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DIFTERIA
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FACULDADE DE ENFERMAGEM
Discente: Ana Caroline Batista
Francisca Noronha
Heilla Monteiro
Ingrid Cordeiro
Isabela Mesquita
Jonathan Sampaio
Belém/PA
2015
DIFTERIA
• Popularmente conhecida como “crupe”, é uma
doença infectocontagiosa provocada por uma bactéria
chamada de Corynebacterium diphtheriae e que pode
acometer tanto a pele como as amídalas, a faringe, a
laringe, o nariz e diversas mucosas.
FISIOPATOLOGIA
• O bacilo penetra no organismo através do
trato respiratório.
• Toxina diftérica é liberada, que entra
rapidamente na corrente sanguínea.
• A toxina produzida leva à necrose tissular local
gerando um processo inflamatório.
• Origem a uma membrana aderente chamada de
pseudomembrana.
• Dependendo da quantidade de toxinas
diftéricas que é absorvida por via
hematogênica.
EPIDEMIOLOGIA
É uma doença infecciosa de importância nos países do Terceiro Mundo, sendo rara quando
coberturas vacinais homogêneas são obtidas em mais de 80% da população. É mais frequente a
ocorrência da doença em áreas com baixas condições socioeconômicas e sanitárias, onde a
aglomeração de pessoas é maior. Comumente, estas áreas apresentam baixa cobertura vacinal e,
portanto, não é obtido impacto no controle da transmissão da doença.
NO BRASIL:
• Decréscimo de número de casos notificados e confirmado:
Decorrência da vacina com DTP;
Registros de casos isolados e surtos pontuais.
0,5
0,5
0,4
0,4
80
0,3
0,2
0,2
0,1
0,1
0,0
CoberturaVacinal
Coeficiente de Incidência/100.000 hab. Cobertura vacinal
Coef.deIncidência
Coeficiente de Incidência por Difteria e Cobertura
Vacinal com (DTP e DT+HIB). Brasil, 1990 a
2012*
Fonte:CGDT/DEVEPVS/MS
Sinan/ CGPNI/DEVEP/SVS/MS
População: IBGE/DATASUS
TRASMISSÃO
A transmissão se dá pelo
contato direto de pessoa
doente ou portadores com
pessoa susceptível, através
de gotículas de secreção
respiratória, eliminadas por
tosse, espirro ou ao falar. A
transmissão por fômites é
pouco freqüente, mas pode
ocorrer.
SINTOMAS
• Placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas amídalas;
•Mal-estar;
•Dor de garganta;
• Febre;
•Corrimento nasal;
• Gânglios linfáticos inflamados e manchas avermelhadas na pele;
• Edema de pescoço;
•Dificuldade e dor ao engolir;
•Dor de cabeça;
•Náusea.
FORMAS CLÍNICAS
 Difteria nasal: confunde-se com um
resfriado comum, coriza serosanguinolenta
com odor fétido, a respiração pelo nariz torna-
se difícil, por causa da inflamação das mucosas
e as paredes da narina ficam forradas pela
pseudomembrana amarelada.
 Difteria faríngea: é a que mais acomete a
população. Inicia-se com febre alta, mal-estar
geral, palidez, pulso acelerado, dor de garganta.
Dependendo da localização da pseudomembrana (membrana com coloração amarelada formada
por células mortas, glóbulos brancos e bacilos vivos ou mortos) a difteria pode assumir as seguintes
formas clínicas que podem variar o quadro clínico:
FORMAS CLÍNICAS
 Difteria laringotraqueal: quando a
pseudomembrana se desenvolve mais na
mucosa da laringe ou da traquéia, ocorre os
sintomas de disfonia (rouquidão), tosse seca
ou rouca, dispnéia, cianose, cansaço intenso,
respiração ruidosa, pulso afilado, sudorese,
dor torácica e abdominal no ato de respirar.
 Difteria maligna: a toxemia é bastante
acentuada sendo classificada como
hipertóxica. Nesse quadro a toxemia é
extrema, palidez intensa, pulso fino e rápido,
aumento dos linfonódios cervicais, presença
de edema (facies taurina ou proconsular),
instalando rapidamente a cianose e o choque
toxêmico, seguindo-se do coma e óbito. Na
difteria maligna o prognóstico e gravíssimo.
FORMAS CLÍNICAS
 Cutânea – apresenta-se sob a forma de úlcera arredondada, com exsudato fibrinopurulento e
bordas bem demarcadas, que, embora profunda, não alcança o tecido celular subcutâneo.
TRATAMENTO
 Tratamento específico
A medida terapêutica na difteria é a
administração do soro antidiftérico (SAD), que
deve ser feito em unidade hospitalar e cuja
finalidade é inativar a toxina circulante o mais
rapidamente possível e possibilitar a circulação de
excesso de anticorpos, em quantidade suficiente
para neutralizar a toxina produzida pelos bacilos.
 Tratamento sintomático
O tratamento geral ou de suporte consiste em
repouso no leito, manutenção do equilíbrio
hidroeletrolítico, dieta leve, nebulização ou
vaporização. Proceder a aspiração das secreções
com frequência. Não havendo aceitação dos
alimentos e dos líquidos por via oral, deve-se
administrá-los por sonda nasogástrica. A Carnitina
(ate 5 dias do inicio da doença) tem sido indicada
para prevenir formas graves de miocardite.
PREVENÇÃO
• A melhor forma de prevenir a difteria é com a vacinação, que pode ser a tríplice bacteriana ou
a pentavalente.
• A vacina tríplice bacteriana clássica (difteria, tétano e pertussis acelular), está indicada para
crianças com até sete anos de idade. Após essa data é utilizada a vacina de dTpa (tríplice
bacteriana acelular do tipo adulto).
• Há também a vacina pentavalente, indicada para imunização ativa de crianças a partir de dois
meses de idade contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por
Haemophilus influenzae tipo b.
REFERÊNCIAS
1. https://www.bio.fiocruz.br/index.php/difteria-sintomas-transmissao-e-prevencao
2. http://drauziovarella.com.br/crianca-2/difteria/
3. FARIA, Marcilia de Araújo Medrado et al . Estudo epidemiológico de difteria na região da
Grande São Paulo, 1969. Rev. Saúde Pública, São Paulo , v. 5, n. 2, p. 213-220, dez. 1971 .
Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
89101971000200004&lng=pt&nrm=iso>. acessos
em 20 abr. 2015. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101971000200004.
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Difteria

  • 1. DIFTERIA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE ENFERMAGEM Discente: Ana Caroline Batista Francisca Noronha Heilla Monteiro Ingrid Cordeiro Isabela Mesquita Jonathan Sampaio Belém/PA 2015
  • 2. DIFTERIA • Popularmente conhecida como “crupe”, é uma doença infectocontagiosa provocada por uma bactéria chamada de Corynebacterium diphtheriae e que pode acometer tanto a pele como as amídalas, a faringe, a laringe, o nariz e diversas mucosas.
  • 3. FISIOPATOLOGIA • O bacilo penetra no organismo através do trato respiratório. • Toxina diftérica é liberada, que entra rapidamente na corrente sanguínea. • A toxina produzida leva à necrose tissular local gerando um processo inflamatório. • Origem a uma membrana aderente chamada de pseudomembrana. • Dependendo da quantidade de toxinas diftéricas que é absorvida por via hematogênica.
  • 4. EPIDEMIOLOGIA É uma doença infecciosa de importância nos países do Terceiro Mundo, sendo rara quando coberturas vacinais homogêneas são obtidas em mais de 80% da população. É mais frequente a ocorrência da doença em áreas com baixas condições socioeconômicas e sanitárias, onde a aglomeração de pessoas é maior. Comumente, estas áreas apresentam baixa cobertura vacinal e, portanto, não é obtido impacto no controle da transmissão da doença. NO BRASIL: • Decréscimo de número de casos notificados e confirmado: Decorrência da vacina com DTP; Registros de casos isolados e surtos pontuais.
  • 5. 0,5 0,5 0,4 0,4 80 0,3 0,2 0,2 0,1 0,1 0,0 CoberturaVacinal Coeficiente de Incidência/100.000 hab. Cobertura vacinal Coef.deIncidência Coeficiente de Incidência por Difteria e Cobertura Vacinal com (DTP e DT+HIB). Brasil, 1990 a 2012* Fonte:CGDT/DEVEPVS/MS Sinan/ CGPNI/DEVEP/SVS/MS População: IBGE/DATASUS
  • 6. TRASMISSÃO A transmissão se dá pelo contato direto de pessoa doente ou portadores com pessoa susceptível, através de gotículas de secreção respiratória, eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. A transmissão por fômites é pouco freqüente, mas pode ocorrer.
  • 7. SINTOMAS • Placas pseudomembranosas, acinzentadas e firmes nas amídalas; •Mal-estar; •Dor de garganta; • Febre; •Corrimento nasal; • Gânglios linfáticos inflamados e manchas avermelhadas na pele; • Edema de pescoço; •Dificuldade e dor ao engolir; •Dor de cabeça; •Náusea.
  • 8. FORMAS CLÍNICAS  Difteria nasal: confunde-se com um resfriado comum, coriza serosanguinolenta com odor fétido, a respiração pelo nariz torna- se difícil, por causa da inflamação das mucosas e as paredes da narina ficam forradas pela pseudomembrana amarelada.  Difteria faríngea: é a que mais acomete a população. Inicia-se com febre alta, mal-estar geral, palidez, pulso acelerado, dor de garganta. Dependendo da localização da pseudomembrana (membrana com coloração amarelada formada por células mortas, glóbulos brancos e bacilos vivos ou mortos) a difteria pode assumir as seguintes formas clínicas que podem variar o quadro clínico:
  • 9. FORMAS CLÍNICAS  Difteria laringotraqueal: quando a pseudomembrana se desenvolve mais na mucosa da laringe ou da traquéia, ocorre os sintomas de disfonia (rouquidão), tosse seca ou rouca, dispnéia, cianose, cansaço intenso, respiração ruidosa, pulso afilado, sudorese, dor torácica e abdominal no ato de respirar.  Difteria maligna: a toxemia é bastante acentuada sendo classificada como hipertóxica. Nesse quadro a toxemia é extrema, palidez intensa, pulso fino e rápido, aumento dos linfonódios cervicais, presença de edema (facies taurina ou proconsular), instalando rapidamente a cianose e o choque toxêmico, seguindo-se do coma e óbito. Na difteria maligna o prognóstico e gravíssimo.
  • 10. FORMAS CLÍNICAS  Cutânea – apresenta-se sob a forma de úlcera arredondada, com exsudato fibrinopurulento e bordas bem demarcadas, que, embora profunda, não alcança o tecido celular subcutâneo.
  • 11. TRATAMENTO  Tratamento específico A medida terapêutica na difteria é a administração do soro antidiftérico (SAD), que deve ser feito em unidade hospitalar e cuja finalidade é inativar a toxina circulante o mais rapidamente possível e possibilitar a circulação de excesso de anticorpos, em quantidade suficiente para neutralizar a toxina produzida pelos bacilos.  Tratamento sintomático O tratamento geral ou de suporte consiste em repouso no leito, manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, dieta leve, nebulização ou vaporização. Proceder a aspiração das secreções com frequência. Não havendo aceitação dos alimentos e dos líquidos por via oral, deve-se administrá-los por sonda nasogástrica. A Carnitina (ate 5 dias do inicio da doença) tem sido indicada para prevenir formas graves de miocardite.
  • 12. PREVENÇÃO • A melhor forma de prevenir a difteria é com a vacinação, que pode ser a tríplice bacteriana ou a pentavalente. • A vacina tríplice bacteriana clássica (difteria, tétano e pertussis acelular), está indicada para crianças com até sete anos de idade. Após essa data é utilizada a vacina de dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto). • Há também a vacina pentavalente, indicada para imunização ativa de crianças a partir de dois meses de idade contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo b.
  • 13. REFERÊNCIAS 1. https://www.bio.fiocruz.br/index.php/difteria-sintomas-transmissao-e-prevencao 2. http://drauziovarella.com.br/crianca-2/difteria/ 3. FARIA, Marcilia de Araújo Medrado et al . Estudo epidemiológico de difteria na região da Grande São Paulo, 1969. Rev. Saúde Pública, São Paulo , v. 5, n. 2, p. 213-220, dez. 1971 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 89101971000200004&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 20 abr. 2015. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89101971000200004.