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Os Ensinos de Jesus – Parábolas.
Parábolas Objetivo era ensinar/ilustrar sobre Referência Bíblica
A candeia debaixo da vasilha
Jesus é a luz do mundo. Seus seguidores refletem sua luz e
glória. A motivação maior que uma pessoa pode ter é que sua
maneira de viver leve outros a glorificar a Deus.
Mt 5:14,15; Mc 4:21,22; Lc 8:16
/11:33
A figueira
A segunda volta de Cristo. Ele queria que seus discípulos
estivessem alerta e vigilantes.
Mt 24:32-35; Mc 13:28,29; Lc 21:29-
31
A figueira infrutífera
A paciência de Deus com Jerusalém cuja condenação se
aproximava rapidamente, e com os indivíduos em geral.
Lc 13:6-9
A moeda (dracma) perdida
A entrega a Cristo sem reservas. Não pode haver lealdade
dividida. Uma vez que entronizamos Jesus como o Senhor da
vida, sua compaixão é ilimitada. Podemos tropeçar
seguidamente, mas enquanto mantivermos os olhos fitos nele nos
perdoará sempre até que, finalmente, pela graça e poder de Jesus,
tudo quanto desagrada a ele desaparecerá de nossa vida.
Lc 15:8-10
A ovelha perdida
É o retrato glorioso do Pai celestial e de seus anjos dando boas-
vindas às almas que se voltam para ele. Essa verdade é ilustrada
por três parábolas: A ovelha perdida, A dracma perdida e O filho
pródigo.
Mt 18:12-14; Lc 15:4-7
A pérola de grande valor
O valor incalculável de Cristo para a alma humana. O que Cristo
oferece vale tanto que se deve abrir mão de tudo – até mesmo da
própria vida – para aceitá-lo.
Mt 13:45,46
A rede
O arrastão final da rede para a praia representa o dia do
julgamento, quando todos aqueles que não obedeceram a palavra
serão separados dos justos e lançados ―na fornalha acesa‖
Mt 13:47-50
A semente em crescimento
Os judeus em geral esperavam que o reino messiânico fosse
inaugurado com uma demonstração de poder que abalaria o
mundo. Essa parábola significa que, pelo contrário, seria longe
de espetacular: um início bem pequeno, com crescimento lento e
demorado, passando de modo silencioso e imperceptível, porém
irresistível, para o dia da ceifa. Significa também que o
evangelho possui um poder que lhe é inerente.
Mc 4:26-29
A viúva persistente Ensinar que Deus atende à oração persistente e perseverante. Lc 18:2-8
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mínima demora. Devemos aprender a orar de modo eficiente.
As dez virgens
Devemos manter nossa atenção fixada no Senhor e estar
preparados quando ele vier.
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As ervas daninhas
Demonstram que embora o mundo venha a ser permeado pelo
evangelho, os maus persistirão ao lado dos bons até o fim do
mundo, quando haverá a separação final – os maus irão para o
destino infeliz, e os justos, para o Reino de glória eterna.
Mt 13:24-30,36-43
As ovelhas e os bodes
Um retrato de como o grau de nosso amor pelo povo de Deus
afetará nossa situação no mundo eterno. Retrata a vinda do
Senhor em glória para Seu povo terreno. Será o dia da
recompensa ou do castigo para as pessoas dentre as nações que
estarão vivendo aqui na terra. E o critério diferenciador será a
maneira pela qual tiverem recebido os embaixadores do Rei
(Seus irmãos - no caso aqui, os judeus - v. 40), quando lhes for
anunciado o evangelho do reino.
Mt 25:31-46
O administrador astuto
O que Jesus elogia aqui é a previdência desse homem, não sua
desonestidade; a provisão que fez para o futuro, não o método
imoral que usou para fazê-lo. Assim como o administrador fez
amigos mediante o emprego desonesto dos bens de seu patrão,
também nós devemos fazer amigos mediante o uso honesto das
dádivas que Deus nos tem dado.
Lc 16:1-8
O amigo necessitado
Mesmo significado e lição da parábola da viúva persistente (Lc
18:2-8). A parábola dos dois amigos nos ensina a expressar cada
necessidade de maneira simples e, sobretudo precisa: "Amigo,
empresta-me três pães..."
Lc 11:5-8
O banquete de casamento
A nação eleita de Deus, o povo judeu, estava agora para ser
repudiada pelo modo vergonhoso de tratar os mensageiros de
Deus, e outras nações eram convidadas. Essa parábola tem dupla
mensagem: inclui também a advertência para que os recém-
chegados tomem cuidado em não cair na mesma condenação.
Mt 22:2-14
O bom samaritano
Uma das ilustrações mais sublimes de bondade humana. Lucas
acabara de contar como Jesus havia sido rejeitado pelos
samaritanos (9.552). Aqui temos a reação de Jesus: ele fez de um
samaritano o exemplo de amor que servirá para todas as eras
Lc 10:30-37
futuras.
O construtor prudente e o insensato
Declaração muito nítida de que inútil nos chamarmos cristãos, a
não ser que pratiquemos as coisas que Jesus ensinou no Sermão
do Monte.
Mt 7:24-27; Lc 6:47-49
O credor
No contexto (uma mulher pecadora chorando, beija os pés de
Jesus, banha-os com um perfume caríssimo e enxuga-os com
seus cabelos, as lágrimas que caiam) Jesus deixa claro que o
―credor‖ é Deus, que tanto perdoou o que devia pouco como o
que devia muito.
Lc 7:41-43
O custo do discipulado
A intenção de Jesus não era nos levar a odiar pais ou filhos. A
dedicação fiel aos que são nossa própria carne e sangue é um dos
ensinos claros das Escrituras. Mas Jesus certamente quis dizer
que, se for necessário fazer uma escolha entre ele e nossa família,
não deve haver a mínima hesitação.
Lc14:28-33
O dono de uma casa
―Muito do que Jesus pregou parecia ―novo‖ naquela época. Mas,
era tão antigo quanto ―a lei e os profetas‖ no qual Jesus
fundamentou todo seu ensino. Cada geração vai descobrir
verdades no Evangelho que a geração anterior talvez tenha
esquecido ou perdeu de vista.‖ (Dennis Downing )[3]
Mt 13:52
O fariseu e o publicano
Visa demonstrar que o único fundamento para nos aproximarmos
de Deus é reconhecer nossa pecaminosidade e nossa necessidade
de sua misericórdia
Lc 18:10-14
O fermento
Ilustram o humilde começo do Reino de Cristo, seu crescimento
paulatino e imperceptível, tanto no indivíduo quanto no mundo
em geral, e sua majestosa presença final, que permeará todas as
instituições, filosofias e governos. (Ver também Mc 4:26-29)
Mt 13:33; Lc 13:20,21
O filho perdido (pródigo)
É o retrato glorioso do Pai celestial e de seus anjos dando boas-
vindas às almas que se voltam para ele. Essa verdade é ilustrada
por três parábolas: A ovelha perdida, A dracma perdida e O filho
pródigo.
Lc 15:11-32
O grande banquete
Muitos, desde os líderes religiosos, a própria nação de Cristo e
até os gentios mais distantes, rejeitariam a Jesus e a oferta de
redenção eterna, e isso com as desculpas mais triviais;
prefeririam ficar com as coisas que conseguiam ver (mas que não
perduram) a optar pelos valores eternos.
Lc 14:16-24
O joio
Mesmo significado e lições da parábola do fermento: Ilustram o
humilde começo do Reino de Cristo, seu crescimento paulatino e
imperceptível, tanto no indivíduo quanto no mundo em geral, e
sua majestosa presença final, que permeará todas as instituições,
filosofias e governos.
Mt 13:31,32; Mc 4:30-32; Lc 13:18,19
O lugar menos importante no
banquete
O caminho da humildade é melhor e leva à genuína promoção. Lc 14:7-14
O remendo de pano novo em roupa
velha
É possível que Jesus esteja sugerindo que os apóstolos, que
representam o remendo novo, precisam romper com as antigas
práticas religiosas judaicas, que tinham se tornado tradições
religiosas, servindo mais como propaganda da suposta santidade
da pessoa que adoração sincera a Deus.
Mt 9:16; Mc 2:21; Lc 5:36
O rico e Lázaro
Cristo usou a crença dos fariseus, para lhes ensinar uma verdade
fundamental que significa a oportunidade de vida que existe
enquanto o homem vive. As Escrituras são inteiramente
suficientes para levar os homens ao arrependimento (v. 31). E os
padrões deste mundo não se aplicam ao céu: muitos dos que são
os primeiros aqui serão os últimos lá.
Lc 16:19-31
O rico insensato
Consequências da cobiça. A lição dessa história oferecia ao
homem riquezas eternas se ele permitisse que as palavras de
Jesus transformassem sua vida. O rico insensato ganhara dinheiro
de modo honesto. Nem por isso deixou de ser um tolo aos olhos
de Deus, pois almejara as coisas desse mundo, e não as do porvir.
Este mundo dura pouco tempo; o outro é eterno.
Lc 12:16-21
O semeador e os solos
A semente é a Palavra de Deus. Almas nascem da Palavra de
Deus. Essa parábola profetiza como o evangelho será recebido.
Algumas pessoas nem sequer irão querer escutar. Algumas o
aceitarão, mas não demorarão a se desviar. Outras se manterão
firmes por mais algum tempo, mas paulatinamente perderão o
interesse. E algumas perseverarão, em grau menor ou maior, até
suas vidas demonstrarem na prática o que significa o evangelho.
Mt 13:3-8,18-23; Mc 4:3-8,14-20; Lc
8:5-8,11-15
O senhor e seu servo
A indisposição de perdoar é a causa da perdição de muitas almas.
Para perdoarmos precisamos de mais fé, por isso os discípulos
exclamaram: ―Aumenta nossa fé!‖. Jesus fala do poder ilimitado
da fé e, mediante esta parábola demonstra-lhes que a humildade é
Lc 17:7-10
o alicerce da fé. À medida que buscamos ao Senhor, o nosso
desejo de servi-lo e de realizar sua obra nos fornecerá o poder e a
fé de que necessitamos para crescer enquanto servimos ao
próximo.
O servo fiel e sensato
Essa parábola é dirigida a todos os cristãos. Mas os graus mais
altos de talentos e de posição acarretam graus maiores de
responsabilidade.
Mt 4:45-51; Lc 12:42-48
O servo impiedoso
Comparação que Jesus fez entre os nossos pecados contra Deus e
os pecados que outros cometem contra nós. A declaração do
Mestre é de não haver esperança de perdão a não ser que nós
mesmos perdoemos. (v.35)
Mt 18:23-35
O tesouro escondido
Faz parte da dupla ilustração de uma mesma coisa (ver versículos
45 e 46): O valor incalculável de Cristo para a alma humana. O
que Cristo oferece vale tanto que se deve abrir mão de tudo – até
mesmo da própria vida – para aceitá-lo.
Mt 13:44
O vinho novo em odres velhos
Refere-se à Palavra de Deus que está sendo ensinada a crentes
novos, refere-se. O crente novo deve tornar-se uma nova criatura
em Cristo e deixar para trás as crenças do mundo, a fim de
permitir que haja crescimento espiritual.
Mt 9:17; Mc 2:22; Lc 5:37,38
Os dois filhos
Essa parábola é dirigida diretamente contra os líderes religiosos:
os principais sacerdotes, os anciãos, os escribas e os fariseus.
Eles rejeitavam a Jesus. O povo comum, entretanto, que os
líderes religiosos consideravam pecaminoso e indigno do favor
de Deus, aceitava com alegria o perdão e a graça acolhedora de
Deus.
Mt 21:28-32
Os lavradores
O significado é o mesmo da parábola dos dois filhos (Mt 21:28-
32), mas dirigida à própria nação.
Mt 21:33-44; Mc 12:1-11; Lc 20:9-18
Os servos vigilantes
Jesus adverte que poderá voltar na calada da noite para um
mundo adormecido. Bem-aventurados os fiéis que estão prontos
para dar as boas-vindas ao seu Senhor no seu retorno.
Mc13:35-37; Lc12:35-40
Os talentos (minas)
Teremos de prestar contas a Deus pela maneira como usamos o
nosso tempo e dinheiro; haverá recompensas e castigos, tanto na
vida terrena quanto no céu; estamos sendo treinados aqui para a
vida lá. Sugerem também a possibilidade de um longo intervalo
entre o primeiro advento de Cristo e a sua Segunda Vinda.
Mt 25:14-30; Lc 19:12-27
Os trabalhadores na vinha
Essa parábola não ensina que todos serão tratados de forma igual
no céu, nem que não haverá recompensas. A parábola dos
talentos parece ensinar que haverá recompensas, e Paulo ensinou
a mesma coisa (1Co 3.14,15). Aqui Jesus quis ensinar uma só
coisa: que alguns que se consideram os primeiros neste mundo
vão se achar em último lugar no céu. Os padrões celestiais e os
padrões terrenos são de tal maneira diferentes entre si que muitos
dos cristãos mais humildes da terra, os escravos e os servos,
ocuparão as posições mais elevadas no céu, ao passo que
poderosos e grandes dignitários eclesiásticos, se conseguirem
chegar até lá, estarão sujeitos àqueles que, na terra, eram seus
servos.
Mt 20:1-16
Os ensinos de Jesus
Jesus é o mestre por excelência. Ninguém, além dele, foi tão competente na arte de ensinar.
Os frutos de seus ensinos atravessaram séculos e nos provam a eficácia de suas lições. Os
elementos que Jesus utilizou em sua didática perfeita eram humanos e divinos, ―alguns lhe
eram inerentes, e outros, ele os desenvolveu‖: A encarnação da verdade (Jo 14:6), O desejo de
servir (Mt 20:29), A crença no ensino (Jo 13:13), O conhecimento das escrituras (Mt 4:1-11,
etc), Compreensão da natureza humana (Jo 2:25), Domínio da arte de ensinar (―... Jesus foi
consumado mestre na arte de ensinar, quando vemos que ele praticamente empregou
aqui e ali, pelo menos em embrião, os métodos usados hoje em dia — perguntas,
preleções, histórias, conversas, discussões, dramatizações, lições objetivas, planejamentos
e demonstrações.‖).
Em todos os seus ensinos Jesus tinha seus objetivos bem definidos. “Com Jesus, as coisas
caminhavam de modo mui diferente. Ele nunca ensinava somente pelo fato de ser
chamado a ensinar. Ele sempre tinha um propósito e fins definidos a atingir. Sabia muito
bem o que queria, e caminhava nesse sentido. Sabia para onde ia e de maneira firme
caminhava para a consecução do seu objetivo sem olhar para oposições ou derrotas. „Vim
para que tenham vida‟ (João 10:10). Buscou, assim, „transformar as vidas de seus
discípulos, e, por meio deles, transformar outras vidas e regenerar a sociedade humana‟.
Muitas coisas estão incluídas neste seu objetivo geral.”
Seus ideais eram:
Formar Ideais Justos (Mt 5:48)
Firmar Convicções Fortes (Jo 8:32)
Converter a Deus (Lu 15:18)
Relacionar com os Outros (Mc 12:31)
Resolver os Problemas da Vida (Lc 12:13-21)
Formar Caracteres Maduros (Ef. 4:13)
Preparar para o Serviço Cristão (Mt 28:19-20)
―... o método mais usado pelo Mestre foi o de histórias ou parábolas. Ê o método que
toma o primeiro lugar em seus ensinos. Jesus o usou tanto que julgamos ser isso o que
mais o caracterizou como Mestre; e as histórias que ele contou são sempre mais lembradas
que outros ensinos dele. Inquestionavelmente Jesus foi o maior contador de histórias que
o mundo já teve.‖[1]
―Ao interpretarmos as parábolas, o problema é discernir quais elementos são relevantes para a
lição pretendida e quais deles são meros pormenores incluídos para tornar a história mais
vívida e memorável. De modo geral, o propósito da parábola era ensinar uma só lição; não
devemos tentar extrair outras lições paralelas de todos os detalhes da história.‖ [2].
―O número de parábolas de Jesus é calculado de várias maneiras, variando de 27 a 50, isso
porque algumas delas são definidas como parábolas por alguns e como metáforas por outros.
A maioria das pessoas concorda que Jesus contou cerca de 30 parábolas. Algumas delas
parecem semelhantes entre si. Jesus empregou histórias diferentes para ilustrar a mesma lição
– e às vezes a mesma história para ilustrar várias lições.‖[2]
Fontes:
[1] Price, J. M. A pedagogia de Jesus; o mestre por excelência. Tradução do Rev. Waldemar
W. Wey – 3ª edição Rio de Janeiro – RJ – JUERP – 1980
[2] Halley, Henry Hampton. Manual Bíblico de Halley: Nova Versão Internacional (NVI);
tradução Gordon Chown. – São Paulo: Editora Vida, 2001.
[3] Dennis Downing é o autor do devocional diário "Jesus disse...", Copyright © 2006-2008,
Dennis Downing. Todos os direitos reservados. As citações bíblicas são da Nova Versão
Internacional (Nda Sociedade Bíblica Internacional (www.sbibrasil.org.br), salvo indicação
em contrário.
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As parábolas de Jesus

  • 1. Os Ensinos de Jesus – Parábolas. Parábolas Objetivo era ensinar/ilustrar sobre Referência Bíblica A candeia debaixo da vasilha Jesus é a luz do mundo. Seus seguidores refletem sua luz e glória. A motivação maior que uma pessoa pode ter é que sua maneira de viver leve outros a glorificar a Deus. Mt 5:14,15; Mc 4:21,22; Lc 8:16 /11:33 A figueira A segunda volta de Cristo. Ele queria que seus discípulos estivessem alerta e vigilantes. Mt 24:32-35; Mc 13:28,29; Lc 21:29- 31 A figueira infrutífera A paciência de Deus com Jerusalém cuja condenação se aproximava rapidamente, e com os indivíduos em geral. Lc 13:6-9 A moeda (dracma) perdida A entrega a Cristo sem reservas. Não pode haver lealdade dividida. Uma vez que entronizamos Jesus como o Senhor da vida, sua compaixão é ilimitada. Podemos tropeçar seguidamente, mas enquanto mantivermos os olhos fitos nele nos perdoará sempre até que, finalmente, pela graça e poder de Jesus, tudo quanto desagrada a ele desaparecerá de nossa vida. Lc 15:8-10 A ovelha perdida É o retrato glorioso do Pai celestial e de seus anjos dando boas- vindas às almas que se voltam para ele. Essa verdade é ilustrada por três parábolas: A ovelha perdida, A dracma perdida e O filho pródigo. Mt 18:12-14; Lc 15:4-7 A pérola de grande valor O valor incalculável de Cristo para a alma humana. O que Cristo oferece vale tanto que se deve abrir mão de tudo – até mesmo da própria vida – para aceitá-lo. Mt 13:45,46 A rede O arrastão final da rede para a praia representa o dia do julgamento, quando todos aqueles que não obedeceram a palavra serão separados dos justos e lançados ―na fornalha acesa‖ Mt 13:47-50 A semente em crescimento Os judeus em geral esperavam que o reino messiânico fosse inaugurado com uma demonstração de poder que abalaria o mundo. Essa parábola significa que, pelo contrário, seria longe de espetacular: um início bem pequeno, com crescimento lento e demorado, passando de modo silencioso e imperceptível, porém irresistível, para o dia da ceifa. Significa também que o evangelho possui um poder que lhe é inerente. Mc 4:26-29 A viúva persistente Ensinar que Deus atende à oração persistente e perseverante. Lc 18:2-8
  • 2. Deus tomará providências para recebermos justiça, e isso sem a mínima demora. Devemos aprender a orar de modo eficiente. As dez virgens Devemos manter nossa atenção fixada no Senhor e estar preparados quando ele vier. Mt 25:1-13 As ervas daninhas Demonstram que embora o mundo venha a ser permeado pelo evangelho, os maus persistirão ao lado dos bons até o fim do mundo, quando haverá a separação final – os maus irão para o destino infeliz, e os justos, para o Reino de glória eterna. Mt 13:24-30,36-43 As ovelhas e os bodes Um retrato de como o grau de nosso amor pelo povo de Deus afetará nossa situação no mundo eterno. Retrata a vinda do Senhor em glória para Seu povo terreno. Será o dia da recompensa ou do castigo para as pessoas dentre as nações que estarão vivendo aqui na terra. E o critério diferenciador será a maneira pela qual tiverem recebido os embaixadores do Rei (Seus irmãos - no caso aqui, os judeus - v. 40), quando lhes for anunciado o evangelho do reino. Mt 25:31-46 O administrador astuto O que Jesus elogia aqui é a previdência desse homem, não sua desonestidade; a provisão que fez para o futuro, não o método imoral que usou para fazê-lo. Assim como o administrador fez amigos mediante o emprego desonesto dos bens de seu patrão, também nós devemos fazer amigos mediante o uso honesto das dádivas que Deus nos tem dado. Lc 16:1-8 O amigo necessitado Mesmo significado e lição da parábola da viúva persistente (Lc 18:2-8). A parábola dos dois amigos nos ensina a expressar cada necessidade de maneira simples e, sobretudo precisa: "Amigo, empresta-me três pães..." Lc 11:5-8 O banquete de casamento A nação eleita de Deus, o povo judeu, estava agora para ser repudiada pelo modo vergonhoso de tratar os mensageiros de Deus, e outras nações eram convidadas. Essa parábola tem dupla mensagem: inclui também a advertência para que os recém- chegados tomem cuidado em não cair na mesma condenação. Mt 22:2-14 O bom samaritano Uma das ilustrações mais sublimes de bondade humana. Lucas acabara de contar como Jesus havia sido rejeitado pelos samaritanos (9.552). Aqui temos a reação de Jesus: ele fez de um samaritano o exemplo de amor que servirá para todas as eras Lc 10:30-37
  • 3. futuras. O construtor prudente e o insensato Declaração muito nítida de que inútil nos chamarmos cristãos, a não ser que pratiquemos as coisas que Jesus ensinou no Sermão do Monte. Mt 7:24-27; Lc 6:47-49 O credor No contexto (uma mulher pecadora chorando, beija os pés de Jesus, banha-os com um perfume caríssimo e enxuga-os com seus cabelos, as lágrimas que caiam) Jesus deixa claro que o ―credor‖ é Deus, que tanto perdoou o que devia pouco como o que devia muito. Lc 7:41-43 O custo do discipulado A intenção de Jesus não era nos levar a odiar pais ou filhos. A dedicação fiel aos que são nossa própria carne e sangue é um dos ensinos claros das Escrituras. Mas Jesus certamente quis dizer que, se for necessário fazer uma escolha entre ele e nossa família, não deve haver a mínima hesitação. Lc14:28-33 O dono de uma casa ―Muito do que Jesus pregou parecia ―novo‖ naquela época. Mas, era tão antigo quanto ―a lei e os profetas‖ no qual Jesus fundamentou todo seu ensino. Cada geração vai descobrir verdades no Evangelho que a geração anterior talvez tenha esquecido ou perdeu de vista.‖ (Dennis Downing )[3] Mt 13:52 O fariseu e o publicano Visa demonstrar que o único fundamento para nos aproximarmos de Deus é reconhecer nossa pecaminosidade e nossa necessidade de sua misericórdia Lc 18:10-14 O fermento Ilustram o humilde começo do Reino de Cristo, seu crescimento paulatino e imperceptível, tanto no indivíduo quanto no mundo em geral, e sua majestosa presença final, que permeará todas as instituições, filosofias e governos. (Ver também Mc 4:26-29) Mt 13:33; Lc 13:20,21 O filho perdido (pródigo) É o retrato glorioso do Pai celestial e de seus anjos dando boas- vindas às almas que se voltam para ele. Essa verdade é ilustrada por três parábolas: A ovelha perdida, A dracma perdida e O filho pródigo. Lc 15:11-32 O grande banquete Muitos, desde os líderes religiosos, a própria nação de Cristo e até os gentios mais distantes, rejeitariam a Jesus e a oferta de redenção eterna, e isso com as desculpas mais triviais; prefeririam ficar com as coisas que conseguiam ver (mas que não perduram) a optar pelos valores eternos. Lc 14:16-24
  • 4. O joio Mesmo significado e lições da parábola do fermento: Ilustram o humilde começo do Reino de Cristo, seu crescimento paulatino e imperceptível, tanto no indivíduo quanto no mundo em geral, e sua majestosa presença final, que permeará todas as instituições, filosofias e governos. Mt 13:31,32; Mc 4:30-32; Lc 13:18,19 O lugar menos importante no banquete O caminho da humildade é melhor e leva à genuína promoção. Lc 14:7-14 O remendo de pano novo em roupa velha É possível que Jesus esteja sugerindo que os apóstolos, que representam o remendo novo, precisam romper com as antigas práticas religiosas judaicas, que tinham se tornado tradições religiosas, servindo mais como propaganda da suposta santidade da pessoa que adoração sincera a Deus. Mt 9:16; Mc 2:21; Lc 5:36 O rico e Lázaro Cristo usou a crença dos fariseus, para lhes ensinar uma verdade fundamental que significa a oportunidade de vida que existe enquanto o homem vive. As Escrituras são inteiramente suficientes para levar os homens ao arrependimento (v. 31). E os padrões deste mundo não se aplicam ao céu: muitos dos que são os primeiros aqui serão os últimos lá. Lc 16:19-31 O rico insensato Consequências da cobiça. A lição dessa história oferecia ao homem riquezas eternas se ele permitisse que as palavras de Jesus transformassem sua vida. O rico insensato ganhara dinheiro de modo honesto. Nem por isso deixou de ser um tolo aos olhos de Deus, pois almejara as coisas desse mundo, e não as do porvir. Este mundo dura pouco tempo; o outro é eterno. Lc 12:16-21 O semeador e os solos A semente é a Palavra de Deus. Almas nascem da Palavra de Deus. Essa parábola profetiza como o evangelho será recebido. Algumas pessoas nem sequer irão querer escutar. Algumas o aceitarão, mas não demorarão a se desviar. Outras se manterão firmes por mais algum tempo, mas paulatinamente perderão o interesse. E algumas perseverarão, em grau menor ou maior, até suas vidas demonstrarem na prática o que significa o evangelho. Mt 13:3-8,18-23; Mc 4:3-8,14-20; Lc 8:5-8,11-15 O senhor e seu servo A indisposição de perdoar é a causa da perdição de muitas almas. Para perdoarmos precisamos de mais fé, por isso os discípulos exclamaram: ―Aumenta nossa fé!‖. Jesus fala do poder ilimitado da fé e, mediante esta parábola demonstra-lhes que a humildade é Lc 17:7-10
  • 5. o alicerce da fé. À medida que buscamos ao Senhor, o nosso desejo de servi-lo e de realizar sua obra nos fornecerá o poder e a fé de que necessitamos para crescer enquanto servimos ao próximo. O servo fiel e sensato Essa parábola é dirigida a todos os cristãos. Mas os graus mais altos de talentos e de posição acarretam graus maiores de responsabilidade. Mt 4:45-51; Lc 12:42-48 O servo impiedoso Comparação que Jesus fez entre os nossos pecados contra Deus e os pecados que outros cometem contra nós. A declaração do Mestre é de não haver esperança de perdão a não ser que nós mesmos perdoemos. (v.35) Mt 18:23-35 O tesouro escondido Faz parte da dupla ilustração de uma mesma coisa (ver versículos 45 e 46): O valor incalculável de Cristo para a alma humana. O que Cristo oferece vale tanto que se deve abrir mão de tudo – até mesmo da própria vida – para aceitá-lo. Mt 13:44 O vinho novo em odres velhos Refere-se à Palavra de Deus que está sendo ensinada a crentes novos, refere-se. O crente novo deve tornar-se uma nova criatura em Cristo e deixar para trás as crenças do mundo, a fim de permitir que haja crescimento espiritual. Mt 9:17; Mc 2:22; Lc 5:37,38 Os dois filhos Essa parábola é dirigida diretamente contra os líderes religiosos: os principais sacerdotes, os anciãos, os escribas e os fariseus. Eles rejeitavam a Jesus. O povo comum, entretanto, que os líderes religiosos consideravam pecaminoso e indigno do favor de Deus, aceitava com alegria o perdão e a graça acolhedora de Deus. Mt 21:28-32 Os lavradores O significado é o mesmo da parábola dos dois filhos (Mt 21:28- 32), mas dirigida à própria nação. Mt 21:33-44; Mc 12:1-11; Lc 20:9-18 Os servos vigilantes Jesus adverte que poderá voltar na calada da noite para um mundo adormecido. Bem-aventurados os fiéis que estão prontos para dar as boas-vindas ao seu Senhor no seu retorno. Mc13:35-37; Lc12:35-40 Os talentos (minas) Teremos de prestar contas a Deus pela maneira como usamos o nosso tempo e dinheiro; haverá recompensas e castigos, tanto na vida terrena quanto no céu; estamos sendo treinados aqui para a vida lá. Sugerem também a possibilidade de um longo intervalo entre o primeiro advento de Cristo e a sua Segunda Vinda. Mt 25:14-30; Lc 19:12-27
  • 6. Os trabalhadores na vinha Essa parábola não ensina que todos serão tratados de forma igual no céu, nem que não haverá recompensas. A parábola dos talentos parece ensinar que haverá recompensas, e Paulo ensinou a mesma coisa (1Co 3.14,15). Aqui Jesus quis ensinar uma só coisa: que alguns que se consideram os primeiros neste mundo vão se achar em último lugar no céu. Os padrões celestiais e os padrões terrenos são de tal maneira diferentes entre si que muitos dos cristãos mais humildes da terra, os escravos e os servos, ocuparão as posições mais elevadas no céu, ao passo que poderosos e grandes dignitários eclesiásticos, se conseguirem chegar até lá, estarão sujeitos àqueles que, na terra, eram seus servos. Mt 20:1-16
  • 7. Os ensinos de Jesus Jesus é o mestre por excelência. Ninguém, além dele, foi tão competente na arte de ensinar. Os frutos de seus ensinos atravessaram séculos e nos provam a eficácia de suas lições. Os elementos que Jesus utilizou em sua didática perfeita eram humanos e divinos, ―alguns lhe eram inerentes, e outros, ele os desenvolveu‖: A encarnação da verdade (Jo 14:6), O desejo de servir (Mt 20:29), A crença no ensino (Jo 13:13), O conhecimento das escrituras (Mt 4:1-11, etc), Compreensão da natureza humana (Jo 2:25), Domínio da arte de ensinar (―... Jesus foi consumado mestre na arte de ensinar, quando vemos que ele praticamente empregou aqui e ali, pelo menos em embrião, os métodos usados hoje em dia — perguntas, preleções, histórias, conversas, discussões, dramatizações, lições objetivas, planejamentos e demonstrações.‖). Em todos os seus ensinos Jesus tinha seus objetivos bem definidos. “Com Jesus, as coisas caminhavam de modo mui diferente. Ele nunca ensinava somente pelo fato de ser chamado a ensinar. Ele sempre tinha um propósito e fins definidos a atingir. Sabia muito bem o que queria, e caminhava nesse sentido. Sabia para onde ia e de maneira firme caminhava para a consecução do seu objetivo sem olhar para oposições ou derrotas. „Vim para que tenham vida‟ (João 10:10). Buscou, assim, „transformar as vidas de seus discípulos, e, por meio deles, transformar outras vidas e regenerar a sociedade humana‟. Muitas coisas estão incluídas neste seu objetivo geral.” Seus ideais eram: Formar Ideais Justos (Mt 5:48) Firmar Convicções Fortes (Jo 8:32) Converter a Deus (Lu 15:18) Relacionar com os Outros (Mc 12:31) Resolver os Problemas da Vida (Lc 12:13-21) Formar Caracteres Maduros (Ef. 4:13) Preparar para o Serviço Cristão (Mt 28:19-20) ―... o método mais usado pelo Mestre foi o de histórias ou parábolas. Ê o método que toma o primeiro lugar em seus ensinos. Jesus o usou tanto que julgamos ser isso o que mais o caracterizou como Mestre; e as histórias que ele contou são sempre mais lembradas que outros ensinos dele. Inquestionavelmente Jesus foi o maior contador de histórias que o mundo já teve.‖[1] ―Ao interpretarmos as parábolas, o problema é discernir quais elementos são relevantes para a lição pretendida e quais deles são meros pormenores incluídos para tornar a história mais vívida e memorável. De modo geral, o propósito da parábola era ensinar uma só lição; não devemos tentar extrair outras lições paralelas de todos os detalhes da história.‖ [2]. ―O número de parábolas de Jesus é calculado de várias maneiras, variando de 27 a 50, isso porque algumas delas são definidas como parábolas por alguns e como metáforas por outros. A maioria das pessoas concorda que Jesus contou cerca de 30 parábolas. Algumas delas parecem semelhantes entre si. Jesus empregou histórias diferentes para ilustrar a mesma lição – e às vezes a mesma história para ilustrar várias lições.‖[2]
  • 8. Fontes: [1] Price, J. M. A pedagogia de Jesus; o mestre por excelência. Tradução do Rev. Waldemar W. Wey – 3ª edição Rio de Janeiro – RJ – JUERP – 1980 [2] Halley, Henry Hampton. Manual Bíblico de Halley: Nova Versão Internacional (NVI); tradução Gordon Chown. – São Paulo: Editora Vida, 2001. [3] Dennis Downing é o autor do devocional diário "Jesus disse...", Copyright © 2006-2008, Dennis Downing. Todos os direitos reservados. As citações bíblicas são da Nova Versão Internacional (Nda Sociedade Bíblica Internacional (www.sbibrasil.org.br), salvo indicação em contrário. Site: Conheça a Jesus