O documento discute a necessidade de mudança na matriz de transporte do Brasil, que atualmente depende excessivamente do modal rodoviário. A crise dos caminhoneiros em 2018 evidenciou os problemas causados por esta dependência, como o alto custo do diesel e riscos de desabastecimento. O texto propõe que os modais ferroviário e hidroviário deveriam ser priorizados, por serem mais econômicos e eficientes para o transporte de grandes volumes de carga em longas distâncias.