O documento discute o desenvolvimento do teatro romântico brasileiro, destacando a criação da companhia dramática nacional por João Caetano em 1833 e a colaboração com Martins Pena. O teatro evolui de comédias de costumes para dramas sociais, com autores como Machado de Assis e José de Alencar se destacando na transição para o realismo. Martins Pena é reconhecido como o fundador do teatro de costumes brasileiro, utilizando uma linguagem coloquial e sátiras das contradições morais da sociedade.