O documento analisa a situação econômica de Portugal, destacando o aumento da dívida pública e críticas à gestão da política econômica pelo governo de Passos Coelho, com a intervenção da troika sendo vista como insuficiente e prejudicial. O autor argumenta que, apesar das promessas de uma "saída limpa" e da redução da dívida, a realidade mostra um aumento significativo das obrigações financeiras e a continuação da pobreza e cortes nos direitos dos cidadãos. A análise é pessimista quanto às promessas de crescimento econômico e melhoria das condições financeiras, considerando a política econômica vigente como um mero benefício para os investidores e capital financeiro.