SlideShare uma empresa Scribd logo
HIGIENE E SEGURANÇA NO
TRABALHO
Formador: Drº Gelson Pedro Félix
Email gelsonfelix@hotmail.com
936701188 912748312
1.Intrudução
A Empresa sempre teve associada a vertente humana, nem
sempre tratada como sua componente preponderante.
Até meados do século 20, as condições de trabalho nunca
foram levadas em conta, sendo sim importante a
produtividade, mesmo que tal implicasse riscos de doença
ou mesmo à morte dos trabalhadores.
Para tal contribuíam dois factores :
 Mentalidade em que o valor da vida
humana era pouco mais que desprezível
 Total ausência por parte dos Estados de leis que
protegessem o trabalhador.
1.Intrudução
Atualmente em Angola existe a legislação que permite
uma protecção eficaz de quem integra actividades industriais,
ou outras , devendo a sua aplicação ser entendida como o
melhor meio de beneficiar simultaneamente as empresas e
os trabalhadores na salvaguarda dos aspectos relacionados
com as condições ambientais e de segurança de cada posto
de trabalho.
1.Intrudução
2. Definições
 Segundo a O. M.S. - Organização Mundial de Saúde, a
verificação de condições de Higiene e Segurança consiste "num
estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a
ausência de doença e enfermidade ".
 A higiene do trabalho propõe-se combater, dum ponto de vista
não médico, as doenças profissionais, identificando os factores que
podem afectar o ambiente do trabalho e o trabalhador, visando eliminar
ou reduzir os riscos profissionais (condições inseguras de trabalho
que podem afectar a saúde, segurança e bem estar do
trabalhador).
 A segurança do trabalho propõe-se combater, também dum
ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, quer eliminando
as condições inseguras do ambiente, (quer educando os
trabalhadores a utilizarem medidas preventivas ).
2. Definições
2.1.Acidente de trabalho
 Acidente - Se procurarmos num dicionário poderemos
encontrar a acontecimento imprevisto , casual , que
resulta em ferimento , dano , estrago , prejuízo , avaria ,
ruína , etc. ..”
Nota :Os acidentes, em geral, são o resultado de uma combinação de
factores, entre os quais se destacam as falhas humanas e falhas materiais. vale a
pena lembrar que os acidentes não escolhem hora nem lugar. Podem acontecer em
casa, no ambiente de trabalho e nas inúmeras locomoções que fazemos de um lado
para o outro, para cumprir nossas obrigações diárias.
O que diz a lei
2.1.Acidente de trabalho
Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do
trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal
ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou
redução da capacidade para o trabalho, permanente ou
temporária...”
Regime jurídico dos acidentes de trabalho
e doenças Profissionais
( Decreto n° 53/05, de 15 de agosto )
2.1.Acidente de trabalho
 Lesão corporal é qualquer dano produzido no corpo
humano, seja ele leve, como, por exemplo, um corte no dedo, ou
grave, como a perda de um membro.
 Perturbação funcional é o prejuízo do funcionamento de
qualquer órgão ou sentido. Por exemplo, a perda da visão,
provocada por uma pancada na cabeça, caracteriza uma
perturbação funcional..
A incapacidade temporária - é a perda da capacidade para o
trabalho por um período limitado de tempo, após o qual o
trabalhador retorna às suas actividades normais.
2.1.Acidente de trabalho
A incapacidade parcial e
permanente
é a diminuição, por toda vida, da
capacidade física total para o
trabalho
NOTA : É o que acontece, por exemplo, quando ocorre a perda de um
dedo ou de uma vista incapacidade total e permanente é a invalidez
incurável para o trabalho.
Em geral a actividade produtiva encerra um conjunto de riscos e de
condições de trabalho desfavoráveis em resultado da especificidades
próprias de alguns processos ou operações , pelo que o seu
tratamento quanto a Higiene e Segurança costuma ser cuidado com
atenção.
3. Factores relacionados aos acidentes de trabalho
 Negligência
 Desatenção
4. Objectivos da higiene do trabalho
 Reduzir a exposição média
e de longo prazo, uma vez
que nem sempre se podem
eliminar totalmente os riscos
do ambiente de trabalho.
 Máquinas e ferramentas
 Condições de organização (Lay-Out mal feito,
armazenamento perigoso, falta de Equipamento de
Protecção Individual - E.P.I.)
 Condições de ambiente físico, (iluminação, calor, frio,
poeiras, ruído)
5.Acidentes devido a condições perigosas
Falta de cumprimento de ordens (não usar E.P.I.)
Ligado à natureza do trabalho (erros na armazenagem)
Nos métodos de trabalho (trabalhar a ritmo anormal,
manobrar empilhadores , distracções, brincadeiras)
5.1. Acidentes devido a acções perigosos
Foi necessário muito tempo para que se
reconhecesse até que ponto as condições de trabalho e a
produtividade se encontram ligadas.
Numa primeira fase, houve a percepção da incidência
económica dos acidentes de trabalho onde só eram
considerados inicialmente os custos directos (assistência
médica e indemnizações) , e só mais tarde se
consideraram as doenças profissionais.
6.Perdas de produtividade e qualidade
Doenças profissionais : são aquelas que são adquiridas na sequência do
exercício do trabalho em si
Na actividade corrente de uma empresa ,
compreendeu-se que os custos indirectos dos acidentes de
trabalho são bem mais importantes que os custos directos ,
através de factores de perda como os seguintes :
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
 Perda de horas de trabalho pela vítima
 Perda de horas de trabalho pelas testemunhas e
Responsáveis
 Perda de horas de trabalho pelas pessoas encarregadas
do inquéritos
 Interrupções da produção,
 Danos materiais,
 Atraso na execução do trabalho,
 Diminuição do rendimento durante a substituição
 A retoma de trabalho pela vítima
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
Nota : Estas perdas podem ser muito elevadas , podendo mesmo representar
quatro vezes os custos directos do acidente de trabalho.
A diminuição de produtividade e o aumento do número de
peças defeituosas e dos desperdícios de material
imputáveis à fadiga provocada por horários de trabalho
excessivos e por más condições de trabalho,
nomeadamente no que se refere à iluminação e à ventilação,
demonstraram que o corpo humano, apesar da sua
imensa capacidade de adaptação, tem um rendimento
muito maior quando o trabalho decorre em condições
óptimas.
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
Com efeito, existem muitos casos em que é
possível aumentar a produtividade simplesmente com a
melhoria das condições de trabalho.
De uma forma geral, a Gestão das Empresas não
explora suficientemente a melhoria das condições de
higiene e a segurança do trabalho nem mesmo a ergonomia
dos postos de trabalho como forma de aumentar a
Produtividade e a Qualidade .
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
As condições de trabalho e as regras de
segurança e Higiene correspondentes , constituem
um factor da maior importância para a melhoria de
desempenho das Empresas , através do
aumento da sua produtividade obtida em condições
de menor absentismo e sinistralidade
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
Por parte dos trabalhadores de uma Empresa , o
Emprego não deve representar somente o trabalho que se
realiza num dado local para auferir um ordenado, mas
também uma oportunidade para a sua valorização pessoal e
profissional , para o que contribuem em mito as boas
condições do seu posto de trabalho.
Querendo evitar a curto prazo um desperdício de
recursos humanos e monetários e a longo prazo garantir a
competitividade da Empresa , deverá prestar-se maior
atenção às condições de trabalho e ao grau de satisfação
dos seus colaboradores , reconhecendo-se que, uma
Empresa desempenha não só uma função técnica e
económica mas também um importante papel social.
6.1. as perdas de produtividade e qualidade
A Prevenção é certamente o melhor processo de
reduzir ou eliminar as possibilidades de ocorrerem
problemas de segurança com o Trabalhador .
A prevenção consiste na adopção de um conjunto de
medidas de protecção, na previsão de que a
segurança física do operador possa ser colocada
em risco durante a realização do seu trabalho .
7. segurança do posto de trabalho
Como princípios de prevenção na área da Higiene e
Segurança industrial , poderemos apresentar os seguintes :
1. Tal como se verifica no domínio da segurança, a
prevenção mais eficaz em matéria de higiene industrial
exerce-se, também, no momento da concepção do edifício,
das instalações e dos processos de trabalho, pois todo o
melhoramento ou alteração posterior já não terá a eficácia
desejada para proteger a saúde dos trabalhadores e será
certamente muito mais dispendiosa.
7. segurança do posto de trabalho
2. As operações perigosas (as que originam a poluição do
meio ambiente ou causam ruído ou vibrações) e as
substâncias nocivas, susceptíveis de contaminar a
atmosfera do local de trabalho, devem ser substituídas por
operações e substâncias inofensivas ou menos nocivas.
3. Quando se torna impossível instalar um equipamento
de segurança colectivo, é necessário recorrer a medidas
complementares de organização do trabalho, que, em
certos casos, podem comportar a redução dos tempos de
exposição ao risco.
7. segurança do posto de trabalho
4. Quando as medidas técnicas coletivas e as medidas
administrativas não são suficientes para reduzir a
exposição a um nível aceitável, deverá fornecer-se aos
trabalhadores um equipamento de proteção individual (EPI)
apropriado.
5. Salvo casos excepcionais ou específicos de trabalho,
não deve considerar-se o equipamento de proteção
individual como o método de segurança fundamental, não
só por razões fisiológicas mas também por princípio, porque
o trabalhador pode, por diversas razões, deixar de utilizar o
seu equipamento
7. segurança do posto de trabalho
 Um qualquer posto de trabalho representa o ponto onde se
juntam os diversos meios de produção ( Homem , Máquina ,
Energia , Matéria-prima , etc) que irão dar origem a uma
operação de transformação , daí resultando um produto ou um
serviço .
Os principais aspectos a levar em contas num diagnóstico das
condições de segurança (ou de risco) de um Posto de
Trabalho , podem ser avaliados pelas seguintes questões:
8. Avaliação do posto de trabalho
Local de trabalho
Tem acesso fácil e rápido ?
 É bem iluminado ?
 É suficientemente afastado dos
outros postos de Trabalho ?
Movimentação de carga
As cargas a movimentar são grandes ou
pesadas ?
Existem e estão disponíveis equipamento
de transporte auxiliar ?
Existem passagens e corredores com
largura compatível?
Existem marcações no solo delimitando
zonas de movimentação?
Posições de Trabalho
Operador trabalha de pé muito tempo ?
O Operador gira ou baixa-se
frequentemente ?
O operador tem que e afastar para dar
passagem a máquinas ou outros
operadores ?
A altura e a posição da máquina é
adequada ?
Condições psicologicas do Trabalho
O trabalho é em turnos ou normal ?
O Operador realiza muitas Horas
extras ?
É exigida muita concentração
dados os riscos da operação ?
Maquina
Engrenagens e partes móveis
estão protegidas ?
Estão devidamente identificados
os dispositivos de segurança ?
A formação do Operador é
suficiente ?
Ruido e vibrações
No PT sentem-se vibrações ou
ruído intenso ?

 Existem dispositivos que
minimizem vibrações e ruído ?
Iluminação ( local de trabalho )
A iluminação é natural ?
Está bem orientada
relativamente ao PT ?
Riscos Quimicos
 O ar circundante tem Poeiras ou
fumos ?
 Existe algum cheiro persistente ?
 Existem ventilação ou exaustão de
ar do local?
 Os produtos químicos estão bem
embalados?
 Os produtos químicos estão bem
identificados?
 Existem resíduos de produtos no
chão no PT ?
Riscos Biologicos
Há contacto directo com
animais ?
À contacto com sangue
ou resíduos animais?
Existem meios de
desinfecção no PT ?
Pessoal de Socorro
Existe alguém com formação
em primeiros socorros ?
Os números de alerta estão
visíveis e actualizados ?
Existem caixas de primeiros
socorros e Macas ?
Com a redução dos acidentes poderão ser eliminados
problemas que afectam o homem e a produção.
Para que isso aconteça, é necessário que tanto os
empresários (que têm por obrigação fornecer um local de
trabalho com boas condições de segurança e higiene,
maquinaria segura e equipamentos adequados) como os
trabalhadores (aos quais cabe a responsabilidade de
desempenhar o seu dever com menor perigo possível
para si e para os companheiros) estejam comprometidos
com uma mentalidade de Prevenção de Acidentes
9.Segurança de Máquinas
 Muitos processos produtivos
dependem da utilização de
máquinas , pelo que é importante
a existência e o cumprimento dos
requisitos de segurança em
máquinas industriais ou a sua
implementação no terreno de
modo a garantir a maior
segurança aos operadores.
Conceito de Máquina : Todo o equipamento, (inclusive
acessórios e equipamentos de segurança), com
movimento, (engrenagens), e com fonte de energia
que não a humana .
 Os Requisitos de segurança de uma máquina podem ser
identificados , nomeadamente o que diz respeito ao seu acionamento
a partir de Comandos:
 comando de arranque: a máquina só entra em funcionamento
quando se acciona este comando, não devendo arrancar sozinho
quando volta a corrente
 O comando de paragem: deve sempre sobrepor-se ao comando de
arranque
 Stop de emergência: corta a energia, pode ter um aspecto de barra
botão ou cabo
Nota.Devem estar visíveis e acessíveis a partir do posto de trabalho normal , e devidamente
identificados em português ou simbolos
9.Segurança de Máquinas
9.1.Conceito de “componentes de segurança
 Componente que não seja um
intermutável, que o fabricante ou
o seu mandatário estabelecido na
Comunidade coloque no mercado
com o objetivo de assegurar,
através da sua utilização, uma
função de segurança, e cuja
avaria ou mau funcionamento
ponha em causa a segurança ou
a saúde das pessoas expostas.
 Exigências essenciais de Segurança e de Saúde,
relativas à concepção e ao fabrico de máquinas.
De acordo com as diferentes Diretivas as Máquinas,
devem ter descritas as especificações técnicas a respeitar
pelo fabricante, desde a fase de concepção e fabrico da
máquina, tendo como objetivo a garantia da segurança e
da saúde das pessoas expostas durante o seu tempo de
vida útil (instalação, utilização, manutenção e
desmantelamento.
9.1.Componente de segurança
O fabricante tem a obrigação de determinar todos os riscos
aplicáveis à máquina e, seguidamente, concebê-la e construí-
la tendo em conta a análise efetuada.
9.1. componente de seguranaça
9.2.1.Dispositivos de proteção
 Protetores Fixos: os
mais vulgarmente
utilizados são as
guardas. São
estruturas metálicas
aparafusadas à
estrutura da máquina
e devem impedir o
acesso aos órgãos de
transmissão.
 Protetores Móveis: neste
caso as guardas são fixadas
à estrutura por dobradiças
ou calhas o que as torna
amovíveis. A abertura da
protecção deve levar à
paragem automática do
movimento perigoso, (pode-se
recorrer a um sistema de
encravamento eléctrico).
9.2.2.Dispositivos de proteção
 Distâncias de Segurança:
Define-se distância de
segurança, a distância
necessária que impeça que
os membros superiores
alcancem zonas perigosas do
equipamento .
10. Redução dos riscos de acidente
Como já vimos, os acidentes são evitados com a
aplicação de medidas específicas de segurança,
seleccionadas de forma a estabelecer maior eficácia na
prevenção da segurança .
As prioridades são:
10. Redução dos riscos de acidente
Eliminação do risco :
significa torná-lo
definitivamente inexistente.
(exemplo:
uma escada com piso
escorregadio apresenta um
sério risco de acidente,
Esse risco poderá ser
eliminado com um piso
antiderrapante).
Neutralização do risco :
o risco existe, mas está controlado.
Esta opção é utilizada na
impossibilidade temporária ou
definitiva da eliminação de um risco.
(exemplo: as partes móveis de uma
máquina como polias, engrenagens,
correias etc.
Devem ser neutralizadas com
anteparos de protecção , uma vez
que essas peças das máquinas não
podem ser simplesmente eliminadas.
Sinalização do risco :é a medida que deve ser tomada
quando não for possível eliminar ou isolar o risco.
(exemplo: máquinas em manutenção devem ser
sinalizadas com placas de advertência; locais onde é
proibido fumar devem ser devidamente sinalizados
10. Redução dos riscos de acidente
As medidas de protecção colectiva, através dos
equipamentos de protecção colectiva (EPC), devem ter
prioridade, conforme determina a legislação .
uma vez que beneficiam todos os trabalhadores,
indistintamente
Os EPCs devem ser mantidos nas condições que os
especialistas em segurança estabelecerem, devendo ser
reparados sempre que apresentarem qualquer deficiência
11.Protecção coletiva e individual ( EPCS EPIS)
11.Protecção coletiva e individual ( EPCS EPIS)
 sistema de exaustão que
elimina gases, vapores ou
poeiras contaminantes do local
de trabalho;
 enclausuramento de máquina
ruidosa para livrar o ambiente
do ruído excessivo;
 cabo de segurança para
conter equipamentos
suspensos sujeitos a esforços,
caso venham a se desprender.
 Sinalização
 Corrimao
 Guarda corpos
 Cones
 Serene de alarme de incendio
Vejamos alguns exemplos de aplicação de EPCs
EPI : são ferramentas de trabalho que visam proteger a
saúde do trabalhador
Quando não for possível adoptar medidas de segurança de
ordem geral, para garantir a protecção contra os riscos
de acidentes e doenças profissionais, devem-se utilizar
os equipamentos de protecção individual, conhecidos
pela sigla
11.1.Proteção individual ( EPIs)
 São considerados equipamentos de protecção
individual todos os dispositivos de uso pessoal
destinados a proteger a integridade física e a saúde do
trabalhador
Os EPIs não evitam os acidentes, como acontece
de forma eficaz com a protecção colectiva. Apenas
diminuem ou evitam lesões que podem decorrer de
acidentes.
11.1.Proteção individual ( EPIs)
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Cabeça e crânio: capacete
de segurança contra
impactos, perfurações, ação
dos agentes meteorológicos
etc.
• Existem EPIs para proteção de praticamente todas as
partes do corpo.
• Veja alguns exemplos:
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Olhos: óculos contra
impactos, que evita a cegueira
total ou parcial e a
conjuntivite. E utilizado em
trabalhos onde existe o risco
de impacto de estilhaços e
limalhas .
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Vias respiratórias: protector
respiratório, que previne problemas
pulmonares e das vias respiratórias,
e deve ser utilizado em ambientes
com poeiras, gases, vapores ou
fumos nocivos.
• Mascaras simples para po e
mascaras de filtro para pinturas
diluentes
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Face: máscara de solda, que
protege contra impactos de
partículas, respingos de
produtos químicos, radiação
(infravermelha e ultravioleta)
e ofuscamento.
• Viseira ou protector facial
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Ouvidos: Auriculares,
que previne a surdez, o
cansaço, a irritação e
outros problemas
psicológicos. Deve ser
usada sempre que o
ambiente apresentar
níveis de ruído superiores
aos aceitáveis, de acordo
com a norma
regulamentadora
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Mãos e braços: luvas,
que evitam problemas de
pele, choque eléctrico,
queimaduras, cortes e
raspões e devem ser
usadas em trabalhos com
solda eléctrica, produtos
químicos, materiais
cortantes, ásperos,
pesados e quentes.
•
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Pernas e pés: botas de
borracha, que proporcionam
isolamento contra
electricidade e humidade.
Devem ser utilizadas em
ambientes húmidos e em
trabalhos que exigem
contacto com produtos
químicos.
• Botas com biqueira de aço
e de Burrachas.
11.1. Protecção individual ( EPI)
• Tronco: aventais de couro,
que protegem de impactos,
gotas de produtos
químicos, choque eléctrico,
queimaduras e cortes.
Devem ser usados em
trabalhos de soldagem
eléctrica, oxiacetilénica,
corte a quente
• Aventais
A lei determina que os EPIs sejam aprovados pelo
Ministério do Trabalho, mediante certificados de
aprovação (CA). As empresas devem fornecer os EPIs
gratuitamente aos trabalhadores que deles necessitarem.
A lei estabelece também que é obrigação dos empregados
usar os equipamentos de protecção individual onde houver
risco, assim como os demais meios destinados a sua
segurança.
O que diz a lei sobre EPC e EPI
• A legislação trabalhista prevê que:
• É obrigação do empregador
 fornecer os EPI adequados ao
trabalho, devidamente higienizados
 instruir e treinar quanto ao usodos
EPI
 fiscalizar e exigir o uso dos EPI
 repor os EPI danificados
Responsabilidades
É obrigação do Trabalhador
• usar e conservar os EPI
Responsabilidades
No interior e exterior das instalações da Empresa , devem existir
formas de aviso e informação rápida , que possam auxiliar os
elementos da Empresa a actuar em conformidade com os
procedimentos de segurança .
Com este objectivo , existe um conjunto de símbolos e sinais
especificamente criados para garantir a fácil compreensão dos riscos ou
dos procedimentos a cumprir nas diversas situações laborais que podem
ocorrer no interior de uma empresa ou em lugares públicos .
Em seguida dão-se alguns exemplos do tipo de sinalização existente
e a ser aplicada nas Empresas
12. sinalização de segurança
Indicam situações de risco
potencial de acordo com o
pictograma inserido no sinal.
São utilizados em
instalação, acessos,
aparelhos, instruções e
procedimentos, etc..
Têm forma triangular, o
contorno e pictograma a preto e
o fundo amarelo.
Sinais de Perigo
Indicam comportamentos
proibidos de acordo com o
pictograma inserido no sinal.
São utilizados em
instalação, acessos ,
aparelhos, instruções e
procedimentos, etc.. Têm
forma circular, o contorno
vermelho, pictograma a preto
e o fundo branco.
Sinais de Proibição
Indicam comportamentos
obrigatórios de acordo
com o pictograma
inserido no sinal.
São utilizados em
instalação, acessos,
aparelhos, instruções e
procedimentos, etc.. Têm
forma circular, fundo azul
e pictograma a branco.
Sinais de Obrigação
Fornecem informações
de salvamento de acordo
com o pictograma inserido
no sinal.
São utilizados em
instalação, acessos e
equipamentos, etc.. Têm
forma rectangular, fundo
verde e pictograma a branco.
Sinais de Emergência
13. Agentes de riscos ambientais
 Via respiratória :essa é a principal porta de entrada
dos agentes químicos, porque respiramos
continuadamente, e tudo o que está no ar acaba por
passar nos pulmões.
 Via digestiva: se o trabalhador comer ou beber algo
com as mãos sujas, ou que ficaram muito tempo
expostas a produtos químicos, parte das substâncias
químicas serão ingeridas com o alimento, atingindo o
estômago e podendo provocar sérios riscos à saúde.
13.1. Principais vias de entrada de contaminação aos agentes
ambientais
 Epiderme : essa via de penetração é a mais difícil, mas se
o trabalhador estiver desprotegido e tiver contacto com
substâncias químicas, havendo deposição no corpo,
serão absorvidas pela pele.
 Via ocular :alguns produtos químicos que permanecem no
ar causam irritação nos olhos e conjuntivite, o que
mostra que a penetração dos agentes químicos pode
ocorrer também pela vista
Os efeitos no organismo, vão pois depender da dose
absorvida e da quantidade de tempo de exposição a essa
dose.
Assim, os graus de Intoxicação com produtos Químicos
podem ser classificadas em :
 Intoxicação Aguda , corresponde a uma absorção rápida num
curto período de tempo (geralmente ocorrem em situações de
acidente).
 Intoxicação Crónica , absorção de pequenas doses em certos
períodos de tempo (ocorrem no local de trabalho, num turno ou em
parte dele).
Riscos ergonómicos
Verifica-se que algumas vezes que os postos de trabalho
não estão bem adaptados ás características do operador ,
quer quanto à posição da máquina com que trabalha,
quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e
materiais que utiliza nas suas funções .
• Para estudar as
implicações destes
problemas existe uma
ciência que avalia as
condições de trabalho do
operador , quanto ao
esforço que o mesmo
realiza para executar as
suas tarefas .
Riscos ergonómicos
 Ergonomia é a ciência que
procura alcançar o ajustamento
mútuo ideal entre o homem e o
seu ambiente de trabalho.
• Segundo um conceito
Ergonómico A execução de
tarefas deve ser feita com o
mínimo de consumo energético
de modo a sobrar "atenção"
para o controlo das tarefas e
dos produtos , assim como
para a protecção do próprio
trabalhador .
Riscos ergonómicos
 Exemplo
Um dos aspectos mais curiosos da Ergonomia está
relacionado com a indústria automóvel em que muitas
vezes o dimensionamento do habitáculo do condutor, varia
consoante o país onde o veículo é comercializado. Entretanto,
se não existir esse ajuste, teremos a presença de
agentes ergonómicos que causam doenças e lesões no
trabalhador.
Os agentes ergonómicos presentes nos ambientes de
trabalho estão relacionados com:
 exigência de esforço físico intenso,
 levantamento e transporte manual de pesos,
 postura inadequada no exercício das actividades,
 exigências rigorosas de produtividade,
 períodos de trabalho prolongados ou em turnos,
 actividades monótonas ou repetitivas
Medidas de prevenção
 Rotação do Pessoal
 Intervalos mais frequentes
 Exercícios compensatórios frequentes para trabalhos
repetitivos;
 Exames médicos periódicos
 Evitar esforços superiores a 50 kg para homens e 25 kg
para mulheres
 Postura correcta sentado, em pé, ou carregando e
levantando pesos
Outros factores de risco ergonómico podem ser
encontrados em circunstâncias aparentemente impensáveis ,
como :
 falhas de projecto de máquinas,
 equipamentos, ferramentas, veículos e prédios;
 deficiências de layout ;
 iluminação excessiva ou deficiente;
A ergonomia é assim uma forma de adaptar o meio
envolvente ás dimensões e capacidades humanas onde
máquinas, dispositivos, utensílios e o ambiente físico sejam
utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficácia.
A análise e intervenção ergonómica traduz-se em:
 Melhores condições de trabalho
 Menores riscos de incidente e acidente
 Menores custos humanos
 Formação com o objectivo de prevenir
 Maior produtividade
 Optimizar o sistema homem / máquina
Algumas medidas da Ergonomia
 Corpo em Movimento – Tornar os movimentos compatíveis
com a acção. Reduzir o esforço de músculos e Tendões.
 Precisão de movimentos – Ter em atenção a sua
amplitude, posição e quais os membros a utilizar.
 Rapidez dos movimentos – Salientar sinais visuais ou
auditivos.
 Esforço estático – Uma cadeira deve fornecer vários pontos de
apoio no corpo humano. Altura do assento regulável. A cadeira
deve ter 5 apoios no chão. Deve ter apoio para os pés sempre
que necessário, etc...
 Rampas e Escadas – Para rampas a inclinação deve ser entre 0 e 20
º. Para escadas a inclinação deve ser entre 20 e 50º. Altura
mínima do degrau entre 13 e 20 Cm. Largura mínima do degrau é de
51 Cm. Etc...
 Portas e Tectos – Altura mínima de uma porta é de 200 Cm. Altura
mínima de um tecto é de 200 Cm. Corredor com passagem para 3
pessoas deve ter largura mínima de 152 Cm.
14.Prevenção e combate a incêndios
 Definição:
Fogo é reacção química com desprendimento de luz e calor
O que é necessário para que haja fogo?
A união de três elementos básicos:
Material combustível, Calor e Comburente.
14.Prevenção e combate a incêndios
 Métodos de extinção de incêndio
 Abafamento
 Arrefecimento
 Eliminação do combustível
14.Prevenção e combate a incêndios
Classes de incêndio
1ª Queima na superfície e em
profundidade
2ª- Queima deixando resíduos
ou cinzas
incêndio classe A - características:
1ª - Queima somente na
superfície e não queima em
profundidade.
Incêndio classe B - características:
Gases – exemplo: butano,
propano, gás natural,
Maquinas energizadas
etc.
Incêndio classe C - características
Metais: Estes metais não são
encontrados em escritórios e
oficinas.
Incêndio Classe D - características
Encontram-se em indústrias
automóveis e pirotécnicas,
por exemplo:
Raspa de zinco,
limalhas de magnésio
Define extintor como:
“Um aparelho que contém um agente
extintor que pode ser projectado e
dirigido sobre um fogo por acção de
uma pressão interna”.
Classificação dos extintores
 Classificação quanto ao
extintor
 Agente extintor
 Eficácia
 Classificação quanto ao
Agente Extintor
 Água
 Espuma
 Dióxido de Carbono
(CO2)
 Pó químico
 Halon (actualmente está
proibida a produção e
comercialização)
Classificação quanto a sua
mobilidade
 .
Extintor de Água
Extintor de incêndios
.
Extintor de Dióxido de carbónico
(CO2)
Extintor de Pó químico seco
(PQS)
Extintor de Espuma Química
Identificação dos extintores
Cor: Em Angola a cor do corpo dos extintores é
obrigatoriamente encarnada.
Inscrições (rótulo): Deve ter inscrições em língua
portuguesa, colocados de forma visível.
 Combater o fogo o mais rapidamente
possível
 Utilizar o extintor adequado à classe de
fogo em presença.
Actuação com Extintores
Sendo os extintores considerados
como meios de primeira
intervenção, é indispensável ter em
atenção os seguintes pontos:
 Actuar com o extintor com o
vento pelas costas
Actuação com Extintores
 Só accionar o extintor na face
ao sinistro
 A aproximação ao fogo tem que
ser progressiva
 Não avançar sem estar seguro
de que o fogo não o encurralará
pelas costas
Actuação com Extintores
Manutenção dos extintor
Nota : Os extintores que são retirados para revisão devem ser Substituídos por
outros do mesmo agente e capacidade.
Utilidade:
 Estar bem colocado
 Estar visível e de fácil acesso
 Ser apropriado para o combate à classe de fogo
 O operador deve estar bem treinado
 Estar em perfeito estado de conservação
Conclusão
Verificar pelos menos uma vez por mês:
 Se o extintor está em local próprio
 Se o seu acesso está desobstruído
 Se o rótulo está visível
 O estado operacional do extintor
 Um extintor serve apenas paruma única utilização
Conclusão
Na decada de 70, na Italia, foi introduzida uma nova metodologia
para mapear os riscos ambientais de cada local.
visando controla-los e, ao mesmo tempo, informar o trabalhadores
de todos os niveis hierarquicos sobre os riscos expostos durante a
jornada.
O principio basico dessa nova metodologia e de inspecionar a
fabrica, incorporar a visao de seus funcionarios sobre os riscos
ambientais de cada local de producao, incentivando-os a participar
como agentes do processo de diagnostico e prevencao de
acidentes.
15.Mapa de Riscos
O que é Mapa de Riscos: é uma representação referente
aos riscos presentes no ambiente de trabalho.
15.Mapa de Riscos
De acordo com a Organizacao Internacional do Trabalho
(OIT), saude ocupacional “e o completo bem estar fisico,
mental e social” do trabalhador.
15.1.1.Critérios para Elaboração
É apresentado graficamente de acordo com o layout do local analisado
através de :
 levantamento de riscos ambientais
 Identificação de círculos
 cores diferentes de acordo o nível dos riscos
 O tamanho dos círculos varia de acordo com o tamanho do risco no
local sendo, riscos: pequeno, médio e grande.
15.1.1.Critérios para Elaboração
Exemplo de Mapa de Risco
 Perigo
É qualquer situação que
tenha potencial de causar
um dano, lesão ou doença
ou avaria.
 RISCO
É a combinação da probabilidade da
ocorrência de um evento perigoso e da
gravidade do dano ou prejuízos que
poderão resultar, caso este evento venha a
ocorrer.
Tecnologias
 Exemplos de Perigo e Risco
Acidente
Evento não planeado
que acarrete morte,
doença, lesão,
ferimento, danos ou
outras perdas
Incidente
Evento não previsto
(programado) que tem o
potencial de conduzir a
acidentes
17.APR
 APR e uma Técnica estruturada para identificar “a priori” os
perigos / riscos potenciais decorrentes da instalação de
novas unidades ou da operação de unidades existentes.
Derivada do Programa Militar de Defesa Americano.
 Natureza dos Resultados
Na APR são levantados os eventos capazes de dar origem a
acidentes nas instalações analisadas, que são os chamados
eventos iniciadores de acidentes.
São identificadas as causas relativas à ocorrência de cada um
dos eventos e as suas respectivas consequências, e as suas
respectivas categoaria, que são :
Categoria de frequência
Categoria severidade ( gravidade )
17.APR
 Categoria de Risco
17.1.1.Orientação para preenchimento da tabela APR
17.1.1.Orientação para preenchimento da tabela APR
17.1.1.Orientação para preenchimento da tabela APR
17.1.1.Orientação para preenchimento da tabela APR
Espaços confinados é
qualquer área ou ambiente
não projetado para ocupação
humana contínua, que possua
meios limitados de entrada e
saída, cuja ventilação
existente é insuficiente para
remover contaminantes ou
onde possa existir a
deficiência ou enriquecimento
de oxigênio.
18.Espaços confinados
 Porões de navios;
 Silos;
 Oleodutos;
 Tanques;
 Esgotos;
 Escavações;
 Cisternas;
18.1.1. Tipos de Espaços Confinados
18.1.1. Tipos de Espaços Confinados
Riscos associados
 Material que pode soterrar;
 Maquinas que possam
prejudicar os trabalhadores;
 Fontes de energia perigosas
 Calor ; Fogos ou explosões;
 Altos níveis de ruído;
 Níveis de oxigénio baixos;
 Queda de objectos
Riscos específicos
 Insuficiência de oxigénio
atmosférico;
 Existência de gases ou
vapores perigosos;
 Contacto com reagentes,
águas residuais ou lamas;
 Aumento brusco de caudal e
inundações súbitas
 Identificação dos espaços confinados;
 Avaliação dos riscos;
 Determinação de procedimentos /equipamentos
adequados;
 Funcionários treinados;
 Designação Vigilante;
 Designação Supervisor;
 Meios de resgate;
 Autorização de entrada ;
 Informações sobre os perigos
18.2.1.Procedimentos seguro nos espaços confinados
Localização de entrada e validade;
Nome dos trabalhadores e vigilantes;
Perigos e exposições admissíveis a
agentes tóxicos;
Medidas de prevenção, equipamento
de segurança e protecção individual;
Qualidade do ar e nome do
responsável;
Tipo de trabalho a ser efectuado;
Telefones de emergência e
procedimentos a seguir;
Nome, assinatura, e categoria do
indivíduo que autoriza a entrada.
18.3.2. Ficha técnica para permissão de entrada
em espaço confinado
18.4.2.Responsabilidades em espaços confinados
 Responsabilidades
do trabalhador
 Conhecer todos os perigos e
sintomas de exposição;
 Apto para utilizar o EPI;
 Manter comunicação com o
vigilante;
 Evacuar de imediato sempre
que um alarme soar, o
vigilante o ordenar ou se
surgir algum risco.
 Responsabilidades do
vigilante
 Permanecer à entrada do EC;
 Conhecer todos os perigos e
sintomas de exposição;
 Acompanhar os trabalhos
dentro do EC;
 Manter comunicação com os
trabalhadores;
 Monitorizar as actividades
dentro e fora do EC;
 Contactar equipa resgate ou
outros serviços emergência;
 Nunca entrar no EC
 Responsabilidade do
Supervisor de entrada
18.4.2.Responsabilidades em espaços confinados
 Identificação dos perigos;
 Garantir que o espaço é
seguro para entrar,
confirmando que as
condições são cumpridas
e assinando a autorização
de entrada;
 Findar e/ou cancelar a
autorização.
 As atmosferas são a maior
causa de acidentes em
espaços confinados;
 Uma atmosfera pode ser
segura a entrada, mas mortal
alguns metros abaixo.
Riscos atmosféricos
 Deficiente em oxigénio;
 Combustível/explosiva;
 Tóxica.
Nota : É possível ter qualquer combinação destes 3
riscos, os nossos sentidos não nos podem proteger.
Tipos de atmosferas
Atmosfera Deficiente em oxigénio
 Gases: Metano, hidrogénio,
acetileno, e os vapores
combustíveis de líquidos
inflamáveis como álcool ou
gasolina;
 Poeiras: nuvem ou névoa de
vapores dos líquidos inflamáveis ou
partículas como farinha, carvão
pulverizado, pós suspensos no ar.
Combustível/explosiva
 Armazenagem de produtos no EC.
Gases libertados em operações de limpeza;
Material absorvido nas paredes;
Decomposição de materiais no interior.
 Realização de trabalhos no EC.
 Soldaduras, cortes;
 Pinturas.
 Áreas adjacentes ao EC considerado
Atmosferas tóxicas
OBRIGADO
 Seja humilde para admitir seus erros, inteligente para aprender
com eles e maduro para corrigi-los.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 2 acidentes de trabalho
Aula 2   acidentes de trabalhoAula 2   acidentes de trabalho
Aula 2 acidentes de trabalho
Daniel Moura
 
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula   26-04-16 - Segurança do TrabalhoAula   26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Silvia Aguiar
 
Nr 6 apresentação completa
Nr 6 apresentação completaNr 6 apresentação completa
Nr 6 apresentação completa
Daniel Lira
 
Máquinas e equipamentos
Máquinas e equipamentosMáquinas e equipamentos
Máquinas e equipamentos
Mauricio Cesar Soares
 
Prevenção de Acidentes de Trabalho
Prevenção de Acidentes de TrabalhoPrevenção de Acidentes de Trabalho
Prevenção de Acidentes de Trabalho
IZAIAS DE SOUZA AGUIAR
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Saúde e Segurança no Trabalho
Saúde e Segurança no TrabalhoSaúde e Segurança no Trabalho
Saúde e Segurança no Trabalho
Leonardo Machado
 
Acidentes de trabalho (causas e consequências)
Acidentes de trabalho   (causas e consequências)Acidentes de trabalho   (causas e consequências)
Acidentes de trabalho (causas e consequências)
Agostinho J. Neto
 
Higiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no TrabalhoHigiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no Trabalho
Camila Falcão
 
Segurança na Industria
Segurança na IndustriaSegurança na Industria
Segurança na Industria
Iago Caldas
 
Epi e epc
Epi e epcEpi e epc
Epi e epc
Roberto Medina
 
Higiene saúde e segurança no trabalho
Higiene saúde e segurança no trabalhoHigiene saúde e segurança no trabalho
Higiene saúde e segurança no trabalho
ritamartins00
 
Ergonomia (40h)
Ergonomia (40h)Ergonomia (40h)
Ergonomia (40h)
Paulo Silva
 
Medidas para prevenção de acidentes no trabalho
Medidas para prevenção de acidentes no trabalhoMedidas para prevenção de acidentes no trabalho
Medidas para prevenção de acidentes no trabalho
Thaysa Brito
 
Palestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
Palestra: Prevenção de Acidentes de TrabalhoPalestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
Palestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
HP Safety Engenharia
 
Acidentes de trabalho
Acidentes de trabalhoAcidentes de trabalho
Acidentes de trabalho
Alex Costa Triers
 
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
Jonas B. Larrosa
 
Higiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalhoHigiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalho
Rita Galrito
 
Eng.introdução
Eng.introduçãoEng.introdução
Eng.introdução
Eliane Blen
 
Segurança do trabalho
Segurança do trabalhoSegurança do trabalho
Segurança do trabalho
Karoline Ferreira
 

Mais procurados (20)

Aula 2 acidentes de trabalho
Aula 2   acidentes de trabalhoAula 2   acidentes de trabalho
Aula 2 acidentes de trabalho
 
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula   26-04-16 - Segurança do TrabalhoAula   26-04-16 - Segurança do Trabalho
Aula 26-04-16 - Segurança do Trabalho
 
Nr 6 apresentação completa
Nr 6 apresentação completaNr 6 apresentação completa
Nr 6 apresentação completa
 
Máquinas e equipamentos
Máquinas e equipamentosMáquinas e equipamentos
Máquinas e equipamentos
 
Prevenção de Acidentes de Trabalho
Prevenção de Acidentes de TrabalhoPrevenção de Acidentes de Trabalho
Prevenção de Acidentes de Trabalho
 
Ergonomia
ErgonomiaErgonomia
Ergonomia
 
Saúde e Segurança no Trabalho
Saúde e Segurança no TrabalhoSaúde e Segurança no Trabalho
Saúde e Segurança no Trabalho
 
Acidentes de trabalho (causas e consequências)
Acidentes de trabalho   (causas e consequências)Acidentes de trabalho   (causas e consequências)
Acidentes de trabalho (causas e consequências)
 
Higiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no TrabalhoHigiene e Segurança no Trabalho
Higiene e Segurança no Trabalho
 
Segurança na Industria
Segurança na IndustriaSegurança na Industria
Segurança na Industria
 
Epi e epc
Epi e epcEpi e epc
Epi e epc
 
Higiene saúde e segurança no trabalho
Higiene saúde e segurança no trabalhoHigiene saúde e segurança no trabalho
Higiene saúde e segurança no trabalho
 
Ergonomia (40h)
Ergonomia (40h)Ergonomia (40h)
Ergonomia (40h)
 
Medidas para prevenção de acidentes no trabalho
Medidas para prevenção de acidentes no trabalhoMedidas para prevenção de acidentes no trabalho
Medidas para prevenção de acidentes no trabalho
 
Palestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
Palestra: Prevenção de Acidentes de TrabalhoPalestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
Palestra: Prevenção de Acidentes de Trabalho
 
Acidentes de trabalho
Acidentes de trabalhoAcidentes de trabalho
Acidentes de trabalho
 
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
Acidente de trabalho - Causas, Consequências e Prevenção.
 
Higiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalhoHigiene e segurança no trabalho
Higiene e segurança no trabalho
 
Eng.introdução
Eng.introduçãoEng.introdução
Eng.introdução
 
Segurança do trabalho
Segurança do trabalhoSegurança do trabalho
Segurança do trabalho
 

Semelhante a Manual de Higiene e Segurança no Trabalho

Treinamento básico de segurança
Treinamento básico de segurançaTreinamento básico de segurança
Treinamento básico de segurança
conbetcursos
 
Higiene industrial
Higiene industrialHigiene industrial
Higiene industrial
Edna Monteiro
 
Higiene, saúde e segurança no trabalho
Higiene, saúde e segurança no trabalhoHigiene, saúde e segurança no trabalho
Higiene, saúde e segurança no trabalho
Beatriz123Letras
 
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
artursil
 
7 higiene e segurança no trabalho
7   higiene e segurança no trabalho7   higiene e segurança no trabalho
7 higiene e segurança no trabalho
Alfane Gonçalves
 
Ficha nº 1
Ficha nº 1Ficha nº 1
Ficha nº 1
Manuel Silva
 
1. hst termos e conceitos
1. hst termos e conceitos1. hst termos e conceitos
1. hst termos e conceitos
Gilson Adao
 
Manual de treinamento da cip1
Manual de treinamento da cip1Manual de treinamento da cip1
Manual de treinamento da cip1
Cristina Santos
 
NR 18-Integração_SC.pptx
NR 18-Integração_SC.pptxNR 18-Integração_SC.pptx
NR 18-Integração_SC.pptx
Leomir Borghardt
 
Apostila 01 seg trabalgo
Apostila 01   seg trabalgoApostila 01   seg trabalgo
Apostila 01 seg trabalgo
Iarlley Nascimento
 
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdfAula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
RuanPaulo5
 
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu AbertoNr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
Fernnda Moreira
 
Integração
IntegraçãoIntegração
Integração
JORGE BADAUE BADAUE
 
Tst acidentes do trabalho
Tst   acidentes do trabalhoTst   acidentes do trabalho
Tst acidentes do trabalho
Bolivar Motta
 
Treinamento acidente de trabalho
Treinamento acidente de trabalhoTreinamento acidente de trabalho
Treinamento acidente de trabalho
Monica Pinheiro
 
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.pptSeguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
desportistaluis
 
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.pptSEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
RafaelFranco466245
 
Formação HST - Módulo I.pptx
Formação HST - Módulo I.pptxFormação HST - Módulo I.pptx
Formação HST - Módulo I.pptx
RuiTorres25
 
1 apresentação geral
1   apresentação geral1   apresentação geral
1 apresentação geral
Nilton Goulart
 
Treinamento segurança do trabalho
Treinamento segurança do trabalhoTreinamento segurança do trabalho
Treinamento segurança do trabalho
Adriana Pinto
 

Semelhante a Manual de Higiene e Segurança no Trabalho (20)

Treinamento básico de segurança
Treinamento básico de segurançaTreinamento básico de segurança
Treinamento básico de segurança
 
Higiene industrial
Higiene industrialHigiene industrial
Higiene industrial
 
Higiene, saúde e segurança no trabalho
Higiene, saúde e segurança no trabalhoHigiene, saúde e segurança no trabalho
Higiene, saúde e segurança no trabalho
 
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
2004 10-15 16-29-37-aep-higiene-seguranca
 
7 higiene e segurança no trabalho
7   higiene e segurança no trabalho7   higiene e segurança no trabalho
7 higiene e segurança no trabalho
 
Ficha nº 1
Ficha nº 1Ficha nº 1
Ficha nº 1
 
1. hst termos e conceitos
1. hst termos e conceitos1. hst termos e conceitos
1. hst termos e conceitos
 
Manual de treinamento da cip1
Manual de treinamento da cip1Manual de treinamento da cip1
Manual de treinamento da cip1
 
NR 18-Integração_SC.pptx
NR 18-Integração_SC.pptxNR 18-Integração_SC.pptx
NR 18-Integração_SC.pptx
 
Apostila 01 seg trabalgo
Apostila 01   seg trabalgoApostila 01   seg trabalgo
Apostila 01 seg trabalgo
 
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdfAula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
Aula 4 - Saúde e Segurança no Trabalho.pdf
 
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu AbertoNr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
Nr 17 Ergonomia e Nr 21 Trabalho a Céu Aberto
 
Integração
IntegraçãoIntegração
Integração
 
Tst acidentes do trabalho
Tst   acidentes do trabalhoTst   acidentes do trabalho
Tst acidentes do trabalho
 
Treinamento acidente de trabalho
Treinamento acidente de trabalhoTreinamento acidente de trabalho
Treinamento acidente de trabalho
 
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.pptSeguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
Seguranca-No-Trabalho-e-Qualidade.ppt
 
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.pptSEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
SEGURANÇA DO TRABALHO Melhor.ppt
 
Formação HST - Módulo I.pptx
Formação HST - Módulo I.pptxFormação HST - Módulo I.pptx
Formação HST - Módulo I.pptx
 
1 apresentação geral
1   apresentação geral1   apresentação geral
1 apresentação geral
 
Treinamento segurança do trabalho
Treinamento segurança do trabalhoTreinamento segurança do trabalho
Treinamento segurança do trabalho
 

Último

MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptxMAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
Vilson Stollmeier
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
Consultoria Acadêmica
 
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
Consultoria Acadêmica
 
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenhariaAula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
JosAtila
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
Consultoria Acadêmica
 
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60A
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60AManual de Instalação para Placa Proteco Q60A
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60A
Tronicline Automatismos
 
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
carlos silva Rotersan
 

Último (7)

MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptxMAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
MAQUINAS-EQUIPAMENTOS-E-FERRAMENTAS.pptx
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL  INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL INDÚSTRIA E TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ...
 
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
AE02 - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II UNICESUMAR 52/2024
 
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenhariaAula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
Aula 4 - 3D laser scanning para bim em engenharia
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE UNIC...
 
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60A
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60AManual de Instalação para Placa Proteco Q60A
Manual de Instalação para Placa Proteco Q60A
 
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
Grau TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO I - LEGISLAÇÃO APLICADA À SAÚDE E SEGUR...
 

Manual de Higiene e Segurança no Trabalho

  • 1. HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formador: Drº Gelson Pedro Félix Email gelsonfelix@hotmail.com 936701188 912748312
  • 2. 1.Intrudução A Empresa sempre teve associada a vertente humana, nem sempre tratada como sua componente preponderante. Até meados do século 20, as condições de trabalho nunca foram levadas em conta, sendo sim importante a produtividade, mesmo que tal implicasse riscos de doença ou mesmo à morte dos trabalhadores.
  • 3. Para tal contribuíam dois factores :  Mentalidade em que o valor da vida humana era pouco mais que desprezível  Total ausência por parte dos Estados de leis que protegessem o trabalhador. 1.Intrudução
  • 4. Atualmente em Angola existe a legislação que permite uma protecção eficaz de quem integra actividades industriais, ou outras , devendo a sua aplicação ser entendida como o melhor meio de beneficiar simultaneamente as empresas e os trabalhadores na salvaguarda dos aspectos relacionados com as condições ambientais e de segurança de cada posto de trabalho. 1.Intrudução
  • 5. 2. Definições  Segundo a O. M.S. - Organização Mundial de Saúde, a verificação de condições de Higiene e Segurança consiste "num estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidade ".
  • 6.  A higiene do trabalho propõe-se combater, dum ponto de vista não médico, as doenças profissionais, identificando os factores que podem afectar o ambiente do trabalho e o trabalhador, visando eliminar ou reduzir os riscos profissionais (condições inseguras de trabalho que podem afectar a saúde, segurança e bem estar do trabalhador).  A segurança do trabalho propõe-se combater, também dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, quer eliminando as condições inseguras do ambiente, (quer educando os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas ). 2. Definições
  • 7. 2.1.Acidente de trabalho  Acidente - Se procurarmos num dicionário poderemos encontrar a acontecimento imprevisto , casual , que resulta em ferimento , dano , estrago , prejuízo , avaria , ruína , etc. ..” Nota :Os acidentes, em geral, são o resultado de uma combinação de factores, entre os quais se destacam as falhas humanas e falhas materiais. vale a pena lembrar que os acidentes não escolhem hora nem lugar. Podem acontecer em casa, no ambiente de trabalho e nas inúmeras locomoções que fazemos de um lado para o outro, para cumprir nossas obrigações diárias.
  • 8. O que diz a lei 2.1.Acidente de trabalho Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporária...” Regime jurídico dos acidentes de trabalho e doenças Profissionais ( Decreto n° 53/05, de 15 de agosto )
  • 9. 2.1.Acidente de trabalho  Lesão corporal é qualquer dano produzido no corpo humano, seja ele leve, como, por exemplo, um corte no dedo, ou grave, como a perda de um membro.  Perturbação funcional é o prejuízo do funcionamento de qualquer órgão ou sentido. Por exemplo, a perda da visão, provocada por uma pancada na cabeça, caracteriza uma perturbação funcional..
  • 10. A incapacidade temporária - é a perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo, após o qual o trabalhador retorna às suas actividades normais.
  • 11. 2.1.Acidente de trabalho A incapacidade parcial e permanente é a diminuição, por toda vida, da capacidade física total para o trabalho NOTA : É o que acontece, por exemplo, quando ocorre a perda de um dedo ou de uma vista incapacidade total e permanente é a invalidez incurável para o trabalho.
  • 12. Em geral a actividade produtiva encerra um conjunto de riscos e de condições de trabalho desfavoráveis em resultado da especificidades próprias de alguns processos ou operações , pelo que o seu tratamento quanto a Higiene e Segurança costuma ser cuidado com atenção. 3. Factores relacionados aos acidentes de trabalho  Negligência  Desatenção
  • 13. 4. Objectivos da higiene do trabalho  Reduzir a exposição média e de longo prazo, uma vez que nem sempre se podem eliminar totalmente os riscos do ambiente de trabalho.
  • 14.  Máquinas e ferramentas  Condições de organização (Lay-Out mal feito, armazenamento perigoso, falta de Equipamento de Protecção Individual - E.P.I.)  Condições de ambiente físico, (iluminação, calor, frio, poeiras, ruído) 5.Acidentes devido a condições perigosas
  • 15. Falta de cumprimento de ordens (não usar E.P.I.) Ligado à natureza do trabalho (erros na armazenagem) Nos métodos de trabalho (trabalhar a ritmo anormal, manobrar empilhadores , distracções, brincadeiras) 5.1. Acidentes devido a acções perigosos
  • 16. Foi necessário muito tempo para que se reconhecesse até que ponto as condições de trabalho e a produtividade se encontram ligadas. Numa primeira fase, houve a percepção da incidência económica dos acidentes de trabalho onde só eram considerados inicialmente os custos directos (assistência médica e indemnizações) , e só mais tarde se consideraram as doenças profissionais. 6.Perdas de produtividade e qualidade Doenças profissionais : são aquelas que são adquiridas na sequência do exercício do trabalho em si
  • 17. Na actividade corrente de uma empresa , compreendeu-se que os custos indirectos dos acidentes de trabalho são bem mais importantes que os custos directos , através de factores de perda como os seguintes : 6.1. as perdas de produtividade e qualidade  Perda de horas de trabalho pela vítima  Perda de horas de trabalho pelas testemunhas e Responsáveis
  • 18.  Perda de horas de trabalho pelas pessoas encarregadas do inquéritos  Interrupções da produção,  Danos materiais,  Atraso na execução do trabalho,  Diminuição do rendimento durante a substituição  A retoma de trabalho pela vítima 6.1. as perdas de produtividade e qualidade Nota : Estas perdas podem ser muito elevadas , podendo mesmo representar quatro vezes os custos directos do acidente de trabalho.
  • 19. A diminuição de produtividade e o aumento do número de peças defeituosas e dos desperdícios de material imputáveis à fadiga provocada por horários de trabalho excessivos e por más condições de trabalho, nomeadamente no que se refere à iluminação e à ventilação, demonstraram que o corpo humano, apesar da sua imensa capacidade de adaptação, tem um rendimento muito maior quando o trabalho decorre em condições óptimas. 6.1. as perdas de produtividade e qualidade
  • 20. Com efeito, existem muitos casos em que é possível aumentar a produtividade simplesmente com a melhoria das condições de trabalho. De uma forma geral, a Gestão das Empresas não explora suficientemente a melhoria das condições de higiene e a segurança do trabalho nem mesmo a ergonomia dos postos de trabalho como forma de aumentar a Produtividade e a Qualidade . 6.1. as perdas de produtividade e qualidade
  • 21. As condições de trabalho e as regras de segurança e Higiene correspondentes , constituem um factor da maior importância para a melhoria de desempenho das Empresas , através do aumento da sua produtividade obtida em condições de menor absentismo e sinistralidade 6.1. as perdas de produtividade e qualidade
  • 22. Por parte dos trabalhadores de uma Empresa , o Emprego não deve representar somente o trabalho que se realiza num dado local para auferir um ordenado, mas também uma oportunidade para a sua valorização pessoal e profissional , para o que contribuem em mito as boas condições do seu posto de trabalho. Querendo evitar a curto prazo um desperdício de recursos humanos e monetários e a longo prazo garantir a competitividade da Empresa , deverá prestar-se maior atenção às condições de trabalho e ao grau de satisfação dos seus colaboradores , reconhecendo-se que, uma Empresa desempenha não só uma função técnica e económica mas também um importante papel social. 6.1. as perdas de produtividade e qualidade
  • 23. A Prevenção é certamente o melhor processo de reduzir ou eliminar as possibilidades de ocorrerem problemas de segurança com o Trabalhador . A prevenção consiste na adopção de um conjunto de medidas de protecção, na previsão de que a segurança física do operador possa ser colocada em risco durante a realização do seu trabalho . 7. segurança do posto de trabalho
  • 24. Como princípios de prevenção na área da Higiene e Segurança industrial , poderemos apresentar os seguintes : 1. Tal como se verifica no domínio da segurança, a prevenção mais eficaz em matéria de higiene industrial exerce-se, também, no momento da concepção do edifício, das instalações e dos processos de trabalho, pois todo o melhoramento ou alteração posterior já não terá a eficácia desejada para proteger a saúde dos trabalhadores e será certamente muito mais dispendiosa. 7. segurança do posto de trabalho
  • 25. 2. As operações perigosas (as que originam a poluição do meio ambiente ou causam ruído ou vibrações) e as substâncias nocivas, susceptíveis de contaminar a atmosfera do local de trabalho, devem ser substituídas por operações e substâncias inofensivas ou menos nocivas. 3. Quando se torna impossível instalar um equipamento de segurança colectivo, é necessário recorrer a medidas complementares de organização do trabalho, que, em certos casos, podem comportar a redução dos tempos de exposição ao risco. 7. segurança do posto de trabalho
  • 26. 4. Quando as medidas técnicas coletivas e as medidas administrativas não são suficientes para reduzir a exposição a um nível aceitável, deverá fornecer-se aos trabalhadores um equipamento de proteção individual (EPI) apropriado. 5. Salvo casos excepcionais ou específicos de trabalho, não deve considerar-se o equipamento de proteção individual como o método de segurança fundamental, não só por razões fisiológicas mas também por princípio, porque o trabalhador pode, por diversas razões, deixar de utilizar o seu equipamento 7. segurança do posto de trabalho
  • 27.  Um qualquer posto de trabalho representa o ponto onde se juntam os diversos meios de produção ( Homem , Máquina , Energia , Matéria-prima , etc) que irão dar origem a uma operação de transformação , daí resultando um produto ou um serviço . Os principais aspectos a levar em contas num diagnóstico das condições de segurança (ou de risco) de um Posto de Trabalho , podem ser avaliados pelas seguintes questões: 8. Avaliação do posto de trabalho
  • 28. Local de trabalho Tem acesso fácil e rápido ?  É bem iluminado ?  É suficientemente afastado dos outros postos de Trabalho ?
  • 29. Movimentação de carga As cargas a movimentar são grandes ou pesadas ? Existem e estão disponíveis equipamento de transporte auxiliar ? Existem passagens e corredores com largura compatível? Existem marcações no solo delimitando zonas de movimentação?
  • 30. Posições de Trabalho Operador trabalha de pé muito tempo ? O Operador gira ou baixa-se frequentemente ? O operador tem que e afastar para dar passagem a máquinas ou outros operadores ? A altura e a posição da máquina é adequada ?
  • 31. Condições psicologicas do Trabalho O trabalho é em turnos ou normal ? O Operador realiza muitas Horas extras ? É exigida muita concentração dados os riscos da operação ?
  • 32. Maquina Engrenagens e partes móveis estão protegidas ? Estão devidamente identificados os dispositivos de segurança ? A formação do Operador é suficiente ?
  • 33. Ruido e vibrações No PT sentem-se vibrações ou ruído intenso ?   Existem dispositivos que minimizem vibrações e ruído ?
  • 34. Iluminação ( local de trabalho ) A iluminação é natural ? Está bem orientada relativamente ao PT ?
  • 35. Riscos Quimicos  O ar circundante tem Poeiras ou fumos ?  Existe algum cheiro persistente ?  Existem ventilação ou exaustão de ar do local?  Os produtos químicos estão bem embalados?  Os produtos químicos estão bem identificados?  Existem resíduos de produtos no chão no PT ?
  • 36. Riscos Biologicos Há contacto directo com animais ? À contacto com sangue ou resíduos animais? Existem meios de desinfecção no PT ?
  • 37. Pessoal de Socorro Existe alguém com formação em primeiros socorros ? Os números de alerta estão visíveis e actualizados ? Existem caixas de primeiros socorros e Macas ?
  • 38. Com a redução dos acidentes poderão ser eliminados problemas que afectam o homem e a produção. Para que isso aconteça, é necessário que tanto os empresários (que têm por obrigação fornecer um local de trabalho com boas condições de segurança e higiene, maquinaria segura e equipamentos adequados) como os trabalhadores (aos quais cabe a responsabilidade de desempenhar o seu dever com menor perigo possível para si e para os companheiros) estejam comprometidos com uma mentalidade de Prevenção de Acidentes
  • 39. 9.Segurança de Máquinas  Muitos processos produtivos dependem da utilização de máquinas , pelo que é importante a existência e o cumprimento dos requisitos de segurança em máquinas industriais ou a sua implementação no terreno de modo a garantir a maior segurança aos operadores. Conceito de Máquina : Todo o equipamento, (inclusive acessórios e equipamentos de segurança), com movimento, (engrenagens), e com fonte de energia que não a humana .
  • 40.  Os Requisitos de segurança de uma máquina podem ser identificados , nomeadamente o que diz respeito ao seu acionamento a partir de Comandos:  comando de arranque: a máquina só entra em funcionamento quando se acciona este comando, não devendo arrancar sozinho quando volta a corrente  O comando de paragem: deve sempre sobrepor-se ao comando de arranque  Stop de emergência: corta a energia, pode ter um aspecto de barra botão ou cabo Nota.Devem estar visíveis e acessíveis a partir do posto de trabalho normal , e devidamente identificados em português ou simbolos 9.Segurança de Máquinas
  • 41. 9.1.Conceito de “componentes de segurança  Componente que não seja um intermutável, que o fabricante ou o seu mandatário estabelecido na Comunidade coloque no mercado com o objetivo de assegurar, através da sua utilização, uma função de segurança, e cuja avaria ou mau funcionamento ponha em causa a segurança ou a saúde das pessoas expostas.
  • 42.  Exigências essenciais de Segurança e de Saúde, relativas à concepção e ao fabrico de máquinas. De acordo com as diferentes Diretivas as Máquinas, devem ter descritas as especificações técnicas a respeitar pelo fabricante, desde a fase de concepção e fabrico da máquina, tendo como objetivo a garantia da segurança e da saúde das pessoas expostas durante o seu tempo de vida útil (instalação, utilização, manutenção e desmantelamento. 9.1.Componente de segurança
  • 43. O fabricante tem a obrigação de determinar todos os riscos aplicáveis à máquina e, seguidamente, concebê-la e construí- la tendo em conta a análise efetuada. 9.1. componente de seguranaça
  • 44. 9.2.1.Dispositivos de proteção  Protetores Fixos: os mais vulgarmente utilizados são as guardas. São estruturas metálicas aparafusadas à estrutura da máquina e devem impedir o acesso aos órgãos de transmissão.  Protetores Móveis: neste caso as guardas são fixadas à estrutura por dobradiças ou calhas o que as torna amovíveis. A abertura da protecção deve levar à paragem automática do movimento perigoso, (pode-se recorrer a um sistema de encravamento eléctrico).
  • 45. 9.2.2.Dispositivos de proteção  Distâncias de Segurança: Define-se distância de segurança, a distância necessária que impeça que os membros superiores alcancem zonas perigosas do equipamento .
  • 46. 10. Redução dos riscos de acidente Como já vimos, os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança, seleccionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prevenção da segurança . As prioridades são:
  • 47. 10. Redução dos riscos de acidente Eliminação do risco : significa torná-lo definitivamente inexistente. (exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente, Esse risco poderá ser eliminado com um piso antiderrapante). Neutralização do risco : o risco existe, mas está controlado. Esta opção é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. (exemplo: as partes móveis de uma máquina como polias, engrenagens, correias etc. Devem ser neutralizadas com anteparos de protecção , uma vez que essas peças das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas.
  • 48. Sinalização do risco :é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco. (exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência; locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados 10. Redução dos riscos de acidente
  • 49. As medidas de protecção colectiva, através dos equipamentos de protecção colectiva (EPC), devem ter prioridade, conforme determina a legislação . uma vez que beneficiam todos os trabalhadores, indistintamente Os EPCs devem ser mantidos nas condições que os especialistas em segurança estabelecerem, devendo ser reparados sempre que apresentarem qualquer deficiência 11.Protecção coletiva e individual ( EPCS EPIS)
  • 50. 11.Protecção coletiva e individual ( EPCS EPIS)  sistema de exaustão que elimina gases, vapores ou poeiras contaminantes do local de trabalho;  enclausuramento de máquina ruidosa para livrar o ambiente do ruído excessivo;  cabo de segurança para conter equipamentos suspensos sujeitos a esforços, caso venham a se desprender.  Sinalização  Corrimao  Guarda corpos  Cones  Serene de alarme de incendio Vejamos alguns exemplos de aplicação de EPCs
  • 51. EPI : são ferramentas de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador Quando não for possível adoptar medidas de segurança de ordem geral, para garantir a protecção contra os riscos de acidentes e doenças profissionais, devem-se utilizar os equipamentos de protecção individual, conhecidos pela sigla 11.1.Proteção individual ( EPIs)
  • 52.  São considerados equipamentos de protecção individual todos os dispositivos de uso pessoal destinados a proteger a integridade física e a saúde do trabalhador Os EPIs não evitam os acidentes, como acontece de forma eficaz com a protecção colectiva. Apenas diminuem ou evitam lesões que podem decorrer de acidentes. 11.1.Proteção individual ( EPIs)
  • 53. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Cabeça e crânio: capacete de segurança contra impactos, perfurações, ação dos agentes meteorológicos etc. • Existem EPIs para proteção de praticamente todas as partes do corpo. • Veja alguns exemplos:
  • 54. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Olhos: óculos contra impactos, que evita a cegueira total ou parcial e a conjuntivite. E utilizado em trabalhos onde existe o risco de impacto de estilhaços e limalhas .
  • 55. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Vias respiratórias: protector respiratório, que previne problemas pulmonares e das vias respiratórias, e deve ser utilizado em ambientes com poeiras, gases, vapores ou fumos nocivos. • Mascaras simples para po e mascaras de filtro para pinturas diluentes
  • 56. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Face: máscara de solda, que protege contra impactos de partículas, respingos de produtos químicos, radiação (infravermelha e ultravioleta) e ofuscamento. • Viseira ou protector facial
  • 57. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Ouvidos: Auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e outros problemas psicológicos. Deve ser usada sempre que o ambiente apresentar níveis de ruído superiores aos aceitáveis, de acordo com a norma regulamentadora
  • 58. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Mãos e braços: luvas, que evitam problemas de pele, choque eléctrico, queimaduras, cortes e raspões e devem ser usadas em trabalhos com solda eléctrica, produtos químicos, materiais cortantes, ásperos, pesados e quentes. •
  • 59. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Pernas e pés: botas de borracha, que proporcionam isolamento contra electricidade e humidade. Devem ser utilizadas em ambientes húmidos e em trabalhos que exigem contacto com produtos químicos. • Botas com biqueira de aço e de Burrachas.
  • 60. 11.1. Protecção individual ( EPI) • Tronco: aventais de couro, que protegem de impactos, gotas de produtos químicos, choque eléctrico, queimaduras e cortes. Devem ser usados em trabalhos de soldagem eléctrica, oxiacetilénica, corte a quente • Aventais
  • 61. A lei determina que os EPIs sejam aprovados pelo Ministério do Trabalho, mediante certificados de aprovação (CA). As empresas devem fornecer os EPIs gratuitamente aos trabalhadores que deles necessitarem. A lei estabelece também que é obrigação dos empregados usar os equipamentos de protecção individual onde houver risco, assim como os demais meios destinados a sua segurança. O que diz a lei sobre EPC e EPI
  • 62. • A legislação trabalhista prevê que: • É obrigação do empregador  fornecer os EPI adequados ao trabalho, devidamente higienizados  instruir e treinar quanto ao usodos EPI  fiscalizar e exigir o uso dos EPI  repor os EPI danificados Responsabilidades
  • 63. É obrigação do Trabalhador • usar e conservar os EPI Responsabilidades
  • 64. No interior e exterior das instalações da Empresa , devem existir formas de aviso e informação rápida , que possam auxiliar os elementos da Empresa a actuar em conformidade com os procedimentos de segurança . Com este objectivo , existe um conjunto de símbolos e sinais especificamente criados para garantir a fácil compreensão dos riscos ou dos procedimentos a cumprir nas diversas situações laborais que podem ocorrer no interior de uma empresa ou em lugares públicos . Em seguida dão-se alguns exemplos do tipo de sinalização existente e a ser aplicada nas Empresas 12. sinalização de segurança
  • 65. Indicam situações de risco potencial de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.. Têm forma triangular, o contorno e pictograma a preto e o fundo amarelo. Sinais de Perigo
  • 66. Indicam comportamentos proibidos de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos , aparelhos, instruções e procedimentos, etc.. Têm forma circular, o contorno vermelho, pictograma a preto e o fundo branco. Sinais de Proibição
  • 67. Indicam comportamentos obrigatórios de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos, aparelhos, instruções e procedimentos, etc.. Têm forma circular, fundo azul e pictograma a branco. Sinais de Obrigação
  • 68. Fornecem informações de salvamento de acordo com o pictograma inserido no sinal. São utilizados em instalação, acessos e equipamentos, etc.. Têm forma rectangular, fundo verde e pictograma a branco. Sinais de Emergência
  • 69. 13. Agentes de riscos ambientais
  • 70.  Via respiratória :essa é a principal porta de entrada dos agentes químicos, porque respiramos continuadamente, e tudo o que está no ar acaba por passar nos pulmões.  Via digestiva: se o trabalhador comer ou beber algo com as mãos sujas, ou que ficaram muito tempo expostas a produtos químicos, parte das substâncias químicas serão ingeridas com o alimento, atingindo o estômago e podendo provocar sérios riscos à saúde. 13.1. Principais vias de entrada de contaminação aos agentes ambientais
  • 71.  Epiderme : essa via de penetração é a mais difícil, mas se o trabalhador estiver desprotegido e tiver contacto com substâncias químicas, havendo deposição no corpo, serão absorvidas pela pele.  Via ocular :alguns produtos químicos que permanecem no ar causam irritação nos olhos e conjuntivite, o que mostra que a penetração dos agentes químicos pode ocorrer também pela vista
  • 72. Os efeitos no organismo, vão pois depender da dose absorvida e da quantidade de tempo de exposição a essa dose. Assim, os graus de Intoxicação com produtos Químicos podem ser classificadas em :  Intoxicação Aguda , corresponde a uma absorção rápida num curto período de tempo (geralmente ocorrem em situações de acidente).  Intoxicação Crónica , absorção de pequenas doses em certos períodos de tempo (ocorrem no local de trabalho, num turno ou em parte dele).
  • 73. Riscos ergonómicos Verifica-se que algumas vezes que os postos de trabalho não estão bem adaptados ás características do operador , quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções .
  • 74. • Para estudar as implicações destes problemas existe uma ciência que avalia as condições de trabalho do operador , quanto ao esforço que o mesmo realiza para executar as suas tarefas . Riscos ergonómicos
  • 75.  Ergonomia é a ciência que procura alcançar o ajustamento mútuo ideal entre o homem e o seu ambiente de trabalho. • Segundo um conceito Ergonómico A execução de tarefas deve ser feita com o mínimo de consumo energético de modo a sobrar "atenção" para o controlo das tarefas e dos produtos , assim como para a protecção do próprio trabalhador . Riscos ergonómicos
  • 76.  Exemplo Um dos aspectos mais curiosos da Ergonomia está relacionado com a indústria automóvel em que muitas vezes o dimensionamento do habitáculo do condutor, varia consoante o país onde o veículo é comercializado. Entretanto, se não existir esse ajuste, teremos a presença de agentes ergonómicos que causam doenças e lesões no trabalhador.
  • 77. Os agentes ergonómicos presentes nos ambientes de trabalho estão relacionados com:  exigência de esforço físico intenso,  levantamento e transporte manual de pesos,  postura inadequada no exercício das actividades,  exigências rigorosas de produtividade,  períodos de trabalho prolongados ou em turnos,  actividades monótonas ou repetitivas
  • 78. Medidas de prevenção  Rotação do Pessoal  Intervalos mais frequentes  Exercícios compensatórios frequentes para trabalhos repetitivos;  Exames médicos periódicos  Evitar esforços superiores a 50 kg para homens e 25 kg para mulheres  Postura correcta sentado, em pé, ou carregando e levantando pesos
  • 79. Outros factores de risco ergonómico podem ser encontrados em circunstâncias aparentemente impensáveis , como :  falhas de projecto de máquinas,  equipamentos, ferramentas, veículos e prédios;  deficiências de layout ;  iluminação excessiva ou deficiente;
  • 80. A ergonomia é assim uma forma de adaptar o meio envolvente ás dimensões e capacidades humanas onde máquinas, dispositivos, utensílios e o ambiente físico sejam utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficácia. A análise e intervenção ergonómica traduz-se em:  Melhores condições de trabalho  Menores riscos de incidente e acidente  Menores custos humanos  Formação com o objectivo de prevenir  Maior produtividade  Optimizar o sistema homem / máquina
  • 81. Algumas medidas da Ergonomia  Corpo em Movimento – Tornar os movimentos compatíveis com a acção. Reduzir o esforço de músculos e Tendões.  Precisão de movimentos – Ter em atenção a sua amplitude, posição e quais os membros a utilizar.  Rapidez dos movimentos – Salientar sinais visuais ou auditivos.
  • 82.  Esforço estático – Uma cadeira deve fornecer vários pontos de apoio no corpo humano. Altura do assento regulável. A cadeira deve ter 5 apoios no chão. Deve ter apoio para os pés sempre que necessário, etc...  Rampas e Escadas – Para rampas a inclinação deve ser entre 0 e 20 º. Para escadas a inclinação deve ser entre 20 e 50º. Altura mínima do degrau entre 13 e 20 Cm. Largura mínima do degrau é de 51 Cm. Etc...  Portas e Tectos – Altura mínima de uma porta é de 200 Cm. Altura mínima de um tecto é de 200 Cm. Corredor com passagem para 3 pessoas deve ter largura mínima de 152 Cm.
  • 83. 14.Prevenção e combate a incêndios  Definição: Fogo é reacção química com desprendimento de luz e calor O que é necessário para que haja fogo? A união de três elementos básicos: Material combustível, Calor e Comburente.
  • 84. 14.Prevenção e combate a incêndios
  • 85.  Métodos de extinção de incêndio  Abafamento  Arrefecimento  Eliminação do combustível 14.Prevenção e combate a incêndios
  • 87. 1ª Queima na superfície e em profundidade 2ª- Queima deixando resíduos ou cinzas incêndio classe A - características:
  • 88. 1ª - Queima somente na superfície e não queima em profundidade. Incêndio classe B - características:
  • 89. Gases – exemplo: butano, propano, gás natural, Maquinas energizadas etc. Incêndio classe C - características
  • 90. Metais: Estes metais não são encontrados em escritórios e oficinas. Incêndio Classe D - características Encontram-se em indústrias automóveis e pirotécnicas, por exemplo: Raspa de zinco, limalhas de magnésio
  • 91. Define extintor como: “Um aparelho que contém um agente extintor que pode ser projectado e dirigido sobre um fogo por acção de uma pressão interna”.
  • 92. Classificação dos extintores  Classificação quanto ao extintor  Agente extintor  Eficácia  Classificação quanto ao Agente Extintor  Água  Espuma  Dióxido de Carbono (CO2)  Pó químico  Halon (actualmente está proibida a produção e comercialização)
  • 93. Classificação quanto a sua mobilidade  .
  • 94.
  • 95. Extintor de Água Extintor de incêndios
  • 96. . Extintor de Dióxido de carbónico (CO2)
  • 97. Extintor de Pó químico seco (PQS)
  • 98. Extintor de Espuma Química
  • 99. Identificação dos extintores Cor: Em Angola a cor do corpo dos extintores é obrigatoriamente encarnada. Inscrições (rótulo): Deve ter inscrições em língua portuguesa, colocados de forma visível.
  • 100.  Combater o fogo o mais rapidamente possível  Utilizar o extintor adequado à classe de fogo em presença. Actuação com Extintores Sendo os extintores considerados como meios de primeira intervenção, é indispensável ter em atenção os seguintes pontos:
  • 101.  Actuar com o extintor com o vento pelas costas Actuação com Extintores
  • 102.  Só accionar o extintor na face ao sinistro  A aproximação ao fogo tem que ser progressiva  Não avançar sem estar seguro de que o fogo não o encurralará pelas costas Actuação com Extintores
  • 103. Manutenção dos extintor Nota : Os extintores que são retirados para revisão devem ser Substituídos por outros do mesmo agente e capacidade.
  • 104. Utilidade:  Estar bem colocado  Estar visível e de fácil acesso  Ser apropriado para o combate à classe de fogo  O operador deve estar bem treinado  Estar em perfeito estado de conservação Conclusão
  • 105. Verificar pelos menos uma vez por mês:  Se o extintor está em local próprio  Se o seu acesso está desobstruído  Se o rótulo está visível  O estado operacional do extintor  Um extintor serve apenas paruma única utilização Conclusão
  • 106. Na decada de 70, na Italia, foi introduzida uma nova metodologia para mapear os riscos ambientais de cada local. visando controla-los e, ao mesmo tempo, informar o trabalhadores de todos os niveis hierarquicos sobre os riscos expostos durante a jornada. O principio basico dessa nova metodologia e de inspecionar a fabrica, incorporar a visao de seus funcionarios sobre os riscos ambientais de cada local de producao, incentivando-os a participar como agentes do processo de diagnostico e prevencao de acidentes. 15.Mapa de Riscos
  • 107. O que é Mapa de Riscos: é uma representação referente aos riscos presentes no ambiente de trabalho. 15.Mapa de Riscos De acordo com a Organizacao Internacional do Trabalho (OIT), saude ocupacional “e o completo bem estar fisico, mental e social” do trabalhador.
  • 108. 15.1.1.Critérios para Elaboração É apresentado graficamente de acordo com o layout do local analisado através de :  levantamento de riscos ambientais  Identificação de círculos  cores diferentes de acordo o nível dos riscos  O tamanho dos círculos varia de acordo com o tamanho do risco no local sendo, riscos: pequeno, médio e grande.
  • 110.  Perigo É qualquer situação que tenha potencial de causar um dano, lesão ou doença ou avaria.  RISCO É a combinação da probabilidade da ocorrência de um evento perigoso e da gravidade do dano ou prejuízos que poderão resultar, caso este evento venha a ocorrer. Tecnologias
  • 111.  Exemplos de Perigo e Risco
  • 112.
  • 113. Acidente Evento não planeado que acarrete morte, doença, lesão, ferimento, danos ou outras perdas Incidente Evento não previsto (programado) que tem o potencial de conduzir a acidentes
  • 114. 17.APR  APR e uma Técnica estruturada para identificar “a priori” os perigos / riscos potenciais decorrentes da instalação de novas unidades ou da operação de unidades existentes. Derivada do Programa Militar de Defesa Americano.
  • 115.  Natureza dos Resultados Na APR são levantados os eventos capazes de dar origem a acidentes nas instalações analisadas, que são os chamados eventos iniciadores de acidentes. São identificadas as causas relativas à ocorrência de cada um dos eventos e as suas respectivas consequências, e as suas respectivas categoaria, que são : Categoria de frequência Categoria severidade ( gravidade ) 17.APR  Categoria de Risco
  • 120. Espaços confinados é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. 18.Espaços confinados
  • 121.  Porões de navios;  Silos;  Oleodutos;  Tanques;  Esgotos;  Escavações;  Cisternas; 18.1.1. Tipos de Espaços Confinados
  • 122. 18.1.1. Tipos de Espaços Confinados Riscos associados  Material que pode soterrar;  Maquinas que possam prejudicar os trabalhadores;  Fontes de energia perigosas  Calor ; Fogos ou explosões;  Altos níveis de ruído;  Níveis de oxigénio baixos;  Queda de objectos Riscos específicos  Insuficiência de oxigénio atmosférico;  Existência de gases ou vapores perigosos;  Contacto com reagentes, águas residuais ou lamas;  Aumento brusco de caudal e inundações súbitas
  • 123.  Identificação dos espaços confinados;  Avaliação dos riscos;  Determinação de procedimentos /equipamentos adequados;  Funcionários treinados;  Designação Vigilante;  Designação Supervisor;  Meios de resgate;  Autorização de entrada ;  Informações sobre os perigos 18.2.1.Procedimentos seguro nos espaços confinados
  • 124. Localização de entrada e validade; Nome dos trabalhadores e vigilantes; Perigos e exposições admissíveis a agentes tóxicos; Medidas de prevenção, equipamento de segurança e protecção individual; Qualidade do ar e nome do responsável; Tipo de trabalho a ser efectuado; Telefones de emergência e procedimentos a seguir; Nome, assinatura, e categoria do indivíduo que autoriza a entrada. 18.3.2. Ficha técnica para permissão de entrada em espaço confinado
  • 125. 18.4.2.Responsabilidades em espaços confinados  Responsabilidades do trabalhador  Conhecer todos os perigos e sintomas de exposição;  Apto para utilizar o EPI;  Manter comunicação com o vigilante;  Evacuar de imediato sempre que um alarme soar, o vigilante o ordenar ou se surgir algum risco.  Responsabilidades do vigilante  Permanecer à entrada do EC;  Conhecer todos os perigos e sintomas de exposição;  Acompanhar os trabalhos dentro do EC;  Manter comunicação com os trabalhadores;  Monitorizar as actividades dentro e fora do EC;  Contactar equipa resgate ou outros serviços emergência;  Nunca entrar no EC
  • 126.  Responsabilidade do Supervisor de entrada 18.4.2.Responsabilidades em espaços confinados  Identificação dos perigos;  Garantir que o espaço é seguro para entrar, confirmando que as condições são cumpridas e assinando a autorização de entrada;  Findar e/ou cancelar a autorização.
  • 127.  As atmosferas são a maior causa de acidentes em espaços confinados;  Uma atmosfera pode ser segura a entrada, mas mortal alguns metros abaixo. Riscos atmosféricos
  • 128.  Deficiente em oxigénio;  Combustível/explosiva;  Tóxica. Nota : É possível ter qualquer combinação destes 3 riscos, os nossos sentidos não nos podem proteger. Tipos de atmosferas
  • 130.  Gases: Metano, hidrogénio, acetileno, e os vapores combustíveis de líquidos inflamáveis como álcool ou gasolina;  Poeiras: nuvem ou névoa de vapores dos líquidos inflamáveis ou partículas como farinha, carvão pulverizado, pós suspensos no ar. Combustível/explosiva
  • 131.  Armazenagem de produtos no EC. Gases libertados em operações de limpeza; Material absorvido nas paredes; Decomposição de materiais no interior.  Realização de trabalhos no EC.  Soldaduras, cortes;  Pinturas.  Áreas adjacentes ao EC considerado Atmosferas tóxicas
  • 132. OBRIGADO  Seja humilde para admitir seus erros, inteligente para aprender com eles e maduro para corrigi-los.