2015 3 tri lição 13 a manifestação da graça da salvação

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Subsídios elaborados pelo Pr. Natalino das Neves
Programa Escola Dominical na WEBTV.
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva
Pr. Vice Presidente: Elson Pereira

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2015 3 tri lição 13 a manifestação da graça da salvação

  1. 1. P r. N a t a l i n o d a s N e v e s www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  2. 2. Demais subsídios: Acompanhe os comentários em vídeo desta e outras lições no blog: www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  3. 3. Texto Áureo "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens." (Tt 2.11)
  4. 4. Verdade Prática A graça de Deus emanou do seu coração amoroso para salvar o homem perdido, por meio do sacrifício vicário de Cristo Jesus.
  5. 5. LEITURA BÍBLICA Tito 2.11-14; 3.4-6 Tt 2.11 - Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, 12 - ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, 13 - aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, 14 - o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.
  6. 6. LEITURA BÍBLICA Tito 2.11-14; 3.4-6 Tt 3.4 - Mas, quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, 5 - não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, 6 - que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador
  7. 7. Objetivos  Explicar as diversas manifestações da graça de Deus.  Esclarecer a relação do crente em relação às autoridades e ao próximo.  Propor uma experiência de boas obras e o trato com os "hereges".  Aplicar o conteúdo aprendido à vida pessoal.
  8. 8. INTERAGINDO COM O PROFESSOR LB – Edição professor P r e z a d o p r o f e s s o r, c h e g a m o s a o f i n a l d e m a i s u m t r i m e s t r e . E s t e m o m e n t o d e v e s e r u m a o p o r t u n i d a d e p a r a a n a l i s a r o s p a s s o s e d u c a t i v o s d a d o s a t é a q u i . Av a l i e o s e u m é t o d o . • E l e a l c a n ç o u o s o b j e t i v o s d a s a u l a s ? • P e r m i t i u a v o c ê a l c a n ç a r o o b j e t i v o d o t r i m e s t r e ? • S e u s a l u n o s c r e s c e r a m e s p i r i t u a l e c u l t u r a l m e n t e ? S ã o p e r g u n t a s q u e s ó v o c ê p o d e f a z e r e b u s c a r a s r e s p o s t a s c o m m u i t a h u m i l d a d e . A t a r e f a d o p r o f e s s o r d a E s c o l a D o m i n i c a l s e m p r e s e r á u m a t a r e f a i n a c a b a d a , p o i s s a b e m o s q u e p o d e r í a m o s d a r m a i s , e n s i n a r m e l h o r e p r o v e r c o n h e c i m e n t o s q u e f a z e m s e n t i d o à v i d a d o s n o s s o s a l u n o s . A p r o v e i t e e s s e t e m p o p a r a r e f l e t i r m a i s c o n s c i e n t e m e n t e a s u a p r á t i c a e d u c a t i v a .
  9. 9. INTRODUÇÃO
  10. 10. INTRODUÇÃO • A salvação é pela graça de Deus. Um presente por meio da obra vicária de Jesus. • Os salvos devem ser exemplos de conduta. • As boas obras não salvam, mas fazem parte da vida dos salvos.
  11. 11. PONTO CENTRAL A graça de Deus alcançou-nos por intermédio do sacrifício vicário de Jesus.
  12. 12. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS
  13. 13. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS • A graça comum: • Graça vem da palavra hebraica hessed, e do termo grego charis, cujo sentido mais comum é o de "favor imerecido que Deus concede ao homem, por seu amor, bondade e misericórdia". • Exemplo: Deus dá aos homens as estações do ano, o dia, a noite, a própria vida, ou seja, todas as coisas" (At 17.25 b). • Disponível e desfrutada por todas as pessoas, independente da fé ou obras.
  14. 14. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS • A graça salvadora: • "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens" (2.11). • Disponível à todas as pessoas, efetiva para aquelas que creem em Deus, e aceitam a Cristo Jesus como seu único e suficiente Salvador. • A criatura se torna filha de Deus (Jo 1.12; Ef 2.19).
  15. 15. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS • Graça justificadora e regeneradora: • A Graça de Deus é a fonte da justificação do ser humano (Rm 3.21-26). • A justificação não se dá por obras humanas, nem por rituais ou pela lei, mas é um dom gratuito de Deus (Rm 3-5, Gl 3) • Entretanto, a justificação não exime da responsabilidade da santidade. A pessoa justificada deve ser tornar uma "nova criatura" (2 Co 5.17).
  16. 16. I. A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA DE DEUS • Graça santificadora: • A graça de Deus só pode ser eficaz, na vida do convertido, se ele se dispuser a negar-se a si mesmo para ter uma vida de santidade. • A falta de santificação anula os efeitos da regeneração e da justificação: "Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14).
  17. 17. Você tem valorizado a graça de Deus em sua vida? Você tem conservado a sua justificação, mediante uma vida separada para Deus? Gloria à Deus, pela sua graça! APLICAÇÃO PRÁTICA
  18. 18. SÍNTESE DO TÓPICO I Nas Escrituras, a graça de Deus se manifesta como "graça comum", "graça salvadora", "graça justificadora e
  19. 19. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS
  20. 20. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS • Sujeição às autoridades (v. 1): • O cristão deve ter uma boa relação com as autoridades. • A submissão às autoridades, visando uma boa relação com as autoridades é recomendada por Paulo também em Romanos. • Todavia, a obediência às autoridades não pode ser cega, mas condicional aos princípios bíblicos.
  21. 21. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS • O relacionamento do cristão (v. 2): a) Não infamar a ninguém – a calunia não é aceitável nem na igreja nem na área secular. Muito mais, na Lei de Deus. O cristão deve cultivar o fruto do Espírito da "benignidade“ (Gl 5.22). b) Não ser contencioso – os conflitos geralmente surgem por questões/interesses pessoas, portanto desagradáveis à Deus (2 Tm 2.24). c) Ser modesto – o cristão não deve buscar os holofotes, mas ser prudente e simples em tudo (Mt 10.16). d) Mostrar "mansidão para com todos os homens“ – Jesus é o maior exemplo (Mt 11.29).
  22. 22. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS • A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3): • A “nova criatura” não tem mais prazer no pecado. • Diferente do ser humano segundo a carne que é movido pela: a) Insensatez - imprudência, leviandade e incoerência, que leva muitos à perdição eterna. Ex.: parábola das dez virgens (Mt 25.1-13); parábola do rico insensato (Mt 7.26). b) Desobediência – o início da queda do ser humano (Rm 5.19). “Mãe de todos os pecados” (Rm 11.30; Ef 2.2; 5.6; Cl 3.6).
  23. 23. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS • A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3): • O ser humano segundo a carne que é movido pela: c) Extravio - como ovelha sem pastor (Mt 9.36). Feliz quem faz como o "filho pródigo (Lc 15.18-24). d) Servindo a "várias concupiscências e deleites". "paixões e prazeres" que dominam a vida do homem sem Deus. Barreiras para conversão, "espinhos" da vida que sufocam (Lc 8.14) e para uma vida de santidade e fidelidade a Jesus (1 Pe 4.3; Jd 16). e) "Vivendo em malícia e inveja“ – comportamento incoerente com o evangelho (Ef 4.31; Cl 3.8). Inveja é "a podridão dos ossos" (Pv 14.30).
  24. 24. II. A CONDUTA DO SALVO EM JESUS • A lavagem da renovação do Espírito Santo (v. 3): • O ser humano segundo a carne que é movido pela: c) “Odiosos, odiando "uns aos outros”: • "qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna" (1 Jo 3.15). • homicida no AT = quem matasse alguém com algum tipo de objeto perigoso; no NT = quem, no coração, odeia o seu irmão.
  25. 25. Como você tem se relacionado com as figuras de autoridade? Como está o seu relacionamento com as demais pessoas? Você odeia alguém? No NT, quem odeia é caracterizado como homicida. APLICAÇÃO PRÁTICA
  26. 26. SÍNTESE DO TÓPICO II A conduta do salvo em Cristo deve mostrar sujeição às autoridades legalmente estabelecidas.
  27. 27. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES
  28. 28. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES• A prática das boas obras (v. 8): • Praticar boas obras faz parte do dia a dia do servo ou da serva de Deus. • "Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.10). • Quem está em Cristo tem prazer em praticar aquilo que é bom e agradável ao seu próximo e a Deus.
  29. 29. III. AS BOAS OBRAS E O TRATO COM OS HEREGES• Como tratar com os hereges (v. 10): • Paulo ensina que devemos evitar os falsos mestres. • Não se envolver em suas discussões tolas. • Quanto mais atenção para um ensino, mas se divulga. • Quando necessário, enfrentar com argumentos bem embasados na Palavra.
  30. 30. Quais são as suas boas obras? Você busca e tem prazer em fazer a o que é agradável ao próximo e à Deus? Como você tem lidado com os falsos mestres? APLICAÇÃO PRÁTICA
  31. 31. SÍNTESE DO TÓPICO III Dos versículos 8 a 10, o apóstolo expõe sobre a prática das boas obras e como se deve tratar os
  32. 32. É feliz quem faz como o “filho pródigo”, que tomou a decisão sábia de retornar humilhado à casa do pai, onde foi recebido com amor e misericórdia.
  33. 33. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  34. 34. CONSIDERAÇÕE S FINAIS 1. A graça de Deus se manifesta como "graça comum", "graça salvadora", "graça justificadora e regeneradora" e "graça santificadora". 2. O cristão deve ter um bom relacionamento com as autoridades e om o próximo. 3. As boas obras devem fazer parte da rotina do cristão.".
  35. 35. PARA REFLETIR O q u e é g r a ç a ? R ) É o f a v o r i m e r e c i d o q u e D e u s c o n c e d e a o h o m e m , p o r s e u a m o r, b o n d a d e e m i s e r i c ó r d i a . C o m o p o d e m o s a l c a n ç a r a g r a ç a s a l va d o r a ? R ) C r e n d o e m D e u s e a c e i t a n d o J e s u s c o m o o n o s s o ú n i c o e s u f i c i e n t e S a l v a d o r. Q u a l é a f o n t e d a j u s t i f i c a ç ã o d o h o m e m ? R ) A g r a ç a d e D e u s . Q u e m é c o n s i d e r a d o h o m i c i d a n o e va n g e l h o d a g r a ç a ? R ) Q u a l q u e r q u e a b o r r e c e o s e u i r m ã o . D e a c o r d o c o m a l i ç ã o , c o m o d e ve m o s t r a t a r o s h e r e g e s ? D e v e m o s e v i t á - l o s , n ã o n o s e n v o l v e n d o e m d i s c u s s õ e s t o l a s .
  36. 36. REFERÊNCIAS BORTOLIN I, José . C omo ler a Primeira C art a a Timóteo. 3ª Reimpres ão . São Paulo : Paulus , 2012 . BORTOLIN I, J os é. C omo ler a Segunda C art a a Timót eo. 3 ª Ediç ão . São Pa u lo : Paulus , 2 0 0 8 . CALVINO, J oão. Pastorais . São Paulo : Ediç ões Parac letos , 1 9 9 8 . GOPPELT, Leonhard . Teologia do N ovo Test ament o . 3ª Ed . Sã o Paulo : Ed ito r a Teológic a, 2 0 0 3 . H ALE, Br oadus D avid . Int rodução a o Est udo d o N o vo Test ament o . São Paulo : H agnos , 2 0 0 1 . LIÇ ÕES BÍBLIC AS . A Igreja e seu Test emunho : a s or denanças d e Cr is to n a s c ar ta s pas torais . R io de J aneir o: C PAD , 2 0 1 5 .
  37. 37. REFERÊNCIAS LIMA , Elin aldo R e n ova to d e . As ordenanças de C rist o nas Cartas Pastorais . Rio de J aneiro : CPAD, 2015 . R IC H AR DS, Law renc e O . Come nt ário H ist órico - C ult ural do N ovo Test ament o . R io d e J aneir o : C PAD , 2 0 1 4 . R IC H AR DS, Lawr enc e O. Guia do leit or da Bíblia : uma anális e de Gênes is a Apoc alips e c apítulo p o r c apítulo . R io d e J aneir o : C PAD , 2 0 0 5 . STOTT, John . A mensagem de 2 Timóteo : Tu, porém. 5ª Ediç ão . São Paulo : ABU Editor a, 2 0 0 1 . Zuck , R oy b . Te ologia d o N o vo Te s ta me nto . R io d e J aneir o : C PAD , 2 0 0 8.

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