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GRUPO I
A
Lê o texto seguinte. Emcaso de necessidade, consulta o vocabulário e as notas apresentados a seguir ao
texto.
De triinta e oito portas que há na cidade, as doze eram todo o dia abertas, encomendadas1
a
boõs homees
d’armas que tiinham cuidado de as guardar; pelas quaes neũa pessoa, que muito conhecida
nom fosse2
, havia d’entrar nem sair, sem primeiro saber em certo por que razom ia ou viinha; e
ali atravessavom paos com tavoado pera dormir os que tal cuidado tiinham3
, por de noite
serem deles acompanhadas4
, e neuũ malicioso seer atrevido de cometer neuũ erro.
E dalgũas portas tinham certas pessoas de noite as chaves,por razom dos batees5
que taes horas
iam e viinham d’aalem6
com trigo e outros mantimentos, segundo leedes7
em seu logar; outras
chaves apanhava uũ homem cada noite de que o Meestre muito fiava, e veendo primeiro como
as portas ficavom fechadas, lhas levava todas aos Paaços onde pousava8
. Acerca da9
porta de
Santa Catarina da parte do arreal10
per onde mais acostumavom sair aa escaramuça, estava
sempre uma casa prestes11
,com camas e ovos e estopas12
, e triaga13
, e outras necessárias cousas
pera pensamento14
dos feridos quando tornavom15
das escaramuças.
Na ribeira havia feitas duas grandes e fortes estacadas16
de grossos e valentes paos, que o
Meestre mandara
fazer ante que el-Rei de Castela veesse, por defender17
o combato da ribeira; e eram feitas des
onde18
o mar mais longe espraia ataa19
terra junto com a cidade. E ũa foi caminho de Santos, a
fundo da torre de atalaia contra aquela parte20
, onde entendeo que el-Rei poeria seu arreal21
;
outra fezerom no outro cabo da cidade junto com o muro dos fornos da cal contra o moesteiro
de Santa Clara. (…)
Nom leixavom os da cidade, por serem assi cercados, de fazer a barvacãa22
d’arredor do muro
da parte do arreal, des a porta de Santa Caterina, ataa torre d’ Alvoro Paaez, que nom era ainda
feita, que seeriam dous tiros de besta23
; e as moças sem neuũ medo, apanhando pedra pelas
herdades, cantavom altas vozes24 dizendo:
Esta é Lixboa prezada,
mirá-la e leixá-la25
.
Se quiserdes carneiro26
,
qual derom ao Andeiro26
;
se quiserdes cabrito27
,
qual deram ao Bispo27
,
As outras cousas que pertenciam ao regimento28 da cidade, todas eram postas em boa e igual
ordenança; i nom havia neuũ que com outro alevantasse arroido29
nem lhe empecesse per
talentosos excessos30
, mas todos usavom d’amigavel concordia, acompanhada de proveito
comuũ.
Fernão Lopes, Crónica de D. João I, « Capítulo 115», (Textos escolhidos), Lisboa, Seara Nova / Comunicação, 1980, pp. 173-175.
(Apresentação crítica, seleção, notas e sugestões para análise literária de Teresa Amado)
Vocabulário e notas
1
entregues, confiadas; 2
exceto se fosse muitoconhecida; 3
os que estavamencarregados das portas construíram uma espécie de
casas onde podiam dormir, junto às portas; 4
para de noite as portas se manteremsoba sua vigia; 5
barcos; 6
do margem sul do rio
Tejo; 7
conforme lestes; 8
onde o Mestre de Avis vivia; 9
perto da; 10
arraial, acampamento; 11
pronta; 12
usados para fazer
curativos; 13
medicamento; 14 curativo; 15
regressavam; 16
espaços defendidos porestacas; 17
paradefender; 18
desde onde; 19
até; 20
perto de Santos; 21
onde o Mestrede Avis entendeuque o rei de Castela estabeleceria o seu acampamento; 22
os da cidade, apesar
de cercados, continuavam a construir uma parte da muralha (barbacã) ainda não terminada; 23
seria este o comprimento da
muralha em construção: a distância que percorre,em duplicado, a flecha arremessada de uma besta, tipode arco; 24
cantavam em
voz alta, de modo a serem ouvidas pelos castelhanos; 25
olhá-la e ir embora; 26
referência ao assassinato do Conde Andeiro,
partidárioda rainha DonaLeonor e do rei de Castela, mortopeloMestrede Avis; 27
referênciaao assassinatodo Bispo de Lisboa,
pela população enfurecida, convencida de que ele seria partidário do rei de Castela; 28
governo, organização; 29
provocasse
desacatos; 30
nem lhe causasse dano por atos intencionalmente desordeiros
Apresenta, de forma clara e bem estruturada, as tuas respostas aos itens que se seguem.
1. Indica as várias precauções tomadas relativamente às portas da cidade cercada abertas durante o dia.
2. Elabora uma caracterização do Mestre de Avis combase nos elementos textuais pertinentes.
3. Tem em atenção a letra da cantiga que cantavam as «moças» de Lisboa, e identifica os seus destinatários
externos e internos, justificando.
4. Identifica a personagemcoletiva referida na globalidade do texto, justificando.
B
A afirmação da consciência coletiva do povo de Lisboa durante o cerco é uma característica coma qual
o leitor da Crónica de D. João I se depara frequentemente.
Escreve um texto no qual comproves esta afirmação com base na tua experiência de leitura.
O teu texto deve ter entre 120 e 150 palavras.
GRUPO II
Lê o texto seguinte. Em caso de necessidade, consulta o vocabulário apresentado.
Na Crónica de D. João I a narrativa apoia-se em dois tipos de personagens: os grupos e os
indivíduos. Entre os primeiros, encontramos: as populações civis, em que se avantaja a de
Lisboa, seguida das de várias outras cidades e vilas, e faz sentir a sua presença a «arraia
meúda»1
não necessariamente localizada; e os grupos militares, seja os exércitos portugueses
(nas quatro grandes batalhas) e castelhanos (sempre numerosíssimos), seja os pequenos
contingentes que saem a tomar um castelo, pôr cerco a uma vila, realizar uma pilhagem para
reabastecimento, ou simplesmente fazer negaças ao inimigo do outro lado da fronteira. Entre
os segundos, destacam-se a grande distância dos outros, pela importância que assumem na
ação e pela minuciosa caracterização, D. João I, Nun’Álvares e D. Leonor.
As cenas em que são protagonistas os populares caracterizam-se em geral pelo movimento,
rápido, precipitado mesmo, como precipitados são os seus atos, não gastando muito tempo a
ponderar razões. Nos poucos casos em que há diálogo, é sob a forma de vozes, nem sempre
identificadas, que se isolam da multidão, representando-a face a um interlocutor externo, ou
dirigindo-se aos próprios companheiros. Ocorre, raramente e quando em situações de oposição
aos burgueses ou aos nobres, que se assista a uma tirada relativamente longa, ameaçando ou
anunciando a decisão duma passagem à ação. Mas mais normalmente as falas são curtas,
incitando a uma ação violenta ou à vigilância, insultando um traidor, proclamando fidelidade a
um senhor, pedindo favores ao Mestre ou ao rei. Não é um discurso refletido. (…)
[D. João I] surge-nos como chefe militar sem prestígio, traído pelos que supõe seus mais
dedicados, desobedecido pelas suas tropas, escarnecido pelos habitantes dos castelos2
que
interminavelmente cerca com a mais estrondosa ineficácia, posto em xeque por pactos
vexatórios3
que nada o obrigava a aceitar,sempre apanhado desprevenido por toda a espécie de
obstáculos, naturais ou outros. Apesar disso, é querido e seguido por muitos. No episódio do
cerco de Coira, uma conversa entre o rei e alguns cavaleiros traduz claramente a sua inépcia
como chefe, mas revela também a relação de boa amizade que o une aos seus (cap. 76, 2.ª
Parte): porque sabe rir e sorrir, porque conhece o prazer de passar um serão «em sabor» com
os seus homens, porque ouve igualmente conselhos e censuras, porque reconhece fraquezas,
porque é sensível a pedidos e fiel à palavra dada, porque procura que reine a concórdia à sua
volta, porque é capaz de levar a amizade até ao sacrifício.
Fernão Lopes, Crónica de D. João I (Textos escolhidos), Lisboa, Seara Nova / Comunicação, 1980, pp. 38, 39 e 46.
(Apresentação crítica, seleção, notas e sugestões para análise literária de Teresa Amado)
Vocabulário
1
o povo; 2
castelos de localidades que tomaram o partido do rei de Castela; 3
acordos vergonhosos
1. Para responder a cada um dos itens de 1.1 a 1.5,seleciona a única opção que permite obter uma
afirmação correta.
1.1 O primeiro parágrafo do texto está assente numa lógica de progressão textual que
caracteriza
(A) em primeiro lugar, as personagens individuais e seguidamente as coletivas.
(B) em primeiro lugar, as personagens coletivas e depois as individuais, exemplificando
pela mesma ordem.
(C) em primeiro lugar,as personagens individuais e depois as coletivas,exemplificando pela
ordem inversa.
(D) em primeiro lugar, as personagens individuais e depois as coletivas.
1.2 No segundo parágrafo, explicita-se a relação entre
(A) as palavras que saem da multidão e os atos desta.
(B) as ações da multidão e as palavras de quem a dirige.
(C) as palavras que saem da multidão e os objetivos desta.
(D) as ações da multidão e as palavras de oposição aos nobres e burgueses.
1.3 A visão de D. João caracteriza-se
(A) por um acumular de características positivas.
(B) por um acumular de características negativas.
(C) pelo equilíbrio entre características positivas e negativas.
(D) pelo predomínio das características negativas sobre as positivas.
1.4 O «episódio do cerco de Coira», l. 20,
(A) tem como função exemplificar informação que é apresentada posteriormente.
(B) é um exemplo relativo às qualidades de D. João I.
(C) exemplifica um defeito de D. João I.
(D) acentua alguns dos defeitos de D. João I.
1.5 A sequência de várias orações subordinadas adverbiais causais presente no final do texto,
entre as ll. 22-25, tem como função
(A) realçar a camaradagem entre D. João I e os seus soldados e cavaleiros.
(B) comprovar que D. João I não tinha somente defeitos.
(C) chamar a atenção para as qualidades humanas e de chefia de D. João I.
(D) ilustrar as suas capacidades militares.
2. Responde, de forma correta, aos itens apresentados.
2.1 Indica o processo fonológico presente na evolução da palavra do português antigo «batees»,
l. 6, para batéis, no português moderno (texto do Grupo I).
2.2 Indica a função sintática desempenhada por «D. João I, Nun’Álvares e D. Leonor.», l. 8,
(texto do Grupo II).
2.3 Classifica a segunda oração coordenada presente em «ameaçando ou anunciando a decisão
duma passagem à ação.», l. 14, (texto do Grupo II).
GRUPO III
Escreve um texto expositivo no qual apresentes o contexto histórico em que ocorreu o cerco
de Lisboa narrado por Fernão Lopes na Crónica de D. João I.
O teu texto deve ter um mínimo de 200 e um máximo de 300 palavras.

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  • 1. GRUPO I A Lê o texto seguinte. Emcaso de necessidade, consulta o vocabulário e as notas apresentados a seguir ao texto. De triinta e oito portas que há na cidade, as doze eram todo o dia abertas, encomendadas1 a boõs homees d’armas que tiinham cuidado de as guardar; pelas quaes neũa pessoa, que muito conhecida nom fosse2 , havia d’entrar nem sair, sem primeiro saber em certo por que razom ia ou viinha; e ali atravessavom paos com tavoado pera dormir os que tal cuidado tiinham3 , por de noite serem deles acompanhadas4 , e neuũ malicioso seer atrevido de cometer neuũ erro. E dalgũas portas tinham certas pessoas de noite as chaves,por razom dos batees5 que taes horas iam e viinham d’aalem6 com trigo e outros mantimentos, segundo leedes7 em seu logar; outras chaves apanhava uũ homem cada noite de que o Meestre muito fiava, e veendo primeiro como as portas ficavom fechadas, lhas levava todas aos Paaços onde pousava8 . Acerca da9 porta de Santa Catarina da parte do arreal10 per onde mais acostumavom sair aa escaramuça, estava sempre uma casa prestes11 ,com camas e ovos e estopas12 , e triaga13 , e outras necessárias cousas pera pensamento14 dos feridos quando tornavom15 das escaramuças. Na ribeira havia feitas duas grandes e fortes estacadas16 de grossos e valentes paos, que o Meestre mandara fazer ante que el-Rei de Castela veesse, por defender17 o combato da ribeira; e eram feitas des onde18 o mar mais longe espraia ataa19 terra junto com a cidade. E ũa foi caminho de Santos, a fundo da torre de atalaia contra aquela parte20 , onde entendeo que el-Rei poeria seu arreal21 ; outra fezerom no outro cabo da cidade junto com o muro dos fornos da cal contra o moesteiro de Santa Clara. (…) Nom leixavom os da cidade, por serem assi cercados, de fazer a barvacãa22 d’arredor do muro da parte do arreal, des a porta de Santa Caterina, ataa torre d’ Alvoro Paaez, que nom era ainda feita, que seeriam dous tiros de besta23 ; e as moças sem neuũ medo, apanhando pedra pelas herdades, cantavom altas vozes24 dizendo: Esta é Lixboa prezada, mirá-la e leixá-la25 . Se quiserdes carneiro26 , qual derom ao Andeiro26 ; se quiserdes cabrito27 , qual deram ao Bispo27 , As outras cousas que pertenciam ao regimento28 da cidade, todas eram postas em boa e igual ordenança; i nom havia neuũ que com outro alevantasse arroido29 nem lhe empecesse per talentosos excessos30 , mas todos usavom d’amigavel concordia, acompanhada de proveito comuũ. Fernão Lopes, Crónica de D. João I, « Capítulo 115», (Textos escolhidos), Lisboa, Seara Nova / Comunicação, 1980, pp. 173-175. (Apresentação crítica, seleção, notas e sugestões para análise literária de Teresa Amado) Vocabulário e notas 1 entregues, confiadas; 2 exceto se fosse muitoconhecida; 3 os que estavamencarregados das portas construíram uma espécie de casas onde podiam dormir, junto às portas; 4 para de noite as portas se manteremsoba sua vigia; 5 barcos; 6 do margem sul do rio Tejo; 7 conforme lestes; 8 onde o Mestre de Avis vivia; 9 perto da; 10 arraial, acampamento; 11 pronta; 12 usados para fazer
  • 2. curativos; 13 medicamento; 14 curativo; 15 regressavam; 16 espaços defendidos porestacas; 17 paradefender; 18 desde onde; 19 até; 20 perto de Santos; 21 onde o Mestrede Avis entendeuque o rei de Castela estabeleceria o seu acampamento; 22 os da cidade, apesar de cercados, continuavam a construir uma parte da muralha (barbacã) ainda não terminada; 23 seria este o comprimento da muralha em construção: a distância que percorre,em duplicado, a flecha arremessada de uma besta, tipode arco; 24 cantavam em voz alta, de modo a serem ouvidas pelos castelhanos; 25 olhá-la e ir embora; 26 referência ao assassinato do Conde Andeiro, partidárioda rainha DonaLeonor e do rei de Castela, mortopeloMestrede Avis; 27 referênciaao assassinatodo Bispo de Lisboa, pela população enfurecida, convencida de que ele seria partidário do rei de Castela; 28 governo, organização; 29 provocasse desacatos; 30 nem lhe causasse dano por atos intencionalmente desordeiros Apresenta, de forma clara e bem estruturada, as tuas respostas aos itens que se seguem. 1. Indica as várias precauções tomadas relativamente às portas da cidade cercada abertas durante o dia. 2. Elabora uma caracterização do Mestre de Avis combase nos elementos textuais pertinentes. 3. Tem em atenção a letra da cantiga que cantavam as «moças» de Lisboa, e identifica os seus destinatários externos e internos, justificando. 4. Identifica a personagemcoletiva referida na globalidade do texto, justificando. B A afirmação da consciência coletiva do povo de Lisboa durante o cerco é uma característica coma qual o leitor da Crónica de D. João I se depara frequentemente. Escreve um texto no qual comproves esta afirmação com base na tua experiência de leitura. O teu texto deve ter entre 120 e 150 palavras. GRUPO II Lê o texto seguinte. Em caso de necessidade, consulta o vocabulário apresentado. Na Crónica de D. João I a narrativa apoia-se em dois tipos de personagens: os grupos e os indivíduos. Entre os primeiros, encontramos: as populações civis, em que se avantaja a de Lisboa, seguida das de várias outras cidades e vilas, e faz sentir a sua presença a «arraia meúda»1 não necessariamente localizada; e os grupos militares, seja os exércitos portugueses (nas quatro grandes batalhas) e castelhanos (sempre numerosíssimos), seja os pequenos contingentes que saem a tomar um castelo, pôr cerco a uma vila, realizar uma pilhagem para reabastecimento, ou simplesmente fazer negaças ao inimigo do outro lado da fronteira. Entre os segundos, destacam-se a grande distância dos outros, pela importância que assumem na ação e pela minuciosa caracterização, D. João I, Nun’Álvares e D. Leonor. As cenas em que são protagonistas os populares caracterizam-se em geral pelo movimento, rápido, precipitado mesmo, como precipitados são os seus atos, não gastando muito tempo a ponderar razões. Nos poucos casos em que há diálogo, é sob a forma de vozes, nem sempre identificadas, que se isolam da multidão, representando-a face a um interlocutor externo, ou dirigindo-se aos próprios companheiros. Ocorre, raramente e quando em situações de oposição aos burgueses ou aos nobres, que se assista a uma tirada relativamente longa, ameaçando ou anunciando a decisão duma passagem à ação. Mas mais normalmente as falas são curtas, incitando a uma ação violenta ou à vigilância, insultando um traidor, proclamando fidelidade a um senhor, pedindo favores ao Mestre ou ao rei. Não é um discurso refletido. (…)
  • 3. [D. João I] surge-nos como chefe militar sem prestígio, traído pelos que supõe seus mais dedicados, desobedecido pelas suas tropas, escarnecido pelos habitantes dos castelos2 que interminavelmente cerca com a mais estrondosa ineficácia, posto em xeque por pactos vexatórios3 que nada o obrigava a aceitar,sempre apanhado desprevenido por toda a espécie de obstáculos, naturais ou outros. Apesar disso, é querido e seguido por muitos. No episódio do cerco de Coira, uma conversa entre o rei e alguns cavaleiros traduz claramente a sua inépcia como chefe, mas revela também a relação de boa amizade que o une aos seus (cap. 76, 2.ª Parte): porque sabe rir e sorrir, porque conhece o prazer de passar um serão «em sabor» com os seus homens, porque ouve igualmente conselhos e censuras, porque reconhece fraquezas, porque é sensível a pedidos e fiel à palavra dada, porque procura que reine a concórdia à sua volta, porque é capaz de levar a amizade até ao sacrifício. Fernão Lopes, Crónica de D. João I (Textos escolhidos), Lisboa, Seara Nova / Comunicação, 1980, pp. 38, 39 e 46. (Apresentação crítica, seleção, notas e sugestões para análise literária de Teresa Amado) Vocabulário 1 o povo; 2 castelos de localidades que tomaram o partido do rei de Castela; 3 acordos vergonhosos 1. Para responder a cada um dos itens de 1.1 a 1.5,seleciona a única opção que permite obter uma afirmação correta. 1.1 O primeiro parágrafo do texto está assente numa lógica de progressão textual que caracteriza (A) em primeiro lugar, as personagens individuais e seguidamente as coletivas. (B) em primeiro lugar, as personagens coletivas e depois as individuais, exemplificando pela mesma ordem. (C) em primeiro lugar,as personagens individuais e depois as coletivas,exemplificando pela ordem inversa. (D) em primeiro lugar, as personagens individuais e depois as coletivas. 1.2 No segundo parágrafo, explicita-se a relação entre (A) as palavras que saem da multidão e os atos desta. (B) as ações da multidão e as palavras de quem a dirige. (C) as palavras que saem da multidão e os objetivos desta. (D) as ações da multidão e as palavras de oposição aos nobres e burgueses. 1.3 A visão de D. João caracteriza-se (A) por um acumular de características positivas. (B) por um acumular de características negativas. (C) pelo equilíbrio entre características positivas e negativas. (D) pelo predomínio das características negativas sobre as positivas. 1.4 O «episódio do cerco de Coira», l. 20, (A) tem como função exemplificar informação que é apresentada posteriormente. (B) é um exemplo relativo às qualidades de D. João I. (C) exemplifica um defeito de D. João I. (D) acentua alguns dos defeitos de D. João I.
  • 4. 1.5 A sequência de várias orações subordinadas adverbiais causais presente no final do texto, entre as ll. 22-25, tem como função (A) realçar a camaradagem entre D. João I e os seus soldados e cavaleiros. (B) comprovar que D. João I não tinha somente defeitos. (C) chamar a atenção para as qualidades humanas e de chefia de D. João I. (D) ilustrar as suas capacidades militares. 2. Responde, de forma correta, aos itens apresentados. 2.1 Indica o processo fonológico presente na evolução da palavra do português antigo «batees», l. 6, para batéis, no português moderno (texto do Grupo I). 2.2 Indica a função sintática desempenhada por «D. João I, Nun’Álvares e D. Leonor.», l. 8, (texto do Grupo II). 2.3 Classifica a segunda oração coordenada presente em «ameaçando ou anunciando a decisão duma passagem à ação.», l. 14, (texto do Grupo II). GRUPO III Escreve um texto expositivo no qual apresentes o contexto histórico em que ocorreu o cerco de Lisboa narrado por Fernão Lopes na Crónica de D. João I. O teu texto deve ter um mínimo de 200 e um máximo de 300 palavras.