico desse país.
•CONCLUSÃO