O documento discute a transformação da sociedade ocidental nos últimos 30 anos, do estado de bem-estar social para uma sociedade de consumidores. Aponta o aumento da população carcerária e da indústria prisional, à medida que os excluídos do consumo passaram a ser vistos como criminosos em vez de cidadãos a serem protegidos pelo estado. Também analisa como o mercado, não o estado, passou a reproduzir a ordem social, colocando os indivíduos em competição em vez de cooperação.