O documento discute a bioética e a história dos manicônios no Brasil. Explica que os primeiros manicônios no país foram estabelecidos em 1841 para tratar pessoas com problemas mentais, porém utilizavam técnicas como choques e lobotomias. Também descreve as terríveis condições no Colônia, um grande manicômio em Minas Gerais onde mais de 60.000 pessoas morreram devido ao mau tratamento e negligência.