SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 29
Lição 13
A MANIFESTAÇÃO
DA GRAÇA
SALVADORA
3º Trimestre de 2015
27 de setembro de 2015
Texto Áureo
"Porque a graça de Deus se há
manifestado, trazendo salvação a
todos os homens."
(Tt 2.11)
Verdade Prática
A graça de Deus emanou do seu
coração amoroso para salvar o homem
perdido, por meio do sacrifício vicário
de Cristo Jesus.
LEITURA BÍBLICA
Tito 2.11-14; 3.4-6
Tt 2.11 - Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos
os homens,
12 - ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências
mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente,
13 - aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do
grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo,
14 - o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e
purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.
LEITURA BÍBLICA
Tito 2.11-14; 3.4-6
Tt 3.4 - Mas, quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso
Salvador, para com os homens,
5 - não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua
misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do
Espírito Santo,
6 - que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso
Salvador
Objetivos
 Explicar as diversas manifestações da graça de
Deus.
 Esclarecer a relação do crente em relação às
autoridades e ao próximo.
 Propor uma experiência de boas obras e o trato
com os "hereges".
 Aplicar o conteúdo aprendido à vida pessoal.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
 A salvação é pela graça de Deus. Um
presente por meio da obra vicária de
Jesus.
 Os salvos devem ser exemplos de
conduta.
 As boas obras não salvam, mas
fazem parte da vida dos salvos.
PONTO CENTRAL
A graça de Deus alcançou-nos
por inter médio do sacrifício
vicário de Jesus.
I. A MANIFESTAÇÃO
DA GRAÇA DE DEUS
I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE
DEUS
 A graça comum:
 Graça vem da palavra hebraica hessed, e do termo
grego charis, cujo sentido mais comum é o de "favor
imerecido que Deus concede ao homem, por seu
amor, bondade e misericórdia".
 Exemplo: Deus dá aos homens as estações do ano,
o dia, a noite, a própria vida, ou seja, todas as
coisas" (At 17.25 b).
 Disponível e desfrutada por todas as pessoas,
independente da fé ou obras.
I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA
DE DEUS
 A graça salvadora:
 "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo
salvação a todos os homens" (2.11).
 Disponível à todas as pessoas, efetiva para aquelas
que creem em Deus, e aceitam a Cristo Jesus como
seu único e suficiente Salvador.
 A criatura se torna filha de Deus (Jo 1.12; Ef 2.19).
I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA
DE DEUS
 Graça justificadora e regeneradora:
 A Graça de Deus é a fonte da justificação do ser
humano (Rm 3.21-26).
 A justificação não se dá por obras humanas, nem
por rituais ou pela lei, mas é um dom gratuito de
Deus (Rm 3-5, Gl 3)
 Entretanto, a justificação não exime da
responsabilidade da santidade. A pessoa justificada
deve ser tornar uma "nova criatura" (2 Co 5.17).
I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA
DE DEUS
 Graça santificadora:
 A graça de Deus só pode ser eficaz, na vida do
convertido, se ele se dispuser a negar-se a si
mesmo para ter uma vida de santidade.
 A falta de santificação anula os efeitos da
regeneração e da justificação: "Segui a paz com
todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o
Senhor" (Hb 12.14).
SÍNTESE DO TÓPICO I
Nas Escrituras, a graça de Deus
se manifesta como "graça
comum", "graça salvadora",
"graça justificadora e
regeneradora" e "graça
santificadora".
II. A CONDUTA
DO SALVO EM JESUS
II. A CONDUTA DO SALVO EM
JESUS
 Sujeição às autoridades (v.1):
 O cristão deve ter uma boa relação com as
autoridades.
 A submissão às autoridades, visando uma boa
relação com as autoridades é recomendada por
Paulo também em Romanos.
 Todavia, a obediência às autoridades não pode ser
cega, mas condicional aos princípios bíblicos.
II. A CONDUTA DO SALVO EM
JESUS
 O relacionamento do cristão (v. 2):
a) Não infamar a ninguém – a calunia não é aceitável
nem na igreja nem na área secular. Muito mais, na Lei
de Deus. O cristão deve cultivar o fruto do Espírito da
"benignidade“ (Gl 5.22).
b) Não ser contencioso – os conflitos geralmente surgem
por questões/interesses pessoas, portanto
desagradáveis à Deus (2 Tm 2.24).
c) Ser modesto – o cristão não deve buscar os holofotes,
mas ser prudente e simples em tudo (Mt 10.16).
d) Mostrar "mansidão para com todos os homens“ –
Jesus é o maior exemplo (Mt 11.29).
II. A CONDUTA DO SALVO EM
JESUS
 A lavagem da renovação do Espírito
Santo (v. 3):
 A “nova criatura” não tem mais prazer no pecado.
 Diferente do ser humano segundo a carne que é
movido pela:
a) Insensatez - imprudência, leviandade e
incoerência, que leva muitos à perdição eterna. Ex.:
parábola das dez virgens (Mt 25.1-13); parábola do
rico insensato (Mt 7.26).
b) Desobediência – o início da queda do ser humano
(Rm 5.19). “Mãe de todos os pecados” (Rm 11.30;
Ef 2.2; 5.6; Cl 3.6).
II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS
 A lavagem da renovação do
Espírito Santo (v. 3):
 O ser humano segundo a carne que é movido pela:
c) Extravio - como ovelha sem pastor (Mt 9.36). Feliz
quem faz como o "filho pródigo (Lc 15.18-24).
d) Servindo a "várias concupiscências e deleites".
"paixões e prazeres" que dominam a vida do
homem sem Deus. Barreiras para conversão,
"espinhos" da vida que sufocam (Lc 8.14) e para
uma vida de santidade e fidelidade a Jesus (1 Pe
4.3; Jd 16).
e) "Vivendo em malícia e inveja“ – comportamento
incoerente com o evangelho (Ef 4.31; Cl 3.8).
Inveja é "a podridão dos ossos" (Pv 14.30).
II. A CONDUTA DO SALVO EM
JESUS
 A lavagem da renovação do
Espírito Santo (v. 3):
 O ser humano segundo a carne que é movido
pela:
f) “Odiosos, odiando "uns aos outros”:
• "qualquer que aborrece a seu irmão é
homicida. E vós sabeis que nenhum homicida
tem permanente nele a vida eterna" (1 Jo
3.15).
• homicida no AT = quem matasse alguém com
algum tipo de objeto perigoso; no NT = quem,
no coração, odeia o seu irmão.
SÍNTESE DO TÓPICO II
A conduta do salvo em Cristo
deve mostrar sujeição às
autoridades legalmente
estabelecidas.
III. AS BOAS OBRAS E
O TRATO COM OS
HEREGES
III. AS BOAS OBRAS E
O TRATO COM OS HEREGES
 A prática das boas obras (v. 8):
 Praticar boas obras faz parte do dia a dia do servo
ou da serva de Deus.
 "Porque somos feitura sua, criados em Cristo
Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou
para que andássemos nelas" (Ef 2.10).
 Quem está em Cristo tem prazer em praticar aquilo
que é bom e agradável ao seu próximo e a Deus.
III. AS BOAS OBRAS E
O TRATO COM OS HEREGES
 Como tratar com os hereges (v. 10):
 Paulo ensina que devemos evitar os falsos mestres.
 Não se envolver em suas discussões tolas.
 Quanto mais atenção para um ensino, mas se
divulga.
 Quando necessário, enfrentar com argumentos bem
embasados na Palavra.
SÍNTESE DO TÓPICO
III
Dos versículos 8 a 10, o apóstolo
expõe sobre a prática das boas
obras e como se deve tratar os
"falsos mestres".
É feliz quem faz como o “filho
pródigo”, que tomou a decisão
sábia de retornar humilhado à
casa do pai, onde foi recebido com
amor e misericórdia.
CONCLUSÃO
1. A graça de Deus se manifesta como
"graça comum", "graça salvadora",
"graça justificadora e regeneradora"
e "graça santificadora".
2. O cristão deve ter um bom
relacionamento com as autoridades
e om o próximo.
3. As boas obras devem fazer parte da
rotina do cristão.".
PARA REFLETIR
O q u e é g r a ç a ?
É o f a v o r i m e r e c i d o q u e D e u s c o n c e d e a o h o m e m , p o r s e u
a m o r, b o n d a d e e m i s e r i c ó r d i a .
C o m o p o d e m o s a l c a n ç a r a g r a ç a s a l va d o r a ?
C r e n d o e m D e u s e a c e i t a n d o J e s u s c o m o o n o s s o ú n i c o e
s u f i c i e n t e S a l v a d o r.
Q u a l é a f o n t e d a j u s t i f i c a ç ã o d o h o m e m ?
A g r a ç a d e D e u s .
Q u e m é c o n s i d e r a d o h o m i c i d a n o e va n g e l h o d a g r a ç a ?
Q u a l q u e r q u e a b o r r e c e o s e u i r m ã o .
D e a c o r d o c o m a l i ç ã o , c o m o d e ve m o s t r a t a r o s
h e r e g e s ?
D e v e m o s e v i t á - l o s , n ã o n o s e n v o l v e n d o e m d i s c u s s õ e s
t o l a s .

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas ObrasLição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Ismael Isidio
 

Mais procurados (20)

Lição 1 - As Cartas de Pedro: Vivendo em Esperança e Firmados na Verdade
Lição 1 - As Cartas de Pedro: Vivendo em Esperança e Firmados na VerdadeLição 1 - As Cartas de Pedro: Vivendo em Esperança e Firmados na Verdade
Lição 1 - As Cartas de Pedro: Vivendo em Esperança e Firmados na Verdade
 
Jornal Novos horizontes ed. novembro 2015
Jornal Novos horizontes ed. novembro 2015Jornal Novos horizontes ed. novembro 2015
Jornal Novos horizontes ed. novembro 2015
 
Lição 3 - Ética Cristã e Direitos Humanos
Lição 3 - Ética Cristã e Direitos HumanosLição 3 - Ética Cristã e Direitos Humanos
Lição 3 - Ética Cristã e Direitos Humanos
 
Colossenses - Cap. 03 parte 01
Colossenses - Cap. 03 parte 01Colossenses - Cap. 03 parte 01
Colossenses - Cap. 03 parte 01
 
Colossences 1 (parte 4)
Colossences 1 (parte 4)Colossences 1 (parte 4)
Colossences 1 (parte 4)
 
Lição 2 - O sacrifício da expiação
Lição 2 - O sacrifício da expiaçãoLição 2 - O sacrifício da expiação
Lição 2 - O sacrifício da expiação
 
LIÇÃO 06 - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
LIÇÃO 06 - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOASLIÇÃO 06 - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
LIÇÃO 06 - A VERDADEIRA FÉ NÃO FAZ ACEPÇÃO DE PESSOAS
 
Lição 13 - Em Cristo Somos mais que Vencedores
 Lição 13 - Em Cristo Somos mais que Vencedores Lição 13 - Em Cristo Somos mais que Vencedores
Lição 13 - Em Cristo Somos mais que Vencedores
 
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas ObrasLição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
 
Lição 2 - Uma Salvação Grandiosa
Lição 2 - Uma Salvação GrandiosaLição 2 - Uma Salvação Grandiosa
Lição 2 - Uma Salvação Grandiosa
 
Lição 03 - A Oferta de Manjares
Lição 03 - A Oferta de ManjaresLição 03 - A Oferta de Manjares
Lição 03 - A Oferta de Manjares
 
A Maravilhosa Graça de Deus | Luis Carlos Oliveira
A Maravilhosa Graça de Deus | Luis Carlos OliveiraA Maravilhosa Graça de Deus | Luis Carlos Oliveira
A Maravilhosa Graça de Deus | Luis Carlos Oliveira
 
Colossenses - Cap. 03 parte 02
Colossenses - Cap. 03 parte 02Colossenses - Cap. 03 parte 02
Colossenses - Cap. 03 parte 02
 
Lição 4 - O Relacionamento do Cristão com o Estado e com os Superiores
Lição 4 - O Relacionamento do Cristão com o Estado e com os SuperioresLição 4 - O Relacionamento do Cristão com o Estado e com os Superiores
Lição 4 - O Relacionamento do Cristão com o Estado e com os Superiores
 
Ebd 1° trimestre 2017 lição 8 a bondade que confere a vida.
Ebd  1° trimestre 2017 lição 8 a bondade que confere a vida.Ebd  1° trimestre 2017 lição 8 a bondade que confere a vida.
Ebd 1° trimestre 2017 lição 8 a bondade que confere a vida.
 
PRELEÇÃO_LIÇÃO 10 - SEU CORPO É MEMBRO DE CRISTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 10 -  SEU CORPO É MEMBRO DE CRISTOPRELEÇÃO_LIÇÃO 10 -  SEU CORPO É MEMBRO DE CRISTO
PRELEÇÃO_LIÇÃO 10 - SEU CORPO É MEMBRO DE CRISTO
 
Lição 12 - Voto e dízimo
Lição 12 - Voto e dízimoLição 12 - Voto e dízimo
Lição 12 - Voto e dízimo
 
Colossenses - Cap. 01 parte 03
Colossenses - Cap. 01 parte 03Colossenses - Cap. 01 parte 03
Colossenses - Cap. 01 parte 03
 
Fidelidade Firmes na Fé.
Fidelidade Firmes na Fé.Fidelidade Firmes na Fé.
Fidelidade Firmes na Fé.
 
Benegnidade: um Escudo Protetor Contra as Porfias
Benegnidade: um Escudo Protetor Contra as PorfiasBenegnidade: um Escudo Protetor Contra as Porfias
Benegnidade: um Escudo Protetor Contra as Porfias
 

Semelhante a Lição 13 - A manifestação da graça da salvação

LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUSLIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
Ismael Isidio
 
Confissão de fé presb
Confissão de fé presbConfissão de fé presb
Confissão de fé presb
Jonatas Mendes
 
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDELIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
Ismael Isidio
 
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdfdoutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
Tiago Silva
 

Semelhante a Lição 13 - A manifestação da graça da salvação (20)

Lição 6 - A grande e perfeita salvação de Cristo Jesus
Lição 6 - A grande e perfeita salvação de Cristo JesusLição 6 - A grande e perfeita salvação de Cristo Jesus
Lição 6 - A grande e perfeita salvação de Cristo Jesus
 
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 13 A manifestação da graça da ...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 13 A manifestação da graça da ...EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 13 A manifestação da graça da ...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 13 A manifestação da graça da ...
 
Revelação Geral e Revelação Especial
Revelação Geral e Revelação EspecialRevelação Geral e Revelação Especial
Revelação Geral e Revelação Especial
 
Lição 09-Nova vida
Lição 09-Nova vidaLição 09-Nova vida
Lição 09-Nova vida
 
O Evangelho da Graça - Lição 02 - 3º Trimestre de 2015
O Evangelho da Graça - Lição 02 - 3º Trimestre de 2015O Evangelho da Graça - Lição 02 - 3º Trimestre de 2015
O Evangelho da Graça - Lição 02 - 3º Trimestre de 2015
 
Juvenis lição 08 - 3º trimestre 2015
Juvenis   lição 08 - 3º trimestre 2015Juvenis   lição 08 - 3º trimestre 2015
Juvenis lição 08 - 3º trimestre 2015
 
3º trimestre 2015 juvenis lição 08
3º trimestre 2015 juvenis lição 083º trimestre 2015 juvenis lição 08
3º trimestre 2015 juvenis lição 08
 
LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUSLIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
LIÇÃO 13 – A MULTIFORME SABEDORIA DE DEUS
 
Lição 4
Lição 4Lição 4
Lição 4
 
Resumo_Reavivamento: nossa grande necessidade_132013
Resumo_Reavivamento: nossa grande necessidade_132013Resumo_Reavivamento: nossa grande necessidade_132013
Resumo_Reavivamento: nossa grande necessidade_132013
 
LIÇÃO 13 - A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DA SALVAÇÃO
LIÇÃO 13 - A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DA SALVAÇÃOLIÇÃO 13 - A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DA SALVAÇÃO
LIÇÃO 13 - A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DA SALVAÇÃO
 
Confissão de fé presb
Confissão de fé presbConfissão de fé presb
Confissão de fé presb
 
Estudo sobre as Escrituras
Estudo sobre as EscriturasEstudo sobre as Escrituras
Estudo sobre as Escrituras
 
02 doutrinas bíblicas
02 doutrinas bíblicas02 doutrinas bíblicas
02 doutrinas bíblicas
 
doutrinas bíblicas
doutrinas bíblicasdoutrinas bíblicas
doutrinas bíblicas
 
Disciplina de Doutrinas Bíblicas
Disciplina de Doutrinas BíblicasDisciplina de Doutrinas Bíblicas
Disciplina de Doutrinas Bíblicas
 
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDELIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
LIÇÃO 3 - A IMPORTÂNCIA DA SABEDORIA HUMILDE
 
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdfdoutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
doutrinasbblicas-140512160139-phpapp02 (1).pdf
 
Doutrinas bíblicas
Doutrinas bíblicasDoutrinas bíblicas
Doutrinas bíblicas
 
Lei E GraçA Modulo 2
Lei E GraçA Modulo 2Lei E GraçA Modulo 2
Lei E GraçA Modulo 2
 

Mais de Regio Davis

Mais de Regio Davis (20)

Lição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo
Lição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu PovoLição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo
Lição 11 - O Socorro de Deus para Livrar o seu Povo
 
Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade.
Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade.Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade.
Lição 10 - Adorando a Deus em Meio a Calamidade.
 
Lição 9 - O Milagre Está em Sua Casa.
Lição 9 - O Milagre Está em Sua Casa.Lição 9 - O Milagre Está em Sua Casa.
Lição 9 - O Milagre Está em Sua Casa.
 
Lição 8 - Rute, Deus Trabalha pela Família
Lição 8 - Rute, Deus Trabalha pela FamíliaLição 8 - Rute, Deus Trabalha pela Família
Lição 8 - Rute, Deus Trabalha pela Família
 
Lição 7 José: Fé em meio às injustiças
Lição 7   José:  Fé em meio às injustiçasLição 7   José:  Fé em meio às injustiças
Lição 7 José: Fé em meio às injustiças
 
Lição 06 - Deus: O Nosso Provedor
Lição 06 - Deus: O Nosso ProvedorLição 06 - Deus: O Nosso Provedor
Lição 06 - Deus: O Nosso Provedor
 
Lição 5 - As Consequências das Escolhas Precipitadas
Lição 5 - As Consequências das Escolhas PrecipitadasLição 5 - As Consequências das Escolhas Precipitadas
Lição 5 - As Consequências das Escolhas Precipitadas
 
Lição 04 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício
Lição 04 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício Lição 04 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício
Lição 04 - A Provisão de Deus no Monte do Sacrifício
 
Lição 03 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé
Lição 03 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé Lição 03 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé
Lição 03 - Abraão, a Esperança do Pai da Fé
 
Lição 02 - A Provisão de Deus em Tempos Difíceis
Lição 02 - A Provisão de Deus em Tempos DifíceisLição 02 - A Provisão de Deus em Tempos Difíceis
Lição 02 - A Provisão de Deus em Tempos Difíceis
 
Lição 01 - A Sobrevivência em Tempos de Crise
Lição 01 - A Sobrevivência em Tempos de Crise Lição 01 - A Sobrevivência em Tempos de Crise
Lição 01 - A Sobrevivência em Tempos de Crise
 
Lição 13 - A Evangelização Integral nesta Ultima Hora
Lição 13 - A Evangelização Integral nesta Ultima HoraLição 13 - A Evangelização Integral nesta Ultima Hora
Lição 13 - A Evangelização Integral nesta Ultima Hora
 
Lição 12 - A Evangelização Real na Era Digital
Lição 12 - A Evangelização Real na Era Digital  Lição 12 - A Evangelização Real na Era Digital
Lição 12 - A Evangelização Real na Era Digital
 
Lição 11- Evangelização das Pessoas com Deficiência
Lição 11- Evangelização das Pessoas com Deficiência Lição 11- Evangelização das Pessoas com Deficiência
Lição 11- Evangelização das Pessoas com Deficiência
 
Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família
Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família
Lição 10 - O Poder da Evangelização na Família
 
Lição 09 - A Evangelização das Crianças
Lição 09 - A Evangelização das CriançasLição 09 - A Evangelização das Crianças
Lição 09 - A Evangelização das Crianças
 
Lição 08 - A Evangelização dos Grupos Religiosos
Lição 08 - A Evangelização dos Grupos ReligiososLição 08 - A Evangelização dos Grupos Religiosos
Lição 08 - A Evangelização dos Grupos Religiosos
 
Lição 07 - O Evangelho no Mundo Acadêmico e `Político
Lição 07 - O Evangelho no Mundo Acadêmico e `PolíticoLição 07 - O Evangelho no Mundo Acadêmico e `Político
Lição 07 - O Evangelho no Mundo Acadêmico e `Político
 
Lição 06 - Evangelização dos Grupos Desafiadores
Lição 06 -  Evangelização dos Grupos Desafiadores Lição 06 -  Evangelização dos Grupos Desafiadores
Lição 06 - Evangelização dos Grupos Desafiadores
 
Lição 05 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias
Lição 05 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias Lição 05 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias
Lição 05 - A Evangelização Urbana e suas Estratégias
 

Último

4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
LindinhaSilva1
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
andreaLisboa7
 
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
azulassessoria9
 
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptxSlide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
sfwsoficial
 

Último (20)

Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf HitlerAlemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
Alemanha vs União Soviética - Livro de Adolf Hitler
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 
Apresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativosApresentação sobre Robots e processos educativos
Apresentação sobre Robots e processos educativos
 
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã""Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
"Nós Propomos! Mobilidade sustentável na Sertã"
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdfSistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
Sistema de Acompanhamento - Diário Online 2021.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorial
 
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdfApostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
Apostila-Letramento-e-alfabetização-2.pdf
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdfHistoria-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
Historia-em-cartaz-Lucas-o-menino-que-aprendeu-a-comer-saudavel- (1).pdf
 
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande""Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
"Nós Propomos! Escola Secundária em Pedrógão Grande"
 
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
ATIVIDADE 2 - GQ - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E NEGOCIAÇÃO - 52_2024
 
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptxSlide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
Slide Licao 4 - 2T - 2024 - CPAD ADULTOS - Retangular.pptx
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 

Lição 13 - A manifestação da graça da salvação

  • 1. Lição 13 A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA SALVADORA 3º Trimestre de 2015 27 de setembro de 2015
  • 2. Texto Áureo "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens." (Tt 2.11)
  • 3. Verdade Prática A graça de Deus emanou do seu coração amoroso para salvar o homem perdido, por meio do sacrifício vicário de Cristo Jesus.
  • 4. LEITURA BÍBLICA Tito 2.11-14; 3.4-6 Tt 2.11 - Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, 12 - ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, 13 - aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, 14 - o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.
  • 5. LEITURA BÍBLICA Tito 2.11-14; 3.4-6 Tt 3.4 - Mas, quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, 5 - não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, 6 - que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador
  • 6. Objetivos  Explicar as diversas manifestações da graça de Deus.  Esclarecer a relação do crente em relação às autoridades e ao próximo.  Propor uma experiência de boas obras e o trato com os "hereges".  Aplicar o conteúdo aprendido à vida pessoal.
  • 8. INTRODUÇÃO  A salvação é pela graça de Deus. Um presente por meio da obra vicária de Jesus.  Os salvos devem ser exemplos de conduta.  As boas obras não salvam, mas fazem parte da vida dos salvos.
  • 9. PONTO CENTRAL A graça de Deus alcançou-nos por inter médio do sacrifício vicário de Jesus.
  • 10. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS
  • 11. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS  A graça comum:  Graça vem da palavra hebraica hessed, e do termo grego charis, cujo sentido mais comum é o de "favor imerecido que Deus concede ao homem, por seu amor, bondade e misericórdia".  Exemplo: Deus dá aos homens as estações do ano, o dia, a noite, a própria vida, ou seja, todas as coisas" (At 17.25 b).  Disponível e desfrutada por todas as pessoas, independente da fé ou obras.
  • 12. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS  A graça salvadora:  "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens" (2.11).  Disponível à todas as pessoas, efetiva para aquelas que creem em Deus, e aceitam a Cristo Jesus como seu único e suficiente Salvador.  A criatura se torna filha de Deus (Jo 1.12; Ef 2.19).
  • 13. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS  Graça justificadora e regeneradora:  A Graça de Deus é a fonte da justificação do ser humano (Rm 3.21-26).  A justificação não se dá por obras humanas, nem por rituais ou pela lei, mas é um dom gratuito de Deus (Rm 3-5, Gl 3)  Entretanto, a justificação não exime da responsabilidade da santidade. A pessoa justificada deve ser tornar uma "nova criatura" (2 Co 5.17).
  • 14. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS  Graça santificadora:  A graça de Deus só pode ser eficaz, na vida do convertido, se ele se dispuser a negar-se a si mesmo para ter uma vida de santidade.  A falta de santificação anula os efeitos da regeneração e da justificação: "Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14).
  • 15. SÍNTESE DO TÓPICO I Nas Escrituras, a graça de Deus se manifesta como "graça comum", "graça salvadora", "graça justificadora e regeneradora" e "graça santificadora".
  • 16. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS
  • 17. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS  Sujeição às autoridades (v.1):  O cristão deve ter uma boa relação com as autoridades.  A submissão às autoridades, visando uma boa relação com as autoridades é recomendada por Paulo também em Romanos.  Todavia, a obediência às autoridades não pode ser cega, mas condicional aos princípios bíblicos.
  • 18. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS  O relacionamento do cristão (v. 2): a) Não infamar a ninguém – a calunia não é aceitável nem na igreja nem na área secular. Muito mais, na Lei de Deus. O cristão deve cultivar o fruto do Espírito da "benignidade“ (Gl 5.22). b) Não ser contencioso – os conflitos geralmente surgem por questões/interesses pessoas, portanto desagradáveis à Deus (2 Tm 2.24). c) Ser modesto – o cristão não deve buscar os holofotes, mas ser prudente e simples em tudo (Mt 10.16). d) Mostrar "mansidão para com todos os homens“ – Jesus é o maior exemplo (Mt 11.29).
  • 19. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS  A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3):  A “nova criatura” não tem mais prazer no pecado.  Diferente do ser humano segundo a carne que é movido pela: a) Insensatez - imprudência, leviandade e incoerência, que leva muitos à perdição eterna. Ex.: parábola das dez virgens (Mt 25.1-13); parábola do rico insensato (Mt 7.26). b) Desobediência – o início da queda do ser humano (Rm 5.19). “Mãe de todos os pecados” (Rm 11.30; Ef 2.2; 5.6; Cl 3.6).
  • 20. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS  A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3):  O ser humano segundo a carne que é movido pela: c) Extravio - como ovelha sem pastor (Mt 9.36). Feliz quem faz como o "filho pródigo (Lc 15.18-24). d) Servindo a "várias concupiscências e deleites". "paixões e prazeres" que dominam a vida do homem sem Deus. Barreiras para conversão, "espinhos" da vida que sufocam (Lc 8.14) e para uma vida de santidade e fidelidade a Jesus (1 Pe 4.3; Jd 16). e) "Vivendo em malícia e inveja“ – comportamento incoerente com o evangelho (Ef 4.31; Cl 3.8). Inveja é "a podridão dos ossos" (Pv 14.30).
  • 21. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS  A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3):  O ser humano segundo a carne que é movido pela: f) “Odiosos, odiando "uns aos outros”: • "qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna" (1 Jo 3.15). • homicida no AT = quem matasse alguém com algum tipo de objeto perigoso; no NT = quem, no coração, odeia o seu irmão.
  • 22. SÍNTESE DO TÓPICO II A conduta do salvo em Cristo deve mostrar sujeição às autoridades legalmente estabelecidas.
  • 23. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES
  • 24. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES  A prática das boas obras (v. 8):  Praticar boas obras faz parte do dia a dia do servo ou da serva de Deus.  "Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.10).  Quem está em Cristo tem prazer em praticar aquilo que é bom e agradável ao seu próximo e a Deus.
  • 25. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES  Como tratar com os hereges (v. 10):  Paulo ensina que devemos evitar os falsos mestres.  Não se envolver em suas discussões tolas.  Quanto mais atenção para um ensino, mas se divulga.  Quando necessário, enfrentar com argumentos bem embasados na Palavra.
  • 26. SÍNTESE DO TÓPICO III Dos versículos 8 a 10, o apóstolo expõe sobre a prática das boas obras e como se deve tratar os "falsos mestres".
  • 27. É feliz quem faz como o “filho pródigo”, que tomou a decisão sábia de retornar humilhado à casa do pai, onde foi recebido com amor e misericórdia.
  • 28. CONCLUSÃO 1. A graça de Deus se manifesta como "graça comum", "graça salvadora", "graça justificadora e regeneradora" e "graça santificadora". 2. O cristão deve ter um bom relacionamento com as autoridades e om o próximo. 3. As boas obras devem fazer parte da rotina do cristão.".
  • 29. PARA REFLETIR O q u e é g r a ç a ? É o f a v o r i m e r e c i d o q u e D e u s c o n c e d e a o h o m e m , p o r s e u a m o r, b o n d a d e e m i s e r i c ó r d i a . C o m o p o d e m o s a l c a n ç a r a g r a ç a s a l va d o r a ? C r e n d o e m D e u s e a c e i t a n d o J e s u s c o m o o n o s s o ú n i c o e s u f i c i e n t e S a l v a d o r. Q u a l é a f o n t e d a j u s t i f i c a ç ã o d o h o m e m ? A g r a ç a d e D e u s . Q u e m é c o n s i d e r a d o h o m i c i d a n o e va n g e l h o d a g r a ç a ? Q u a l q u e r q u e a b o r r e c e o s e u i r m ã o . D e a c o r d o c o m a l i ç ã o , c o m o d e ve m o s t r a t a r o s h e r e g e s ? D e v e m o s e v i t á - l o s , n ã o n o s e n v o l v e n d o e m d i s c u s s õ e s t o l a s .