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ROMANTISMO
Sarau s.m. 1. Reunião festiva, em casa
particular, clube ou teatro, em que se
passa a noite dançando, jogando,
tocando, etc.
2. Concerto musical de noite. 3. Reunião
de pessoas amantes de letras, para
recitação e audição de trabalhos em prosa
ou em verso. (Novo Dicionário Brasileiro
Melhoramentos - Vol. V - 1969)
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Contexto
histórico
 O Romantismo foi marcado por dois
acontecimentos históricos
importantes: as Revoluções Industrial e
Francesa.
 A burguesia ganhava poder e o
capitalismo se desenvolvia cada vez
mais.
 Fim do absolutismo na Europa e o
início da industrialização (que se
espalhou por toda Europa).
 Tendência que se manifesta nas artes e na
literatura do final do século XVIII até o fim do
século XIX.
 Nasce na Alemanha, na Inglaterra e na Itália,
mas é na França que ganha força e de lá se
espalha pela Europa e pelas Américas.
 Opõe-se ao racionalismo e ao rigor do
neoclassicismo.
 Caracteriza-se por defender a liberdade de
criação e privilegiar a emoção.
 As obras valorizam o individualismo, o
sofrimento amoroso, a religiosidade cristã, a
natureza, os temas nacionais e o passado.
 Tendência impregnada de ideais de liberdade
da Revolução Francesa (1789).
GOYA – Os fuzilamentos de 13 de maio
A Liberdade guiando o povo,
Eugène Delacroix
 O poeta fundamental do romantismo
inglês é Lord Byron (1788-1824).
 Na linha do romance histórico, o principal
nome é o escocês Walter Scott (1771-
1832).
 Na Alemanha, o expoente é Goethe
(1749-1832), autor de Fausto.
 Ludwig van Beethoven
 Carl Maria von Weber
 Franz Schubert
 O apogeu, em meados do século XIX, é
atingido principalmente com Felix
Mendelssohn (1809-1847), autor de
Sonho de uma Noite de Verão.
 No fim do século XIX, o grande romântico
é Richard Wagner (1813-1883), autor das
óperas românticas O Navio Fantasma e
Tristão e Isolda.
 Os dois grandes expoentes do TEATRO
são os poetas e dramaturgos alemães
Goethe e Friedrich von Schiller (1759-
1805).
 Victor Hugo é o grande responsável pela
formulação teórica que leva os ideais
românticos ao teatro.
O general
Napoleão
Em 1808, a Corte portuguesa
transferiu-se para o Brasil.
Esse fato mudou nossa história
e contribuiu para a
independência e a formação
cultural de nosso povo.
Óleo sobre tela de Benedito Calixto de Jesus (1853 - 1927).
D. João VI, rei de Portugal
O Grito do Ipiranga - Pedro Américo
(1888)
Óleo de João Maximiano Mafra, 1854.
Acervo do Museu Paranaense
Princesa Isabel em trajes de
passeio, de Carneiro e Gaspar de
Courtois; óleo sobre tela do século
XIX
 O Romantismo surgiu no Brasil, em
1836, com o lançamento da Revista
Niterói, fundada em Paris por Gonçalves
de Magalhães e seus colegas.
 Indianismo:
poeta Gonçalves Dias, autor de I Juca
Pirama
romancista José de Alencar, com O
Guarani e Iracema
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A novidade da ficção
foi o romance
folhetinesco, que
misturava digressões
ao relato de
acontecimentos, com
humor e crítica
social. Nele tiveram
destaque: Joaquim
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Valorização do nacionalismo, retratando
fatos históricos importantes = formação
de uma identidade nacional.
Os escravos viviam como
domésticos, alugados por seus
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Paço Imperial no Rio de Janeiro
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“Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
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Romantismo.ppt

  • 2. Sarau s.m. 1. Reunião festiva, em casa particular, clube ou teatro, em que se passa a noite dançando, jogando, tocando, etc. 2. Concerto musical de noite. 3. Reunião de pessoas amantes de letras, para recitação e audição de trabalhos em prosa ou em verso. (Novo Dicionário Brasileiro Melhoramentos - Vol. V - 1969)
  • 8.  O Romantismo foi marcado por dois acontecimentos históricos importantes: as Revoluções Industrial e Francesa.  A burguesia ganhava poder e o capitalismo se desenvolvia cada vez mais.  Fim do absolutismo na Europa e o início da industrialização (que se espalhou por toda Europa).
  • 9.  Tendência que se manifesta nas artes e na literatura do final do século XVIII até o fim do século XIX.  Nasce na Alemanha, na Inglaterra e na Itália, mas é na França que ganha força e de lá se espalha pela Europa e pelas Américas.  Opõe-se ao racionalismo e ao rigor do neoclassicismo.  Caracteriza-se por defender a liberdade de criação e privilegiar a emoção.  As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade cristã, a natureza, os temas nacionais e o passado.  Tendência impregnada de ideais de liberdade da Revolução Francesa (1789).
  • 10. GOYA – Os fuzilamentos de 13 de maio
  • 11. A Liberdade guiando o povo, Eugène Delacroix
  • 12.  O poeta fundamental do romantismo inglês é Lord Byron (1788-1824).  Na linha do romance histórico, o principal nome é o escocês Walter Scott (1771- 1832).  Na Alemanha, o expoente é Goethe (1749-1832), autor de Fausto.
  • 13.  Ludwig van Beethoven  Carl Maria von Weber  Franz Schubert  O apogeu, em meados do século XIX, é atingido principalmente com Felix Mendelssohn (1809-1847), autor de Sonho de uma Noite de Verão.  No fim do século XIX, o grande romântico é Richard Wagner (1813-1883), autor das óperas românticas O Navio Fantasma e Tristão e Isolda.
  • 14.  Os dois grandes expoentes do TEATRO são os poetas e dramaturgos alemães Goethe e Friedrich von Schiller (1759- 1805).  Victor Hugo é o grande responsável pela formulação teórica que leva os ideais românticos ao teatro.
  • 16. Em 1808, a Corte portuguesa transferiu-se para o Brasil. Esse fato mudou nossa história e contribuiu para a independência e a formação cultural de nosso povo.
  • 17. Óleo sobre tela de Benedito Calixto de Jesus (1853 - 1927). D. João VI, rei de Portugal
  • 18. O Grito do Ipiranga - Pedro Américo (1888)
  • 19. Óleo de João Maximiano Mafra, 1854. Acervo do Museu Paranaense Princesa Isabel em trajes de passeio, de Carneiro e Gaspar de Courtois; óleo sobre tela do século XIX
  • 20.  O Romantismo surgiu no Brasil, em 1836, com o lançamento da Revista Niterói, fundada em Paris por Gonçalves de Magalhães e seus colegas.  Indianismo: poeta Gonçalves Dias, autor de I Juca Pirama romancista José de Alencar, com O Guarani e Iracema
  • 22. A novidade da ficção foi o romance folhetinesco, que misturava digressões ao relato de acontecimentos, com humor e crítica social. Nele tiveram destaque: Joaquim Manuel de Macedo com A Moreninha
  • 24. Valorização do nacionalismo, retratando fatos históricos importantes = formação de uma identidade nacional.
  • 25. Os escravos viviam como domésticos, alugados por seus senhores ou como escravos de ganho
  • 27. Paço Imperial no Rio de Janeiro
  • 31. “Presa nos elos de uma só cadeia, A multidão faminta cambaleia, E chora e dança ali! Um de raiva delira, outro enlouquece, Outro, que martírios embrutece, Cantando, geme e ri! No entanto o capitão manda a manobra, E após fitando o céu que se desdobra, Tão puro sobre o mar, Diz do fumo entre os densos nevoeiros: "Vibrai rijo o chicote, marinheiros! Fazei-os mais dançar!..." E ri-se a orquestra irônica, estridente. . . E da ronda fantástica a serpente Faz doudas espirais... Qual um sonho dantesco as sombras voam!... Gritos, ais, maldições, preces ressoam! E ri-se Satanás!... ” Navio Negreiro de Castro Alves
  • 32. Não devemos ser escravos de um padrão, de uma época, de um costume. Aprendendo a pensar por nós mesmos, experimentamos a liberdade. (Luiz Márcio M. Martins)