ALGUNS GRUPOS CLÍNICOS DE DERMATÓFITOS COMPREENDEM :  Tinha da cabeça: infecção fúngica que acomete o couro cabeludo, sobrancelhas ou cílios, geralmente causada por uma espécie de  Trichophyton; Tinha da barba: geralmente causada pela espécie de  Trichophyton , aparece como uma lesão do pêlo facial, freqüentemente transmitida pelo gato; Tinha do corpo: as bordas das lesões são sobrelevadas e hiperêmicas.
Tinha crural: Apresenta os mesmos sintomas que a tinha do corpo, mas afeta apenas a virilha, em volta dos órgãos genitais e ânus. As bordas das lesões são mais críticas, com coloração rosada no centro da região afetada. Esse tipo de tinha é mais comum entre os homens.
Tinha do corpo: Afeto tronco, braços, pernas e a face em forma de erupções que coçam, liberam líquidos e podem até inflamar. Tinha do couro cabeludo: Esse tipo de micose pode alastrar-se do couro cabeludo para os cílios, sobrancelhas e pálpebras.
MICOSES SISTÊMICAS (Subcutânea, Profunda, Oportunista)
Histoplasma capsulatum : presente em excrementos de aves e morcegos. Causa Histoplasmose, infecção respiratória leve.  Pneumocystis carinii : encontrado em tecido pulmonar.
Histoplasma capsulatum
Cryptococcus neoformans:  encontrados em excrementos de pombos. É um fungo oportunista. Pode causar meningite, lesões na pele, nos pulmões e sistema nervoso. A doença é denominada de Cpriptococose.
Cryptococcus neoformans
Fonsecae pedrosoi:  lesões na pele (cromoblastomicose).  Paracoccidioides brasilienses:  lesões iniciais nos pulmões.
CROMOBLASTOMICOSE
CROMOBLASTOMICOSE
Paracoccidioides brasilienses
Levar instrumentação adequada. As lâminas devem ser novas ou esterilizadas, lavadas em água e sabão, enxaguadas, mergulhadas em álcool a 70% e enxutas; Identificar corretamente paciente, profissão, tipo de amostra, local colhido, tipo de lesão, nome do exame, data, hora, uso de medicação, etc.; Não colher crostas (esporotricose), líquidos (dermatofitose) de lesões e escamas (tinha) do couro cabeludo. Fazer assepsia antes; CUIDADOS NA COLETA E NO TRANSPORTE
Não demorar no transporte; O “swab” deverá ser usado com salina, para evitar desidratação do material; O refrigerador desidrata o material; Sangue e medula óssea, devem ser semeados diretamente da seringa para o meio de cultura; Raspar as unhas por baixo; Adicionar 0,2 mg de cloranfenicol p/ mL em fezes; O exame direto é recomendado sempre junto a cultura;
Os meios de cultura devem ser mantidos cobertos em posição vertical, para se evitar que a água de condensação, umedeça os tampões; Não deixar o material exposto a agentes físicos; Contaminação (derrame); A amostra deve ser colhida com pelo menos 1 semana sem medicamento tópico; Caso não haja secreção suficiente no dia da colheita, recomendar a volta ao laboratório quando  houver; Fezes, urina e pus devem ser refrigerados até o processamento. Pele, pelo e unha podem ser processados em alguns dias; Micoses superficiais e cutâneas abrangem a maioria dos pedidos de exames micológicos.
BIBLIOGRAFIA SANTOS, M. G.  Introdução a Micologia.  Primeira Edição, 1998. VERONESI, R.  Doenças infecciosas e parasitárias.  8ª Ed.  Guanabara Koogan, 1991.

Micologia 2° parte

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    ALGUNS GRUPOS CLÍNICOSDE DERMATÓFITOS COMPREENDEM : Tinha da cabeça: infecção fúngica que acomete o couro cabeludo, sobrancelhas ou cílios, geralmente causada por uma espécie de Trichophyton; Tinha da barba: geralmente causada pela espécie de Trichophyton , aparece como uma lesão do pêlo facial, freqüentemente transmitida pelo gato; Tinha do corpo: as bordas das lesões são sobrelevadas e hiperêmicas.
  • 2.
    Tinha crural: Apresentaos mesmos sintomas que a tinha do corpo, mas afeta apenas a virilha, em volta dos órgãos genitais e ânus. As bordas das lesões são mais críticas, com coloração rosada no centro da região afetada. Esse tipo de tinha é mais comum entre os homens.
  • 3.
    Tinha do corpo:Afeto tronco, braços, pernas e a face em forma de erupções que coçam, liberam líquidos e podem até inflamar. Tinha do couro cabeludo: Esse tipo de micose pode alastrar-se do couro cabeludo para os cílios, sobrancelhas e pálpebras.
  • 4.
    MICOSES SISTÊMICAS (Subcutânea,Profunda, Oportunista)
  • 5.
    Histoplasma capsulatum :presente em excrementos de aves e morcegos. Causa Histoplasmose, infecção respiratória leve. Pneumocystis carinii : encontrado em tecido pulmonar.
  • 6.
  • 7.
    Cryptococcus neoformans: encontrados em excrementos de pombos. É um fungo oportunista. Pode causar meningite, lesões na pele, nos pulmões e sistema nervoso. A doença é denominada de Cpriptococose.
  • 8.
  • 9.
    Fonsecae pedrosoi: lesões na pele (cromoblastomicose). Paracoccidioides brasilienses: lesões iniciais nos pulmões.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
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    Levar instrumentação adequada.As lâminas devem ser novas ou esterilizadas, lavadas em água e sabão, enxaguadas, mergulhadas em álcool a 70% e enxutas; Identificar corretamente paciente, profissão, tipo de amostra, local colhido, tipo de lesão, nome do exame, data, hora, uso de medicação, etc.; Não colher crostas (esporotricose), líquidos (dermatofitose) de lesões e escamas (tinha) do couro cabeludo. Fazer assepsia antes; CUIDADOS NA COLETA E NO TRANSPORTE
  • 14.
    Não demorar notransporte; O “swab” deverá ser usado com salina, para evitar desidratação do material; O refrigerador desidrata o material; Sangue e medula óssea, devem ser semeados diretamente da seringa para o meio de cultura; Raspar as unhas por baixo; Adicionar 0,2 mg de cloranfenicol p/ mL em fezes; O exame direto é recomendado sempre junto a cultura;
  • 15.
    Os meios decultura devem ser mantidos cobertos em posição vertical, para se evitar que a água de condensação, umedeça os tampões; Não deixar o material exposto a agentes físicos; Contaminação (derrame); A amostra deve ser colhida com pelo menos 1 semana sem medicamento tópico; Caso não haja secreção suficiente no dia da colheita, recomendar a volta ao laboratório quando houver; Fezes, urina e pus devem ser refrigerados até o processamento. Pele, pelo e unha podem ser processados em alguns dias; Micoses superficiais e cutâneas abrangem a maioria dos pedidos de exames micológicos.
  • 16.
    BIBLIOGRAFIA SANTOS, M.G. Introdução a Micologia. Primeira Edição, 1998. VERONESI, R. Doenças infecciosas e parasitárias. 8ª Ed. Guanabara Koogan, 1991.