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Canto I, 1 – 6 e 10 –11
Proposição
1. O poeta propõe-se cantar “as armas e os barões”, “as memórias
gloriosas dos reis”, “aqueles que por obras valerosas, se vão da lei da
Morte libertando”.
1.1 Que razões apresenta para cantar os dois primeiros tópicos
apresentados?
1.2 Que verso da 3ª estância engloba tudo o que se refere em 1?
2. Atente no verso “Que da Ocidental praia Lusitana”.
2.1 Revele a figura de estilo que lhe está associada, se o verso for
entendido como:
- um conjunto de palavras usadas em vez de “Portugal”.
- a parte pelo todo (a praia pelo país que a contém).
2.2 – A que praia se refere o poeta?
3. A epopeia não dispensa o uso da hipérbole. Recolha exemplos no texto
da “Proposição”.
4. Na última estância da “Proposição”, o poeta alude, entre outros, ao
“sábio Grego” (Ulisses) e ao “Troiano” (Eneias) e às “grandes
navegações que fizeram”.
4.1 Porquê a referência a esses heróis e não outros?
4.2 Como posiciona Camões os portugueses face a esses heróis míticos a
que se refere?
5. Relacione o conteúdo da estância 3 com o conceito de imitação no
Renascimento.
6. Demonstre com expressões do texto que a “Proposição” nos remete já
para os quatro planos estruturais do poema (viagem, história, deuses,
poeta).
Invocação
1. Nas estâncias que integram a “Invocação” destaque:
- a entidade invocada;
- os pedidos formulados pelo poeta;
- as expressões que se referem à poesia lírica e à epopeia.
2. A repetição anafórica do imperativo “Dai-me” está bem patente nas duas
estrofes.
2.1 Indique a razão da insistência do poeta.
2.2 Identifique a função da linguagem predominante nessas estrofes
revelando as marcas textuais que a denunciam.
1
Dedicatória
1. Nas estâncias relativas à dedicatória analise:
- a forma como D. Sebastião é caracterizado;
- a relação amor da pátria/prémio vil;
- verdade vs. Falsidade da matéria a narrar.
2. Relacione a linguagem da “Dedicatória” com a linguagem da
“Invocação”.
Canto III, 1 – 5, 102 – 106 (A fermosíssima Maria), 118 – 135 (Inês de
Castro)
Invocação a Calíope
1. Indique por que motivo o poeta invoca Calíope.
2. Clarifique o facto de o poeta se querer “banhar nas águas de Aganipe”.
Discurso do Gama
1. O discurso do Gama corresponde ao início de uma longa analepse.
Explicite o tema central dessa analepse.
2. Relacione a analepse com o começo in media res da narração dos
Lusíadas.
3. explique o sentido dos primeiros 4 versos da estrofe 4.
4. Gama insiste no problema da extensão da sua narrativa.
4.1 Faça um levantamento dos versos que, nas estâncias 4 e 5 melhor o
traduzem.
4.2 De que figura de estilo (estância 5), se socorre o poeta para dar ideia
da extensão da sua narrativa?
5. Prove que Vasco da Gama não falará sem método.
6. O narrador da “Invocação a Calíope” não é o mesmo do texto “Início do
discurso do Gama”. Demonstre-o.
A Fermosíssima Maria – Retrato de Maria
1. Trace um retrato físico e psicológico de Maria.
2. Dê conta do contraste entre os sentimentos de Maria e os de seu pai.
A Fermosíssima Maria – Discurso de Maria
1. Maria procura impressionar o pai referindo-se à gravidade do que expõe.
2
1.1 Indique, exemplificando, a que figura de estilo recorre para acentuar
essa gravidade.
1.2 Destaque de que forma o conhecimento do passado pode ter um valor
preventivo.
2. Maria tenta persuadir o pai a entrar na guerra. Faça um levantamento
dos argumentos que utiliza (natureza pessoal, familiar e religiosa).
3. Atente na estância 105.
3.1 Explique o emprego de “portanto” no 1º verso.
3.2 Maria faz, ainda, um último esforço para convencer o pai. De que
expediente se socorre para o efeito (2 primeiros versos)?
3.3 Explique de que modo a tensão dramática criada serve os objectivos de
Maria.
3.4 Refira, justificando, a função da linguagem predominante na estrofe
105.
Comparação Maria / Vénus
1. Compare a tímida Maria” à “triste Vénus”, tendo em conta:
- a expressão dos sentimentos;
- a relação pai/filha;
- o pedido formulado;
- a capacidade de persuasão.
Inês de Castro
1. Analise:
- o papel do Amor e do Destino na morte de Inês;
- as diferentes situações em que a heroína nos é apresentada e os
sentimentos que revela em cada uma delas;
- a hiperbolização da dor de Inês;
- o recurso sistemático à comparação da sua sorte com a dos animais ou
a de outras heroínas célebres;
- o grau de culpabilização de Afonso IV;
- o confronto simbólico entre o fogo e a espada;
- o envolvimento pessoal do narrador, nomeadamente nas estrofes 133 –
135, através do tipo de frase utilizada e da adjectivação;
- o nascimento de um mito.
2. Indique, para além da sua morte trágica, que outras características
possui Inês favoráveis à instauração do mito.
3. Compare a sorte de Inês comparada à de “A fermosíssima Maria” tendo
em conta:
- a beleza, o amor e a sedução;
- a relação Portugal/Castela;
- o destino reservado a cada uma delas.
3
3. Comente uma das seguintes afirmações, relacionando-as com o caso de
Pedro e Inês:
“ O coração tem razões que a razão desconhece”
Blaize Pascal
“ Estas mulheres (do século XII, perseguidas e contestadas pela sua conduta
amorosa) são o que os testemunhos escritos reflectem. Testemunhos esses
datados da época, todos oficiais, voltados para o público, nunca virados para a
intimidade. Textos escritos por homens, feitos para serem ditos em voz alta e
inteligível e para ensinar.”
Georges Duby
Canto IV, 68 – 76 (o sonho profético de D. Manuel), 87 – 93 (Despedidas de
Belém), 94 – 102 (o Velho do Restelo)
1. Antes de adormecer, D. Manuel entrega-se a um conjunto de reflexões.
1.1 refira o seu teor.
1.2 Relacione-as com o conteúdo do sonho.
2. O sonho começa por uma série de indícios. Faça o levantamento dos
mesmos sabendo que deixam antever o desfecho do sonho e o futuro do
sonhador.
3. Que elemento do sonho nos reenvia para a conquista do desconhecido?
4. O Ganges e o Indo são-nos apresentados através da alegoria.
4.1 Explique o sentido desta afirmação.
4.2 Destaque a importância do aparecimento destas figuras tendo em conta:
- a geografia para que remetem;
- a sua respeitabilidade;
- a união entre o terrestre e o sagrado.
5. O gigantismo é comummente associado às forças do mal.
5.1 É o que se passa no sonho de D. Manuel?
5.2 Interprete a presença do gigantismo neste sonho.
6. Explicite de que forma a “manhã” que segue ao sonho continua.
7. Para os antigos egípcios, os deuses criaram os sonhos para indicar o
caminho aos homens, quando estes não são capazes de prever o futuro.
Demonstre que D. Manuel pensa do mesmo modo.
8. Faça um comentário do texto servindo-se dos aspectos analisados nos
vários itens.
Despedidas de Belém
1. Analise o texto de acordo com os seguintes tópicos:
- identificação do narrador e narratário;
4
- localização espacio-temporal da acção;
- comoção do narrador;
- a dor dos que partem e dos que ficam;
- a linguagem utilizada (figuras de estilo, tempos verbais, adjectivação);
- decisão final do narrador.
O Velho do Restelo
1. Atente na descrição do Velho do Restelo.
1.1 Faça a sua caracterização física e psicológica.
1.2 Relacione essa caracterização com a legitimidade do que a
personagem defende.
2. Atente nos argumentos de que o Velho se vale para se opor as
objectivos da viagem.
2.1 Indique, exemplificando, que argumento contrapõe a personagem:
- à vocação bélica dos lusos;
- à dilatação da fé;
- ao desejo de conquistas e de dinheiro;
- ao desejo de fama.
2.1 Em que figura de estilo se apoia a argumentação do Velho do Restelo?
3. De que forma a personagem critica o risco de vida que os navegantes
vão correr?
4. Po de dizer-se que a maldição dos últimos versos da estância 102 não
se concretizou. Porquê?
Canto V,16 – 17 (Saber de experiências feito), 18 – 22 (Fogo de Santelmo e
Tromba Marítima), 32 – 35 (Veloso amigo...), 40 – 60 (Adamastor)
Saber de experiências feito / Fogo de Santelmo e Tromba Marítima
1. Explique o sentido dos versos 7 e 8 da estância 16.
2. Atente na estância 17 e nas atitudes perante o conhecimento dos
marinheiros e dos letrados.
2.1 Indique de que forma se pode falar de um falseamento entre o saber
livresco e o saber que resulta da observação directa.
2.2 Insira o confronto saber livresco/saber de experiência feito nos valores
renascentistas da epopeia.
3. Saliente a importância das estrofes 16 e 17, tendo em conta a descrição
dos fenómenos apresentados nas estâncias segui9ntes.
4. “... o lume vivo/Que a marítima ente tem por santo”
“... as nuvens do mar, com largo cano,/Sorver as altas águas do
Oceano”
4.1 Identifique a que fenómenos se referem os versos transcritos.
4.2 Identifique a figura de estilo presente na 1ª transcrição”.
4.3 Essa figura é precedida de outra não menos importante (estrofe 18).
5
- Indique-a;
- Evidencie o seu valor expressivo;
- Dê exemplos de pleonasmos a evitar.
4.4 Faça um levantamento das expressões que na estrofe 18 reenviam
para a excepcionalidade dos factos apresentados.
5. A linguagem utilizada na descrição da tromba marítima denuncia a
prudência do narrador face a que observa.
5.1 Faça um levantamento dos versos que melhor o ilustram.
5.2 Compare essa atitude com a dos marinheiros, referida na estância 17.
6. Comente a afirmação: “O narrador socorre-se do já sabido para falar do
desconhecido.”
Veloso amigo...
1. “Acudo eu logo...”
1.1 Identifique o “eu” da afirmação.
1.2 Situe o episódio na narrativa a que pertence.
2. Atente na situação apresentada.
2.1 Descreva-a.
2.2 Evidencie os recursos morfossintáticos que nos reenviam para o
elevado número de nativos.
3. A resposta dos navegantes ao ataque foi exemplar.
3.1 Transcreva os versos que melhor ilustram a reacção dos marinheiros.
3.2 Revele nesses versos o valor da comparação, da oração subordinada
consecutiva e da hipérbole.
4. Caracterize Fernão Veloso
5. Refira-se à importância de episódios como este dentro da epopeia.
6. aproveitando as respostas dadas faça o comentário do texto.
Adamastor
1. Vasco da Gama é um herói humano. A sua coragem não exclui o medo.
Demonstre-o com passagens do texto.
2. A descrição do Adamastor é toda ela feita no sentido de realçar o
gigantismo da sua figura.
2.1 Faça um levantamento das frases e expressões que melhor o ilustram.
2.2 Relacione o seu gigantismo físico com o que a figura simboliza
enquanto representante das forças do mal.
3. Ao Adamastor é costume atribuir-se uma simbologia bastante rica. Diga
o que ele representa do ponto de vista:
6
- geográfico
- histórico
- mitológico
4. O episódio do Adamastor integra duas narrativas.
4.1 Identifique-as.
4.2 Indique qual delas é a principal.
4.3 Que processo se utilizou para a inserção da narrativa secundária?
5. “A Deus pedi que removesse os duros casos que Adamastor contou
futuros...”
5.1 A que casos se refere o Gama?
5.2 Explicite esses casos.
6. Nota-se que o Adamastor se vai “humanizando”.
6.1 Em que parte do texto isso acontece?
6.2 Faça um levantamento dos sentimentos que o gigante experimenta.
7. O Adamastor é, ainda, o símbolo do “baixo amor”.
7.1 Que atitudes o demonstram?
7.2 Clarifique o sentido destas palavras do gigante “aquela que era
vida/Deste corpo”.
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  • 1. Canto I, 1 – 6 e 10 –11 Proposição 1. O poeta propõe-se cantar “as armas e os barões”, “as memórias gloriosas dos reis”, “aqueles que por obras valerosas, se vão da lei da Morte libertando”. 1.1 Que razões apresenta para cantar os dois primeiros tópicos apresentados? 1.2 Que verso da 3ª estância engloba tudo o que se refere em 1? 2. Atente no verso “Que da Ocidental praia Lusitana”. 2.1 Revele a figura de estilo que lhe está associada, se o verso for entendido como: - um conjunto de palavras usadas em vez de “Portugal”. - a parte pelo todo (a praia pelo país que a contém). 2.2 – A que praia se refere o poeta? 3. A epopeia não dispensa o uso da hipérbole. Recolha exemplos no texto da “Proposição”. 4. Na última estância da “Proposição”, o poeta alude, entre outros, ao “sábio Grego” (Ulisses) e ao “Troiano” (Eneias) e às “grandes navegações que fizeram”. 4.1 Porquê a referência a esses heróis e não outros? 4.2 Como posiciona Camões os portugueses face a esses heróis míticos a que se refere? 5. Relacione o conteúdo da estância 3 com o conceito de imitação no Renascimento. 6. Demonstre com expressões do texto que a “Proposição” nos remete já para os quatro planos estruturais do poema (viagem, história, deuses, poeta). Invocação 1. Nas estâncias que integram a “Invocação” destaque: - a entidade invocada; - os pedidos formulados pelo poeta; - as expressões que se referem à poesia lírica e à epopeia. 2. A repetição anafórica do imperativo “Dai-me” está bem patente nas duas estrofes. 2.1 Indique a razão da insistência do poeta. 2.2 Identifique a função da linguagem predominante nessas estrofes revelando as marcas textuais que a denunciam. 1
  • 2. Dedicatória 1. Nas estâncias relativas à dedicatória analise: - a forma como D. Sebastião é caracterizado; - a relação amor da pátria/prémio vil; - verdade vs. Falsidade da matéria a narrar. 2. Relacione a linguagem da “Dedicatória” com a linguagem da “Invocação”. Canto III, 1 – 5, 102 – 106 (A fermosíssima Maria), 118 – 135 (Inês de Castro) Invocação a Calíope 1. Indique por que motivo o poeta invoca Calíope. 2. Clarifique o facto de o poeta se querer “banhar nas águas de Aganipe”. Discurso do Gama 1. O discurso do Gama corresponde ao início de uma longa analepse. Explicite o tema central dessa analepse. 2. Relacione a analepse com o começo in media res da narração dos Lusíadas. 3. explique o sentido dos primeiros 4 versos da estrofe 4. 4. Gama insiste no problema da extensão da sua narrativa. 4.1 Faça um levantamento dos versos que, nas estâncias 4 e 5 melhor o traduzem. 4.2 De que figura de estilo (estância 5), se socorre o poeta para dar ideia da extensão da sua narrativa? 5. Prove que Vasco da Gama não falará sem método. 6. O narrador da “Invocação a Calíope” não é o mesmo do texto “Início do discurso do Gama”. Demonstre-o. A Fermosíssima Maria – Retrato de Maria 1. Trace um retrato físico e psicológico de Maria. 2. Dê conta do contraste entre os sentimentos de Maria e os de seu pai. A Fermosíssima Maria – Discurso de Maria 1. Maria procura impressionar o pai referindo-se à gravidade do que expõe. 2
  • 3. 1.1 Indique, exemplificando, a que figura de estilo recorre para acentuar essa gravidade. 1.2 Destaque de que forma o conhecimento do passado pode ter um valor preventivo. 2. Maria tenta persuadir o pai a entrar na guerra. Faça um levantamento dos argumentos que utiliza (natureza pessoal, familiar e religiosa). 3. Atente na estância 105. 3.1 Explique o emprego de “portanto” no 1º verso. 3.2 Maria faz, ainda, um último esforço para convencer o pai. De que expediente se socorre para o efeito (2 primeiros versos)? 3.3 Explique de que modo a tensão dramática criada serve os objectivos de Maria. 3.4 Refira, justificando, a função da linguagem predominante na estrofe 105. Comparação Maria / Vénus 1. Compare a tímida Maria” à “triste Vénus”, tendo em conta: - a expressão dos sentimentos; - a relação pai/filha; - o pedido formulado; - a capacidade de persuasão. Inês de Castro 1. Analise: - o papel do Amor e do Destino na morte de Inês; - as diferentes situações em que a heroína nos é apresentada e os sentimentos que revela em cada uma delas; - a hiperbolização da dor de Inês; - o recurso sistemático à comparação da sua sorte com a dos animais ou a de outras heroínas célebres; - o grau de culpabilização de Afonso IV; - o confronto simbólico entre o fogo e a espada; - o envolvimento pessoal do narrador, nomeadamente nas estrofes 133 – 135, através do tipo de frase utilizada e da adjectivação; - o nascimento de um mito. 2. Indique, para além da sua morte trágica, que outras características possui Inês favoráveis à instauração do mito. 3. Compare a sorte de Inês comparada à de “A fermosíssima Maria” tendo em conta: - a beleza, o amor e a sedução; - a relação Portugal/Castela; - o destino reservado a cada uma delas. 3
  • 4. 3. Comente uma das seguintes afirmações, relacionando-as com o caso de Pedro e Inês: “ O coração tem razões que a razão desconhece” Blaize Pascal “ Estas mulheres (do século XII, perseguidas e contestadas pela sua conduta amorosa) são o que os testemunhos escritos reflectem. Testemunhos esses datados da época, todos oficiais, voltados para o público, nunca virados para a intimidade. Textos escritos por homens, feitos para serem ditos em voz alta e inteligível e para ensinar.” Georges Duby Canto IV, 68 – 76 (o sonho profético de D. Manuel), 87 – 93 (Despedidas de Belém), 94 – 102 (o Velho do Restelo) 1. Antes de adormecer, D. Manuel entrega-se a um conjunto de reflexões. 1.1 refira o seu teor. 1.2 Relacione-as com o conteúdo do sonho. 2. O sonho começa por uma série de indícios. Faça o levantamento dos mesmos sabendo que deixam antever o desfecho do sonho e o futuro do sonhador. 3. Que elemento do sonho nos reenvia para a conquista do desconhecido? 4. O Ganges e o Indo são-nos apresentados através da alegoria. 4.1 Explique o sentido desta afirmação. 4.2 Destaque a importância do aparecimento destas figuras tendo em conta: - a geografia para que remetem; - a sua respeitabilidade; - a união entre o terrestre e o sagrado. 5. O gigantismo é comummente associado às forças do mal. 5.1 É o que se passa no sonho de D. Manuel? 5.2 Interprete a presença do gigantismo neste sonho. 6. Explicite de que forma a “manhã” que segue ao sonho continua. 7. Para os antigos egípcios, os deuses criaram os sonhos para indicar o caminho aos homens, quando estes não são capazes de prever o futuro. Demonstre que D. Manuel pensa do mesmo modo. 8. Faça um comentário do texto servindo-se dos aspectos analisados nos vários itens. Despedidas de Belém 1. Analise o texto de acordo com os seguintes tópicos: - identificação do narrador e narratário; 4
  • 5. - localização espacio-temporal da acção; - comoção do narrador; - a dor dos que partem e dos que ficam; - a linguagem utilizada (figuras de estilo, tempos verbais, adjectivação); - decisão final do narrador. O Velho do Restelo 1. Atente na descrição do Velho do Restelo. 1.1 Faça a sua caracterização física e psicológica. 1.2 Relacione essa caracterização com a legitimidade do que a personagem defende. 2. Atente nos argumentos de que o Velho se vale para se opor as objectivos da viagem. 2.1 Indique, exemplificando, que argumento contrapõe a personagem: - à vocação bélica dos lusos; - à dilatação da fé; - ao desejo de conquistas e de dinheiro; - ao desejo de fama. 2.1 Em que figura de estilo se apoia a argumentação do Velho do Restelo? 3. De que forma a personagem critica o risco de vida que os navegantes vão correr? 4. Po de dizer-se que a maldição dos últimos versos da estância 102 não se concretizou. Porquê? Canto V,16 – 17 (Saber de experiências feito), 18 – 22 (Fogo de Santelmo e Tromba Marítima), 32 – 35 (Veloso amigo...), 40 – 60 (Adamastor) Saber de experiências feito / Fogo de Santelmo e Tromba Marítima 1. Explique o sentido dos versos 7 e 8 da estância 16. 2. Atente na estância 17 e nas atitudes perante o conhecimento dos marinheiros e dos letrados. 2.1 Indique de que forma se pode falar de um falseamento entre o saber livresco e o saber que resulta da observação directa. 2.2 Insira o confronto saber livresco/saber de experiência feito nos valores renascentistas da epopeia. 3. Saliente a importância das estrofes 16 e 17, tendo em conta a descrição dos fenómenos apresentados nas estâncias segui9ntes. 4. “... o lume vivo/Que a marítima ente tem por santo” “... as nuvens do mar, com largo cano,/Sorver as altas águas do Oceano” 4.1 Identifique a que fenómenos se referem os versos transcritos. 4.2 Identifique a figura de estilo presente na 1ª transcrição”. 4.3 Essa figura é precedida de outra não menos importante (estrofe 18). 5
  • 6. - Indique-a; - Evidencie o seu valor expressivo; - Dê exemplos de pleonasmos a evitar. 4.4 Faça um levantamento das expressões que na estrofe 18 reenviam para a excepcionalidade dos factos apresentados. 5. A linguagem utilizada na descrição da tromba marítima denuncia a prudência do narrador face a que observa. 5.1 Faça um levantamento dos versos que melhor o ilustram. 5.2 Compare essa atitude com a dos marinheiros, referida na estância 17. 6. Comente a afirmação: “O narrador socorre-se do já sabido para falar do desconhecido.” Veloso amigo... 1. “Acudo eu logo...” 1.1 Identifique o “eu” da afirmação. 1.2 Situe o episódio na narrativa a que pertence. 2. Atente na situação apresentada. 2.1 Descreva-a. 2.2 Evidencie os recursos morfossintáticos que nos reenviam para o elevado número de nativos. 3. A resposta dos navegantes ao ataque foi exemplar. 3.1 Transcreva os versos que melhor ilustram a reacção dos marinheiros. 3.2 Revele nesses versos o valor da comparação, da oração subordinada consecutiva e da hipérbole. 4. Caracterize Fernão Veloso 5. Refira-se à importância de episódios como este dentro da epopeia. 6. aproveitando as respostas dadas faça o comentário do texto. Adamastor 1. Vasco da Gama é um herói humano. A sua coragem não exclui o medo. Demonstre-o com passagens do texto. 2. A descrição do Adamastor é toda ela feita no sentido de realçar o gigantismo da sua figura. 2.1 Faça um levantamento das frases e expressões que melhor o ilustram. 2.2 Relacione o seu gigantismo físico com o que a figura simboliza enquanto representante das forças do mal. 3. Ao Adamastor é costume atribuir-se uma simbologia bastante rica. Diga o que ele representa do ponto de vista: 6
  • 7. - geográfico - histórico - mitológico 4. O episódio do Adamastor integra duas narrativas. 4.1 Identifique-as. 4.2 Indique qual delas é a principal. 4.3 Que processo se utilizou para a inserção da narrativa secundária? 5. “A Deus pedi que removesse os duros casos que Adamastor contou futuros...” 5.1 A que casos se refere o Gama? 5.2 Explicite esses casos. 6. Nota-se que o Adamastor se vai “humanizando”. 6.1 Em que parte do texto isso acontece? 6.2 Faça um levantamento dos sentimentos que o gigante experimenta. 7. O Adamastor é, ainda, o símbolo do “baixo amor”. 7.1 Que atitudes o demonstram? 7.2 Clarifique o sentido destas palavras do gigante “aquela que era vida/Deste corpo”. 7